terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

São Silvano de Terracina Bispo Festa: 10 de fevereiro

Fugindo da perseguição aos vândalos, Silvano e seu pai Eleuthério, vindos do Norte da África, estabeleceram-se em Terracina, onde Silvano foi eleito bispo em 443. Ele morreu mártir após apenas nove meses de episcopado, e sua memória é transmitida por uma antiga igreja e mosteiro que levam seu nome, localizados fora de Terracina, aos pés do Monte Leano. Seu nome, ao longo dos séculos, foi transmitido em diferentes variantes, incluindo Silvino, Salviano, Salviniano e Silviano. 
Etimologia: Silvanus = habitante da floresta, homem da floresta, selvagem, do latim 
Emblema: Equipe pastoral 
Martirógio Romano: Perto de Terracina, hoje no Lácio, São Silvano, bispo. 
Diz a lenda que Silvano fugiu do Norte da África com seu pai Eleutherius, devido à perseguição dos vândalos, estabelecendo-se em Terracina, o antigo 'Anxur' dos Volscos. Em 443, após a morte do bispo João, Silvano (Silviano) foi chamado para sucedê-lo, mas permaneceu vivo por apenas nove meses e, depois dele, seu pai Eleutherius foi eleito. Um posterior do 'Martirológio Jerônimo' em 10 de fevereiro traz "Em Terracina o nascimento (ou seja, a morte) de s. Silvano bispo e confessor"; Esse título de 'confessor' foi inicialmente dado a confessores da fé, ou seja, aos mártires, o que nos faz pensar que São Silvano morreu mártir, levando também em conta a brevidade de seu episcopado e sua ainda jovem idade. A única lembrança do santo são os restos de uma antiga igreja e mosteiro, muito famosos no século X, nomeados em homenagem a São Silvano, que estão localizados fora de Terracina, aos pés do Monte Leano, em frente à Via Appia Nuova. A tradição manuscrita dos textos e o uso popular deles transformaram o nome ao longo do tempo em Silvino, Salviano, Salviniano, Silviano; Tanto que o local onde a igreja foi dedicada a s. Silvano, localizada não muito longe de Terracina, é chamada de Silviano. O nome Silvano deriva do latim 'Silvanus' e significa 'habitante da floresta'; esse era o nome dado à antiga divindade romana, paralela ao grego Pan, protetora de florestas, rebanhos e campos; geralmente retratado com uma longa barba e cabelos espessos coroados de pinheiro. 
Autor: Antonio Borrelli

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