terça-feira, 29 de julho de 2025

Santa Serafina de Espanha, virgem – 29 de julho

Embora existam duas Servas de Deus com o nome de Serafina que esperam por reconhecimento de sua santidade: Irmã Serafina - Vitoria Gregoris (1873-1935 Veneza) e Irmã Serafina de Deus - Prudence Pisa, venerável (1621-1699 Capri), a recente edição do Martirológio Romano relata sob este nome apenas duas beatas e nenhuma santa: a beata freira espanhola capuchinha, mártir em 1936, Serafina Fernandez Ibero (Emanuela Iusta) e a Beata Serafina Sforza, religiosa Clarissa (1434-1478). Mas nas edições anteriores, o Martirológio Romano mencionava em 29 de julho a única santa com este nome que foi incluída neste catálogo famoso dos santos da Igreja Romana, compilado pelo cardeal Cesare Baronio (1538-1607), tendo-se baseado no Martirológio de Belini, publicado em 1498 e que parece ser o primeiro texto a nomear esta santa. No mesmo dia é comemorada Santa Serapia, companheira de Santa Sabina, e alguns estudiosos tendem a identificar Serapia com Serafina, não fora o detalhe de que os locais inerentes à sua vida são diferentes. Serapia e Sabina foram mártires de Roma, enquanto os poucos relatos de fontes dizem que esta Santa Serafina era virgem espanhola da Galícia (região montanhosa da Espanha), que recebera os primeiros ensinamentos cristãos diretamente do Apóstolo São Tiago que, como é do nosso conhecimento, é altamente venerado na Espanha, onde ele pregou e depois morreu como mártir em Jerusalém no ano 43. Levando-se em consideração esta hipótese e tradição, devemos colocar a vida da virgem Serafina de Espanha em torno da primeira metade do primeiro século. O seu nome é muito usado em boa parte da Itália e da França; de origem judaica, significa "anjo resplandecente" e, de acordo com a tradição judaica, os anjos serafins e querubins seguram o trono de Deus.

Fonte: www.santiebeati.it/

Santuário de Santiago de Compostela,
Galícia, Espanha
https://heroinasdacristandade.blogspot.com/2018/07/

Marta de Betânia Irmã de Lázaro e Maria Madalena, Santa (século I)

As Escrituras contam que, em seus poucos momentos de descanso ou lazer, Jesus procurava a casa de amigos em Betânia, local muito agradável há apenas três quilómetros de Jerusalém. Lá moravam Marta, Lázaro e Maria, três irmãos provavelmente filhos de Simão, o leproso. Há poucas mas importantíssimas citações de Marta nas Sagradas Escrituras. É narrado, por exemplo, o primeiro momento em que Jesus pisou em sua casa. Por isso existe a dúvida de que Simão fosse mesmo o pai deles, pois a casa é citada como se fosse de Marta, a mais velha dos irmãos. Mas ali chegando, Jesus conversava com eles e Maria estava aos pés do Senhor, ouvindo sua pregação. Marta, trabalhadora e responsável, reclamou da posição da irmã, que nada fazia, apenas ouvindo o Mestre. Jesus aproveita, então, para ensinar que os valores espirituais são mais importantes do que os materiais, apoiando Maria em sua ocupação de ouvir e aprender. Fala-se dela também quando da ressurreição de Lázaro. É ela quem mais fala com Jesus nesse acontecimento. Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido. Mas mesmo agora, eu sei que tudo o que pedires a Deus, Deus dará".

JOSé CALASANZ E 31 COMPANHEIROS Espanha 1936-1939

Salesiano espanhol, 
martirizado perto de Valencia, 
beatificado em 2001, 
ao mesmo tempo que 31 outros mártires.
Entre 1936 e 1939 a Espanha foi sacudida por uma dramática e sangrenta guerra civil: um conflito carregado de acesos antagonismos ideológicos, transformando-se num embate entre democracia e fascismo, entre republicanos e rebeldes guiados pelo general Franco. Pagou as contas disso também a Igreja espanhola que sofreu uma violenta perseguição, sobretudo pelas forças anárquicas e milicianas. Foram massacrados milhares de sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, tão somente por serem cristãos. Entre eles, também numerosos membros da Família Salesiana: 39 Sacerdotes, 22 Clérigos, 24 Coadjutores, 2 Filhas de Maria Auxiliadora, 4 Salesianos Cooperadores, 3 Aspirantes Salesianos e 1 Colaborador leigo; 95 ao todo. Levaram-se adiante três causas em separado, depois transformadas em duas: o Grupo de Valência – 32 mártires – tendo como cabeça o Padre José Calasanz, e os dois grupos de Sevilha e Madrid – 63 mártires – tendo como cabeça o Padre Enrique Saiz Aparício. O primeiro grupo foi beatificado em 11 de março de 2001 com os outros mártires da diocese de Valência; o segundo grupo espera o exame da "Positio".

Beato Urbano II (Eudes de Lagery ou de Châtillon) Papa Festa: 29 de julho

De origem francesa, Urbano foi um incansável viajante. Defendeu a Igreja do assalto dos poderes seculares e combateu contra a simonia e a corrupção do clero. Organizou, na França, a primeira Cruzada para a libertação de Jerusalém, cujo resultado não conseguiu ver porque faleceu em Roma, em 1099. 
(*)Châtillon-sur-Marne, França, ca. 1040
(+)Roma, 29 de julho de 1099 
(Papa de 12/03/1088 a 29/07/1099) 
Eudes estudou na escola de São Bruno, fundador dos Cartuxos (1032-1101), e depois tornou-se monge em Cluny. Foi o Papa Gregório VII quem o nomeou cardeal e o enviou como legado à Germânia. Até que os cardeais reformadores elegeram o próprio Eudes ao trono papal, em 12 de março de 1088, com o nome de Urbano II.

ORAÇÕES - 29 DE JULHO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
29 – Terça-feira-feira – Santos: Marta, Olavo, Beatriz de Roma
Evangelho (Jo 11,19-27)Respondeu-lhe Jesus: – Teu irmão ressuscitará. Disse Marta: – Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia.
Todos já perdemos algum ente querido, que ainda tanto nos falta. E muito maior seria a dor da separação se não tivéssemos a promessa de Jesus. Cremos que a morte não é fim nem separação para sempre. É passagem, transformação,nascer para vida nova, plena, quando nos amaremos como sempre sonhamos. Nossas lagrimas, mesmo doridas, são de espera certado reencontro. Amém.
Oração
Senhor Jesus, vós nos compreendeis, porque chorastes a morte do amigo Lázaro. Sabeis como dói, como precisamos de fé e esperança nessa hora.Confio em vossa promessa, creio e espero que, unidos a vós, teremos vida para sempre. A Trindade será nossa alegria, mas também nos alegraremos felizescom nossos irmãos e irmãs, todos unidos na amizade final, semlimites. Amém.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

REFLETINDO A PALAVRA - “Porta do Paraíso”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
“Vida em abundância”
Na Páscoa celebramos a morte salvadora e a ressurreição santificadora que Jesus nos oferece para que tenhamos vida. Esta vida está na unidade à vida de Jesus. E é somente em Jesus que ela se realiza e se desenvolve, pois Ele veio para que tenhamos vida em abundância (Jo 10,10). A vida abundante é a vida de ressuscitados. “Com Ele nos foram dados todos os bens”. Essa vida que Cristo nos dá, em primeiro lugar, é Ele mesmo que se entrega a nós. Além Dele, recebemos a vida com a bela comparação de um rebanho que tem pastagens verdes e água em abundância. É o alimento dado em totalidade. Somos livres de todos os males, como nos explica a carta de Pedro: “Sobre a cruz, carregou nossos pecados em seu próprio corpo, afim de que mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (1Pd 2,24). Não estamos mais perdidos: “Andáveis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes ao pastor e guarda de vossas vidas” (1Pd2, 25). Salva cada ovelha e salva todas as ovelhas. Mas há passos a serem dados para se iniciar nesta vida e caminhos a serem feitos. Para explicar sua relação conosco Jesus usa a imagem bucólica do rebanho, do redil e do pastor. Na liturgia de hoje Jesus se coloca como a porta pela qual passam as ovelhas. Ser porta é comparável ao que disse: “Eu sou o caminho”. Ele conduz, mas é por Ele que devemos passar, acolhendo-O pela fé estamos unidos a Ele e podemos caminhar com Ele. 
Ouvir o Pastor 
O primeiro passo é ouvir a voz do pastor. Esta voz será ouvida, se conhecida. Depois de conhecida, torna-se fácil distingui-la da voz de um estranho. S. Pedro no dia de Pentecostes, respondendo à pergunta “o que devemos fazer, irmãos”, adverte: “Convertei-vos, cada um seja batizado e assim recebereis o Espírito Santo” (At 2,38). Para identificar a voz do pastor, é necessário dar os passos na conversão a Jesus, ser batizado e receber o Espírito. É preciso atravessar a porta das ovelhas. Jesus diz: “Eu sou a porta das ovelhas” (Jo 10,7). Não há cristianismo sem Jesus. Aceitar Jesus e seu evangelho é atravessar a porta. Éramos ovelhas desgarradas. Jesus, atravessando o sofrimento, que foi sua porta, reuniu-nos junto a si, como o pastor ao rebanho. Os que vieram antes de Jesus, são ladrões e assaltantes que vieram só para roubar, matar e destruir. Jesus veio “para que tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10,10).
Salvação em Jesus 
Não há salvação fora de Jesus? De fato não. Pode haver salvação fora de Jesus, aparentemente. Dizemos aparentemente, pois quem julga os corações é Deus e somente Ele vê o que há no coração de cada um. Quem tem um coração reto faz parte do rebanho de Jesus e atravessou a porta que é Ele. Para nós que O conhecemos, não há outro modo. E conhecê-lo não é só saber que existe, pois São Tiago diz que o demônio sabe e treme (Tg 2,19). “Também Cristo sofreu por vós deixando um exemplo para que sigais os seus passos” (1Pd 2,21). Para entrar por Ele que é a Porta de entrada de nosso mundo com Deus, temos que segui-lo também quando for difícil. A vida em abundância que nos dá requer também uma resposta nossa de ouvir sua voz e segui-lo. Pergunte-se como você identifica a voz de Jesus que o chama pelo nome. Nossa intimidade com Ele vai além de uma amizade, mas de um relacionamento de profundidade. É o termo que Jesus usa: “Chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora” (Jo 10,5). Esse mesmo relacionamento é exigido no relacionamento na comunidade: conhecer a voz dos amigos e chamá-los pelo nome. 
Leituras Atos 2,14a.36-41;Salmo 22;
1Pedro 2,20b-25;João 10,1-10 
1. Essa vida que Cristo nos dá, em primeiro lugar, é Ele mesmo que se entrega a nós. 
2. Para identificar a voz do pastor, é necessário dar os passos na conversão a Jesus, ser batizado e receber o Espírito. 
3. A vida em abundância que nos dá requer também uma resposta nossa de ouvir sua voz e segui-lo. 
4º Domingo da Páscoa (07.05.17)João 10,01-10 
Pega ladrão! 
Depois da Páscoa temos ouvido os discursos de Pedro que demonstram que Jesus ressuscitou, foi exaltado ao Céu e enviou o Espírito Santo. E, como conseqüência, convida à conversão. Esse Jesus, o que tem a ver conosco agora? Ele é o bom pastor que nos conduz. As ovelhas, nós seus fiéis, estamos sempre unidos a Ele. Para seguir esse Jesus temos que entrar no seu rebanho. Há muitos ladrões que querem tomar o lugar do pastor. As ovelhas fogem deles. Para entrar nesse rebanho, no redil (lugar onde ficam as ovelhas de noite), é preciso passar pela porta. A porta é Jesus. Passar pela porta é aceitar Jesus e seu evangelho. Quem não passa por Ele é ladrão e salteador. Esse vem para roubar. Jesus vem para dar vida em abundância. Estar no rebanho é viver como Jesus viveu e sofrer como Jesus sofreu. Assim nos salvou, curou nossas feridas e deixou um exemplo para a gente seguir. Haverá sofrimento, como Ele sofreu, mas também, vida em abundância. Cuidado para não deixar se levar pelos maus pastores! Eles destroem o que é de Jesus. Há muita gente querendo assaltar o rebanho. Tem que pegar esses ladrões. 
Homilia do 4º Domingo da Páscoa (07.05.2017)

EVANGELHO DO DIA 28 DE JULHO

Evangelho segundo São Mateus 13,31-35. 
Naquele tempo, Jesus disse ainda à multidão a seguinte parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado». Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
São Josemaría Escrivá de Balaguer 
(1902-1975) 
Presbítero, fundador 
Homilia em «Amigos de Deus», §§ 8-9 
«Até que tudo fique fermentado» 
Recordo-vos a grandeza que há em encarar com visão sobrenatural o cumprimento fiel das obrigações de cada dia, essas lutas que enchem o Senhor de alegria e que só Ele e cada um de nós conhece. Convençamo-nos de que, habitualmente, não realizaremos façanhas deslumbrantes, entre outros motivos, porque não teremos oportunidade para tal. Mas não nos faltarão ocasiões de demonstrar o nosso amor a Jesus Cristo através de coisas pequenas e normais. Ao meditar nas palavras de Nosso Senhor: «Eu consagro-Me por eles, para que também eles sejam consagrados na verdade», percebemos claramente qual é o nosso único fim: a santificação; isto é, que temos de ser santos para podermos santificar. Simultaneamente, qual tentação subtil, talvez nos assalte o pensamento de que somos muito poucos os que decidimos responder a esse convite divino, além de nos considerarmos instrumentos de fraca qualidade. É verdade que somos poucos em comparação com o resto da humanidade e que, pessoalmente, não valemos nada. Mas a afirmação do Mestre ressoa com autoridade: o cristão é luz, sal, fermento do mundo e «um pouco de fermento faz fermentar toda a massa» (Gal 5,9).

São Sansão Abade e Bispo de Dol Dia da Festa: 28 de julho

(*)País de Gales, ca. 485
(+)Dol, Bretanha, França, 565 
Sansão nasceu por volta de 485 no País de Gales. O santo abade Iltud (falecido em 540) o acolheu em sua escola em Llanilltud Fawr, no País de Gales, juntamente com Gildas, o Sábio. Foi ordenado sacerdote pelo Bispo Dubrício; desejando maior reclusão, deixou o mosteiro de Santo Iltud e retirou-se para o do Abade Pirone, na ilha de Caldey, no Canal da Mancha. Lá, ocupou o cargo de tesoureiro e depois de abade, mas não por muito tempo; alguns irlandeses que passavam por ali o convenceram a retornar à sua terra natal, o País de Gales. Foi ordenado bispo em 522 por Dubrício. Passando por vários mosteiros, realizou milagres e converteu pagãos ainda apegados à idolatria na costa galesa. Tendo embarcado para uma nova fundação na atual costa francesa, desembarcou na foz do Guyoult, onde curou a esposa e a filha de um proprietário de terras chamado Privatus, que doou terras para a fundação de um mosteiro em Dol. De lá, os monges se espalharam pelos territórios costeiros da antiga Armórica. Ele também evangelizou a Normandia, fundando ali o mosteiro de Pental. Participou do Segundo Concílio de Paris, realizado sob Cariberto I (562-567); o rei da Cornualha, Juwal, concedeu-lhe as Ilhas do Canal para seu mosteiro de Dol. Faleceu em Dol em 565. (Avvenire) 
Martirológio Romano: Em Dol, na Bretanha, São Sansão, abade e bispo, que propagou nesta região o Evangelho e a disciplina monástica, que havia aprendido no País de Gales com o abade Santo Iltudo.

28 de julho - Beato Stanley Francis Rother

“O martírio do Beato Stanley Francis Rother nos enche de tristeza, mas também estamos felizes em ver a bondade, generosidade e coragem de um grande homem de fé. Ele foi uma luz autêntica para a Igreja e para o mundo, porque não odiou, mas amou, não destruiu, mas construiu. O Beato Stanley Rother é um testemunho para nós, testemunhas e missionários do Evangelho. A sociedade precisa dessa fonte de bem”
Cardeal Angelo Amato – Homilia de Beatificação – 
23 de setembro de 2017 
Stanley Francis Rother nasceu em uma pequena cidade chamada Okarche, localizada no estado de Oklahoma, onde a religião, a educação e as granjas eram os pilares da sociedade. Em sua juventude teve uma vida simples e trabalhava na granja da sua família. Rodeado de sacerdotes, sentiu o chamado de Deus e entrou no seminário. Ali começaria a verdadeira aventura de sua vida. No seminário tinha dificuldades nos estudos, assim como São João Maria Vianney, o Cura D’Ars. Maria Scaperlanda, testemunha: “ambos eram homens simples que sentiram o chamado ao sacerdócio e alguém tinha que autorizá-los para que completassem os seus estudos e se tornassem sacerdotes. Eles trouxeram consigo bondade, simplicidade e um coração generoso em tudo o que faziam”.

Beata Maria Teresa Kowalska virgem e mártir, +1941

Nasceu em Varsóvia em 1902. Desconhece-se o nome e a profissão dos seus pais. Recebeu a sua primeira Comunhão no dia 21 de Junho de 1915, e o sacramento da Confirmação no dia 21 de Maio de 1920. O seu pai, simpatizante socialista, foi para a União Soviética na década de 1920 com grande parte da família. Aos 21 anos, recebe a graça da vocação religiosa. Ingressou no Mosteiro das Clarissas Capuchinhas de Przasnysz no dia 23 de Janeiro de 1923. Tomou o hábito no dia 12 de Agosto de 1923 e recebeu o nome de Maria Teresa do Menino Jesus. Emitiu a sua primeira profissão no dia 15 de Agosto de 1924 e a profissão perpétua no dia 26 de Julho de 1928. Era uma pessoa delicada e doente, mas disponível para todos e para tudo. No Mosteiro servia a Deus com devoção e piedade. Com o seu modo de ser conquistava o carinho de todos, diz uma das irmãs. Gozava de grande respeito e consideração por parte das superioras e das outras irmãs. Exerceu vários ofícios: porteira, sacristã, bibliotecária; Mestra de noviças e Conselheira. Maria Teresa vive a sua vida religiosa em silêncio, totalmente dedicada a Deus, com grande entusiasmo. Um dia este serviço a Deus foi posto a dura prova.

Beata Clara (Sancha de Maiorca), Franciscana 28 de julho

Sancha de Maiorca (1284 - Nápoles 1345). 
Infanta de Maiorca e 
Rainha Consorte de Nápoles (1309-1343). 
Origens familiares 
Filha do Rei Jaime II de Maiorca e de sua esposa, Esclaramunda de Foix, e irmã de Sancho I de Maiorca. Era neta paterna do Rei Jaime, o Conquistador, e da Princesa Violante da Hungria, e neta materna do Conde Rogério IV de Foix e de Brunissenda de Cardona. Ela era irmã do rei Sancho I de Maiorca, do príncipe Jaime de Maiorca e de Isabel de Maiorca, entre outros. Em 21 de junho de 1304, ela se casou em Collioure, França, com o futuro rei Roberto I de Nápoles, cunhado de seu irmão e rei de Maiorca Sancho I, de quem foi segunda esposa. Viúvo de Iolanda de Aragão, que em 1309, após a morte de seu pai, Carlos II, herdou a coroa da Sicília. Não houve filhos dessa união, embora ela sempre tenha considerado os filhos do marido como seus, incluindo a futura rainha, Joana I de Nápoles, neta e herdeira de seu marido Roberto I. A devota rainha construiu o convento de Santa Clara em Nápoles, com a igreja anexa onde seu marido, falecido em 1343, foi sepultado e onde ela recebeu o hábito religioso, abandonando seu status real e assumindo o nome de Clara.

Santa Afonsa da Imaculada Conceição, Clarissa Indiana – 28 de julho

 
     No dia 12 de outubro de 2008, as Clarissas de Kochi, no Kerala (Índia), esqueceram os sofrimentos que envolveram a sua congregação, sobretudo, em Orissa, onde mais dramáticas foram as consequências da violência dos fundamentalistas hindus.
     Ao redor do altar comemoraram a canonização da irmã de hábito, Afonsa da Imaculada Conceição, no século Ana Muttathupadathu. Tratou-se de um evento que envolveu toda a Igreja católica da Índia, num momento particularmente difícil, marcado pelo ódio em relação aos cristãos.
     Numa época em que os cristãos sofrem uma dura perseguição na Índia, e em tantos outros países ao redor do mundo, Ana Muttathupadathu, religiosa da Congregação das Clarissas da Terceira Ordem de São Francisco tornava-se naquele dia a primeira Santa indiana canonizada pela Santa Igreja.
     Ana nasceu em Kudamaloor, arquidiocese de Changanacherry (Estado de Kerala), Índia, em 19 de agosto de 1910. Seu batismo foi feito no rito católico sirio-malabar.
     Annakutty (diminutivo de Ana) era a última de cinco filhos de Ouseph e Mariam Muttathupadathu, em uma família católica de origem nobre. Tendo ficado órfã de mãe aos três meses de idade, foi criada por uma tia materna. Foi a avó materna, entretanto, que a fez descobrir a fé e o amor pela oração já em tenra idade: aos 5 anos guiava a oração noturna, costume do rito oriental ao qual a família pertencia.
     Aos sete anos Annakutty recebeu a Primeira Comunhão e comentava com as amigas: "Sabem por que estou tão feliz hoje? É porque tenho Jesus no coração".

Nazário e Celso Mártires, Santos (século I)

Nazário nasceu em Roma, ainda no primeiro século da era cristã. O pai era um pagão e chamava-se Africano. A mãe, de nome Perpétua, era uma católica fervorosa. Enquanto ele desejava tornar o filho um sacerdote a serviço de um dos muitos deuses pagãos, ela o queria temente a Deus, no seguimento de Cristo, por isso o educou dentro da religião católica. Assim, com apenas nove anos de idade, o menino pediu para ser batizado, definindo a questão e sendo atendido pelo pai, que algum tempo depois também se converteu. Nazário foi batizado pelas mãos do próprio papa são Lino, o primeiro sucessor de são Pedro, que fez dele um dos seus auxiliares diretos. Ingressou no exército romano e com ele percorreu toda a Itália, onde também pregava o Evangelho. Mas, ao ser descoberto, foi levado à presença do imperador, que o mandou prender. Conseguindo fugir, abandonou Roma e tornou-se um pregador itinerante, até que, durante um sonho, Deus lhe disse para sair da Itália. Assim, foi para a Gália, hoje França, sempre pregando a palavra de Cristo. Em Cimiez, próximo de Nice, depois de converter uma nobre e rica senhora e seu filho, um adolescente de nome Celso, ela confiou o jovem a Nazário, que o fez seu discípulo inseparável. Juntos, percorreram os caminhos da Gália, deixando para trás cidades inteiras convertidas, pois, durante as suas pregações, aconteciam muitos milagres na frente de todos os presentes.

São Vítor I, Papa e Mártir Dia da Festa: 28 de julho

Vítor, de origem africana, foi Papa por dez anos. Combateu contra várias heresias, sobretudo a do Adocionismo, que definia Jesus como um homem adotado por Deus. Deve-se a ele a celebração da Páscoa no domingo seguinte àquela Judaica. Faleceu em 199, provavelmente como mártir, sob Septímio Severo. 
(Papa de 189 a 199) 
Décimo quarto Papa, foi eleito em 189 e morreu dez anos depois. Durante os primeiros cinco anos de seu pontificado, seu interlocutor foi o Imperador Cômodo, que, graças aos auspícios de sua favorita Márcia, uma simpatizante, não renovou a perseguição aos cristãos. De fato, decidiu libertar os cristãos condenados à deportação para as minas da Sardenha. Foi um tenaz defensor da pureza da fé e, com esse objetivo, condenou os vários movimentos heréticos que atacavam a Trindade. Em particular, o Adocionismo, pregado em Roma por Teodato, conhecido como "o curtidor", segundo o qual Jesus era um homem adotado por Deus e elevado à categoria de divindade. No campo litúrgico, opôs-se às Igrejas "Quartodecimanas", para as quais a Páscoa deveria ser celebrada na décima quarta lua de março, independentemente do dia em que caísse. Pouco se sabe sobre a morte do Papa Vítor I, mas como a segunda metade de seu pontificado coincidiu com as perseguições anticristãs do Imperador Septímio Severo, ele quase certamente foi martirizado. (Avvenire) 
Emblema: Palma 
Martirológio Romano: Em Roma, São Vítor I, Papa Africano, estabeleceu que a Santa Páscoa fosse celebrada por todas as Igrejas no domingo seguinte à Páscoa judaica.

Inocêncio I Papa e Santo + 417

Inocêncio I era italiano, nasceu em Albano, uma província romana do Lazio. Ele foi eleito no ano 401 e governou a Igreja por dezasseis anos, num período dos mais difíceis para o cristianismo. A sua primeira actividade pastoral foi uma intervenção directa no Oriente, exortando a população de Constantinopla a seguir as orientações do seu bispo, são João Crisóstomo, e assim viver em paz. Mas um dos maiores traumas de seu pontificado foi a invasão e o saque de Roma, cometidos pelos bárbaros godos, liderados por Alarico. Roma estava cercada por eles desde o ano 408 e só não tinha sido invadida graças às intervenções do papa junto a Alarico. Pressionado pelo invasor, e tentando salvar a vida dos cidadãos romanos, Inocêncio viajou até a diocese de Ravena, onde se escondia o medroso imperador Honório. O papa tentava, há muito tempo, convencê-lo a negociar e conceder alguns poderes especiais a Alarico, para evitar o pior, que ele saqueasse a cidade e matasse a população. Não conseguiu e o saque teve início. Foram três dias de roubo, devastação e destruição. Os bárbaros respeitaram apenas as igrejas, por causa dos anos de contacto e mediação com o papa Inocêncio I. Mesmo assim, a invasão foi tão terrível que seria comentada e lamentada depois, por santo Agostinho e são Jerónimo. Apesar de enfrentar inúmeras dificuldades, conseguiu manter a disciplina e tomou decisões litúrgicas que perduram até hoje.

PEDRO POVEDA CASTROVERDE Sacerdote, Fundador, Mártir, Santo 1874-1936

Nasceu em Linares (Jaén) em 3 de Dezembro de 1874, onde recebeu o Baptismo uma semana depois e a Confirmação em 5 de Abril de 1875. Era ainda muito novo quando sentiu a atracção pelo sacerdócio e, aos dez anos, manifestou o seu desejo de entrar no Seminário, mas só o conseguiu depois de terminar o segundo curso de Bacharelato e com a condição de ter, ao mesmo tempo, estudos civis e eclesiásticos. Em 1893 obteve o Bacharelato, mas nele ia crescendo, também, a caridade para com os pobres dos arredores da cidade e pelos numerosos emigrantes que trabalhavam nas minas da região. Por dificuldades económicas da famíla, aliadas à enfermidade do pai, transferiu-se para o Seminário de Guadix (Granada), onde lhe foi concedida uma bolsa de estudos pelo Bispo da Diocese. Ali terminou os seus estudos e em 17 de Abril de 1897, Sábado Santo, foi ordenado sacerdote na capela da Paço Episcopal. Ocupou diversos cargos na Diocese, ao mesmo tempo que continuava os seus estudos, tendo obtido a Licenciatura em Teologia no ano de 1900. Dedicou-se à pregação e a uma acção social em favor da população local, promovendo humana e cristãmente várias actividades que a libertassem do desemprego, fome, analfabetismo e solidão.

Afonsa da Imaculada Conceição a primeira indiana canonizada 1910-1946

Ana Muttathupadathu nasceu em uma aldeia de Kudamalur, na Índia. 
Ingressou no noviciado das religiosas clarissas 
em 1927.
 A sua campa é visitado por numerosos cristãos, hindus e muçulmanos.
Annakutty (diminutivo de Ana) Muttathupadathu nasceu em uma aldeia de Kudamalur, na Índia, a 19 de agosto de 1910. Seu batismo foi feito no rito católico siro-malabar. Foi ela a última de cinco filhos, em uma família cristã de origem nobre. Tendo ficado órfã de mãe aos três meses de idade, foi criada por uma tia materna, recebendo a educação de um tio sacerdote. A avó materna a iniciou na fé, incutindo-lhe o amor pela oração já na primeira infância, pois com a idade de 5 anos já conduzia aos orações nocturnas em sua casa, costume do rito oriental ao qual a família pertencia. Aos sete anos recebeu a Primeira Eucaristia, e gostava de comentar com as amigas: “sabem por que estou tão feliz hoje? É porque tenho Jesus no coração”. A irmã de sua falecida mãe, que a criava, insistia com ela para que se casasse aos 13 anos com um notário (na Índia eram — e continuam sendo — muito comuns os casamentos programados por familiares sem que os nubentes participem da decisão). Porém seu coração já estava entregue a Deus: queria tornar-se religiosa.

1900 - Maria Zhao Guo, Rosa Zhao e Mary Zhao-28 de julho de 1900

Maria Zhao Guo, de 60 anos, seguia Jesus Cristo há décadas quando os Boxers começaram sua devastação pela China. Maria e duas de suas filhas, Mary Zhao (17 anos) e Rosa Zhao (22), decidiram fugir de sua casa na aldeia de Zhaojiacun, no condado de Wuqiao, província de Hebei. Em 28 de julho de 1900, as três mulheres tentaram se esconder dos Boxers pulando em um poço. Os Boxers as puxaram para fora e tentaram fazê-las negar sua fé. Rosa, que trabalhava para o Senhor como catequista, respondeu-lhes corajosamente: “‘Já decidimos que preferimos morrer a negar nossa fé.’ Então, ela se voltou para sua mãe e irmã, pedindo-lhes que orassem a Jesus, pedindo ajuda e força para entregar suas vidas pela fé. Naquele momento, um homem chamado Zhao Wuhai implorou aos Boxers que poupassem suas vidas. Mas Rosa lhe disse: ‘Tio, não perca seu tempo tentando nos salvar. Já que queremos manter nossa fé, estamos felizes em morrer.’”[1] Rosa então disse aos seus perseguidores sanguinários que era inapropriado morrer na aldeia. Ela pediu aos homens que as levassem ao cemitério e as matassem lá. Os Boxers obedeceram.

ORAÇÕES - 28 DE JULHO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
28 – Segunda-feira – Santos: Sansão, Eustádio, Décio
Evangelho (Mt 13,31-35) “O Reino dos Céus é como semente de mostarda... é como fermento que a mulher pega e mistura com três porções de farinha...”
Jesus ensina que o Pai age continuamente no mundo para levar todos à vida nova. Age, porém, de forma discreta, lenta e quase imperceptível. Como o germinar de semente pequena, como a ação misteriosa do fermento. Nada pode impedir seu germinar nem sua fermentação. Inevitavelmente se cumprirá seu projeto. Só eu posso fugir da força dessa semente e desse fermento de vida.
Oração
Senhor Jesus,sei que agis continuamente para nos salvar a todos; agis, porém, quase sempre sem chamar a atenção. Preciso de ajuda para ter paciência e não desanimar, mas ver como aos poucos transformais nosso coração. Diante de tanta tristeza agora no mundo, sou tentado a pensar que vos esquecestes de nós. Reafirmo minha confiança em vosso poder e em vossa misericórdia. Amém.

domingo, 27 de julho de 2025

EFLETINDO A PALAVRA - “Você sabe onde está Jesus”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Andando por aí
 
Crendo na Ressurreição temos a certeza que Jesus se encontra glorioso junto do Pai. É a fé que temos. Ela sustentou os cristãos nesses dois mil anos. Sabemos e professamos que Jesus está no Céu. Depois da Ressurreição os discípulos sentiram sua ausência. O texto dos Atos dos Apóstolos quando fala dos discípulos de Emaús quer nos mostrar onde está Jesus. Precisamos acolhê-Lo ora presente. Os cristãos podem ter pensando: Onde está Jesus? Ele próprio responde através da aparição silenciosa e serena aos dois que iam para o campo (Lc 24,13-35). Viram Jesus de novo ali, com eles, vivo. Era o mesmo, mas não era do mesmo jeito. Nesse dia, dois deles iam para um vilarejo chamado Emaús. E conversavam sobre as coisas que tinham acontecido. Liam os sinais dos tempos. Então Jesus entra na conversa, como um desconhecido. Lembramos aqui a importância da presença de Jesus em nossos relacionamentos humanos, nossos bate-papos, nossos diálogos, nossas conversas. Não só quando falamos de assuntos espirituais. Jesus está presente quando falamos da vida, das coisas da vida e da vida de tantas coisas. O diálogo das pessoas, o bate papo inocente é também momento de encontrar Jesus. Estar reunidos no nome Dele, não acontece só quando rezamos, mas também quando lidamos com as pessoas no respeito, na simplicidade e na devoção pelo ser humano. Buscamos Jesus longe, quando Ele está tão dentro de nós e de nossos relacionamentos, como os dois discípulos de Emaús. 
Conversando conosco 
Curiosamente Jesus entra na conversa e se interessa. A realidade do ser humano é o leito por onde passa a Palavra de Deus. Tomando conhecimento do assunto que tratavam, Jesus não age como um professor que dita ensinamentos. Coloca-se como aprendiz: o que foi? Pergunta. Não deixa de chamar atenção para que vejam os acontecimentos à luz da Palavra. E, começando por Moisés e pelos profetas, mostra como a Escritura orienta ao conhecimento de Jesus, pois fala Dele. É muito bom percebermos que nossos diálogos têm uma aproximação com a Palavra de Deus. A Bíblia não é uma pedra inamovível. Ela se mistura com nossa vida e, a partir dela, interpretamos nossa vida e a Palavra de Deus escrita nesse evangelho de carne e osso, feito de belezas e tristezas. Sua riqueza e santidade não estão no Livro Santo como uma biblioteca sagrada, pois sagrado é o ser humano. É no ser humano que a Palavra se encarnou em Nazaré, e continua se encarnando onde Deus quer. Isso não tira seu dom de ser Sagrada, mas desenvolve o sentimento do sagrado existente nas pessoas, seja quem for. Deus não faz distinção de pessoas (At 10,34). É preciso deixar a Palavra livre de nossos preconceitos. Não somos donos da Palavra. 
Repartindo 
Chegaram à hospedaria e Jesus fez de conta que ia adiante (At 24,28). Então temos as lindas palavras dos dois discípulos: “Fica conosco Senhor, pois já é tarde e a noite vem chegando” (29). Há sempre necessidade de Jesus na passagem do dia para a noite. As trevas sem Ele são muito escuras. E cria-se então aquele ambiente único de bem estar sob uma pequena luz e muita fraternidade. Jesus toma o pão, faz a tradicional bênção e o distribui. Perceberam então que era Jesus, pois se lhes abriram os olhos. E Jesus desapareceu. Somente a Eucaristia é capaz de abrir nossos olhos para reconhecer Jesus. A alegria é imensa: Voltam na noite, melhor, na bela lua de Páscoa, para Jerusalém. Ele já estivera ali. Então contam o que acontecera pelo caminho e como O reconheceram no partir do pão. Sem encontrá-Lo em nosso caminhar, não saberemos onde Ele está.
ARTIGO PUBLICADO EM ABRIL DE 2017