Condessa, mulher de fé e caridade, após a morte de seu marido Lotário, decidiu deixar o mundo e se dedicar à vida religiosa. Ela fundou o mosteiro de Meer, da Ordem Premonstratense, do qual se tornou a primeira senhora. Destacou-se por sua humildade e realizou obras de caridade e misericórdia tanto dentro quanto fora do mosteiro. Ela morreu em 6 de fevereiro de 1183, mas sua memória ainda está viva na devoção popular, que a invoca com uma breve oração e carrega seu cinto e pente em procissão para obter proteção divina.
Condessa de Meer, perto de Neuss (Colônia), casou-se com o Conde Lotário. Com a morte deste último, visitou o túmulo dos Apóstolos em Roma, a fim de obter um melhor conhecimento da vontade de Deus e poder realizá-la. Ela então decidiu deixar o mundo e destinou seus bens à fundação do mosteiro de Meer, da Ordem Premonstratense, do qual se tornou a primeira senhora.
Ele se destacou por sua humildade. Realizou obras de caridade e misericórdia tanto dentro quanto fora do mosteiro. Ele morreu em 6 de fevereiro de 1183.
Embora tenha sido chamada de santa ou abençoada por escritores premonstratenses, não parece que ela tenha desfrutado de um culto litúrgico. No entanto, ela recebeu pouca veneração popular, tanto que foi invocada com uma breve oração composta em sua homenagem, e seu cinto e pente eram usados para mulheres prestes a dar à luz ou para doentes para obter proteção divina.
Autor: Giovanni Battista Valvekens
Fonte:
Bibliotheca Sanctorum

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