Evangelho segundo São Lucas 14,25-33.
Naquele tempo, seguia Jesus uma grande multidão. Jesus voltou-Se e disse-lhes:
«Se alguém vier ter comigo, e não Me preferir ao pai, à mãe, à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs e até à própria vida, não pode ser meu discípulo.
Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não pode ser meu discípulo.
Quem de vós, desejando construir uma torre, não se senta primeiro a calcular a despesa, para ver se tem com que terminá-la?
Não suceda que, depois de assentar os alicerces, se mostre incapaz de a concluir, e todos os que olharem comecem a fazer troça, dizendo:
"Esse homem começou a edificar, mas não foi capaz de concluir".
E qual é o rei que parte para a guerra contra outro rei e não se senta primeiro a considerar se é capaz de se opor, com dez mil soldados, àquele que vem contra ele com vinte mil?
Aliás, enquanto o outro ainda está longe, manda-lhe uma delegação a pedir as condições de paz.
Assim, quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens, não pode ser meu discípulo».
Tradução litúrgica da Bíblia
(1102-1173)
Patriarca arménio
«Jesus, Filho único do Pai»,
segunda parte, §§ 570-580; SC 203
Sê o companheiro de armas da minha alma, ó meu Rei!
A minha alma, princesa real,
quando no mundo entrei através dela,
em guerra feroz se lançou
contra os conquistadores das trevas.
De início, não pensou em sua mente
que com dez mil
– ela própria e os sentidos do seu corpo –
poderia liderar o combate. [...]
As testemunhas elogiaram-me
como quem conhece as próprias capacidades
para lutar contra um adversário fraco

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