segunda-feira, 25 de maio de 2026

EVANGELHO DO DIA 25 DE MAIO

Evangelho segundo São João 19,25-34. 
Naquele tempo, estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Ao ver sua Mãe e o discípulo predileto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E, a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa. Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre e levaram-Lha à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, expirou. Por ser a Preparação da Páscoa, e para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado – era um grande dia, aquele sábado –, os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com Ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Catarina de Sena 
(1347-1380) 
Terceira dominicana, 
doutora da Igreja, 
copadroeira da Europa 
Maria, terra fecunda 
Ó Maria, portadora do fogo divino! 
Ó Maria, Maria, templo da Trindade, ó Maria, portadora do fogo, Maria, dispensadora da misericórdia, Maria, que fizeste brotar o fruto divino! Maria, redentora, em certo sentido, do género humano (pois não foi o sofrimento da tua carne, no Verbo, que salvou o mundo?)! Cristo foi redentor pela sua Paixão; tu foste-o pela dor do corpo e da alma. Ó Maria! Mar tranquilo, dispensadora da paz, Maria, terra fértil! Tu és a nova árvore que trouxe a flor fragrante do Verbo, o Filho Unigénito de Deus. Em ti, terra fértil, foi semeado o Verbo. Tu és a terra e a árvore. Ó Maria, carro de fogo, tu trouxeste em ti o fogo oculto e velado sob as cinzas da tua humanidade. Ó Maria, dulcíssimo amor, em ti está escrito o Verbo que nos dá a doutrina da vida; tu és a tábua na qual está gravada esta doutrina. Mal foi impresso em ti, este Verbo carregou a cruz do santo desejo, que foi como que enxertada nele. Mal foi concebido, já estava dominado pelo desejo de morrer pela salvação dos homens, pelos quais encarnou. E foi uma grande cruz, carregar durante tanto tempo um desejo que Ele teria querido realizar imediatamente.

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