Originários da Pérsia, talvez fossem príncipes: Abdon era mais velho e Senén mais novo. Convertidos ao cristianismo, em Roma, sepultavam os mártires com generosidade. Era o século III, durante a perseguição de Décio. Presos, ambos se recusam oferecer sacrifícios aos ídolos e morreram como mártires.
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† Roma, século III
Abdon e Sennen são originários da Pérsia. Convertidos ao cristianismo, foram presos durante a perseguição ordenada pelo Imperador Décio (século III). Acorrentados, foram levados para Roma, onde foram primeiro espancados e depois martirizados, mortos à espada, provavelmente no Coliseu.
Suas relíquias estão preservadas na Basílica de São Marcos Evangelista, no Monte Capitolino, para onde foram trazidas pelo Papa Gregório IV do cemitério de Pôncio.
Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério de Pontianus, na Via Portuense, os Santos Abdon e Sennen, mártires.
Abdon e Sennen são dois mártires que certamente existiram no século III e foram martirizados em Roma. As informações sobre suas vidas são lendárias, mas deve haver, sem dúvida, alguma verdade nelas. Primeiro, eles são lembrados em um grande número de textos oficiais e martirológios, como o "Depositio Martyrum", o "Martyrologio Hieronymiano", o "Calendário de Mármore de Nápoles" e os "Sacramentários Gelasiano e Gregoriano".



















