quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “Santos Pedro e Paulo”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Pais na fé.
 
Celebramos os dois apóstolos Pedro e Paulo. Conhecemos muito pouco dos demais apóstolos. Há tradições que relatam a batalha destes apóstolos. Tomé, por exemplo é considerado evangelizador na Índia. Há lugares tidos como seus túmulos. Alguns foram trazidos nos primeiros no tempo das cruzadas para salvar suas relíquias. Temos por exemplo São Tiago de Compostela. As relíquias dos santos antigos nem sempre são garantidas. O que vale é nosso carinho para com esses companheiros de Jesus na primeira hora. Os Apóstolos Pedro e Paulo foram martirizados em Roma e sobre seus túmulos foram construídas grandes basílicas. Pedro e Paulo são muito venerados em toda a Igreja. São homens que empenharam suas vidas no anúncio da fé em Jesus Cristo e seu Evangelho. Paulo, mais preparado, formado com muita ciência do judaísmo e sua presença no Império Romano. Pedro era um homem simples, forte e trabalhador. Entusiasmado no seguimento de Jesus assume a missão. A fé que professamos nasce do dom da fé que esses dois apóstolos viveram com intensidade e ensinaram com clareza. Professamos a de Pedro e de Paulo. Rezamos na oração da Missa: “Concedei à vossa Igreja seguir em tudo os ensinamentos destes apóstolos que nos deram as primícias da fé” 
Faces da Igreja 
Lemos no prefácio: “Hoje nos dais a alegria de festejar os Apóstolos São Pedro e São Paulo. Pedro o primeiro a proclamar a fé, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel. Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou-lhes o Evangelho da Salvação. Por diferentes meios, os dois congregaram a única família de Cristo e, unidos pela coroa do martírio... recebem hoje igual veneração”. A Igreja cresce de modos diferentes. Imaginemos isso num tempo em que tiveram de formar a Igreja. Pedro anunciou aos judeus e criou o modo de viver a fé a partir de Jesus na tradição de Israel. Esse modo de ser durou por séculos e deixou sua marca em toda a Igreja. Podemos pensar, por exemplo, na Eucaristia que parte da ceia pascal judaica. Paulo soube conservar o fundamental da fé vivida em Jerusalém. Os pagãos não conheciam a bíblia. Sua fé cresce no mundo pagão, no império grandioso, mas não perde sua consistência. Paulo não aceitava forçar os pagãos convertidos a viverem as tradições judaicas. Vemos aí sua sabedoria de, sem perder a integridade da fé dos cristãos vindos do judaísmo, fazer crescer a Igreja, da qual nascemos. Seria muito precioso, num mundo pluralista, continuar a fé dos antigos e dar nossa contribuição para seu crescimento. Nos últimos séculos se bloqueou toda a iniciativa, e em coisas que não fazem parte da fé. A Igreja tem muitas faces. 
Guiados pelo Espírito 
Moisés, ao enfrentar o faraó e dirigir o povo, caminha “como se visse o invisível” (Hb 11 27). Paulo e Pedro anunciaram Cristo, Messias prometido, e abriram caminhos para os que viriam depois. Pedro foi capaz de superar a pressão dos que não queriam a conversão dos pagãos e a obrigatoriedade de seguirem as tradições judaicas, como lemos em Atos capítulo 10. Sentiu a presença do Espírito que desceu sobre eles como em Pentecostes. Paulo abre caminhos e perfaz os caminhos da Ásia Menor, atual Turquia, e faz discípulos. Foi perseguido pelos falsos irmãos. Atualmente temos dificuldade de ouvir o que o Espírito fala às Igrejas. Onde se calou no Espírito, a Igreja fenece. 
Leituras: Atos 1-11; Salmo 33; 
2 Timóteo 4,6-8.17-18; Mateus 16,17-18
1. Pedro e Paulo são homens que empenharam suas vidas no anúncio da fé em Jesus 
2. Por diferentes meios, os dois congregaram a única família de Cristo. 
3 Paulo e Pedro anunciaram o Messias prometido, e abriram caminhos para os (que) viriam. 
Os santos também brigam. 
Sempre vemos os santos acabadinhos, perfeitos, modelos de todas as virtude e impecáveis. É bem assim que se faz um santo. Eles lentamente foram construindo a vida nova em suas atitudes. Os santos são pessoas normais e têm direito de ter seu temperamento. Lendo os Atos dos Apóstolos vemos que o relacionamento entre Pedro e Paulo não deixava de ter alguma farpa. Paulo foi perseguidor dos que seguiam Jesus. Era homem perigoso e conhecedor da fé judaica. Teve o encontro com Jesus que o escolheu como apóstolo. O relacionamento entre os que vinham do paganismo e os que vinham do judaísmo era tenso. Paulo defendia que os pagãos não precisavam seguir as tradições judaicas. Pedro andou pisando em duas canoas e Paulo chamou sua atenção dizendo que o procedimento não era correto. Paulo era firme na idéia de pregar a verdade. Por isso vai a Jerusalém para ver se seu ensinamento correspondia ao que eles ensinavam.
Homilia da Solenidade De Pedro e Paulo (30.06.2019)

EVANGELHO DO DIA 26 DE FEVEREIRO

Evangelho segundo São Mateus 7,7-12. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Pedi e dar-se-vos-á, procurai e encontrareis, batei à porta e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede, recebe, quem procura, encontra e a quem bate à porta, abrir-se-á. Qual de vós dará uma pedra a um filho que lhe pede pão, ou uma serpente se lhe pedir peixe? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai que está nos Céus as dará àqueles que Lhas pedem! Portanto, o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-lho vós também: esta é a Lei e os profetas». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Tertuliano 
(155-220) 
Teólogo 
«Sobre a oração», 28-29 
Poderá Deus recusar a oração que se eleva a Ele? 
«Vai chegar a hora em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade» (Jo 4,23), e Ele deseja tais adoradores. Nós somos verdadeiros adoradores e verdadeiros sacerdotes quando oramos em espírito, oferecendo nossa oração a Deus em sacrifício, como vítima que Lhe agrada, que Ele aceita, que Ele previamente pediu e escolheu. Esta vítima, consagrada de todo o coração, alimentada pela fé, elevada na verdade, íntegra pela inocência e coroada pela caridade, é essa que devemos levar ao altar de Deus com um séquito de boas ações, entre salmos e hinos, e por ela obteremos tudo da parte de Deus. Poderá Deus recusar alguma coisa à oração que sobe até Ele em espírito e verdade, quando foi Ele próprio que a exigiu? Nós lemos, ouvimos dizer e cremos nas inúmeras provas da sua eficácia! A oração antiga já libertava do fogo, das feras e da fome; e, contudo, ainda não tinha recebido de Cristo a forma devida. Quão mais eficaz não será a oração cristã! Ela não faz descer o anjo que proporciona orvalho no meio das chamas, não fecha a boca dos leões, não leva alimento aos famintos, não suprime as paixões dos sentidos pela graça; mas ensina a paciência aos que sofrem, dando-lhes uma fé que lhes permite compreender aquilo que o Senhor reserva aos que sofrem pelo nome de Deus. [...] Todas as criaturas rezam: os rebanhos e as feras rezam e dobram os joelhos, e não é por acaso que, ao sair dos estábulos e das tocas, fazem vibrar o ar com os seus gritos, cada qual conforme a sua natureza. Até as aves que voam no céu estendem as asas em forma de cruz, dizendo alguma coisa que se assemelha a uma oração. Que mais dizer sobre o dever da oração? O próprio Senhor rezou, a Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos.

São Faustinio, Bispo de Bolonha Festa: 26 de fevereiro

Segundo a tradição, Faustiniano foi o segundo Bispo de Bolonha. Com suas pregações corajosas, fortaleceu e desenvolveu a Igreja, apesar das perseguições desencadeadas pelo imperador Diocleciano, no início do século IV. Exortou os cristãos a professar a sua fé, a custo de pagar com a vida. 
Bolonha, século IV 
Segundo Bispo de Bolonha. Com sua pregação corajosa, fortaleceu e fez a Igreja crescer, apesar das perseguições desencadeadas pelo imperador Diocleciano no início do século IV. Ele incentiva os cristãos a professarem sua fé, mesmo que isso signifique pagar pessoalmente. 
Etimologia: Faustiniano= (como Fausto) propícia, favorável, do latim 
Emblema: Palma 
Martirológio Romano: Em Bolonha, São Faustinio, bispo, que fortaleceu e fez a Igreja oprimida pela perseguição cresceu com a palavra da pregação. 
São Faustinio, segundo a lista mais antigo dos bispos da arquidiocese de Bolonha, ou seja, a chamada "Lista do Reno" anterior ao século XIV, está em segundo lugar; Essa informação também é apoiada por uma inscrição em caracteres góticos, anterior a 1494, onde lemos que os s. Zama foi o primeiro bispo e São Faustiniano

São Nestor (Bispo de Magido, Mártir)

Pólio, governador de Panfilia e Frígia durante o reinado de Décio, a fim de cair nas graças do imperador, aplica cruelmente seu edito de perseguição aos cristãos. Nestor, bispo de Magido, gozava de grande estima entre os cristãos e os pagãos, e compreendeu que era necessário buscar lugares de refúgio para seus fiéis. Recusando-se se ocultar, o Bispo esperou tranqüilamente sua hora de martírio, e quando estava em oração, oficiais da justiça foram a seu encontro. Após um extenso interrogatório e ameaças de tortura, o Bispo foi enviado ao governador, em Perga. O governador tratou de convencer o santo -primeiro com elogios e depois com ameaças- de que renegasse a religião cristã, mas Nestor manteve-se firme no Senhor, sendo enviado ao potro, onde o carrasco desgarrava a pele das costas com o garfo. Diante da firme negativa do santo de adorar aos pagãos, o governador o condenou a morrer na cruz, onde o santo ainda teve forças para incentivar e exortar aos cristãos que o rodeavam. Sua morte foi um verdadeiro triunfo porque quando o Bispo expirou suas últimas palavras, tanto cristãos como pagãos se ajoelharam para rezar e louvar a Jesus.

ALEXANDRE DE ALEXANDRIA Bispo, Santo 250-328

Bispo que com o seu diácono Atanásio, 
denunciou os erros do arianismo 
que veio a ser condenado no Concílio de Niceia.
Entre os numerosos santos com este nome, o patriarca Alexandre, que nasceu no ano de 250, merece lugar de honra especial. Alexandre que nasceu em 250. Homem de profunda cultura, unida ao zelo e bondade, Alexandre foi eleito bispo em 312, para a importante sede da Igreja em Alexandria, no Egipto. Um dos primeiros cuidados, deste bispo de sessenta anos, foi o da formação e da escolha dos religiosos entre homens de comprovada virtude. Deu início à construção da igreja de são Theonas, a maior da cidade e foi um dos protagonistas da luta contra a heresia de Ário, chamada ariana. Ário, que tinha sido ordenado sacerdote pelo bispo Aquiles, parece ter sido o responsável pela indicação e divulgação do nome de Alexandre para a nova eleição. Foi considerado um homem arrojado para a época, pois usava todos os meios possíveis de comunicação para a divulgação de suas ideias. Até que começou a espalhar entre os fiéis e religiosos uma doutrina que não concebia a divindade de Cristo. Considerava apenas o Pai como Deus, enquanto que Cristo não era divino, mas apenas um ser humano, superior aos demais. Alexandre lutou contra o crescimento da doutrina de Ário em Alexandria convocando sínodos locais e o Concílio de Alexandria em 321, que acabou por expulsá-lo da região.

Porfírio de Gaza Bispo, Santo + 421

Nasceu em Tessalónica da Macedónia. 
Eremita em Scété e depois na Palestina. 
Bispo de Gaza.
São Porfírio, o vigoroso destruidor da idolatria, nasceu em Tessalónica, na Macedónia. Instruído nas ciências, tendo a idade de 25 anos, retirou-se para a solidão de Scete, onde passou cinco anos numa gruta, nas proximidades do Jordão. A insalubridade do lugar causou-lhe grande mal à saúde, e doente chegou a Jerusalém, onde teve a notícia da morte dos pais. Em sua companhia achava-se um jovem de nome Marco. A este incumbiu de receber a herança e distribuir o dinheiro entre os pobres, o que se fez. Porfírio, não tendo reservado nada para si, viveu sempre pobre. Na visita diária aos Santos Lugares teve uma vez um desmaio que se transformou em visão. Apareceu-lhe Nosso Senhor na Cruz e com ele o Bom Ladrão. Jesus Cristo deu a este um sinal de ajudar Porfírio a levantar-se do chão. O Bom Ladrão estendeu-lhe a mão e disse: “Agradece a teu Salvador tua cura”. No mesmo momento Jesus Cristo desceu da Cruz e entregou-lhe a mesma, com a recomendação de guardá-la bem. Quando o Santo voltou a si, notou que estava perfeitamente curado. O sentido das palavras de Cristo, porém ficou-lhe enigmático, até que o Bispo de Jerusalém o ordenou e o nomeou guarda do santo Lenho.

Paula Montal Fornés Religiosa, Fundadora, Santa 1799-1889

Religiosa espanhola. Fundadora da Congregação das Filhas de Maria. Canonizada em 2001.Na vila de Arenys de Mar, perto de Barcelona, Espanha, nasceu Paula Montal Fornés em 11 de Outubro de 1799, que no mesmo dia recebeu o baptismo. Paula passou a infância e a juventude em sua cidade natal, trabalhando desde os 10 anos de idade, quando seu pai morreu. O seu lazer era a vida espiritual da sua paróquia, onde se destacou por sua devoção à Virgem Maria. Paula Montal, durante este período, constatou, por sua própria experiência, que as possibilidades de acesso à instrução e educação para as mulheres eram quase nenhuma. Um dia quando estava em profunda oração, se sentiu iluminada por Deus para desenvolver este dever. Decidiu deixar sua cidade natal para fundar um colégio inteiramente dedicado à formação e educação feminina. Paula Montal se transferiu para a cidade de Figueras, junto com mais três amigas de espiritualidade Mariana, e iniciou sua obra. Em 1829, ela abriu a primeira escola para meninas, com amplos programas educativos, que superavam o sistema pedagógico dos meninos. Era uma escola nova. Assim, Paula Montal com o seu apostolado totalmente voltado à formação feminina, se tornou a fundadora de uma família religiosa, inspirada no lema de São José de Calazans: "piedade e letras". Sempre fiel a sua devoção à Virgem Maria, deu o nome para à sua Congregação de Filhas de Maria.

Piedade da Cruz Ortiz Real Religiosa, Fundadora, Beata (1842-1916)

Religiosa espanhola. 
Fundadora da Congregação das 
Terceiras de Nossa Senhora do Carmo, 
para catequizar os pobres. 
Beatificada em 2004.
Nasceu em Bocairente, Valência (Espanha), no dia 12 de Novembro de 1842, sendo baptizada no dia seguinte com o nome de Tomasa. Recebeu a Primeira Comunhão aos dez anos, sacramento que despertou nela o desejo de pertencer do Senhor e viver para Ele. Completou a sua formação humana e espiritual no Colégio de Loreto, pedindo sucessivamente para ingressar no noviciado desse Instituto, mas seu pai, considerando a situação política da época e a pouca idade da menina, obrigou-a a voltar para a casa. Esta etapa da sua vida em Bocairente foi caracterizada por três aspectos: o espírito de piedade e de oração, a sua dedicação a fazer o bem às crianças pobres, aos idosos e aos doentes e o empenho em dar uma resposta àquilo que sentira no seu íntimo no dia da Primeira Comunhão. Tomasa, então, pensou que podia realizar o sonho da sua vida: consagrar-se ao Senhor num convento de Carmelitas de clausura em Valência. Contudo, uma enfermidade obrigou-a a abandonar o noviciado e a voltar para a a casa paterna.

ORAÇÕES 26 DE FEVEREIRO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
26 – Quinta-feira – Santos: Deodoro, Porfírio, Nestor
Evangelho (Mt 7,7-12) “Se vós, que sois maus, dais coisas boas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem!”
O amor e a misericórdia do Pai é que nos levam a lhe pedir confiadamente tudo que nos é necessário. Sabemos bem como são grandes nossas precisões espirituais e materiais, e que por nós mesmos não temos saída. Como é bom saber que Deus sempre atende nossos pedidos, mesmo quando não nos dá o que pedimos, para nos dar muito mais do que poderíamos querer e esperar.
Oração
Senhor meu Deus, sois meu Pai, e me amais como nem posso imaginar. A certeza desse amor leva-me a enfrentar a vida, sabendo que jamais me abandonais. Estais sempre pronto a me socorrer nas necessidades, a me perdoar sempre que volto a vós. Confio em vós e quero viver sempre agarrado a vossa mão, amparado por vós em todos os momentos, certo que cuidais de mim. Amém.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “Revestir-se de Cristo”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
E vós, quem dizeis que eu sou?
Jesus se encontra em oração diante do Pai e, tem consigo o minguado número de discípulos. Sua obra parece um fracasso. O povo pensa que Ele é algum profeta que saiu da cova. Fracasso. Mas não sai da verdade de sua missão: Uma coisa que não entrega é a verdade de sua missão de ser o Messias. O Cristo de Deus. A palavra Messias é o mesmo que Cristo. Os judeus tinham grandes imaginações sobre como seria o Messias miraculoso e grandioso que iria restaurar o poder do Reino. Jesus proíbe que os discípulos digam que Ele é o Messias para não fazer o jogo da tradição popular. Por isso é claro para os que estão com Ele, que esse Messias será recusado. Os chefes do povo, que detêm também o poder espiritual, não aceitarão e o matarão. Mas Ele ressuscitará. Só assim Ele será fonte de ablução e purificação (Zc 13,1) . Ele será a fonte. Por isso Paulo nos escreve que o batismo realiza essa mudança naquele que crê: “Vós todos sois filhos de Deus, pela fé em Jesus Cristo. Vós todos que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo” (Gl 3,26-27). Revestir-se não será mudar de roupa exterior, mas mudança do interior pela fé. É o homem novo, herdeiro das promessas. Jesus não entra como um a mais na história da salvação. Acolhendo Cristo somos a descendência de Abraão, herdeiros, segundo a promessa, não segundo a carne. O processo de conversão vai aos poucos mudando a figura nossa em Cristo. É um processo lento e exigente que exige ir às raízes para ter a vida. A oração da missa nos indica o caminho: “Dai-nos por toda a vida a graça de Vos amar e vos temer, pois nunca cessais de conduzir os que firmais no vosso amor”. Não estamos sozinhos em nosso caminho espiritual de vida cristã: presença constante de Deus. 
Seguimento de Cristo 
Entre o Messias sofredor e aquele que o segue como seu discípulo, há uma união. Ele deverá passar com Ele pelo sofrimento, revestindo-se no sofrimento e participando de sua total restauração na fonte acessível a todos habitantes. Esta união ao transpassado é o caminho doloroso da purificação. A vida cristã que reveste o verdadeiro discípulo, não só de nome, mas de vida, é seguir as duras palavras de Jesus de perda e ganho como exigência fundamental: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem quiser perder sua vida por causa de mim, esse a salvará” (Lc 9,23-24). Isso é fundamental no ensinamento de Jesus. Assim como acontece com Ele, deve também acontecer com o discípulo. Aqui entramos no ensinamento do salmo que é a expressão do íntimo de nosso coração: A sede de Deus: “Minha alma tem sede de Vós, minha carne vos deseja como terra sedenta e sem água” (Sl 62). Sem essa sede não encontramos o caminho para o seguimento de Cristo. Ele será sempre uma figura distante, não uma vida.
Fonte acessível 
O jovem rei Osias, vigoroso e piedoso, era uma esperança para povo. Ele morre na batalha de Megido, no ano 605, contra o invasor egípcio. Foi uma grande perda. Assim se pode comparar a Cristo que foi transpassado e se tornou uma fonte espiritual e de purificação. A morte de Cristo foi a resposta ao sofrimento de um povo destruído no seu interior pela falta de Deus, como diz, ao que O feriram de morte. Cristo faz a purificação no sacramento do Batismo. Ele não é apenas uma purificação exterior, mas uma mudança total, a partir da fé professada por Pedro: “Tu és o Cristo de Deus”... é a salvação que nos reveste de Cristo. “Vosso pranto se tornará uma festa”. 
Leituras: Zacarias 12.10-11;13,1;
Salmo 62; 
Gálatas 3,26-29;Lucas 9,18-24. 
1. O processo de conversão vai aos poucos mudando a figura nossa em Cristo (configurados). 
2. Assim como acontece com Ele, deve também acontecer com o discípulo. 
3. Cristo, no batismo, realiza nossa purificação. 
Mudando de roupa 
É uma peleja mudar a roupa. É um tal de olhar e ver se serve. Tirar porque não combina. O tempo está mudando. No fim nos alegramos com o elogio ou ficamos com cara de tacho com o erro que fizemos. Pobres podem não ter esses problemas. Mas incomoda. Pior é quando existe uma de mudança de roupa interior, onde é o alfaiate e nos traz um novo modo de vestir por dentro. O espelho é o Filho que é também a roupa nova que vestimos. Paulo nos Diz que fomos batizados em Cristo. Por isso revestidos Dele. Revestir-se é seguir Jesus e se lavar no batismo. 
Homilia 12º Domingo Comum (23.06.2019)

EVANGELHO DO DIA 25 DE FEVEREIRO

Evangelho segundo São Lucas 11,29-32. 
Naquele tempo, aglomerava-se uma grande multidão à volta de Jesus e Ele começou a dizer: «Esta geração é uma geração perversa: pede um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal de Jonas. Assim como Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive, assim o será também o Filho do homem para esta geração. No juízo final, a rainha do sul levantar-se-á com os homens desta geração e há de condená-los, porque veio dos confins da Terra para ouvir a sabedoria de Salomão; e aqui está quem é maior do que Salomão. No juízo final, os homens de Nínive levantar-se-ão com esta geração e hão de condená-la, porque fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; e aqui está quem é maior do que Jonas». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
São Clemente de Alexandria 
(150-215) 
Teólogo 
«Protréptico», cap. 10 
«Fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; 
e aqui está quem é maior do que Jonas» 
Arrependamo-nos; convertamo-nos da ignorância ao verdadeiro conhecimento, da loucura à sabedoria, da injustiça à justiça, da impiedade a Deus. São numerosos os bens que daí derivam, como diz o próprio Deus em Isaías: «Esta é a herança dos servos do Senhor» (54,17), que não é ouro nem prata, nem o que os vermes corroem, nem o que roubam os ladrões (cf Mt 6,19), mas o inestimável tesouro da salvação. É esta herança que nos põe nas mãos o testamento eterno pelo qual Deus nos assegura os seus dons. Este Pai que nos ama com tanta ternura exorta-nos, educa-nos, ama-nos e salva-nos incessantemente: «Sede justos», diz o Senhor. «Todos vós que tendes sede, vinde à nascente das águas. Vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei. Vinde e comprai, sem dinheiro e sem despesa, vinho e leite» (Is 55,1). Ele convida-nos ao banho que purifica, à salvação, à iluminação […]. Os santos do Senhor herdarão a glória de Deus e o seu poder, que «nem os olhos viram, nem os ouvidos escutaram, nem jamais passou pelo pensamento do homem» (1Cor 2,9) […]. Tendes esta promessa divina da graça, e por outro lado ouvistes as ameaças do castigo: são as duas vias pelas quais o Senhor salva. Porque tardamos? Porque não acolhemos o seu dom, escolhendo o melhor? «Repara que coloco hoje diante de ti a vida e o bem, a morte e o mal» (Dt 30, 15). O Senhor tenta fazer-te escolher a vida; aconselha-te como um pai. De quem dirá o Senhor: «deles é o Reino do Céus» (Mt 5,3)? É vosso, se o desejardes, quando tiverdes escolhido a Deus. É vosso, se quiserdes acreditar e seguir o essencial da mensagem, como os ninivitas, que escutaram a mensagem do profeta e obtiveram, graças ao seu arrependimento sincero, a salvação, em vez da ruína que os ameaçava.

25 de fevereiro - Beato Roberto de La Bussardière

Roberto nasceu por volta de 1055 em La Bussardière, Bretanha, em uma família rica. Ele foi enviado à Universidade, onde se formou com honras, para retornar à sua aldeia e suceder seu pai como pastor. Sabe-se que ele era casado, embora o nome de sua esposa seja desconhecido, do qual ele logo se separou, para seguir a tradição celibatária da Igreja (que não seria a norma definitiva, universal e absoluta até 1223, no Conselho de Lyon). Em 1078, ele retornou a Paris, onde obteve um doutorado em Teologia e da qual também foi reitor, sendo um grande exemplo de justiça, retidão, caridade e virtudes. Roberto era um fervoroso defensor da reforma da Igreja promovida por São Gregório; assim, em 1089, o bispo de Rennes o nomeou vigário da diocese. Desta posição, destacou-se por denunciar a imoralidade dos nobres, clérigos e pessoas do povo. Ele clamou contra a injustiça, os excessos dos ricos e a simonia e intimidação de muitos clérigos. Essa atitude causou-lhe guerra e inimigos por toda parte. Por isso, em 1093, quando seu bispo morreu, os clérigos ressentidos com as denúncias conseguiram transferi-lo para Angers, em cuja catedral ele se dedicou ao ensino de teologia. Em 1095, ele deixa o ensino e, com alguns amigos, se retira para a floresta de Caon, em Anjou. Aí atrai multidões para aqueles que pregam pobreza, penitência e caridade evangélica.

25 de fevereiro - Beato Domingos Lentini

Esteja sobre nós a bondade do Senhor, nosso Deus”. A consciência profunda da bondade do Senhor animava o Beato Domingos Lentini, o qual na sua pregação itinerante não se cansava de propor o apelo à conversão e ao retorno a Deus. Por este motivo, a sua atividade apostólica era acompanhada pelo assíduo ministério do confessionário. Bem sabeis, com efeito, que na celebração do sacramento da Penitência o sacerdote se torna dispensador da misericórdia divina e testemunha da nova vida que nasce, graças ao arrependimento do penitente e ao perdão do Senhor. Sacerdote, de coração indiviso, soube conjugar a fidelidade a Deus com a fidelidade ao homem. Com ardente caridade dirigiu-se em particular aos jovens, que educava para serem firmes na fé, e aos pobres, aos quais oferecia tudo aquilo de que dispunha, com uma absoluta confiança na divina Providência. A total dedicação ao ministério fez dele, segundo a expressão do meu venerado Predecessor, Papa Pio XI, «um sacerdote rico só do seu sacerdócio». 
Papa João Paulo II – Homilia de Beatificação – 12 de outubro de 1997 

25 de fevereiro - Beata Rani Maria Vattalil

“A Irmã Vattalil testemunhou Cristo no amor e na gentileza, e se une à longa fila de mártires do nosso tempo. O seu sacrifício seja uma semente de fé e de paz, especialmente na terra indiana. Era tão boa que a chamavam de ‘a irmã sorriso’.” 
Papa Francisco – 06 de novembro de 2017 
"Irmã Vattalil tinha fome e sede de justiça. Por isto foi morta, em 25 de fevereiro de 1995, enquanto viajava de ônibus para Bhopal. O assassino desferiu 54 golpes de faca em seu corpo. Foi um verdadeiro massacre. Enquanto era morta, a Irmã repetia o nome de Jesus".
Cardeal Ângelo Amato 

São Nestor (Bispo de Magido, Mártir)

Pólio, governador de Panfilia e Frígia durante o reinado de Décio, a fim de cair nas graças do imperador, aplica cruelmente seu edito de perseguição aos cristãos. Nestor, bispo de Magido, gozava de grande estima entre os cristãos e os pagãos, e compreendeu que era necessário buscar lugares de refúgio para seus fiéis. Recusando-se se ocultar, o Bispo esperou tranqüilamente sua hora de martírio, e quando estava em oração, oficiais da justiça foram a seu encontro. Após um extenso interrogatório e ameaças de tortura, o Bispo foi enviado ao governador, em Perga. O governador tratou de convencer o santo -primeiro com elogios e depois com ameaças- de que renegasse a religião cristã, mas Nestor manteve-se firme no Senhor, sendo enviado ao potro, onde o carrasco desgarrava a pele das costas com o garfo. Diante da firme negativa do santo de adorar aos pagãos, o governador o condenou a morrer na cruz, onde o santo ainda teve forças para incentivar e exortar aos cristãos que o rodeavam. Sua morte foi um verdadeiro triunfo porque quando o Bispo expirou suas últimas palavras, tanto cristãos como pagãos se ajoelharam para rezar e louvar a Jesus.

Beata Maria Adeodata Pisani, Beneditina - 25 de fevereiro

Nasceu em Nápoles (Itália) no dia 29 de dezembro de 1806. 
Era filha do nobre Benedetto Pisani, Barão de Frigenuini, 
nascido em Malta.
No batismo recebeu o nome de Maria Teresa. 
Por causa de conflitos familiares - seus pais se separaram - foi educada por sua avó paterna, a Baronesa Elisabetta Mamo, 
que morava em Pizzofalcone (Nápoles).
 Na idade de dez anos, após a morte de sua avó, ela foi enviada para um famoso internato em Nápoles, conhecido como o "Instituto di Madama Prota", onde as senhoras aristocráticas da região
costumavam obter sua educação.
Maria Teresa permaneceu neste colégio até os 17 anos de idade, e aqui recebeu uma boa formação humana e católica. Ali recebeu a Primeira Comunhão e a Confirmação.
     Em 1820-1821 seu pai, envolvido em um movimento liberal, foi preso e condenado a morte. Tendo sua pena sido comutada pelo exílio, voltou para sempre a Malta. Maria Teresa também se mudou para a ilha, mas para viver com sua mãe, na cidade de Rabat.
     Apesar de sua mãe desejar inseri-la na vida social, querendo que se casasse, Maria Teresa preferia levar uma vida isolada do mundo, entregue totalmente a uma profunda piedade e intensa oração, quase como se fosse monja. Só saia de casa para ir, diariamente, assistir a Santa Missa. As pessoas que a conheciam começaram a comentar sobre seu comportamento piedoso. Ela nunca se intimidou com o comportamento de seu pai e sempre que o encontrava pedia sua bênção.

Beata Cecilia, Dominicana - 25 de fevereiro

Esta Beata viveu nos século XV-XVI. Nas ‘Vidas’ de Razzi, única fonte da qual dependem todos os outros biógrafos, encontramos as seguintes informações: Após oito anos de matrimônio, de acordo com o esposo Cecília se tornou dominicana, entrando no Mosteiro das Dominicanas de Santa Catarina mártir, na cidade de Ferrara, onde passou trinta anos de vida ascética. Foi priora por três vezes, amada pelas monjas por sua “humanidade, modéstia e prudência”. Morreu logo depois de uma visão celeste ocorrida no Natal de 1511. “Depois de sua morte ocorreram alguns milagres os quais, por brevidade, não relatamos”. Ela é comemorada no dia 25 de fevereiro. 
Em As Vidas de Razzi, a única fonte da qual todos os outros biógrafos dependem, encontramos as seguintes informações: após oito anos de casamento, de acordo com seu marido, que se tornou dominicano, Cecília ingressou no mosteiro de Ferrara das freiras dominicanas de Santa Catarina Mártir, onde passou trinta anos de vida ascética. Foi três vezes priora, amada pelas freiras por sua "humanidade, modéstia e prudência". Ele morreu pouco depois de uma visão celestial que teve no Natal de 1511. "Após sua morte, alguns milagres se seguiram, que, para brevidade, restam." A Bem-Aventurada Cecília, nascida no século XV em uma família nobre de Ferrara, é uma figura proeminente na história da Ordem dos Pregadores. Após oito anos de casamento, de acordo com seu marido, que se tornou dominicano, Cecília ingressou no mosteiro de Ferrara das freiras dominicanas de Santa Catarina, a Mártir, onde passou trinta anos de vida ascética. Cecília era uma mulher de grande piedade e devoção. Dedicou-se à oração, meditação e leitura espiritual.

Santa Valburga, Princesa, Abadessa – 25 de fevereiro

Nasceu em Devonshire, por volta de 710; 
morreu em Heidenheim, 25 de fevereiro de 777.
Ela é a padroeira de Eichstadt, Oudenarde, Furnes, Antuérpia, Gronigen, Weilburg e Zutphen, 
e é invocada como padroeira especial 
contra a hidrofobia, em tempestades 
e também por marinheiros.
     Valburga era filha de São Ricardo, um dos sub-reis dos saxões ocidentais, e de Winna, irmã de São Bonifácio, apóstolo da Alemanha, e tinha dois irmãos, São Willibaldo e São Winibaldo.
     São Ricardo, ao iniciar com seus dois filhos uma peregrinação à Terra Santa, confiou Valburga, então com onze anos, à abadessa de Wimborne. Na escola claustral e como membro da comunidade, ela passou vinte e seis anos se preparando para o grande trabalho que realizaria na Alemanha. O mosteiro era famoso pela santidade e disciplina austera. Havia um alto padrão em Wimborne, e a criança era treinada em aprendizado sólido e em realizações adequadas à sua posição. 

Tarásio de Constantinopla Patriarca, Santo + 806

Natural de Constantinopla,
foi um dos Patriarcas mais célebres da Igreja oriental.
Tarásio, serenamente entregou a alma a Deus em 806.
São Tarásio, natural de Constantinopla, foi um dos Patriarcas mais célebres da Igreja oriental. O pai, nobre patrício e bom cristão, teve todo empenho em proporcionar-lhe uma boa educação. O filho satisfez perfeitamente aos desejos e esperanças do progenitor, tanto que, uma vez conhecido na sociedade, era objecto da admiração de todos, por causa do seu saber e belo carácter. Abriam-se-lhe ao futuro as perspectivas mais risonhas e prometedoras. Convidado pelo imperador Constantino V e sua esposa Irene, ocupou o cargo de cônsul e mais tarde de secretário do Estado. Os atractivos do mundo, o brilho de posições elevadas não conseguiram entretanto, ofuscar-lhe a vista. A vida na corte, tão cheia de seduções e escolhos para a virtude, em nada lhe modificou os sentimentos de piedade e a sobriedade de seu carácter. A todos e em todas as emergências, dava o exemplo de cristão recto. Havia no Oriente uma seita, que combatia o culto das imagens, chamada a dos iconoclastas. Paulo III, Patriarca de Constantinopla embora merecedor dos maiores elogios, como Prelado virtuosíssimo e caridoso que era, teve a fraqueza de não se opor à perniciosa seita, com a energia que as circunstâncias exigiam, tanto que a opinião de muitos católicos o acoimava como fautor da mesma.

Cesário de Nazianzo Médico, Político e Santo ca. 331-338

Irmão de São Gregório de Nazianzo, 
foi intende e médico em Bitínia. 
Permaneceu solteiro e fez 
dos pobres os seus herdeiros.
Cesário de Nazianzo foi um proeminente médico e político. Ele é conhecido por ter sido o irmão mais novo de Gregório de Nazianzo e é reconhecido como santo tanto pela Igreja Ortodoxa, quanto pela Igreja Católica. O filho mais novo de Gregório, o Velho, bispo de Nazianzo, e sua esposa, Nona, Cesário nasceu na vila da família, em Arianzo, nas redondezas de Nazianzo. Ele provavelmente estudou em Cesareia Mazaca, também na Capadócia, como preparação para os estudos superiores em Alexandria, na província romana do Egipto. Lá, suas disciplinas preferidas eram a geometria, a astronomia e, principalmente, a medicina. Nesta última, superou todos os colegas. Por volta de 355 d.C., ele se mudou para a capital imperial, Constantinopla, e já tinha adquirido uma grande reputação por suas habilidades médicas quando seu irmão, Gregório, voltando de Atenas, apareceu por lá em 358. Cesário então sacrificou um posto de grandes honras e muito bem remunerado para retornar aos seus pais junto com ele.