segunda-feira, 13 de abril de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “Visão da Glória”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Seguimento de Jesus
Refletimos sobre o deserto no primeiro domingo da Quaresma. Foi o tempo da caminhada num processo de conversão dos males que nos afligem o coração. Continuando a espiritualidade quaresmal encontramos mais um caminho. Agora não se olha o caminho, mas a chegada. Naquele dia subiram num alto monte onde Jesus Se transfigurou. É o ponto de chegada de todo aquele que segue o novo Moisés. A transfiguração de Jesus é a meta de todos os que creem. Nos dois primeiros domingos da Quaresma sempre temos o mesmo esquema: a tentação e a transfiguração de Jesus. É um momento de não perdermos a esperança em nossas fragilidades. Temos um futuro: sermos semelhantes a Jesus. Abraão é protótipo de quem caminha dirigido por Deus. Não se olha para o caminho, mas “para a terra que Deus lhe vai mostrar” (Gn 12,1). Nessa viagem Abraão vai se transformando na imagem de pai de muitos povos. “Abraão creu em Deus e, isso lhe foi imputado como justiça” (Rm 4,3). A palavra justiça equivale à santidade. Conhecemos a cena da transfiguração. Naquele dia Ele e os discípulos sobem a montanha. Ali Jesus se transfigura: O corpo torna-se brilhante e as roupas muito brancas. Sabemos que esse momento de sua vida aconteceu para explicar sua passagem pela Paixão. Mas é também a meta do caminho espiritual: A transfiguração de todo homem e mulher. Não haverá um sinal de glorificação exterior, mas sim no interior onde se manifestará a glória do Pai. Para isso temos a formação de Cristo em nós para termos seus sentimentos e sua mentalidade. 
Ouvir o Pai 
O Pai apresenta o caminho para chegar a essa glória interior: “E da nuvem veio uma voz que dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-O!” (Mt 17,6). É ouvindo e pondo-se a caminho como Abraão que poderemos chegar à transfiguração pessoal. Essa acontecerá no seguimento de Jesus em sua dedicação aos abandonados. Temos muita preocupação em fazer “coisas” espirituais, ou mesmo atividades pastorais na comunidade, envolvendo-nos em muitos bons compromissos. Somos preocupados com métodos espirituais, ritos, liturgias magníficas, rezas prolongadas, jejuns, estudos e tantas coisas. O Pai não mandou fazer nada disso quando mostra seu Filho transfigurado. Somente disse: “Este é o meu Filho amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-O” (Mt 17,5). Deus nos quer falar e nós abafamos sua voz com nossa incapacidade de ouvir. Jesus curou muitos surdos. Não se tratava somente de conquistar a audição, mas de ter capacidade de ouvir Deus falar. Ele nos fala sempre. Quando ouvimos? Falamos tanto, mas não ouvimos. Diferente de outras igrejas de muito cantar e rezar, somos a Igreja do ouvido. “Fala, Senhor, que teu servo escuta” (1Sm 3,10). 
Em caminho 
Temos ideias pouco saudáveis o sobre processo de santificação. Ficamos mais em atitudes exteriores e práticas que não nos comprometem com o Reino de Deus em sua ação libertadora aos sofredores. Transfigurados, somos também deificados, na linguagem dos Orientais. É nossa participação com a Divindade. Passaremos, durante esse caminho, pelas várias etapas do povo no deserto, com as mesmas tentações. Estaremos como Abraão que passa pelas provações da fé. Seremos como Jesus que, depois dessa transfiguração, desceu para a planície e enfrentou o mistério da Cruz. É a transformação pascal iniciada no batismo pelo qual refletimos a imagem de Deus e transformamos o mundo.
Leituras Gênesis 12,1-4ª; Salmo 32; 
2Timóteo 1,8b-10; Mateus 17,1-9 
1. Não se olha para o caminho, mas “para a terra que Deus lhe vai mostrar”. 
2. Deus nos quer falar e abafamos sua voz com nossa incapacidade de ouvir. 
3. Seremos como Jesus depois dessa transfiguração. 
A nuvem que falava 
Jesus fora ao deserto e ali o diabo falou com Ele, tentando-O. Agora Jesus sobe o monte e ali Deus fala com Ele. Vence a tentação e mostra o resultado da vitória: a sua transfiguração. Agora Deus fala da nuvem. Não tenta, apresenta um caminho de transfiguração: ouvir Jesus. Ele fala sempre, através de tantos modos. Basta saber ouvir. Quem é de Deus, ouve as palavras de Deus. É preciso um grande esforço de fazer silêncio interior, onde estivermos. Podemos estar em silêncio no meio da multidão, ou podemos ter a multidão dentro de nosso silêncio. Que prática poderemos aprender para silenciar? Ouvir a nuvem. Mas não de temporal. 
Homilia do 2º Domingo da Quaresma (08.03.2020)

EVANGELHO DO DIA 13 DE ABRIL

Evangelho segundo São João 3,1-8. 
Havia um fariseu chamado Nicodemos, que era um dos principais entre os judeus. Foi ter com Jesus de noite e disse-Lhe: «Rabi, nós sabemos que vens da parte de Deus como mestre, pois ninguém pode realizar os milagres que Tu fazes se Deus não está com ele». Jesus respondeu-lhe: «Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus». Disse-Lhe Nicodemos: «Como pode um homem nascer, sendo já velho? Pode entrar segunda vez no seio materno e voltar a nascer?». Jesus respondeu: «Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne e o que nasceu do Espírito é espírito. Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo. O vento sopra onde quer; ouves a sua voz, mas não sabes donde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Beato Maria Eugénio do Menino Jesus 
(1894-1967) 
Carmelita, fundador de Notre Dame de Vie 
A humildade A humildade abre à luz 
A alma deve abrir-se à sabedoria do Amor. Esta sabedoria é fruto do dom de si, e é irresistivelmente atraída pela humildade. É isso que o comportamento de Nosso Senhor no Evangelho nos revela de forma luminosa. Jesus deixa na obscuridade, ou pelo menos na penumbra, as verdades mais importantes sobre Si mesmo, mas revela os seus segredos, logo no primeiro ano da sua pregação, a certas almas que parecem arrancar-Lhos. Um deles é Nicodemos, doutor da Lei e membro do sinédrio, um homem que pertence à aristocracia religiosa e social de Jerusalém. Como muitos dos seus colegas, ele ouviu e acolheu Jesus com benevolência na sua primeira viagem a Jerusalém; mas deve ter ficado especialmente impressionado e comovido, porque, sendo um doutor da Lei, toma a decisão de ir interrogar Jesus, que é um homem inculto. Irá ter com Ele de noite: a abordagem é hesitante, mas não desprovida de mérito, tendo em conta a posição de Nicodemos. Jesus parece prever as perguntas de Nicodemos. A linguagem é elevada, consentânea com tal interlocutor, mas Nicodemos está cada vez mais confuso. «Como pode ser isso?», pergunta. Jesus responde-lhe: «Tu és mestre em Israel e não sabes estas coisas?». O golpe é direto, quase severo, um golpe desferido por um homem inculto a um mestre da Lei. Nicodemos aceita-o sem protestar. Agora, escuta e compreende. A humilhação abriu-lhe a inteligência e Jesus derrama uma torrente de luz nesta ferida benéfica.

Santo Ermenegildo, príncipe visigótico, mártir Festa: 13 de abril


Ermenegildo era filho do primeiro rei visigodo e ariano da Espanha, no século VI. Porém, casou-se com uma católica e se converteu. Preso em Tarragona, foi assassinado por ordem do seu pai, por rejeitar receber a comunhão por mão de um bispo Ariano. Santo Ermenegildo é Padroeiro da Espanha.
(†)Tarragona, Espanha, 13 de abril de 585 
Ele viveu no século VI, era filho de Leovigildo, o primeiro rei visigodo da Espanha e, como todos os visigodos, era seguidor de Ário. Seu casamento com uma mulher católica causou tensões na corte e o rei exilou Hermenegildo e sua esposa para Sevilha. Lá, o jovem converteu-se ao catolicismo e tentou derrotar seu pai com a ajuda dos bizantinos e suábios. Preso em Tarragona, recusou-se a receber a Comunhão das mãos de um bispo ariano e por isso foi executado. Uma figura muito controversa, o julgamento sobre ele às vezes foi severo, às vezes mais ou menos compreensivo. São Gregório Magno, no entanto, destaca seu martírio incontestável.
Patrono: Espanha 
Etimologia: Ermenegildo = presente do deus Irmin, do alemão 
Emblema: Palma 
Martirológio Romano: Em Tarragona, na Espanha, São Hermenegildo, mártir, que, filho de Leovívio, rei dos visigodos, seguidor da heresia ariana, converteu-se à fé católica por meio da obra do bispo São Leandro; preso por ter se rebelado contra a vontade de seu pai ao recusar receber a comunhão de um bispo ariano no dia da solenidade da Páscoa, por ordem do próprio pai morreu sob um golpe de machado.

Beata Ida de Louvain, Monja cisterciense - 13 de abril

No mosteiro cisterciense de Roosendaal (Val-des-Roses), no Brabante, na atual Holanda, a Beata Ida, virgem, que sofreu muitos maus tratos do pai antes de entrar na vida religiosa e pela austeridade da sua vida imitou em seu corpo a paixão de Cristo. († c. 1290) Sabemos de Ida de Louvain o que um autor anônimo conta em sua Vida, escrita pouco tempo depois de sua morte. Nascida por volta de 1212, Ida pertencia a uma família de ricos comerciantes. Seu pai era um comerciante de vinhos que vivia na operosa cidade de Louvain e que, preocupado unicamente em acumular riquezas e em usufruir dos bens terrenos, ficou muito contrariado quando a filha lhe disse que tinha a intenção de se fazer monja. O pai não consentiu, o que a fez sofrer muito. Desde muito jovem ela manifestou repulsa por aquela nova sociedade comercial cujo aparecimento nas cidades do Norte provocava uma pobreza muito grande de uma população reduzida à mendicância. Em profundo conflito com a família, Ida se dedicava a ajudar os pobres, ao mesmo tempo em que se infligia impressionantes penitências que visavam reparar os ultrajes feitos a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Martinho I Papa, mártir, Santo (+ 653)

O papa Martinho I sabia que as consequências das atitudes que tomou contra o imperador Constante II, no século VII, não seriam nada boas. Nessa época, os detentores do poder achavam que podiam interferir na Igreja, como se sua doutrina devesse submissão ao Estado. Martinho defendeu os dogmas cristãos, por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas. Martinho nasceu em Todi, na Toscana, e era padre em Roma quando morreu o papa Teodoro, em 649. Eleito para sucedê-lo, Martinho I passou a dirigir a Igreja com a mão forte da disciplina que o período exigia. Para deixar isso bem claro ao chefe do poder secular de então, assumiu mesmo antes de ter sua eleição referendada pelo imperador. Um ano antes, Constante II tinha publicado o documento "Tipo", que apoiava as teses hereges do cisma dos monotelistas, os quais negavam a condição humana de Cristo, o que se opõe às principais raízes do cristianismo. Para reafirmar essa posição, o papa convocou, ainda, um grande Concílio, um dos maiores da história da Igreja, na basílica de São João de Latrão, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente.

Ida de Borgonha Princesa, mãe, Santa (1040-1113)

Ida nasceu em 1040, descendente do grande conquistador francês Carlos Magno, filha de Godofredo, duque de Lorraine, e de Doda, também oriunda da nobreza católica reinante. Assim sendo, recebeu educação cristã, mas também teve de cumprir obrigações sociais da corte, e só por esse motivo não seguiu a vida inteiramente dedicada à Deus, vestindo o hábito de religiosa. Por vontade dos pais, teve de casar-se aos dezassete anos com Eustáquio II, conde de Bolonha, também católico praticante. Juntos, tiveram muitos filhos: Eustáquio III, herdeiro do condado de Bolonha; Godofredo de Bulhão, que conquistou e foi rei de Jerusalém; e Balduíno, que sucedeu o irmão no trono da Terra Santa. Tiveram também filhas, uma das quais tornou-se imperatriz ao casar-se com o imperador Henrique IV. Entretanto, além da formação nas actividades políticas e sociais, Ida e seu marido educaram todos os filhos dentro dos rigorosos preceitos cristãos. O que surtiu um bom efeito, pois, tornaram-se bons exemplos, promoveram dezenas de obras de caridade, à altura das posses que tinham, socorrendo doentes, pobres abandonados, estrangeiros, viúvas e órfãos. O grande passatempo de Ida era fazer, com as próprias mãos, as toalhas e enfeites dos altares e ornamentos sacros para os sacerdotes.

Margarida de Métola Virgem, Mística, Santa (+ 1320)

Cega, corcunda, coxa e mística.
No castelo de Métola, em Città di Castello, em Itália, viviam em 1287 os Condes D. Parísio e D. Emília, esperando o nascimento do primeiro herdeiro. Certos de que seria um menino, forte e belo, continuador do nome e das glórias da família, mandaram preparar grandes festejos. Convidaram os fidalgos das cidades vizinhas, prepararam banquetes e esplendorosos espectáculos. Os trovadores, os actores e os músicos aguardavam o minuto em que o menino viesse à luz do dia para desatarem num coro de louvores e de música. Quando tão grandes esperanças se debruçavam sobre a criança que havia de nascer, veio ao mundo uma menina disforme, cega e coxa, aleijada e feia. A notícia foi mantida oculta e toda a festa se desfez repentinamente. Os pais, envergonhados, ocultaram a infeliz, chamada Margarida, a princípio no celeiro, depois no sótão e mais tarde numa cela pegada à capela que possuíam no bosque. Os horríveis defeitos do corpo eram compensados pelas qualidades de alma. Dotada de inteligência e memória invulgares, aprendeu Margarida de cor muitas orações que repetia nas horas de solidão, para seu conforto. Morreu nessa altura na cidade um frade franciscano, de nome Tiago.

Serafino Morazzone Sacerdote, Beato (17417-1822)

Sacerdote italiano, conhecido como 
“Cura d’Ars” de Chiuso, na área de Lecco.
"Pai Serafino Morazzone" é beatificado quase dois séculos depois de sua morte. Outro "Cura d’Ars" diziam sobre ele; com a diferença de que este é muito italiano e menos conhecido do que o outro, mesmo que entre os dois haja uma extraordinária harmonia espiritual e humana. Começando com as origens muito humildes, porque Serafino vem de uma família pobre e numerosa. Seu pai tinha uma pequena loja de cereais e morava em um modesto alojamento em Milão, perto de Brera: Serafino nasceu ali, em 1º de Fevereiro de 1747. Como ele queria se tornar padre e como faltava dinheiro para fazê-lo estudar, os jesuítas o receberam gratuitamente no colégio de Brera. De maneira articulada passou pelos vários estágios em direcção ao sacerdócio de um menino humilde e muito fiel aos seus compromissos: aos 13 ele recebeu a batina, a 14 tonsura, aos 16 as primeiras duas ordens menores.

João Bernardo Rousseau (Irmão Scubilion) Religioso das Escolas Cristãs, Beato (1797-1867)

Foi membro do Instituto das Escolas Cristãs, 
fundado por São João Baptista de La Salle. 
Passou a maior parte da sua vida 
na ilha de Reunião, no oceano Índico, 
a ocupar-se da evangelização 
e formação dos escravos.
A preocupação pela dignidade humana, irmão Scubilion testemunhou em seus últimos anos de vida missionária. Ele nasceu em 21 de Março de 1797, na França metropolitana, na diocese de Sens-Auxerre, que quis enviar uma delegação aqui. Ele entrou na vida religiosa entre os Irmãos das Escolas Cristãs, tornou-se um voluntário para o apostolado em terras distantes, em seu desejo para uma doação mais radical de si mesmo. Em 1833 ele chegou na Ilha da Reunião para servir até a morte. O amor a Deus e ao próximo são inseparáveis nele. Ele brilhou aos olhos de todos, um poder de amor que tem sido capaz de revelar o Deus de amor. Era luz, como disse Cristo: "Vós sois a luz do mundo." Deixou-se iluminar por Jesus Cristo e iluminou o outro da luz de Jesus Cristo, com seu exemplo e, em particular, com a sua catequese entre os escravos. Como um bom educador, irmão Scubilion gostava de catequizar. Com o impulso, ele concebia aulas de catecismo saborosas. Seu amor para com os jovens e sua jovialidade o impeliu para trazê-la para aos alunos de Santa Maria, levando-os para explorar as alturas da "vala a Goats" ou nas cavernas dos "Três buracos"; ou tentando com eles a subida do Python Charpentier.

Rolando Rivi Seminarista, Mártir, Beato (1931-1945)

Seminarista italiano morto pelos 
partidários comunistas em ódio à fé.
A Igreja concedeu ao seminarista Rolando Rivi – morto aos 14 anos pelos “partiggiani”, grupo comunista italiano – a glória dos altares. A cerimónia de beatificação, celebrada dia 5 de Outubro de 2013, na cidade de Modena, Itália, foi presidida pelo Cardeal Ângelo Amato, prefeito da Congregação para causa dos santos. Rolando Rivi teve de enfrentar o ódio da ideologia marxista logo após o término da II Guerra Mundial. Devido à ocupação alemã do seminário em que estudava. Em 1944, Rivi e os demais seminaristas foram obrigados a abandoná-lo. Em casa, não só deu continuidade aos estudos, como também ao uso da batina, mesmo sendo recomendado pelos pais a não usá-la, por causa da hostilidade à religião que pairava naquela época. "Estou estudando para ser padre e a batina é o sinal que eu sou de Jesus", dizia o jovem.

ORAÇÕES - 13 DE ABRIL

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
13 – Segunda-feira – Santos: Martinho I, Márcio, Quintiliano
Evangelho (Jo 3,1-8) “O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem... Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.
Na língua original do Evangelho, a mesma palavra significa vento e espírito, sopro, respiração. A fé e a vida nova que Jesus nos oferece não vêm de nós, mas do Espírito, do Sopro de Vida de Deus. Sem respiração estamos mortos; sem o Espírito, o Sopro de Vida que vem de Deus, e nos transforma e impele, estamos mortos para a vida de união com Deus, de participação em sua própria vida.
Oração
Senhor, enviai-me vosso santo Espírito, que cada vez mais me inunde, ilumine e vivifique. Fazei-me crescer na união convosco, aumentai em mim a luz da fé para que eu saiba decidir certo, dai-me caridade mais profunda e esperança mais alegre. Preciso de vosso Espírito, Senhor, que traga mais coragem e mais generosidade para minha vida, que me arranque da rotina dos que amam pouco. Amém.

domingo, 12 de abril de 2026

REFLETINDO A PALAVRA - “Caminho do Paraíso”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
A vitória sobre o mal
 
Conduzidos pelo Espírito Santo, como Jesus, iniciamos o tempo da Quaresma. Há um caminho a ser feito e uma espiritualidade a alimentar neste tempo santo. Não podemos correr o risco de ficar na periferia e não ir ao essencial. A Quaresma é um sacramento que leva à graça dos gestos que realizamos. Acompanhamos Jesus em sua caminhada e tentação no deserto. A espiritualidade do deserto é muito rica. O deserto é lugar da tentação, mas também do Espírito. Abrimos esse tempo de deserto como viveu o povo, como viveu Jesus e como vivemos nós no deserto da vida. Ali é o lugar da tentação, do pecado e da vitória. Há necessidade do deserto, pois é o próprio Espírito que impulsiona. Não há necessidade de muita areia para fazer um deserto. Estamos sempre a sós diante de Deus. Lembramos Jacó que entrou em luta com Deus (Gn 32,22-32). Lutar com Deus é entrar na tentação. Tanto para Cristo como para nós, ela atinge nossas dimensões e desejos. A tentação dura a vida toda. Vencê-la significa seguir Jesus nas opções fundamentais da vida. Mesmo que o pecado nos envolva, a força do Espírito que nos conduz, leva-nos ao desapego dos bens, do prazer e do poder. O pecado não é um beco sem saída. A tentação nos faz fortes, pois nos adestramos pelas vitórias. Paulo diz que o pecado entrou no mundo (Rm 5,12). Adão não venceu a tentação e fechou o paraíso. Jesus venceu e abriu a todos as portas do Paraíso. Deus o abre, mas o caminho está repleto de perigos e tentações. Podemos vencer, pois Jesus já nos deu o exemplo vencendo a luta pelo poder, a sede do prazer e ânsia pelo o ter. 
Caminho de deserto 
No deserto o povo se educou para entrar na terra prometida. Nós nos educamos para entrar na terra conquistada por Jesus, que é nossa Páscoa. A Igreja nos oferece muitos meios para atravessar esse deserto: a Palavra de Deus abundante, o Pão do Céu, o estímulo à caridade e o empenho no desapego fazendo jejum dos males que nos atentam. O povo de Deus foi libertado da escravidão do Egito. Mas, para entrar na terra prometida, teve que ouvir Deus que lhe falava, desapegar-se dos falsos deuses e acolher seu amor sempre presente. Os falsos deuses são identificados nas três tentações que Jesus passou. O processo de educação no deserto foi tirar as falsas seguranças e dar a certeza da presença de Deus que conduz, alimenta com o maná e dá a água tirada da pedra. Deus fechou o paraíso terrestre, mas abriu o novo em Jesus que é o novo Adão. Na Quaresma refazemos simbolicamente o deserto, como os milagres que Jesus fez. Ela é um momento de aprendizado para vivermos como povo em caminho à terra prometida onde celebramos a Páscoa. Depois que entrou na Terra Prometida, o maná parou de cair do céu. A vida não se faz de milagres, mas do milagre da fraternidade. Essa foi a vida de Jesus. 
Vitória da Páscoa 
Jesus mesmo começou sua pregação convocando à conversão. Anunciava a chegada do Reino. O convite à penitência é para voltar sempre o coração a Deus, tirar o que é obstáculo à graça e nos dedicar aos necessitados. Há gente sofrendo por toda parte. A Páscoa acontecerá quando atravessarmos bem esse deserto. A espiritualidade quaresmal nos alimenta. As antigas tradições desapareceram. É um convite a não ficarmos no exterior, mas nos voltarmos para o sentido mais profundo que é caminhar com Cristo como o mesmo amor que Ele teve ao subir o Calvário. Temos certeza que a graça nos conduz ao Paraíso. A celebração da Páscoa é o prenúncio desse paraíso. 
Leituras Gênesis 2,7-9;3,1-7; Salmo 50; 
Romanos 5,12.17-19; Mateus 4,1-11 
1. Acompanhamos Jesus em sua caminhada e em sua tentação no deserto. 
2. Nós nos educamos para entrar na terra conquistada por Jesus, que é a Páscoa. 
3. O convite desse tempo à penitência é para voltarmos sempre a Deus nosso coração. 
Cobrinha danada!
Lendo a história do pecado, encontramos a figura da cobra. Como pode a mulher conversar com esse bicho sem o mínimo medo? A tentação é perigosa, mas vem de mansinho, com conversa mole. A cobra já foi deus em certas culturas. O culto era dos mais safados. A cobra envenenou tudo. A tentação tem a mesma mentalidade: mansinha, conversa mole, mentira... como fugimos das cobras, fugimos das tentações. Todas as tentações são boas. Ninguém tem tentação de subir um morro carregando um saco de cimento. A virtude sempre exige um esforço e persistência. Começando a Quaresma, temos que praticar o encantamento de serpentes. Assim as dominamos. 
Homilia do 1º Domingo da Quaresma (01.03.2020)

EVANGELHO DO DIA 12 DE ABRIL

Evangelho segundo São João 20,19-31. 
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste, acreditaste; felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome. 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Catarina de Sena 
(1347-1380) 
Terceira dominicana, doutora da Igreja, 
copadroeira da Europa 
Carta 94 ao padre João de Pisa, n.º 48 
O seu lado é um refúgio onde a alma 
experimenta as doçuras do Homem-Deus 
Caríssimo padre em Cristo, o manso Jesus, eu, Catarina, serva e escrava dos servos de Jesus Cristo, escrevo-vos no seu precioso sangue, com o desejo de vos ver banhado, mergulhado no sangue de Jesus crucificado e oculto na chaga do seu lado. No sangue encontrareis o fogo, porque Ele derramou-o por amor; e no lado, encontrareis o amor do coração, pois tudo o que Cristo fez por nós foi feito com o amor do coração. Deste modo, a vossa alma será inflamada com o fogo de um santo desejo, desejo que é fruto do amor, que nunca envelhece, mas que, pelo contrário, rejuvenesce sempre a alma que dele se encontra revestida, renovando-a na virtude, fortalecendo-a, iluminando-a e unindo-a ao seu Criador. Pois em Jesus crucificado ela encontra o Pai e participa do seu poder; encontra a sabedoria do Filho Unigénito de Deus, que ilumina o seu entendimento; prova e vê a bondade do Espírito Santo, encontrando o terno amor que Cristo nos mostrou na sua Paixão, quando fez do seu sangue um banho para lavar as nossas iniquidades e do seu lado uma morada, um refúgio onde a alma repousa e saboreia as doçuras do Deus-Homem. Que assim façamos sempre, meu querido padre. Que o olhar do nosso entendimento nunca se feche, mas veja sempre e contemple quanto Deus nos ama e como no-lo demonstra através do seu Filho; que a vontade ame sempre e não cesse nunca de amar; que o nosso amor ao Criador não seja diminuído pelo prazer, nem pela dor, nem por coisa alguma que tenhamos dito ou feito; e que, mesmo que todas as outras obras cessassem, o amor não se extinga nunca. Nada mais direi. Permanecei no santo e doce amor de Deus. Doce Jesus, Jesus amor.

Beato Lourenço Mendes - RELIGIOSO, SÉC. XIII

Religioso dominicano, virtuoso e benemérito, que construiu, à custa de esmolas e sacrifícios, a ponte sobre o Tâmega em Cavez, no lugar onde passa a fronteira entre o Minho e Trás-os-Montes. Tal construção foi envolvida de prodígios que a todos atestavam a proteção divina para os trabalhos. Consta que nasceu em Chaves e faleceu a 27 de janeiro de 1280. Está sepultado na igreja de S. Domingos, em Guimarães, numa capela lateral do lado do Evangelho.

Santa Vissia de Fermo, Virgem e mártir - 12 de abril

Martirológio Romano:
Em Fermo, nas Marcas, Santa Vissia, Virgem e Mártir. 
Uma coisa é certa, com seu texto oficial, o Martirológio Romano, a Igreja celebra no dia 12 de abril as santas virgens e mártires Vissia e Sofia de Fermo, no Piaceno, Itália. Dito isto, de certo não se sabe mais nada, nem de suas vidas nem porque são comemoradas juntas. De resto, temos algumas notícias esparsas: o historiador Ughelli em sua obra Itália Sagrada, no volume II, falando da Diocese de Fermo (Ascoli, Piceno), atesta que o corpo de Santa Vissia repousa na catedral, e na verdade na igreja metropolitana da cidade existem vários relicários, entre eles, em uma urna de ébano com enfeites de metal dourado de estilo barroco, é preservada a cabeça da santa mártir Vissia; estranhamente em outra urna está bem preservada a cabeça de Santa Sofia mártir. Esta coincidência de dois crânios sugere que elas foram martirizadas ao mesmo tempo, senão em conjunto, e provavelmente decapitadas. De acordo com as tradições locais, Sofia e Vissia foram martirizadas em torno de 250, sob o imperador Décio (249-251), durante a sétima perseguição que ele desencadeou. Na catedral há uma lápide que descreve que Santa Vissia enobrece a cidade natal com o seu martírio. Seus nomes fizeram parte de uma lista de santos venerados em Fermo, transmitida em 5 de agosto de 1581 por um padre local a um padre Oratoriano e amigo de Cesar Barônio, que como sabemos compilou o primeiro "Martirológio Romano", e inseriu as duas virgens e santas mártires juntas no mesmo dia 12 de abril.

Vítor de Braga mártir e santo + c 306

O martirológio romano convida-nos a comemorarmos hoje São Vítor de Braga, que nasceu em Paços perto de Braga. A vida deste santo foi escrita pelo arcebispo de Braga, Dom Rodrigo da Cunha, que afirma que um dia o santo encontrou-se com um grupo de idólatras que celebrava a “Ambaruelia” ou “Suilia”, a grande festa em honra à deusa Ceres. Consiste esta festa em dar várias voltas pelos campos e sacrificar em determinados lugares porcos em honra da deusa. São Vítor recusou-se a tomar parte na festa, o que não foi do agrado dos foliões. Tampouco se deixou enfeitar com coroas de flores, como era costume nessa festa e por isso mesmo foi denunciado ao governador Sérgio. Preso, confessou perante o tribunal que era cristão e que de maneira nenhuma poderia participar em tais festividades pagãs. O governador descontente, mandou-o prender imediatamente e, como Víctor – depois de algumas promessas – continuasse a recusar participar naquelas festividades, condenou-o à morte. Foi amarrado ao tronco de uma árvore e açoitado cruelmente. Depois o seu corpo foi queimado com lâminas ardentes até que as suas entranhas fossem vazadas. Sofreu o martírio por volta do ano 306. 

Júlio I de Roma Papa, Santo (+ 352)

O Martirológio Romano enumera nove santos e oito santas com esse nome e quase todos são mártires do primeiro século do cristianismo. 
Mas, hoje, celebramos Júlio, o primeiro papa a tomar este nome, e que dirigiu a Igreja de 337 a 352. Júlio era de origem romana, filho de um certo cidadão chamado Rústico. Viveu no período em que a Igreja respirava a liberdade religiosa concedida pelo imperador Constantino, o Magno, em 313. Essa liberdade oferecia ao cristianismo melhores condições de vida e expansão da religião. Por outro lado, surgiram as primeiras heresias: donatismo, puritanismo na moral, e o arianismo, negando a divindade de Cristo. Com a morte de Constantino, os sucessores, infelizmente, favoreceram os partidários do arianismo. O papa Júlio I tomou a defesa e hospedou o patriarca de Alexandria, Atanásio, o grande doutor da Igreja, batalhador da fé no concílio de Nicéia e principal alvo do ódio dos arianos, que o tinham expulsado da sede patriarcal. O papa Júlio I convocou dois sínodos de bispos em que, com a condenação do semi-arianismo, Atanásio foi reabilitado, recebendo cartas do papa que se felicitava com a Igreja de Alexandria, baluarte da ortodoxia cristã.

Zeno de Verona Bispo, Santo (ca. 302-371)

Nascido no Norte da África, faleceu em Verona no dia 12 de Abril de 371. 
As festas adicionais em Verona são celebradas no dia 12 de maio – traslado de suas relíquias e 6 de Dezembro – sua consagração episcopal. 
Como em seus sermões Zeno descrevia como uma testemunha ocular o martírio de Santo Arcádio, provavelmente ele nasceu na Mauritânia perto de Argélia em torno de 302. Em 8 de Dezembro de 362 no reinado de Juliano, São Zeno foi consagrado Bispo de Verona, possivelmente pelo Arcebispo Aussenzius de Milão. Logo após a sua chegada em Verona, ele combateu ferozmente idolatria que havia se espalhado pela cidade e conseguiu até mesmo reduzi-la nas regiões vizinhas onde o paganismo estava muito mais entrincheirado. Ele se opôs ao Arianismo e defendeu a eterna geração do Verbo, em íntima união com o Espírito Santo o Filho e o Pai. Seu sucesso em parte se deve a sua notável capacidade como orador. Zeno atraia multidões em seus sermões, 93 dos quais ainda existem, a mais antiga colecção de homilias em Latim que ainda existem. De fato multidões eram tão massivas que Zeno foi obrigado a construir uma catedral maior. Cada Páscoa muitos corações eram convertidos e baptizados na nova fé. Ele pregava freqüentemente para um grupo de freiras que viviam em um Convento em Milão e ( muito antes de Santo Ambrósio) ele já encorajava as virgens que viviam em casa a se consagrarem.

TERESA DE JESUS DOS ANDES Virgem, Carmelitana Descalça, Santa (1900-1920)

Joana Fernández Solar, religiosa.
A jovem que hoje a Igreja glorifica com o titulo de Santa é um profeta de Deus para os homens e mulheres do nosso tempo. Teresa de Jesus dos Andes põe-nos diante dos olhos o testemunho vivo do Evangelho, encarnado até às últimas exigências na sua própria vida. Ela é, para a humanidade, prova indiscutível de que a chamada de Cristo à santidade é actual, possível e verdadeira. Ela ergue-se diante de nós para demonstrar que a radicalidade do seguimento de Cristo é o único que vale a pena e o único capaz de fazer-nos felizes. Teresa dos Andes, com a eloquência duma vida intensamente vivida, confirma-nos que Deus existe, que Deus é amor e alegria, que é a nossa plenitude. Nasceu em Santiago do Chile a 13 de Julho de 1900. No Baptismo foi-lhe dado o nome de Joana Henriqueta Josefina dos Sagrados Corações Fernández Solar. Familiarmente era conhecida, e é-o ainda hoje, pelo nome de Juanita. Viveu uma infância normal no seio da família: os pais, Miguel Fernández e Lucia Solar; três irmãos e duas irmãs; o avô materno, tios, tias e primos.

José Moscati Médico e Santo de Nápoles (1880-1927)

“Médico director de clínica, pesquisador famoso no domínio científico, professor universitário de fisiologia humana e de química fisiológica, tomou suas múltiplas actividades com todo o engajamento que necessita a delicada profissão de leigo” (São João Paulo II).
Quem é São José Moscati? 
Paulo VI, o Papa que o beatificou: 
"Quem é este que se nos propõe para que todos o imitemos e veneremos?" 
É um leigo que fez de sua vida uma missão vivida em plena autenticidade evangélica... É um professor universitário que deixou entre seus alunos uma marca de profunda admiração... É um homem de ciência célebre pela sua contribuição científica a nível internacional... Sua existência é simplesmente tudo isto... 
João Paulo II, o Papa que o canonizou
"O homem que a partir de hoje nós invocaremos como um Santo da Igreja universal representa para nós a realização concreta do leigo cristão. José Moscati, Médico director de clínica, pesquisador famoso no domínio científico, professor universitário de fisiologia humana e de química fisiológica, tomou suas múltiplas actividades com todo o engajamento que necessita a delicada profissão de leigo. Sob este ponto de vista Moscati é um exemplo não somente a ser admirado mas a ser seguido, sobretudo pelos representantes sanitários. Ele representa um exemplo até para os que não partilham de sua fé."