Papa por alguns meses, a partir de abril de 309, dedicou-se aos lápsi, aqueles que haviam renunciado à fé por causa da perseguição, mas pediam a readmissão. Eram liderados por Heráclito, que não queria castigos reparatórios. A dissensão acabou em sangue por Massêncio. Eusébio foi exilado e morreu.
(Papa de 18/04/309 a 17/08/309)
Grego. Ele teve que lidar com o problema dos chamados "apóstatas", como eram chamados aqueles que haviam renunciado à fé cristã durante as perseguições.
Martirológio Romano: Na Sicília, aniversário da morte de Santo Eusébio, Papa, que, valente testemunha de Cristo, foi deportado pelo Imperador Maxêncio para esta ilha, onde, exilado de sua pátria terrena, mereceu a entrada em sua pátria celestial; seu corpo foi trasladado para Roma e colocado no cemitério de Calisto.
Greco, papa de 18 de abril a 17 de agosto de 309 ou 310, morreu na Sicília, foi levado de volta a Roma e sepultado no Cemitério de Calisto, em um nicho próximo ao do Papa Caio. Desde o início do século XVII, suas ilustres relíquias são guardadas em San Lorenzo in Panisperna e na Espanha.
Seu breve pontificado é relatado no hino de louvor composto pelo Papa São Dâmaso I:
DÂMASO, BISPO, FEZ – Heráclio não queria que os caídos fizessem penitência por seus pecados. Eusébio ensinou os miseráveis a lamentarem seus pecados. Os fiéis estão parcialmente divididos à medida que a paixão cresce. Rebeliões, assassinatos, guerras, discórdia, brigas. Subitamente, ambos são expulsos pelo tirano feroz (Maxêncio), embora o papa tenha preservado intactos os laços de paz. Ele suportou alegremente o exílio por julgamento do Senhor e, nas margens da Sicília, deixou o mundo e sua vida. A EUÚSEBO, BISPO E MÁRTIR.
O Martirológio Romano relata assim, datado de 17 de agosto: Em Roma, Santo Eusébio, Papa.
Autor: Giovanni Sicari

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