sábado, 31 de outubro de 2020

EVANGELHO DO DIA 31 DE OUTUBRO

Evangelho segundo São Lucas 14,1.7-11. 
Naquele tempo, Jesus entrou, num sábado, em casa de um dos principais fariseus para tomar uma refeição. Todos O observavam. Ao notar como os convidados escolhiam os primeiros lugares, Jesus disse-lhes esta parábola: «Quando fores convidado para um banquete nupcial, não tomes o primeiro lugar. Pode acontecer que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu; então, aquele que vos convidou a ambos terá de te dizer: "Dá o lugar a este"; e ficarás depois envergonhado, se tiveres de ocupar o último lugar. Por isso, quando fores convidado, vai sentar-te no último lugar; e quando vier aquele que te convidou, dirá: "Amigo, sobe mais para cima"; ficarás então honrado aos olhos dos outros convidados. Quem se exalta, será humilhado, e quem se humilha, será exaltado». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Faustina Kowalska
(1905-1938) religiosa 
Diário,Fátima,2003,§1306 
«Amigo, sobe mais para cima» 
Ó humildade, linda flor, reparo quão poucas almas te possuem; será por seres tão bela e, ao mesmo tempo, tão difícil? Oh, sim, por uma e outra coisa. É o próprio Deus quem nela Se vem deleitar. É para a alma humilde que estão abertas as portas do Céu e sobre ela se derrama todo um mar de graças. Oh, como é encantadora a alma humilde! Do seu coração, como de um turíbulo, eleva-se todo aquele perfume, extremamente agradável, que, passando as nuvens, atinge o próprio Deus, enchendo de júbilo o seu sacratíssimo coração. Deus nada recusa a uma tal alma; que assim se torna omnipotente e influi no destino do mundo inteiro; Deus exalta-a até ao seu trono e, quanto mais ela se humilha, tanto mais para ela Deus Se inclina, perseguindo-a com as suas graças e acompanhando-a em todos os momentos com a sua omnipotência. Uma alma assim está unida a Deus da maneira mais funda. Ó humildade, radica-te no mais fundo de todo o meu ser! Ó Virgem puríssima, e todavia a mais humilde, ajudai-nos a conseguir uma profunda humildade. Agora compreendo porque há tão poucos santos: é que existem poucas almas profundamente humildes.

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