quinta-feira, 12 de março de 2026

ORAÇÕES - 12 DE MARÇO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
12 – Quinta-feira – Santos: Bernardo de Cápua, Inocêncio I, Gregório I
Evangelho (Lc 11,14-23) “Quem não está comigo está contra mim. E quem não recolhe comigo dispersa”.
Eram muitos os que não tinham coragem de tomar uma decisão diante de Jesus, apesar de seu jeito de ser, de suas palavras e de seus milagres. Não é possível crer e não crer, confiar e não confiar. Jesus quer nossa adesão total, quer que o reconheçamos como nosso único salvador e nossa única esperança. Ele nos fala ao coração, ele nos convida e atrai: podemos tranquilamente confiar nele.
Oração
Senhor Jesus, creio em vós, creio que sois meu único salvador. Por isso coloco em vós toda a minha confiança. Sem vós nada e ninguém me poderá ajudar. Confio em vós porque sois o Filho de Deus, e por isso me podeis transformar, libertar do mal e da mentira, e levar para a verdade e o amor. De novo eu vos escolho e aceito como Senhor, e prometo seguir-vos agora e sempre. Amém.

quarta-feira, 11 de março de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “A justiça do Reino”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Deus ouve
 
A Palavra de Deus nos faz uma descrição muito clara e sempre atual da justiça de Deus e da justiça humana. Essas estão sempre presente na sociedade. Ela nos questiona sobre nossas atitudes. Não podemos dizer: “Isso não vale para mim”. Somos questionados não pelo que possuímos, mas pelo olhar míope diante das realidades. É muito triste ver só a si mesmo. É impossível dar um passo adiante no projeto humano de ser fraterno. Não basta ser social. O texto do profeta Amós, homem experiente de humanidade, relata a atitude dos ricos de seu tempo, de modo particular em Samaria. Jesus tem diante dos olhos a situação dos ricos e dos pobres. O rico “se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias” (Lc 16,19). O profeta relata a vida folgada dos ricos de Samaria. Eram nababos. Só o prazer e a vida fácil. A riqueza lhes proporciona a vida folgada. A primeira leitura descreve como viviam esses ricos. O problema não se trata de terem riqueza, mas de não se preocuparem com a ruína do povo. O povo estava destruído. Não era problema dos “gozadores” (Am 6,6). Deus ouve o clamor dos fracos que os leva ao louvor: “O Senhor é fiel para sempre, faz justiça aos oprimidos, dá alimento aos famintos, é o Senhor quem liberta os cativos. Ampara o órfão e a viúva” (Sl 145). É o Senhor que acolhe Lázaro. Na língua hebraica, esse nome significa: aquele que Deus ouve. Os olhos de Deus buscam os que sofrem. Deus é o responsável “jurídico” porque, amorosamente os toma sob seu cuidado (145,7). Lázaro morre e é levado pelos anjos ao seio de Abraão, o Céu. 
Inversão de valores 
Lázaro vai para o Céu e, o rico foi enterrado... no meio dos tormentos, viu Abraão e Lázaro ao seu lado (23). Abraão mostra a mudança de lado: “Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez os males. Agora ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. A seguir o texto tem um diálogo no qual o rico, vendo a impossibilidade de ser aliviado, pede a Abraão que mande Lázaro para avisar os familiares para preveni-los. O texto mostra que não há essa possibilidade de refazer a vida depois da morte, pois é definitivo. Também mostra que não há esse trânsito entre Céu e terra e inferno. Mas a palavra que se torna solução para o rumo certo da vida, como diz o rico condenado ao inferno: se um morto for a eles, se converterão. Abraão dá a resposta clara: “Se não escutam Moisés e os profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos” (Lc 16,23-31). A conversão verdadeira não se dá pelo medo, mas pela Palavra de Deus. Só ela pode tocar os corações e provocar a mudança. Os pobres não foram levados para o exílio. E continuam a esperança do Messias. 
O caminho do justo 
Todos nós passamos as lutas por meio da fé viva. Paulo formara seus colaboradores na firmeza da fé, não deixa de insistir com Timóteo para viver bem: “Tu, que és um homem de Deus, foge das coisas perversas, procura a justiça, a piedade, a fé, o amor, a firmeza a mansidão... guarda teu mandato íntegro e sem mancha até a manifestação gloriosa de Cristo (1 Tm 6, 11.14). Todos vivemos as mesmas situações dos profetas. Jesus toma esse tema em sua parábola. O grande problema é não ver a situação do povo. O rico dos banquetes nem deve ter visto Lázaro na porta. O desconhecimento da realidade do povo é um assassinato programado e apoiado pelos donos do mundo. É um mal que não se cura. A insensibilidade do homem para com o sofrimento do pobre é um dele aos olhos de Deus. 
Leituras: 6,1,1ª.4-7;Salmo 145;
1 Timóteo 6,11-16;Lucas 16,19-31. 
1. O problema não é ter riqueza, mas de não se preocupar com a ruína do povo na pobreza. 
2. Só a Palavra de Deus pode tocar os corações e provocar a mudança. 
3. O desconhecimento da realidade do povo é um assassinato programado e apoiado pelos donos do mundo. 
Miopia espiritual 
Como é triste ser cego. Pior é ser cego de olhos abertos. Não se ver, nem se julgar, é sinal de um triste fim. “Lembra-te de teu fim e viverás, e jamais pecarás” (Eclo 7,36). A festa dos ricos impressionava por sua fartura. Os cães conheciam Lázaro. Pobre sempre tem cachorro. Lambiam suas feridas para sua cura. Era seu único remédio. O que os folgados não faziam, faziam os cães. A parábola de Jesus é um ensinamento sobre a coerência de vida e o fim último do homem e sua situação. Não acreditamos mais nessa linguagem de inferno. Mas é bom prevenir, pois, pode ser que, chegando lá ele exista. Melhor prevenir e se educar pela palavra de Deus. 
Homilia do 26º Domingo Comum (29.09.2019)

EVANGELHO DO DIA 11 DE MARÇO

Evangelho segundo São Mateus 5,17-19. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim revogar, mas completar. Em verdade vos digo: antes que passem o céu e a Terra, não passará da Lei a mais pequena letra ou o mais pequeno sinal, sem que tudo se cumpra. Portanto, se alguém transgredir um só destes mandamentos, por mais pequenos que sejam, e ensinar assim aos homens, será o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os praticar e ensinar será grande no Reino dos Céus». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Catecismo da Igreja Católica 
§§ 1961-1967 
«Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; 
não vim revogar, mas completar» 
Deus, nosso Criador e nosso Redentor, escolheu Israel como seu povo e revelou-lhe a sua Lei, preparando assim a vinda de Cristo. A Lei antiga é o primeiro estádio da lei revelada. As suas prescrições morais estão compendiadas nos dez mandamentos. Os preceitos do Decálogo assentam os alicerces da vocação do homem, feito à imagem de Deus: proíbem o que é contrário ao amor de Deus e do próximo e prescrevem o que lhe é essencial. O Decálogo é uma luz oferecida à consciência de todo o homem, para lhe manifestar o apelo e os caminhos de Deus e o proteger contra o mal: Deus «escreveu nas tábuas da Lei o que os homens não liam nos seus corações» (Santo Agostinho). Segundo a tradição cristã, a Lei santa, espiritual e boa, é ainda imperfeita (cf Rom 7,12s). Como um pedagogo (cf Gal 3,24), mostra o que se deve fazer; mas, por si, não dá a força, a graça do Espírito, para ser cumprida. Por causa do pecado, que não pode anular, não deixa de ser uma lei de escravidão. A Lei antiga é uma preparação para o Evangelho. A Lei nova ou Lei evangélica é a perfeição, na Terra, da Lei divina, natural e revelada. É obra de Cristo e tem a sua expressão, de modo particular, no sermão da montanha. É também obra do Espírito Santo e, por Ele, torna-se a lei interior da caridade: «Estabelecerei uma nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Hei de imprimir as minhas leis no seu espírito e gravá-las no seu coração; Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo» (Heb 8,8-10). A Lei nova é a graça do Espírito Santo, dada aos fiéis pela fé em Cristo. Ela cumpre, apura, ultrapassa e leva à perfeição a Lei antiga. Nas bem-aventuranças, cumpre as promessas divinas, elevando-as e ordenando-as ao «Reino dos céus» (cf Mt 5,3s). Esta lei dirige-se àqueles que estão dispostos a acolher com fé esta esperança nova: os pobres, os humildes, os aflitos, os corações puros, os perseguidos por causa de Cristo, traçando assim os surpreendentes caminhos do Reino.

São Zózimo, Bispo e Confessor

Nascido na Sicília, Zózimo, com sete anos, foi levado ao mosteiro de Santa Lúcia, em Siracusa, pelos pais. Era, então, abade daquela casa, o bom Fausto, que o recebeu com carinho. Diante de tanta virtude, o abade, um dia, encarregou o novo membro da comunidade da guarda do túmulo da santa mártir Lúcia. Zózimo sentia imensas saudades da família. E, uma noite, às escondidas, saudosíssimo, deixou o mosteiro e partiu.Quando chegou, os pais admiraram-se de vê-lo de volta e, interrogando-o, descobriram que o filho deixara o mosteiro sem consentimento superior. Imediatamente, encaminharam-no ao abade. E Zózimo, que do abade Fausto esperava dura repreensão, recebeu exepcional carinho. Naquela noite, Santa Lúcia, apareceu-lhe em sonhos. E, recriminando-lhe a falta de constância, a infidelidade, fez com que o santo se compenetrasse do seu estado.

São Fermin(Firmin), Abade de Amiens Festa: 11 de março

Em 11 de março, o Martirógio Romano menciona um Firminus, um abade santo da região de Amiens, sem fornecer mais detalhes. A história não conhece nenhum abade com esse nome neste lugar; pode-se, portanto, pensar que houve confusão tanto com os dois bispos de Amiens, chamados Firmin, quanto com Fermano, abade de Fermo nas Marcas.
Etimologia: Firmin = constante, firme em propósito, do latim
Emblema: Equipe pastoral 
Em 11 de março, o Martirológio Romano homenageia um santo chamado Fermin, referido como abade na região de Amiens. No entanto, sua existência permanece envolta em mistério. 
Uma identidade incerta 
A escassez de informações históricas dificulta delinear um perfil preciso do Abade de San Fermín. Não há informações sobre seu local de nascimento ou data de morte, nem sobre atos específicos que caracterizaram sua vida e ministério. A única certeza é sua veneração como abade na região de Amiens, França. 
Hipóteses e possíveis confusões 
A ausência de evidências históricas levou a várias hipóteses sobre sua identidade. Uma teoria sugere que pode ser um erro de transcrição, confundindo-o com um dos dois bispos de Amiens, ambos chamados Firmin. Outra hipótese o identifica com Fermano, abade de Fermo na região das Marcas, que viveu em uma época posterior. 

São Ramiro, abade, mártir, +555

Os suevos, estabelecidos no antigo reino da Galiza, adeptos da heresia ariana, procederam contra os católicos com mais rigor talvez do que os pagãos. Reuniram um conciliábulo em Leão no tempo em que se encontrava ali São Vicente — abade do mosteiro dos Santos Cláudio, Lupércio e Vitérico, um dos mais vigorosos defensores da Divindade de Jesus Cristo, que era o ponto principal da renhida controvérsia. Citado por estes a comparecer no conciliábulo, com intenção de o obrigarem a subscrever a impiedade da seita, o insigne prelado apresentou-se e, cheio de valor, não só condenou a execrável blasfémia com energia inexcedível, mas declarou aos hereges que nem creria nem confessaria jamais outra fé senão a definida no 1° concilio de Niceia, por cuja defesa estava pronto a dar a vida.

11 de março - Beato Mattia Pal Prennushi

Pal Prennushi nasceu em Shkoder, Albânia, em 2 de outubro de 1881. Foi educado em uma escola missionária dirigida por monges franciscanos em sua cidade. O estilo de vida sagrado praticado por seus monges educadores deu uma impressão profunda a esse adolescente. Depois de terminar o colegial, Prennushi seguiu sua vocação e tornou-se franciscano, adotando o nome de Irmão Mattia (Matias). Para se tornar sacerdote, o irmão Mattia foi enviado à Áustria para estudar Teologia na Faculdade de Teologia Católica da Universidade de Graz. Sua educação foi concluída em 1904 e ele foi ordenado sacerdote. Nesse mesmo ano, o jovem padre retornou à Albânia. Em sua terra natal, o padre Mattia Prennushi trabalhou para servir as pessoas na região montanhosa do norte da Albânia. As pessoas imediatamente se apaixonaram por um pastor de fé simples, humilde e entusiasta. Nesta região remota, Pe. Prennushi será sempre lembrado por seus esforços para erradicar a cultura Gjakmarrja (a tradição de vingança sangrenta entre famílias no norte da Albânia, semelhante à tradição da vingança na Itália). Antes da Primeira Guerra dos Balcãs, em 1911, o Padre Prennushi foi capturado pelo Exército Sérvio. Ele foi condenado à morte por participar ativamente da luta pela independência da Albânia. Prennushi só foi libertado após os esforços de negociação do padre Gjergj Fishta, um franciscano albanês que era respeitado pelos sérvios. A Primeira Guerra dos Balcãs, que durou de 8 de outubro de 1912 a 30 de maio de 1913, foi a primeira guerra de dois períodos da Guerra dos Balcãs.

11 de março - Beato Cipriano Nika

O Cardeal Angelo Amato, presidiu a beatificação de 38 mártires, torturados e assassinados durante a ditadura comunista nos anos 40. Um regime ateu que matou católicos, ortodoxos e muçulmanos. Entre os novos Beatos estão dois bispos, 21 sacerdotes diocesanos, 7 franciscanos, 3 jesuítas, um seminarista e quatro leigos. O Arcebispo de Scutari, Dom Angelo Massafra, recorda seus testemunhos: “Os mártires viveram as suas vidas, no entanto sofrendo injustamente, pois todos foram colocados na prisão e acusados injustamente de serem inimigos do povo, de serem sabotadores, de serem encrenqueiros, de serem espiões do Vaticano, etc; eram injustamente colocados na prisão também por uma palavra que fosse...havia este clima de terror que realmente desumanizou parte do povo albanês. E muitos foram assassinados, não somente da Igreja Católica, mas também muitos outros; mesmo que o ditador tenha se voltado sobretudo contra a Igreja Católica, matando a maior parte dos padres de então, colocando-os na prisão...alguns morreram também durante as torturas...”. Dentre os mártires albaneses beatificados, encontramos Padre Dedë (correspondente ao Domenico italiano) Nika que nasceu em Scutari, Albânia, em 19 de julho de 1900. Ele ficou órfão aos cinco anos de idade e frequentou o ensino fundamental e médio na escola mantidas pelos Frades Menores em sua cidade, então, como todos aqueles que queriam ir ao sacerdócio, foi enviado para estudar Teologia na Áustria.

Santa Rosina de Wenglingen, Virgem, mártir - 11 de março

 Embora poucos sejam os dados sobre esta mártir, Rosina é uma das santas mais populares santas ​​em algumas partes da Alemanha. Diferentes fontes dizem que ela morreu nos anos 400, ou em torno de 1000. Venerada no sul da Baviera, não está claro se isso implica que ela viveu na região.

     Em um relato sobre a procissão levada a cabo em 1769 para a festa de "Corpus Christi" em Miesbach, a santa foi representada em um quadro vivo, o que é reservado para os santos mais populares.
     Ao mesmo tempo, devemos considerar que celebrações dedicadas a ela no dia 11 de março existem há séculos e a data ainda hoje é conservada em Wenglingen, Bavária.
     Quanto à sua vida, nada se sabe sobre ela; provavelmente viveu no século IV como uma virgem, ou como uma virgem mártir. É por isso que ela está representada no altar mor da igreja de Wenglingen, na diocese de Augsburg, com a palma tradicional e a espada. Às vezes ela é considerada como uma mártir ermitã no bosque. Nas pesquisas históricas Rosina é confundida por vezes com uma Santa Eufrosina, ou com Santa Rufina.
     Desde o século XIII ela é padroeira da cidade de Wenglingen. Nos séculos XVIII e XIX seu culto se tornou cada vez maior, o que resultou no fato de que muitas meninas recebessem seu nome; as muitas imagens religiosas populares também testemunham este fenômeno.

Sofrónio de Jerusalém Asceta, Filósofo, Santo (+638)

Bispo, grande defensor da ortodoxia na Igreja. 
Os seus escritos são muito apreciados, 
mesmo se ele não faz parte dos Padres da Igreja.
Vida e obras 
Sofrónio tinha ascendência árabe e era um professor de retórica. Ele se tornou um asceta no Egipto em 580 e depois entrou para o Mosteiro de São Teodósio, nas redondezas de Belém. Ele acompanhou o cronista João Mosco em suas viagens pelos principais centros urbanos da Ásia Menor, Egipto e Roma, o que acabou lhe rendendo a homenagem de João, que dedicou a ele o seu tratado sobre a vida religiosa, Leimõn ho Leimõnon (em grego: “O Campo Espiritual”). Eles são celebrados juntos na mesma data. Com a morte de Mosco em Roma (619), Sofrónio acompanhou o traslado de seu corpo até Jerusalém para um enterro monástico. Ele viajou até Alexandria e para Constantinopla (633) para persuadir os respectivos patriarcas a renunciarem ao monotelismo, uma doutrina herética que ensinava que Jesus teria uma única vontade, a divina, excluindo assim a vontade humana na Sua encarnação. As extensas obras de Sofrónio sobre o assunto se perderam todas.

Constantino da Escócia Rei, Santo (+ 598)

Não foi um governante justo, até sua conversão, 
mas depois desta tornou-se penitente, pregador
e foi também companheiro de São Columbano.
Constantino faz parte da heróica história do cristianismo na Escócia. Ele era rei da Cornualha, pequena região da Inglaterra e se casou com a filha do rei da Bretanha. Depois se tornou o maior evangelizador de sua pátria e o responsável pela conversão do país. O rei Constantino não foi um governante justo, até sua conversão. No início da vida cometeu sacrilégios e até assassinatos, em sua terra natal. Para ficar livre de cobranças na vida particular, divorciou-se da esposa. Foram muitos anos de vida mundana, envolvido em crimes e pecados. Mas quando soube da morte de sua ex-esposa, foi tocado pela graça tão profundamente que decidiu transformar sua vida. Primeiro abriu mão do trono em favor de seu filho, depois se converteu, recebendo o baptismo. Em seguida se isolou no mosteiro de São Mócuda, na Irlanda, onde trabalhou por sete anos, executando as tarefas mais difíceis, no mais absoluto silêncio. Os ensinamentos de Columbano, que também é celebrado pela Igreja, e que nesse período estava na região em missão apostólica, o levaram a se ordenar sacerdote. Assim, partiu para evangelizar junto com Columbano, e empregou a coragem que possuía, desde a época em que era rei, para a conversão do seu povo.

Eulógio de Córdoba Bispo, Mártir, Santo (+ 859)

Bispo, martirizado pelos muçulmanos, 
então senhores de todo o sul da Espanha.
Eulógio talvez seja a vítima mais célebre da invasão da Espanha pelos árabes vindos da África ao longo dos séculos VIII ao XIII. Entretanto, inicialmente todos os cristãos espanhóis não eram candidatos ao martírio Santo Eológio, Bispo de Córdobaou à escravidão e os Califas não eram tidos como intolerantes e sanguinários. Ao contrário, a Espanha gozava, sob a dominação dos árabes, longos períodos de paz e de benesses, determinantes para o desenvolvimento de um alto padrão de civilização, diferente do concedido pela dominação dos romanos. Também na religião, eles pareciam tolerantes. Não combatiam o Cristianismo, mas o mantinham na sombra e abafado, sem força para se difundir, para fazer progressos, para que não entrasse em polémica com a religião do Estado, ou seja, a muçulmana. Desejavam um Cristianismo adormecido. Mas os católicos da Espanha não se submeteram aos desejos dos árabes. Não por provocação aos muçulmanos, mas porque a sua fé, vivida com coerência, não podia se apagar pela renúncia e pelo silêncio. Também Eulógio, nascido em Córdoba de uma família da nobreza da cidade, foi um desses cristãos íntegros.

ORAÇÕES - 11 DE MARÇO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
11 – Quarta-feira – Santos: Constantino, Firmino, Zósimo
Evangelho (Mt 5,17-19) “Antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra.”
Jesus não diz apenas que veio aperfeiçoar a lei antiga, mas afirma também que veio cumprir todas as promessas de salvação. Ele é o Filho de Deus, o Salvador Enviado; por isso podemos ter confiança: há de se realizar tudo que Deus planejou para o bem da humanidade. Nenhuma de suas promessas deixará de ser cumprida. Não precisamos ter medo, porque a vitória final será dele.
Oração
Senhor Jesus, por mim mesmo não posso fazer o bem e não posso ser feliz. É bom saber que vós me podeis salvar, podeis libertar-me do mal e dar-me felicidade. Tenho confiança em vós, acredito que, apesar de todas as dificuldades a vitória final será vossa. Aumentai minha fé e meu amor, para que esteja sempre unido a vós e a meus irmãos. Afastai de mim o medo e o desânimo. Amém.

terça-feira, 10 de março de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “A riqueza que permanece”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
PADRE JOSÉ OSCAR BRANDÃO(✝︎)
REDENTORISTAS NA PAZ DO SENHOR
Bom administrador
 
Lucas nos apresenta os ensinamentos de Jesus sobre as questões de dinheiro, mostrando a maneira nova e segura de gerir os bens. Conta, para isso, a parábola do administrador espertalhão. O homem administrara mal os bens do patrão. Este pede uma séria prestação de contas. Vendo-se em dívida e apertado, apela para o costume de então, de tirar lucro com os negócios que fazia pelo patrão. É louvado por sua esperteza em se safar da situação. Jesus diz uma frase dura: “Os filhos desse mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”... “Fazei amigos como dinheiro da iniquidade, a fim que, no dia em que faltar, vos recebem nos tabernáculos eternos” (Lc 16,8-9). Por que são mais lerdos que os filhos das trevas? Porque não aproveitam o que possuem para fazer o bem na caridade. Assim disse Jesus: “Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas!”... Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? ... Se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso?” (Lc 16,9.11-12). Os bens materiais são bons quando são destinados a “comprar o Céu”, isto é, quando usados para produzir o bem. É a economia espiritual que atinge o homem no seu todo. Jesus disse na casa de Lázaro que “pobres sempre tereis entre vós” (Mt, 26,11). Sempre haverá necessidades que nos empobreçam. Esse processo realizou Jesus que, sendo rico se fez pobre. Não se trata de tirar os bens do outro, mas que haja um saber partilhar. Nem pobre, nem rico, mas irmãos.
Dois senhores 
Temos a continuação da parábola com a afirmação: “Ninguém pode servir a dois senhores. Cristianismo sem a caridade é ideologia. Jesus sempre nos toca o coração para termos seu misericordioso. Vemos, pela leitura do livro de Amós, a que ponto se chega quando se vive na ganância. A maldade parece eterna. O homem, sem Deus é um animal pouco racional. É o que estamos vendo na sociedade. A ganância faz de seres inteligentes e muito competentes, verdadeiros monstros devoradores de tudo. Monstro é o que destrói o humano. Jesus ensina que o verdadeiramente humano é divino, como Ele foi. O mundo cresce em sabedoria, mas perde em humanidade. O verdadeiramente humano é terreno fértil para o divino. Basta ser como Deus: “Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, para fazê-lo assentar-se com nobres, assentar-se com os nobres de seu povo” (Sl 112). Os pobres podem ser nossos mestres em solidariedade. Sabem partilhar. O conhecimento pode inchar, mas a sabedoria nos faz crescer. Mesmo a Igreja e seus muitos departamentos podem viver a mentalidade consumista e exploradora, pior, do sagrado. 
Deus quer todos salvos 
Encontramos essas situações difíceis na sociedade, fruto da falta de fé ou da ganância, às vezes institucionalizadas. Paulo, na carta a Timóteo tem um remédio salutar: “Recomendo que se façam preces, e orações, súplica e ações de graças, por todos os homens; pelos que governam e por todos que ocupam altos cargos... Isso é bom e agradável a Deus” (1Tm 2,1-2). A oração é excelente remédio para todos. E estimula a rezar pelas autoridades, “para que possamos levar uma vida tranqüila e serena, com toda piedade e dignidade” (1Tm 2,2). Nós não fazemos a ligação de um noticiário que nos mostra tantos problemas e situações calamitosas, com a oração da comunidade. A prece dos fiéis na litúrgica pede que se apresentem as intenções locais. A liturgia é vida. 
Leituras: Amós 8,4-7; Salmo 112; 
1 Timóteo 1,1-8; Lucas 16,1-13
1. Os bens materiais são bons quando são destinados a “comprar o Céu”, fazer o bem. 
2. O mundo cresce em sabedoria, mas perde em humanidade.
3. Estimula a rezar pelas autoridades, para que possamos levar uma vida tranqüila. 
Sujeito ruim de negócio 
Hoje o ensinamento parece um final de mês quando só se fala naquilo que falta para completar o orçamento. Todo mundo é vítima de uma exploração, da situação, da falta de gestão. Vemos, no antigamente, o quanto já havia de reclamação sobre a maldade dos exploradores. Jesus passa para uma necessidade contrária: não se trata de explorar, mas de fazer render para o bem. Aqui está o nó da economia cristã. Nossos negócios vão alem de nosso território, vão até às colinas do Céu. Na medida em que aplicamos na terra para o bem dos outros, abrimos uma conta no Céu e adquirimos um bom território.
Homilia do 25º Domingo Comum (22.09.2019)

EVANGELHO DO DIA 10 DE MARÇO

Evangelho segundo São Mateus 18,21-35. 
Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o Reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então, o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: "Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei". Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros, que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: "Paga o que me deves". Então, o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: "Concede-me um prazo e pagar-te-ei". Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: "Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque mo pediste. Não devias, também tu, compadecer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?". E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Teresa de Calcutá 
(1910-1997) 
Fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade 
«Um caminho simples» 
«Perdoai-nos as nossas ofensas, como nós
 perdoamos a quem nos tem ofendido» 
Todos os dias, antes de te deitares, deves fazer um exame de consciência (porque não sabes se no dia seguinte ainda estarás neste mundo!). Por maior que seja o mal que tiveres feito, deves empenhar-te em repará-lo, se for possível. Se, por exemplo, roubaste alguma coisa, deves devolvê-la. Se trataste mal alguém, tenta pedir-lhe desculpa sem demora. Se for impossível reparar, exprime a Deus a tua pena e o teu remorso. É muito importante que o faças, porque temos de ser capazes de contrição para nos tornarmos capazes de amar. Podes dizer, por exemplo: «Senhor, lamento muito ter-Te ofendido e prometo esforçar-me por não voltar a fazê-lo». Que impressão de bem-estar, de alívio, se tem então, sentindo o coração purificado! Recorda-te de que Deus é misericórdia. Ele é um Pai atencioso, disposto a tudo perdoar e a tudo esquecer, desde que nós procuremos fazer o mesmo com aqueles que nos ofenderam.

Santo Emiliano pastor eremita, séc. VI

Nos primeiros tempos da chegada dos visigodos à Península Ibérica, Milão (conhecido também por Emiliano), filho de pastores e pastor também, deixou seu ofício e foi viver junto do ermitão Félix [no castelo Bilíbio]. Instruído na doutrina e práticas ascéticas, teve uma vida de eremita nos montes Distercios. O bispo de Tarazona [Dídimo] ordenou-o sacerdote e pároco da Paróquia de Vergegio. Devido à sua grande caridade, os demais clérigos acusaram-no de desperdiçar os bens da igreja. Ele retirou-se de novo para vale do Suso como eremita. Aí formou-se ao seu redor uma comunidade de religiosos e religiosas. Morre no ano de 574 [durante o reinado de Leovigildo] com 101 anos. Os primeiros seguidores de São Milão formam o monastério de São Milão de Cogolla (pico mais alto da cadeia montanhosa) também conhecido por mosteiro de San Millán de Suso. Séculos mais tarde, o rei Garcia, que era muito devoto de São Milhão, quis levar os restos mortais do Santo, para onde se encontrava a corte. Os restos do Santo foram colocados numa carreta puxada por bois e assim empreenderam a viagem. Com a perda do seu patrono, o descontentamento dos monges foi grande. Os bois, quando chegaram perto do rio, pararam e já não quiseram voltar a andar e não houve forma de obrigá-los. O rei e toda a comitiva acharam que aquilo era um milagre, que São Milhão estava impondo a sua vontade de não passar dali e ser enterrado de novo noutro lugar. Foi então que o rei mandou construir o mosteiro, ao qual se chamou Yuso ("em baixo"), em contraposição com o de "em cima" (Suso). https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/cd5e4ec2-6278-4108-a5ba-2d646e415b75/content https://www.arautos.org/vida-dos-santos/santo-emiliano-do-cogolla-monge-140273 https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_San_Mill%C3%A1n_de_Suso

10 de março - Beato João José Lataste

Um dominicano de trinta e dois anos, sacerdote há 18 meses, entra pela primeira vez, em 15 de setembro de 1864, em uma prisão. O nome dele é João José Lataste. A prisão está localizada perto de Bordéus (França), a pequena cidade vinícola de sua infância. Há cerca de quatrocentas mulheres confinadas lá, divididas em três categorias, de acordo com a natureza e a duração da sentença. Enviado pelo Prior do convento de Bordéus, o padre Lataste vem pregar a essas mulheres durante um retiro de quatro dias: será uma experiência decisiva para a orientação de sua vida. Alcides Vital Lataste nasceu em Cadillac em 5 de setembro de 1832, sendo batizado no dia seguinte. Ele foi precedido por seis irmãos e irmãs. Seu pai, Vital, proprietário de algumas vinhas, também se dedica ao comércio de tecidos, o que lhe confere certo bem-estar. No final da escola primária, seus pais o matricularam no seminário menor em Bordéus. A atração que ele abriga pelo sacerdócio é contrariada por um sentimento muito forte de sua própria indignidade: "Não me atrevi a manifestar, tão grande que me pareceu a missão do sacerdote e tão indigno me sentia". Depois de alguns anos, eles o enviaram para a escola Pons e no final do terceiro ano, o superior escreve aos pais "que não acredita que o menino seja chamado ao estado eclesiástico". Desanimado, no ano seguinte, Alcides se deixa levar para longe de Deus... "Eu esqueci Deus, pouco a pouco, e meu amor pela Virgem diminuiu ... Acreditava mais facilmente que não tinha vocação, porque queria menos ter isso".

Beato Elias do Socorro Nieves

Aos discípulos, assombrados ante as dificuldades para entrar no Reino, Jesus adverte: «aos homens é impossível, mas a Deus não, pois a Deus tudo é possível» (Mc 10, 27). Acolheu esta mensagem o Padre Elias do Socorro Nieves, sacerdote agostiniano, que foi elevado à glória dos altares como mártir da fé. A total confiança em Deus e na Virgem do Socorro, de quem era muito devoto, caracterizou toda a sua vida e o seu ministério sacerdotal, exercido com abnegação e espírito de serviço, sem se deixar vencer pelos obstáculos, os sacrifícios ou o perigo. Este fiel religioso agostiniano soube transmitir a esperança em Cristo e na Providência divina. A vida e o martírio do Padre Nieves, que não quis abandonar os seus fiéis apesar do perigo que corria, são por si mesmos um convite a renovar a fé em Deus que tudo pode. Enfrentou a morte com integridade, abençoando os seus verdugos e dando testemunho da sua fé em Cristo. A Igreja no México conta hoje com um novo modelo de vida e poderoso intercessor, que o ajudará a renovar a sua vida cristã; os seus irmãos agostinianos têm mais um exemplo a imitar, na sua constante busca de Deus na fraternidade e no serviço ao Povo de Deus; para a Igreja inteira é uma demonstração eloquente dos frutos de santidade, que o poder da graça de Deus produz no seu seio. 
Papa João Paulo II - Homilia de beatificação 12 de outubro de 1997

São Simplicio Papa Festa: 10 de março Século V

Simplício governou a Igreja de 468 a 483 e viu a queda do Império Romano do Ocidente. No tumulto daqueles anos, enfrentou a heresia monofisista, que reconhecia a única natureza divina de Cristo. Reforçou a Igreja na Itália e defendeu o papado durante as desordens causadas pelas migrações bárbaras. 
(Papa de 03/03/468 a 10/03/483) 
Nascido em Tivoli, ele foi papa em um período atormentado da história ocidental que viu a queda do Império Romano do Ocidente, quando o bárbaro Odoacro, em 476, depôs o último imperador Rômulo Augustulo. Ao mesmo tempo, a Igreja Oriental estava preocupada com as consequências da heresia monofisita, que sustentava que em Cristo havia apenas a natureza divina. Poucas informações são disponíveis sobre Simplicio: ele tomou uma posição clara contra a heresia até mesmo contra o imperador oriental Zenão, estabeleceu mudanças de padres nas basílicas principais do cemitério e não apenas restaurou e dedicou igrejas em Roma, mas, respeitando a verdadeira arte, salvou os mosaicos pagãos da Igreja de Santo André da destruição. 
Etimologia: Simplicio = ingênuo, do latim 
Martirógio Romano: Em Roma, em São Pedro, São Simplício, papa, que, na época das invasões da Itália e Roma pelos bárbaros, confortou os aflitos, incentivou a unidade da Igreja e fortaleceu a fé.

Santa Maria-Eugênia de Jesus (Anna Milleret de Brou) Fundadora Festa: 10 de março

(*)Metz (França), 25 de agosto de 1817
(✝︎)Auteuil (Paris), 10 de março de 1898 
Anna Milleret de Brou nasceu em Metz (França) em 25 de agosto de 1817, em uma família de origem italiana. Após a morte de sua mãe em 1832, Anna passou por um período de forte apatia do qual foi abalada graças à pregação do Padre Lacordaire, durante a Quaresma de 1836. Incentivada pelos religiosos, Anna conheceu o abade Maria-Teodoro Comballot, que há muito desejava fundar uma comunidade de freiras para a educação das filhas da burguesia liberal. Após um período de "noviciado" e estudo de teologia, em 30 de abril de 1839 fundou a nova Congregação "Instituto da Assunção de Maria" em Paris. Em 1844, ela adotou o nome de Maria Eugênia di Gesù e assumiu a gestão da Obra até sua morte em 10 de março de 1898. (Avvenire) 
Etimologia: Maria = amada por Deus, pelo egípcio; senhora, pelo hebraico 
Martirógio Romano: Em Paris, França, Beata Maria Eugênia Milleret de Brou, virgem, fundadora da Congregação das Irmãs da Assunção para a educação cristã de jovens mulheres.