quinta-feira, 14 de maio de 2026

ORAÇÕES - 14 DE MAIO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
14 – Quinta-feira – S. Matias Apóstolo
Evangelho (Jo 15,9-17) “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. ...Eu vos disse isto, para que minha alegria esteja em vós e vossa alegria seja plena.”
Temos alegria quando sabemos que temos um grande bem. Mais ainda quando temos o maior dos bens. Como discípulo de Jesus, tenho tudo para ser alegre, pois ele e o Pai me amam. E esse amor é para mim garantia de todos os bens, de toda felicidade. Posso ser alegre e feliz, mesmo que nesta vida, como Jesus, nunca esteja livre de sofrimentos. Tristeza mesmo seria não ser amado por Deus.
Oração
Senhor, agradeço a garantia que me dais de vosso amor e do amor do Pai. Se olho para mim e para os outros, se olho para as incertezas da vida percebo a precariedade de meu ser. Para mim não haveria esperança se não pudesse contar com vosso amor. Ganho coragem ao pensar que me amais e estais sempre pronto a me perdoar. Que não me esqueça nunca de vosso amor. Amém.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

REFLETINDO A PAÇAVRA - “Pensar como Deus”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Direito de ser bom
 
O profeta Isaías nos traz o pensamento de Deus “Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são como os meus caminhos”. São tão distantes como a terra do céu (Is 55,8). Esse texto de Isaías nos ajuda a fazer uma leitura do texto do evangelho de Mateus sobre os trabalhadores da última hora. O modo de agir de Deus não parte de uma justiça de contrato, mas da justiça do amor e da benevolência. Esse texto sobre o modo de Deus distribuir seus dons, responde a uma necessidade da comunidade primitiva. Havia judeus que se tornaram cristãos e traziam toda a herança milenar de Israel. Como nos diz Paulo: “Aos israelitas pertence a adoção filial, a glória, as alianças, a legislação, o culto, as promessas, aos quais também pertencem os patriarcas e dos quais, descendente, o Cristo, segundo a carne...” (Rm 9,4-5). Para Paulo, era dor ter de ser separado do povo. Os convertidos judeus, com esse passado, se sentiam invadidos pelos pagãos convertidos que eram colocados em pé de igualdade. Estes são os “operários da última hora”, das cinco da tarde. Na Igreja são todos iguais. Está afirmando que Deus trata a todos de modo igual. Deus retribui com justiça, mas sua justiça supera a justiça humana. Não desprezou os judeus, mas trouxe outros. Abre a todos, sua bondade. Podemos notar que havia grandes cristãos, vindos do paganismo, como muito entusiasmo por Cristo. Essa realidade nós a encontramos nas comunidades quando chegam novos membros. Deus é diferente: abre as riquezas de seu amor para todos. É preciso ser generoso como Deus.
Viver à altura do Evangelho 
Para pensar como o Pai, é preciso passar a viver como Paulo. Somente na união, cada vez mais íntima com Jesus que podemos entender e viver como o Pai, como vimos na parábola. Assim vamos aproximar de Deus nossos pensamentos como também nossos caminhos (Is 55.8-9). Paulo, em sua trajetória passou de perseguidor a ser proclamador da fé em Jesus. Ele une de tal modo sua vida a Cristo que afirma: “Para mim viver é Cristo e o morrer é lucro”. Dá a entender que morrer na terra e viver no Céu com Cristo, são a mesma coisa. Desejaria muito estar com Cristo, mas, se continuar em seu trabalho é frutuoso para os cristãos, não sabe o que escolher. Mas já tem sua escolha feita: “Uma só coisa importa: que vivam à altura do Evangelho de Cristo” (Fl 1,27ª). Continua para que os cristãos vivam sempre melhor sua fé. Na recitação do salmo temos a explicitação desse Senhor ao qual dedicamos nossa vida “Misericórdia e piedade é o Senhor, Ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos. Sua ternura abraça toda criatura... está perto da pessoa que o invoca” (Sl 144). Um Deus assim atrai mesmo. Mas para Paulo, o segredo da espera é fazer o que Deus faz e como faz. 
Os últimos serão os primeiros 
“Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos” (Mt 20,16ª). É uma afirmação complicada. Somente quem compreende a lógica do amor pode entender essa frase. Ninguém pode reclamar. Os primeiros não podem reclamar do patrão. Os que são últimos se tornam primeiros sem reclamar. O pagamento foi um “denário”. Nele há a imagem de César e a inscrição. Todos os batizados recebem a imagem de Cristo no batismo e devem devolvê-la a Deus. Todos recebem a imagem e a semelhança de Deus e de sua bondade participada por todos. E a Palavra divina que consagra no batismo (T.Frederici). Todos estão em igualdade diante de Deus que con vida a trabalhar. 
Leituras Isaias 55,6-9; Salmo 144; 
Filipenses 20c-24.27ª; Mateus 20,1-16ª. 
1. Deus retribui com justiça, mas sua justiça supera a justiça humana. 
2. Somente na união mais íntima com Jesus que podemos entender e viver como o Pai. 
3. Somente quem compreende a lógica do amor pode entender a parábola dos operários.
“De trás p’ra frente” 
É mais fácil explicar complicado. Jesus, de vez em quando, dava um nó cérebro dos discípulos. É simples, mas a gente entende complicado. Jesus contou uma parábola do homem que foi contratar gente para trabalhar na roça dele. E prometeu a diária. Havia um sistema de trabalho de bóia fria em que os que estavam sem trabalho se juntavam num lugar e, quem precisava de gente para trabalhar ia lá. Ali se combinava. Ainda existe isso naquelas regiões. Então, como o serviço era muito, ele foi em diversos horários chamando outros e dizendo que acertava depois. Já não era mais a diária. No fim do dia, no acerto, Ele começou de trás prá frente, pagando aos de uma hora de serviço, o que era para uma diária. Os primeiros disseram: estamos feitos. E nada. Então azedaram. Qual o combinado? Então entendemos que Deus nos dá sempre muito mais que merecemos. Ele é generoso com todos. 
Homilia do 25ª Domingo Comum (20.09.2020)

EVANGELHO DO DIA 13 DE MAIO

Evangelho segundo São Mateus 12,46-50.
Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. Alguém Lhe disse: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo». Mas Jesus respondeu a quem O avisou: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?». E apontando para os discípulos, disse: «Estes são a minha mãe e os meus irmãos: todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Concílio Vaticano II 
Constituição Dogmática sobre a Igreja, 
«Lumen Gentium», §§ 61-62 
«Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai 
que está nos Céus, esse é meu irmão, 
minha irmã e minha mãe» 
A Virgem Santíssima, predestinada para Mãe de Deus desde toda a eternidade em simultâneo com a encarnação do Verbo, foi na Terra, por disposição da Divina Providência, a nobre Mãe do Divino Redentor, a sua mais generosa cooperadora e a escrava humilde do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no Templo e padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. Por esta razão, é nossa Mãe na ordem da graça. Esta maternidade de Maria na economia da graça perdura sem interrupção. De facto, depois de elevada ao Céu, não abandona esta missão salvadora, mas, com a sua multiforme intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna, cuidando com amor maternal dos irmãos do seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na Terra, até chegarem à pátria bem-aventurada. Por isso, a Virgem é invocada na Igreja com os títulos de Advogada, Auxiliadora, Socorro, Medianeira. Nenhuma criatura se pode equiparar ao Verbo encarnado e redentor; mas, assim como o sacerdócio de Cristo é participado de diversos modos pelos ministros e pelo povo fiel, e assim como a bondade de Deus, sendo uma só, se difunde variamente pelos seres criados, assim também a mediação única do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas cooperações diversas, que participam dessa única fonte.

São Pedro Regalado religioso, +1456

São Pedro Regalado nasceu em 1390 em Valladolid, na Espanha, e entrou para ao ordem dos Franciscanos na sua cidade natal aos treze anos. Após alguns anos, a seu pedido, foi transferido para um mosteiro muito mais severo em Tríbulos, onde passou a ser conhecido pela seu ascetismo e sua capacidade de jejuar por vários dias. Dizem que é padroeiro dos fornecedores de alimentos (na época armazéns, hoje mercearias) porque dizia que se fossem todos como ele, no mosteiro, iriam as compras apenas para o óleo das lâmpadas. Ele ficou famoso por vários milagres e pela sua capacidade de levitar e entrar em êxtases, quando tinha as mais variadas visões de Jesus e da Virgem Maria. Mais tarde foi escolhido para Abade do Mosteiro e teve grande sucesso ao fazer reformas necessárias no seu mosteiro e introduzir reformas nas várias casas franciscanas. Morreu em 30 de Março de 1456 e foi canonizado pelo Papa Bento XIV em 1746.

13 de maio - Beata Juliana de Norwich

A Páscoa de Jesus é um grande mistério de amor e misericórdia. As nossas palavras são pobres e insuficientes para o exprimir plenamente. Pode ajudar-nos a experiência de uma jovem, pouco conhecida, que escreveu páginas sublimes sobre o amor de Cristo. Chamava-se Juliana de Norwich. Era analfabeta esta jovem que teve algumas visões da paixão de Jesus e depois, tornando-se uma prisioneira, descreveu com linguagem simples, mas profunda e intensa, o sentido do amor misericordioso. Dizia: “Então o nosso bom Senhor perguntou-me: “Estás contente que eu tenha sofrido por ti?”. Respondi: “Sim, bom Senhor, e agradeço-te muitíssimo; sim, bom Senhor, que sejas bendito”. Então Jesus, o nosso bom Senhor, disse: “Se estás feliz, também eu estou. Para mim, ter sofrido a paixão por ti, é uma alegria, uma felicidade, um júbilo eterno; e se pudesse sofrer mais, fá-lo-ia”. Este é o nosso Jesus, que a cada um de nós diz: Se pudesse sofrer mais por ti, fá-lo-ia. 
Papa Francisco – 23 de março de 2016

Santo André Humberto Fournet, presbítero

André foi expulso da França, durante o período da Revolução, por rejeitar o juramento cismático. Ao retornar, secretamente, quando a Igreja estava novamente livre, fundou as Filhas da Cruz, uma Congregação para a Educação cristã das jovens, que o chamavam carinhosamente como "Bom Pai".
Festa: 13 de maio 
(*)Maille, França, 6 de dezembro de 1752
(+)13 de maio de 1834 
Ele nasceu em Poitiers, na vila de Saint-Pierre de Maillé, em 1752. Ordenado padre, foi inicialmente nomeado vigário da vila de Haims, onde um de seus tios paternos era pároco, então em Saint-Phele de Maillé. Pouco tempo depois, sucedeu outro tio na paróquia de São Pedro de Maillé. Impressionado e perturbado pela voz de um homem pobre, ele passou por uma conversão interior. Durante a Revolução Francesa, tendo recusado o juramento cismático, esteve várias vezes à beira da execução.

Nossa Senhora de Fátima

"Não tenham medo”! 
Com estas palavras, a Virgem Maria dirigiu-se aos três pastorzinhos portugueses de Aljustrel, no dia 13 de maio de 1917. Na manhã de um esplêndido domingo, Lúcia dos Santos, de 10 anos de idade, e seus primos, Jacinta e Francisco Marto, de 7 e 9 anos, participaram da Santa Missa, na paróquia de Fátima e, depois, levaram suas ovelhas para pastar, no declive da Cova da Iria. Ao ouvir o toque dos sinos para o Ângelus, puseram-se a rezar o Terço, como faziam de costume. A seguir, enquanto brincavam, ficaram assombrados pelo aparecimento de um clarão improviso. Pensando que era um raio e com medo de um temporal, se apressaram para abrigar o rebanho. Mas, logo depois, foram surpreendidos por outro clarão, sobre um carvalho, no qual viram uma Senhora, vestida de branco e radiante de luz, que lhes disse: “Vim pedir-lhes para que venham aqui, todo o dia 13, por seis meses consecutivos, nesta mesma hora.

Santas Justa e Enedina (Eredina) Mártires - 14 de maio

Martirológio Romano:
Na ilha da Sardenha, comemoração das santas Justa e Enedina, mártires. 
O testemunho destas mártires é puramente cúltico, quer dizer, não temos nenhum documento contemporâneo, mas sim um culto persistente que lhes é atribuído na ilha da Sardenha (1). A tradição oscila entre um grupo de duas, que celebramos hoje: Justa e Enedina; e um grupo de três, tal como se celebrava no Martirológio Romano anterior: Justa, Justina e Erendina. Parece que a versão mais correta e antiga é a de duas. A legenda sobre elas afirma que eram filhas de uma matrona, Cleodonia, que haviam guardado a virgindade, e que foram mártires em uma data tão longínqua como a perseguição de Adriano, no início do século II. Ainda que isto não seja impossível, não está apoiado em nenhum dado que conheçamos, e parece mais desejo (habitual em muitas igrejas da antiguidade) de fazer retroceder as origens da comunidade o mais primitivo possível.

Santa Teodora Guérin, Fundadora - 14 de maio

“Que fortaleza adquire a alma na oração! Em meio à tormenta, quão doce é a calma que a oração encontra no coração de Jesus! Porém... Qual o consolo que têm aqueles que não rezam?” (Sta. Teodora Guérin) Ana Teresa Guérin nasceu no dia 2 de outubro de 1798 na aldeia de Étables, França. Sua devoção a Deus e à Igreja Católica se manifestou quando ainda muito pequena. Foi-lhe permitido receber a Primeira Comunhão com apenas dez anos de idade (fato incomum na época) e nessa ocasião expressou ao pároco sua intenção de algum dia tomar o hábito de religiosa. A pequena Ana Teresa com frequência procurava a solidão das costas rochosas próximas de sua casa, onde dedicava muitas horas à meditação, à reflexão e à oração. Foi educada por sua mãe, Isabel Guérin, que centralizou seu ensino na religião e nas Escrituras. Laurêncio, pai de Ana Teresa, prestava serviços na Armada de Napoleão e permanecia fora do lar por longos períodos.

Santa Maria Domingas Mazzarello, fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora

Dia 13 de maio é conhecidíssimo na Igreja como o dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem pedimos a graça de fazermos penitência e nos convertermos. Também, nesse dia, a Família Salesiana celebra a fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora. 
Berço 
Foi em Mornese, um povoado ao norte da Itália, que, no dia 9 de maio de 1837, nasceu Maria Domingas Mazzarello, primeira de dez filhos do casal José Mazzarello e Maria Madalena Calcagno. Desde muito cedo, Maìn — apelido pelo qual Maria era carinhosamente conhecida –, ajudou a cuidar de seus irmãos e dos afazeres domésticos. 

Santa Corona e São Vitor, Mártires

Vítor e Corona são dois mártires cristãos. A maior parte das fontes afirma que eles foram mortos na Síria na época do imperador romano Marco Aurélio. Porém, os vários textos hagiográficos discordam sobre o local do martírio, com alguns afirmando que foi em Damasco, enquanto que as fontes coptas afirmam que foi em Antioquia. Algumas fontes ocidentais citam Alexandria ou a Sicília. As diversas versões também discordam sobre a data do evento e eles podem ter morrido também na época de Antonino Pio ou de Diocleciano, enquanto que o "Martirológio Romano" afirma que foi no século III em que eles foram mortos. 

André Hubert Fournet Sacerdote, Fundador, Santo (1750-1834)

Nasceu em 6 de Dezembro de 1752, em Saint Pierre de Maillé (França). Co-fundador da Congregação das Filhas da Cruz. Aos 17 anos recebeu a notícia de que não poderia continuar no seminário, pela sua frágil saúde. Foi morar com um tio, pároco de Haims. Assim, após superar problemas de saúde, retornou para o seminário. Em 1776, ordenou-se sacerdote em Poitiers. Foi nomeado vigário de Haims e depois pároco de São Pedro em Maillé. Acostumou-se com uma vida de certa forma fácil, desde a juventude, mas se sentiu incomodado e resolveu mudar de vida. Deixando tudo que era supérfluo e passou a viver austeramente. Em 1791, recusou-se a jurar da constituição Francesa, e foi para a Espanha, permanecendo até 1797. Voltou à França, e lá tinha que ser sacerdote na clandestinidade. Ficou na casa de Joana Isabel Bichier des Ages, uma moça que desejava se consagrar a vida cristã. Ficando em La Guimetiére, casa da família de Joana. Padre André educou-a na espiritualidade cristã, e assim ela crescia na santidade.

Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento – 13 de maio

 A solenidade de Nossa Senhora do SS. Sacramento celebra-se no dia 13 de maio.
Imagem à qual São Pedro Julião Eymard (fundador dos Sacramentinos) tinha muita devoção. Igreja de São Cláudio, Roma
Um pouco da História:
     São Pedro Julião Eymard nasceu no norte da França, em Esère, no dia 4 de fevereiro de 1811, primeiro filho de um casal de simples comerciantes, profundamente religioso. Todos os dias sua mãe levava-o à igreja para receber a bênção eucarística. Assim, aos cinco anos de idade despontou sua vocação religiosa e sacerdotal.

História de Nossa Senhora de Fátima - 13 de maio

1.  Aparições do Anjo

Pelo que posso mais ou menos calcular, parece-me que foi em 1915 que se deu essa primeira aparição do que julgo ser o Anjo, que não ousou, por então, manifestar-se de todo. Pelo aspecto do tempo, penso que se deveram dar nos meses de Abril até Outubro – 1915.
Na encosta do cabeço que fica voltada para o Sul, ao tempo de rezar o terço na companhia de três companheiras, de nome Teresa Matias, Maria Rosa Matias, sua irmã e Maria Justino, do lugar da Casa Velha, vi que sobre o arvoredo do vale que se estendia a nossos pés pairava uma como que nuvem, mais branca que neve, algo transparente, com forma humana.

ORAÇÕES - 13 DE MAIO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
13 – Quarta-feira – N. Senhora de Fátima
Evangelho (Jo 16,12-15) “Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena.”
Como bom mestre, Jesus anunciou aos poucos sua mensagem, à medida da capacidade de seus discípulos. Nessa despedida final, anuncia que o Espírito continuará acompanhando sua comunidade, conforme as necessidades do momento, guiando-a para uma compreensão cada vez mais profunda de sua proposta. Essa presença do Espírito é que nos ajuda a crescer na fé e no amor.
Oração
Senhor, prometestes para nós a presença contínua do Espírito Santo. Fazei-nos dóceis a seus ensinamentos, disponíveis sempre para seguir seus impulsos. Em nossa vida pessoal ou de comunidade encontramos sempre novos desafios; por isso pedimos que o Espírito nos faça recordar de vossas palavras, e nos ilumine para as aplicar às dificuldades e dúvidas do presente. Amém.

terça-feira, 12 de maio de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “O Senhor é bondoso”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Perdoa por inteiro
No contexto do “discurso sobre a Igreja”, Jesus anuncia esse programa de renovação do mundo que é a fraternidade. É preciso tornar-se pequenino, respeitar o outro, corrigir na fraternidade, unir-se para que Deus esteja em nosso meio e, ter o perdão ilimitado, como lemos na parábola do devedor implacável. Todo o capítulo 18 trata desse assunto. A liturgia apresenta-nos o Deus bondoso, como lemos no salmo102: “Quanto os céus se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes” (Sl 102). A parábola nos retrata como Deus perdoa mostrando um caso de grandes proporções. Um rei acerta as contas com os governadores. Como sabemos, os estados vivem endividados. O que lhe devia muito recebeu uma compaixão total: “Perdoou toda dívida”. Não parcelou. Esse indivíduo suplicou piedade. E foi ouvido. Mas não teve a mesma piedade com quem lhe devia algumas moedas. Então o rei o condenou. Assim fará o Pai do Céu conosco se não perdoarmos de coração. Acho que estamos em má situação, pois temos muita dificuldade de perdoar. Dizemos: “Perdoo, mas não esqueço”. Deus esquece. Assim responde à pergunta de Pedro: “Quantas vezes devo perdoar: até sete vezes? (Mt 18,21). Daí para frente não tem mais perdão. Queremos o perdão total de Deus, mas não sabemos ser como Deus que perdoa totalmente. O tema do perdão é fundamental na fé cristã, pois Jesus foi a expressão máxima do perdão de Deus. O perdão deve penetrar a Igreja e o mundo. 
O mal faz mal
No livro do Eclesiástico encontramos um desenvolvimento do tema do perdão e as consequências ruins da falta de perdão. Faz muito mal para a gente: “O rancor e a raiva são coisas detestáveis... Quem se vingar, encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos seus pecados...” (Eclo 27,33.28,1). Se perdoar, quando orar terá o perdão dos pecados. Se guardar raiva, como poderá pedir a Deus a cura?... Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos pecados? O autor sagrado ainda acrescenta remédios para a cura desse mal: “Lembra-te de teu fim e deixa de odiar; pensa na destruição e na morte e persevera nos mandamentos. Pensa nos mandamentos e não guardes rancor do teu próximo. Pensa na aliança do Altíssimo e não leves em conta a falta alheia” (Eclo 28,6-9). Somente um bom relacionamento com Deus, como Vida, possibilitará viver como Ele é, e vive. O Salmo descreve esse Senhor: “Ele perdoa toda a culpa e te cura toda enfermidade... e te cerca de carinho e compreensão”. O autor do salmo descreve Deus como muito educado: “Não fica repetindo suas queixas, não guarda rancor...”. Seu amor é maior que a distância entre o céu e a terra” (Sl 102). Como nos ama, ensina a amar. 
Vivos para o Senhor. 
Paulo, na Carta aos Romanos, embora o texto não esteja voltado para esse tema, nos dá um fundamento dessa vida em amor. Ele é o Senhor também do amor. Ele é o Vivo que é a fonte da vida e para quem vivemos: “Ninguém vive para si mesmo, ou morre para si mesmo... é para o Senhor que vivemos e morremos”... Pois, pertencemos ao Senhor. Sua vida e morte foi exatamente para que Ele fosse “Senhor dos vivos e dos mortos” (Rm 14,7-9). O mandamento do amor que é um só na mesma intenção e intensidade é o fundamento de tudo. “Pois Deus é amor” (1Jo 4,16). A fé mostra sua obra no amor (Gl 5,6). A obra é o amor em todas suas dimensões e conotações. Não é bem isso que nos preocupa. 
Leituras: Eclesiástico 27,33-28,9; 
Salmo 102; 
Romanos 14,7-9; Mateus 18,21-36. 
1. Queremos o perdão total de Deus, mas não sabemos perdoar totalmente, como Deus. 
2. O bom relacionamento com Deus, como vida, possibilitará viver como Ele é e vive. 
3. O mandamento do amor que é um só na intenção e intensidade é o fundamento de tudo.
Bão de matemática 
Pedro resolveu fazer um teste de matemática em Jesus e acabou errando a conta. Perguntou: “Quantas vezes devo perdoar se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus responde: “Não só sete vezes, mas setenta vezes sete”. Quer dizer sempre. A matemática do perdão sempre dá o mesmo resultado: infinito. Este ensinamento Jesus nos deixa vem da sua capacidade de ser totalmente expressão do amor total e irrestrito do Pai. Esse é o pensamento da liturgia da Palavra desse domingo. Não há como escapar. O que acontece é que a gente gosta de brigar e ficar brigado. Complicou muito. Se tivermos que perdoar os inimigos, é sinal que inimigos existem. 
Homilia do 24º Domingo Comum (13.09.2020)

EVANGELHO DO DIA 12 DE MAIO

Evangelho segundo São João 16,5-11. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora vou para Aquele que Me enviou e nenhum de vós Me pergunta: "para onde vais?". Mas por Eu vos ter dito estas coisas, o vosso coração encheu-se de tristeza. No entanto, Eu digo-vos a verdade: é do vosso interesse que Eu vá. Se Eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se Eu for, Eu vo-lo enviarei. Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do julgamento: do pecado, porque não acreditam em Mim; da justiça, porque vou para o Pai e não Me vereis mais; do julgamento, porque o príncipe deste mundo já está condenado». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Catarina de Sena 
(1347-1380) 
Terceira dominicana, 
doutora da Igreja, 
copadroeira da Europa 
Carta 98 aos religiosos de Cervaia, n.º 52 
Cristo deu-nos o Espírito Santo 
Coragem, meus irmãos, não nos deixemos abater pelos pecados que cometemos, nem por qualquer ilusão, ou qualquer tentação do demónio. Mesmo que o caminho seja árduo e lamacento, Cristo, o nosso médico, deu-nos um remédio para todas as nossas enfermidades, um batismo de sangue e de fogo, no qual a alma é purificada e lavada de todos os seus pecados, e que consome e destrói todas as tentações e ilusões do demónio. Enquanto vive na prisão corruptível do seu corpo, o homem experimenta uma lei perversa, que o convida e o tenta constantemente a pecar; mas a doce bondade de Deus deu-lhe um remédio contínuo, que lhe fortalece a razão e a liberdade: o fogo do Espírito Santo, que nunca se extingue e que derrama continuamente a sua graça e os seus benefícios, para que todos os dias possamos aplicar a nós próprios este doce batismo, que não nos é dado por mérito, mas pela graça. Assim, quando a alma olha para dentro de si e vê este tesouro e este fogo do Espírito Santo, fica tão embriagada pelo amor do seu Criador que renuncia inteiramente a si própria. Ela vê e considera apenas o seu nada e a bondade de Deus para com ela; e, vendo que essa bondade infinita nada mais deseja além do seu bem, o seu amor a Deus torna-se perfeito: não tem mais nenhum pensamento ou afeto, e não consegue refrear o impulso do seu desejo, mas corre sem fardos nem grilhões, porque está liberta de todos os obstáculos que poderiam travá-la.

São Leopoldo (Bogdano) de Castelnuovo Mandic Sacerdote capuchinho Festa: 30 de julho (12 de maio)

(*)Castelo de Kotor, Croácia, 12 de maio de 1866
(+)Pádua, 30 de julho de 1942 
Nascido em 12 de maio de 1866 em Castelnuovo, no sul da Dalmácia, aos dezesseis anos ingressou nos Capuchinhos de Veneza. De baixa estatura, curvado e com a saúde debilitada, ele é um dos santos mais recentes da Igreja Católica. Ingressou nos Capuchinhos, colaborando na reunificação com a Igreja Ortodoxa. Esse desejo, no entanto, não foi realizado, pois nos mosteiros onde foi designado ele foi encarregado de outras tarefas. Dedicou-se acima de tudo ao ministério da Confissão e, em particular, a confessar outros padres. A partir de 1906, ele realizou essa tarefa em Pádua. É apreciado por sua suavidade extraordinária. Sua saúde foi se deteriorando gradualmente, mas enquanto pôde não deixou de absolver em nome de Deus e de dirigir palavras de encorajamento àqueles que se aproximavam dele. Ele faleceu em 30 de julho de 1942. Seu túmulo, aberto após vinte e quatro anos, revela seu corpo completamente intacto. Paulo VI o beatificou em 1976. Finalmente, João Paulo II o canonizou em 1983. (Avvenire) 
Patronato: Pacientes com câncer 
Etimologia: Leopold = distinto, do alemão 
Martirológio Romano: Em Pádua, São Leopoldo (Bogdano) da Castronuovo Mandic, sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que ardeu de zelo pela unidade cristã e dedicou toda a sua vida ao ministério da reconciliação.

12 de maio - Beato Álvaro del Portillo e Diez de Sollano

O Beato Álvaro del Portillo nasceu em Madri (Espanha) em 11 de março de 1914, em uma família numerosa com profundas raízes cristãs. Foi técnico de obras públicas, doutor em engenharia civil e doutor em letras (seção de história) e em direito canônico. Desde 1935, faz parte do Opus Dei, instituição da Igreja Católica fundada em 1928 por São Josemaria Escrivá, e tenta viver sempre a vocação cristã com lealdade e fidelidade, no trabalho e no cumprimento dos deveres diários, aproximando seus colegas, colegas e muitas outras almas de Deus. Em 25 de junho de 1944, ele foi ordenado sacerdote e, desde então, trabalha no cumprimento do ministério pastoral. A 15 de setembro de 1975, no congresso geral convocado após a morte do fundador, D. Álvaro del Portillo foi eleito para lhe suceder à frente do Opus Dei. Em 28 de novembro de 1982, quando S. João Paulo II erigiu o Opus Dei como prelatura pessoal, nomeou-o Prelado.

12 de maio - Beato Guilherme Tirry (Agostiniano)

O sacerdote agostiniano Guilherme Terry deu sua vida pela fé Católica quando os reformadores protestantes tentaram impor sua religião ao povo irlandês. Traído por cinco moedas de prata, ele próprio foi acusado de traição à pátria e condenado à pena de morte por enforcamento. A história do nosso beato é a história do pastor que permanece em seu posto quando ele poderia ter fugido, sabendo que ele estava colocando sua vida em perigo. 
"Minha alma, louva ao Senhor". 
E como podemos deixar de cantar os louvores dos dezessete mártires irlandeses que estão sendo beatificados hoje? Todos foram fiéis testemunhas que permaneceram firmes em sua lealdade a Cristo e sua Igreja ao ponto de extrema dificuldade e do sacrifício final de suas vidas. Todos os setores do povo de Deus estão representados entre os dezessete Servos de Deus: Bispos, sacerdotes seculares e religiosos, um irmão religioso e seis leigos.