terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Dez Santos Mártires de Creta Festa: 23 de dezembro

(✝︎)Gortina (Creta), 250
 
Dez santos mártires (Teódulo, Saturnino, Euporo, Gelásio, Euniciano, Zótico, Pôncio, Agátopo, Basílides e Evaristo), durante a perseguição do imperador Décio, rejeitaram publicamente a ordem de sacrificar no templo dedicado à deusa Fortuna e, por isso, foram torturados e decapitados perto de Gortina, na ilha de Creta. 
Martirológio Romano: Em Gortina, na ilha de Creta, dez santos mártires, Teódulo, Saturnino, Euforo, Gelásio, Euniciano, Zótico, Pôncio, Agátopo, Basílides e Evaristo, que, durante a perseguição do imperador Décio, por terem se recusado publicamente a obedecer à ordem de oferecer sacrifícios no dia da dedicação do Templo da Fortuna, sofreram tortura e finalmente morreram decapitados. 
Teódulo, Saturnino, Euforo, Gelásio, Euniciano, Zótico, Pôncio, Agátopo, Basílides e Evaristo: estes são os nomes dos dez mártires comemorados hoje pelo Martirológio Romano, que sofreram perseguição perto de Gortina, na ilha de Creta, após a promulgação de um édito anticristão pelo imperador Décio. Duas fontes fornecem evidências históricas da existência desses santos: primeiro, uma antiga "Paixão" grega e, segundo, uma tradição local transmitida na região de Gortina. A aldeia onde morreram ainda se chama Hagioi Deka, que significa "Dez Santos", e existe um fragmento de lápide com dez pequenas depressões, marcando os locais onde receberam os golpes fatais. Este local pode não ser mais do que uma atração para peregrinos e turistas, mas a antiguidade do nome da aldeia fornece prova tangível da veracidade da tradição. Esta história conta que dez homens, unidos pela sua fé comum em Cristo, foram presos e levados para a prisão. Ali foram espancados e apedrejados, e finalmente levados perante o governador local, que lhes ordenou que realizassem um sacrifício no templo dedicado à deusa Fortuna, cuja festa era celebrada naquele dia. Quando se recusaram, foram ainda mais torturados, e a multidão implorou que salvassem suas vidas obedecendo à ordem, mas eles responderam firmemente: "Somos cristãos e preferimos morrer mil vezes". O governador então não teve outra escolha senão condená-los à decapitação, e os mártires seguiram para o local da execução, orando a Deus com intenções específicas: que tivesse misericórdia deles em particular, bem como de toda a humanidade, e que libertasse seus concidadãos da cegueira da idolatria. As ilustres relíquias dos dez santos mártires foram posteriormente transferidas para Roma, a capital do império. Autor: Fabio Arduino

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