domingo, 9 de novembro de 2025

Luis e Maria Beltrame Quattrocchi Esposos, Beatos

Leigo, casado, cuja esposa foi 
também beatificada no mesmo dia.
Você já ouviu falar em Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi? Provavelmente, não. Talvez você nem saiba que exista um casal na Igreja em processo de canonização. Pois é verdade. Luigi e Maria foram o primeiro casal beatificado por João Paulo II e isso aconteceu no dia 21 de Outubro de 2001. Na história da Igreja foi um acontecimento inédito. Um casal do século XX declarado beato, os filhos presentes na cerimónia de beatificação dos pais, dois deles sacerdotes concelebravam com João Paulo II, tudo isso na mesma Igreja onde cem anos atrás os pais deram-se um ao outro em matrimónio. Estamos falando de Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, declarados beatos por João Paulo II no dia 21 de Outubro de 2001, dia também em que a Igreja celebrou os vinte anos da Exortação Apostólica “Familiaris consortio”, documento que ainda hoje demonstra grande actualidade, pois, além de ilustrar o valor do matrimónio e as tarefas da família, convida a um particular empenho no caminho de santidade ao qual os esposos são chamados devido à graça sacramental, que “não se esgota na celebração do matrimónio, mas acompanha os cônjuges ao longo de toda a existência” (Familiaris consortio, 56).

ORAÇÕES - 09 DE NOVEMBRO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
9– Domingo –Dedicação Basílica do Latrão
Evangelho (Jo 2,13-22)“Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos dás para mostrar que podes agir assim?”
Jesus expulsou, com certa violência, os que profanavam o Tempo de Deus. Seus adversários queriam saber com que autoridade podia fazer aquilo, pois afinal o consideravam como um simples membro do povo, não sendo nem mesmo parte do grupo dos sacerdotes. Jesus não apela para nenhuma autoridade humana. Com palavras veladas ele diz que o pode fazer porque é senhor da vida e da morte, ou melhor, que não é simples homem, mas alguém que tem o poder divino. Podem até matá-lo, mas a vitória final será dele, pois ele não é um simples homem. Como o dirá outras vezes, ele é o Filho, que recebeu do Pai todo o poder. Como outras vezes, Jesus recusa-se a dar uma demonstração espetacular de seu poder. Quer ser aceito apenas pela fé.
Oração
Senhor Jesus, eu me entrego totalmente a vós, com toda a confiança, porque não sois um simples homem. Creio que sois o Filho de Deus, aquele por quem e para quem tudo existe, sois fonte de vida divina para mim, o único capaz de me libertar do mal e do pecado. Aumentai em mim a fé, essa aceitação amorosa de vosso poder divino e da vossa presença humana entre nós. É isso que vos peço, sem esperar milagres e maravilhas que me obriguem a acreditar em vós. Não vos peço curar miraculosas, peço apenas que me ajudeis a viver de maneira que possa viver para sempre convosco, por toda a eternidade. Amém.

sábado, 8 de novembro de 2025

REFLETINDO A PALAVRA - Permanecer em Cristo como o ramo ao tronco

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Como o ramo ao tronco
 
No Tempo Pascal somos instruídos sobre a força transformadora da Ressurreição de Cristo. O Mistério Pascal atua em nós, não somente a partir de atividades renovadas por Cristo, mas em uma comunhão de vida. João Evangelista explica essa verdade pelo símbolo da árvore e os ramos. Mostra como estamos unidos a Cristo. É união de vida, porque circula pelos ramos a mesma vida e vitalidade que estão no tronco. O verbo ‘permanecer’ é forte e claro. Somos estimulados a permanecer em Cristo como o ramo permanece unido a árvore. Há uma mesma vida que nos une. O Mistério Pascal de Cristo é a sua vida atuante em nós como vida e como atividades. Permanecer é o verbo que diz o que acontece em nosso relacionamento com Deus. Temos por exemplo o texto do discurso do Pão da Vida: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e Eu nele” (Jo 6,56). Como o alimento permanece em nós, assim é o Pão da Vida. É uma união de Vida. Jesus ensina que a mesma Vida que mantém a árvore viva, corre pela planta e pelos ramos. Jesus diz que há uma união completa entre o tronco que é Ele e, os ramos que somos nós. Jesus ensina o mandamento do amor que é a seiva vital que percorre a planta. Guardar a fé e o mandamento do amor é permanecer em Deus. E Deus permanece com Ele (1Jo 3,24). Esse é o resultado do nosso encontro com Cristo em seu Mistério Pascal. Celebrar é alimentar esse relacionamento e crescer na vida cristã pela fé. 
Permanecer é produzir frutos. 
Jesus diz: “Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor” (Jo 15,1). O Pai sabe como cuidar da planta e faz as podas no tempo certo. Há duas podas: uma para cortar os ramos que não dão frutos e a outra para cortar os ramos viçosos para que dêem mais frutos ainda. O ramo viçoso é sacrificado pelo bem do fruto. Pena que nós não percebemos quando Deus quer nossos frutos e por isso corta muita coisa que é até boa, para ficar melhor. E se não damos frutos... Estamos condenados ao fogo: “Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos e lançados no fogo e queimados” (Jo 15,6)... Para dar fruto, temos que estar unidos ao tronco que é Cristo. Sem Cristo estamos secos. Afirma: “Sem mim nada podeis fazer!” (Jo 15,5). O ramo não pode produzir frutos por si mesmo, se não permanecer na videira, isto é, em Cristo. Permanecer unido ao tronco, nos dá garantias de sermos ouvidos na oração: “Se permanecerem em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e tudo vos será dado. Nisto, meu Pai é glorificado”. É louvor e glória de Deus pedir em nome de Jesus. Os frutos são o melhor louvor ao Pai, pois estão unidos ao Fruto Bendito que é Jesus. Ele produz frutos em nós, como vemos produzindo frutos em Paulo (At 9,28-29). 
Crer e amar 
A seiva que corre no troco vai aos galhos. Essa seiva é o amor de Deus em Cristo e o amor aos irmãos. O mandamento é crer em Jesus e amar os irmãos. Um único mandamento com duas faces. O amor não só de palavras, mas em ações e em verdade: “Não amemos só com palavras e de boca, mas com ações e de verdade! Aí está o critério para saber que somos da verdade e para sossegar diante dele o nosso coração” (1Jo 3,18-19). O amor exige a verdade. A verdade do amor são os atos coerentes. Fala-se de amor em todos os tons. Mas o único que nos amou com totalidade foi Jesus que nos deu sua vida. Se dermos a vida, dedicando-a aos irmãos, como o fez Paulo, estamos amando e produzimos frutos.
Leituras: Atos dos Apóstolos 9,26-31; 
Salmo 21; 
1 João 3,18-24; João 15,1-8 
1. A parábola da videira e dos ramos ensina nossa união com Cristo. 
2. Permanecer em Cristo pela fé e o amor é dar frutos e ser atendido na oração. 
3. O amor é a seiva que corre no tronco e nos galhos. É a vida divina. 
Quebrando o galho 
Há muitas árvores citadas na Palavra de Deus, por exemplo: Zaqueu sobe em uma árvore para ver Jesus. Havia uma árvore que não produzia frutos e Jesus diz para colocar uma terrinha que ela pode se recuperar... Há árvore que dá fruto bom e outra que dá espinho etc... Tem essa de hoje que serve de comparação para mostrar nosso ser em Cristo como galho que participa da vida da árvore. Jesus explica que, se o galho foi cortado, não dará mais fruto. Ele seca e vai para o fogo. Se não der fruto é podado. Mesmo quando está muito viçoso pode ser podado para que o fruto saia melhor. Muitos de nós vezes levamos podas na vida e não gostamos. Pior ainda quando podam uma coisa boa que haja em nós ou possamos fazer. Não entendemos que é melhor. A seiva da árvore percorre todos os ramos e dá vida. Assim é nossa vida em Cristo. Essa seiva é o amor. Esse amor nos leva a produzir frutos, como Paulo que se entregou totalmente a anunciar Jesus. 
Homilia do 5º Domingo a Páscoa (29.04.2018)

EVANGELHO DO DIA 08 DE NOVEMBRO

Evangelho segundo São Lucas 16,9-15. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Arranjai amigos com o vil dinheiro, para que, quando este vier a faltar, eles vos recebam nas moradas eternas. Quem é fiel nas coisas pequenas, também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas, também é injusto nas grandes. Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E, se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro». Os fariseus, que eram amigos de dinheiro, ouviam tudo isto e escarneciam de Jesus. Então, Jesus disse-lhes: «Vós quereis passar por justos aos olhos dos homens, mas Deus conhece os vossos corações. O que vale muito para os homens, nada vale aos olhos de Deus».
Tradução litúrgica da Bíblia 
São Gaudêncio de Brescia 
(406) 
Bispo 
Sermão 18; PL 20, 973-975 
«Arranjai amigos com o vil dinheiro» 
Esses amigos que nos obterão a salvação são evidentemente os pobres, porque, segundo a palavra de Cristo, será Ele mesmo, autor da recompensa eterna, a receber neles os serviços que a nossa caridade lhes tiver prestado. Desde logo, os pobres acolher-nos-ão bem, não em seu próprio nome, mas em nome daquele que neles prova o fruto refrescante da nossa obediência e da nossa fé. Aqueles que conseguem realizar esse serviço de amor serão recebidos nas moradas eternas do Reino dos Céus, visto que Cristo lhes dirá: «Vinde, benditos de meu Pai; recebei como herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer; tive sede e destes-Me de beber» (Mt 25,34-35). Por fim, o Senhor acrescenta: «Se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso?» Com efeito, nada do que existe neste mundo nos pertence verdadeiramente. Porque nós, que esperamos a recompensa futura, somos convidados a conduzir-nos neste mundo como hóspedes e como peregrinos, para que possamos dizer ao Senhor com segurança: «Diante de Ti sou como um estrangeiro, um hóspede, como os meus antepassados» [Sl 39,13]. Mas os bens eternos pertencem realmente aos crentes. Estão no Céu, onde sabemos que estão o nosso tesouro e o nosso coração (cf Mt 6,21), e onde – é nossa íntima convicção – vivemos desde já pela fé. Porque, de acordo com o ensinamento de São Paulo, «a nossa pátria está nos Céus» (Fl 3,20).

Santa Isabel da Trindade (Elisabeth Catez) Virgem Carmelita Dia festivo: 9 de novembro (8 de novembro)

(*)Bourges, França, 18 de julho de 1880 
(✝︎)Dijon, França, 9 de novembro de 1906 
Elisabeth Catez nasceu em 18 de julho de 1880, em Campo d'Avor, perto de Bourges, França, e foi batizada quatro dias depois. Em 1887, a família mudou-se para Dijon; nesse mesmo ano, seu pai faleceu. Em 19 de abril de 1890, recebeu a Primeira Comunhão e, no ano seguinte, o sacramento da Confirmação. Em 1894, fez um voto privado de virgindade. Sentindo-se vocacionada à vida religiosa, pediu permissão à mãe para ingressar no Convento Carmelita: só pôde fazê-lo após atingir a maioridade. Em 2 de agosto de 1901, Elisabeth ingressou no Convento Carmelita em Dijon, onde, em 8 de dezembro de 1901, recebeu o hábito religioso, adotando o nome de Irmã Isabel da Trindade. Poucos meses após sua profissão religiosa, que ocorreu em 11 de janeiro de 1903, ela começou a apresentar sintomas da doença de Addison: aceitou-a com um sorriso, certa de estar imersa na união das Três Pessoas Divinas. Faleceu aos 26 anos, em 9 de novembro de 1906. Foi beatificada por São João Paulo II em 25 de setembro de 1984, na Praça de São Pedro, em Roma. Em 3 de março de 2016, o Papa Francisco autorizou a promulgação do decreto que reconhecia um milagre obtido por sua intercessão, abrindo caminho para sua canonização, marcada para o domingo, 16 de outubro de 2016. 
Martirológio Romano: Em Dijon, na França, a Beata Isabel da Santíssima Trindade Catez, virgem da Ordem das Carmelitas Descalças, que desde a infância buscou e contemplou no fundo do seu coração o mistério da Trindade e, ainda jovem, em meio a muitas tribulações, chegou, como desejava, ao amor, à luz, à vida.

08 de novembro - Beato Isaias Boner de Cracóvia

O Beato Isaias Bonner nasceu em Cracóvia em uma data incerta, o que sabemos é eu em 1415, ele vestiu o hábito agostiniano no convento de Santa Catarina de Cracóvia. Foram os momentos sombrios do cisma do Ocidente e o triunfo das doutrinas heréticas de Huss, que logo acenderiam o fogo da guerra sócio-religiosa na vizinha Boemia. Nesse contexto, ele foi designado para ensinar as Escrituras Sagradas, o que fez com extraordinário sucesso. Em 1419, ele foi enviado para estudar em Pádua e lá permaneceu por quase quatro anos, obtendo um doutorado em Teologia e recebendo ordenação sacerdotal. No caminho de volta à Polônia, ele ficou encarregado de liderar os jovens professos, ajudando-os espiritualmente como professor e como professor de Escrituras Sagradas no estudo do convento. Nomeado visitante provincial, ele visitou a província da Baviera. Em 1443, obteve o grau acadêmico de magister na Universidade Jaguellónica de sua cidade natal. Em 1452, o encontramos novamente em Regensburg como delegado do Prior Geral para presidir a celebração do capítulo da Província. Pela indicação para essas posições de responsabilidade dentro da Ordem, temos a prova da estima que mesmo fora de sua terra natal, ele gozava entre os confrades, onde sua principal atividade era o ensino das Escrituras Sagradas na Universidade de Cracóvia, onde era apreciado e querido por seus contemporâneos.

Beata Maria Crucifixa Satellico, Clarissa - Festa 8 de novembro

Elisabete Maria Satellico nasceu em Veneza, no dia 9 de janeiro de 1706, filha de Pedro Satellico e de Lucia Mander. Vivia com os pais na casa do tio materno sacerdote, que se ocupou de sua formação moral e cultural. Dotada de inteligência precoce, muito cedo se aplicou à leitura, demonstrando uma disposição para a oração, a música e o canto. Desde muito jovem manifestou vocação religiosa e aspirava tornar-se capuchinha, mas o Senhor, por meio de um acontecimento inesperado, lhe indicou a Ordem onde devia consagrar-se. Uma jovem professora de música e canto do mosteiro das Clarissas de Ostra Vetere, na diocese de Senigallia (Marche), precisou deixar o convento por motivos de saúde. Elisabete se ofereceu para ocupar o posto e foi aceita, entrando no mosteiro como educanda, ficando responsável pela direção do canto e tocando o órgão. Tinha apenas 14 anos. Devido sua tenra idade, o Bispo de Senigallia não permitiu que ela vestisse o hábito religioso, o que só pode fazer cinco anos depois, aos 19 anos, no dia 13 de maio de 1725, com a permissão do novo Bispo Bartolomeu Castelli, mudando o nome para Maria Crucifixa.

Deodato de Nápoles (Chamado Deusdedit – dado por Deus), Papa ~ 550 - 618

Papa, que amou o seu clero 
e o seu povo e que era 
igualmente por eles amado.
O santo de hoje, cujo nome significa "dado por Deus", foi por quarenta anos Padre em Roma antes de suceder ao Papa Bonifácio IV, em 19 de outubro de 615. Em Roma, o Papa não era somente o Bispo e o Pai espiritual, mas também o guia civil, o juiz, o supremo magistrado, a garantia da ordem. Com a morte de cada pontífice, os romanos se sentiam privados de proteção, expostos às invasões dos bárbaros nórdicos ou às reivindicações do império do Oriente. A teoria dos dois únicos, Papa e imperador, que deviam governar unidos o mundo cristão, não encontrava grandes adesões em Constantinopla. O Papa Deodato, entretanto, buscou o diálogo junto ao imperador intercedendo pelas necessidades de seu povo e, apesar do imperador mostrar-se pouco solícito para o bem do povo, enviou o exarca Eleutério para acabar com as revoltas de Ravena e de Nápoles. Foi a única vez que o Papa Deodato, ocupado em aliviar os desconfortos da população da cidade, nas calamidades acima referidas, teve um contato, se bem que indireto, com o imperador.

Quatro Santos Coroados

Os quatros santos coroados são: 
 Castório, Cláudio, Nicóstrato e Sinfrônio 
e foram torturados e depois 
martirizados em Pannonia.
Os Quatro Mártires Coroados. Os chamados "Santi Quatro Incoronato". Os quatros santos coroados são: Castório, Cláudio, Nicóstrato e Sinfrônio e foram torturados e depois martirizados em Pannonia (hoje Hungria) visto que eram escultores em Sirmium (antiga Jugoslávia) e se recusaram a esculpir uma estatua pagã para o Imperador Diocleciano (243-305). Um quinto mártir chamado Simplício também morreu com eles. Uma basílica foi erigida em Roma em honra desses mártires. Na Colina de Caelian em Roma existe uma linda igreja chamada "Santi Quatro Incoronato". Ela foi feita provavelmente no século sexto e muito se tem escrito sobre os quarto mártires coroados . Mas a Igreja comemora não 4, mas 5 mártires .

Godofredo de Amiens Bispo e Santo 1066-1115

Bispo de Amiens (França), 
educado na vida monástica 
desde a idade de cinco anos. 
Morreu em Soissons.
Os pais de Godofredo rezaram muito para que Deus lhes desse um herdeiro. Até que, em 1066, ele nasceu no castelo da família em Soissons, onde foi baptizado com um nome que já apontava a direcção que seguiria. Godofredo quer dizer paz de Deus, e foi o que este francês espalhou por onde passou durante toda a vida. Com cinco anos, foi entregue para ser educado pelos monges beneditinos e do convívio com a religiosidade nunca mais se afastou. Quando a educação se completou, foi para o Convento de São Quintino e ordenou-se sacerdote aos vinte e cinco anos de idade. A sua integridade de carácter, profundidade nos conhecimentos dos assuntos da fé, bem como a visão social que demonstrava, logo chamaram a atenção dos superiores. Tanto que foi nomeado abade do Convento de Nogent, com a delicada missão de restabelecer as regras disciplinares dos monges, muito afastados do ideal da vida cristã. Em poucos anos a comunidade mudou completamente, tornando-se um centro que atraía religiosos de outras localidades que ali passaram a buscar orientação e conselhos de Godofredo. Quando os monges de um convento famoso, rico e poderoso o convidaram para ser o abade, ele recusou. O que desejava era viver no seguimento de Cristo, dedicando-se à caridade e trabalhando no amparo e protecção aos pobres e doentes, e não o poder ou a ostentação.

João Duns Escoto Filósofo, Teólogo, Beato 1266-1308

Sacerdote franciscano, originário da Escócia. 
Professou Filosofia e teologia em Cantuária, 
Oxford e Paris e finalmente em Colónia.
Hoje eu gostaria de falar sobre um notável pensador do Ocidente cristão: João Escoto Erígena, cujas origens são incertas. Ele procedia certamente da Irlanda, onde havia nascido no começo do século IX, mas não sabemos quando deixou sua ilha para atravessar o Canal da Mancha e começar assim a fazer parte plenamente desse mundo cultural que estava renascendo em torno dos carolíngios, em particular de Carlos o Calvo, na França do século IX. Assim como não conhecemos a data exacta do seu nascimento, tampouco conhecemos a de sua morte que, segundo os especialistas, deve ter sido por volta do ano 870. João Duns Escoto tinha uma cultura patrística, tanto grega como latina, de primeira mão: conhecia directamente os escritos dos padres latinos e gregos. Conhecia bem, entre outras, as obras de Agostinho, Ambrósio, Gregório Magno, grandes padres do Ocidente cristão, mas conhecia também o pensamento de Orígenes, de Gregório de Nissa, de João Crisóstomo e de outros padres do Oriente igualmente importantes. Era um homem excepcional, que naquela época dominava também o grego.

ORAÇÕES - 08 DE NOVEMBRO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
8 – Sábado – Santos: Deodato, Godofredo, Bv. João Duns Escoto
Evangelho (Lc 16,9-15)“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas.”
O texto original, em vez de “dinheiro”, usa uma palavra do aramaico “mamona”, que quer dizer “riquezas”. Essa palavra é usada só nesta passagem, em Mateus e uma vez no A. T. Por que Lucas conservou esse termo? Talvez para insinuar que não se trata de riqueza adquirida injustamente, mas de toda e qualquer riqueza que, por si mesma, é enganadora e pode afastar-nos de Deus e dos irmãos.
Oração
Senhor, agradeço tantos bens que me destes. Dai-me também a sabedoria de usá-los só para o bem e para a ajuda a meus irmãos. Afastai-me da cobiça e da avareza, do desperdício e do consumo exagerado. Ensinai-me a partilhar o que tenho, a economizar para que o necessário não falte aos outros. E ajudai-nos a tudo fazer para que no mundo exista mais justiça e mais amor. Amém.

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

REFLETINDO A PALAVRA - A Vida Nova

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(✝︎)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHO
R
Espiritualidade da Vida
 
A espiritualidade pascal é uma dimensão preciosa no seguimento de Jesus. Ele nos deu a Vida. Dissera: “Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. E quem vive e crê em Mim, jamais morrerá” (Jo 11,25-26). A Vida que Jesus tem após a a Ressurreição, é a mesma que nos é dada. O milagre da ressurreição de Lázaro que lemos no evangelho de S. João quer mostrar que Cristo tem o poder sobre a morte e dá a Vida. Seu ministério público consistiu sempre em gerar a vida. Curava os doentes e ressuscitava os mortos. Pelas leituras da Palavra, tanto na Quaresma quanto no Tempo Pascal, podemos entender que o Batismo dá a Vida Eterna. Depois de passar pelas águas batismais, somos iluminados e recebemos a Vida Divina. Se Jesus pode ressuscitar um morto já em decomposição, o que supera a condição humana, pode nos dar a Vida Divina, que é Vida eterna: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância!” (Jo 10,10). Fazemos uma comparação com a cura do paralítico que foi descido pelo teto da casa: Jesus, para dizer que tem o poder de Deus para perdoar pecados, cura o paralítico. Se Jesus fez tantos milagres visíveis, quanto mais poderá nos dar a Vida que Ele possui, pois venceu a morte que lhe fora imposta pelos maus, numa tentativa diabólica de acabar com o poder de Deus através dos homens. Deus o ressuscitou. 
Cuidar da Vida 
A espiritualidade baseada na Vida é um passo consistente no caminho espiritual. Essa Vida nós a recebemos na Ressurreição de Jesus. Como podemos interpretar para nossa vida espiritual? Temos uma vida a levar adiante. Cuidamos bem de nosso corpo e nossas atividades. A parte material está em perfeita ordem e progresso. A verdadeira espiritualidade que faz a pessoa completa e sua dinâmica está em cuidar da vida de Deus em nós. Somos defeituosos quando deixamos o cuidado com a Vida Divina em nós. Essa fica descuidada. É como se tivéssemos só a metade do corpo. É o que Paulo chama atenção a viver segundo o Espírito e não segundo a carne, pois assim não agradamos a Deus. Se Cristo está em nós, nosso espírito está cheio de vida. E vamos ressuscitar como Jesus (Rm 8,8-11). Na missa de Páscoa recebemos uma mensagem muito clara sobre a Vida Nova: “Vós que ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto... Aspirai às coisas celestes e não às terrestres. Pois vós morrestes, e vossa vida está escondida em Deus” (Cl 3,1-30). O cuidado com a Vida Divina que temos não obscurece a condição humana nem a perturba, pelo contrário, dignifica-a e desenvolve mais e mais, pois o humano é sempre uma réstia do Divino, pois fomos feitos a sua imagem e semelhança, de modo particular, à imagem do Filho (Rm 8,29), protótipo de toda criatura. 
Viver com intensidade 
A espiritualidade pascal nos estimula a viver intensamente a vida cristã. O que vemos em nós é um desencanto com a religião, pois não nos preocupamos em viver com vigor e alegria a Vida Divina que está em nós. Essa deve ser a preocupação primeira com nossa pessoa e com os que nos cercam. Por exemplo: cuidamos o máximo das crianças, mas não zelamos da outra metade, a que dura para sempre, que é a vida Divina. Dando vida ao vida aos mortos, mostrou que nos dá a Vida em sua Ressurreição. Cuidemos dela. Quando temos amor à Vida, ela penetrará nossa vida e seremos testemunhas ardorosas do Mistério Pascal que dá vida ao mundo. Jesus não é personagem da história que comoveu por seus milagres e palavras. É o Vivo que nos conduz e nos atrai.
ARTIGO PUBLICADO EM ABRIL DE 2018

EVANGELHO DO DIA 07 DE NOVEMBRO

Evangelho segundo São Lucas 16,1-8. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Um homem rico tinha um administrador que foi denunciado por andar a desperdiçar os seus bens. Mandou chamá-lo e disse-lhe: "Que é isto que ouço dizer de ti? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar". O administrador disse consigo: "Que hei de fazer, agora que o meu senhor me vai tirar a administração? Para cavar não tenho forças, de mendigar tenho vergonha. Já sei o que hei de fazer, para que, ao ser despedido da administração, alguém me receba em sua casa". Mandou chamar, um por um, os devedores do seu senhor e disse ao primeiro: "Quanto deves ao meu senhor?". Ele respondeu: "Cem talhas de azeite". O administrador disse-lhe: "Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve cinquenta". A seguir disse a outro: "E tu, quanto deves?". Ele respondeu: "Cem medidas de trigo". Disse-lhe o administrador: "Toma a tua conta e escreve oitenta". E o senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. De facto, os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz no trato com os seus semelhantes». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Teresinha do Menino Jesus 
(1873-1897) 
Carmelita, doutora da Igreja 
Manuscrito autobiográfico B, 4r° 
(Ed. Carmelo, 2000) 
O bom uso das riquezas 
Ó Jesus! Bem sei, o amor só com amor se paga. Por isso procurei e encontrei a maneira de aliviar o meu coração dando-Te Amor por Amor. – «Arranjai amigos com o vil dinheiro, para que, quando este vier a faltar, eles vos recebam nas moradas eternas» (Lc 16,9). Eis, Senhor, o conselho que dás aos teus discípulos depois de lhes teres dito que «os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz» (Lc 16,8). Filha da luz, compreendi que os meus desejos de ser tudo, de abraçar todas as vocações, eram riquezas que me poderiam perverter. Por isso servi-me delas para arranjar amigos. Lembrando-me da petição de Eliseu ao seu pai Elias quando ousou pedir-lhe «uma dupla porção do teu espírito» (2Rs 2,9), apresentei-me diante dos anjos e dos santos, e disse-lhes: «Sou a mais pequena das criaturas; conheço a minha miséria e a minha fraqueza; mas sei também quanto os corações nobres e generosos gostam de fazer bem. Suplico-vos, portanto, ó bem-aventurados habitantes do Céu! Suplico-vos que me adoteis como filha. Só para vós será a glória que me fizerdes alcançar; mas dignai-vos atender a minha prece. É temerária, bem sei: contudo, ouso pedir-vos que me obtenhais o vosso duplo Amor».

São Pedro Cambiani de Ruffia

Ele mereceu sofrer a palma do martírio
por seu trabalho na evangelização 
 Sacerdote e mártir (1320-1365) 
Pedro Cambiani nasceu em Ruffía (Piemonte, Itália). Foi inquisidor da fé na diocese de Turim e mereceu sofrer a palma do martírio pelo seu trabalho na sua ampliação. Foi assassinado por hereges no claustro do convento de Susa em 2 de fevereiro de 1365. Seu corpo é venerado desde 1516 no convento de São Domingos, em Turim. Seu culto foi confirmado em 1856. Oração Ó Deus, que concedeste ao bem-aventurado Pedro coroar com o martírio a sua defesa da fé; Concede-nos, pelos seus méritos e intercessão, que possamos agradar-te com uma fé que se manifesta nas obras de caridade. Através de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo e é Deus para todo o sempre. https://www.dominicos.org/predicacion/evangelio-del-dia/3-2-2023/beato-pedro-de-ruffia-op/

Santa Carina (7 de novembro)

Converteu-se ao cristianismo e transformou sua casa em um pequeno hospital para os pobres, mas durante as perseguições do imperador Diocleciano foi presa e martirizada com o seu esposo Melasippus e seu filho Antonio em Ancyra (moderna Ankara, Turquia) para renegar a sua fé e oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Com não cederam eles foram decapitados e ela morreu durante o martírio no ano de 360 DC. As atas de seu martírio são extensas na descrição do martírio, mas muito resumidas na descrição da santa. As atas eram escritas por escribas romanos que tinham ordem de enfatizar o martírio de modo a assustar os futuros cristãos. Diz a tradição seu corpo foi resgatado por um dos auxiliares do seu “hospital” e teria sido enterrada na Via Ápia. Seu túmulo foi local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão. 
Fonte: Cade meu santo

Santo Amarando (Amaranto) Mártir Dia da Festa: 7 de novembro

Martirológio Romano: Em Albi, na Aquitânia, atualmente na França, comemoração de Santo Amaranto, mártir. 
A única informação que temos sobre ele provém de Gregório de Tours, que em seu De gloria martyrum cita uma (perdida) Historia Passionis, a qual, contudo, não possui valor histórico, pois é contemporânea não à vida de Amarando, mas à descoberta de seu túmulo. Provavelmente martirizado no século III (sob Décio, em 250, ou sob Valeriano, em 258), visto que a perseguição na Gália no século IV causou poucas vítimas, Amarando foi sepultado em Albi, em um local que permaneceu desabitado durante as guerras (São Gregório alude às invasões bárbaras dos Vândalos ou dos Godos); como Albi nunca foi completamente evacuada, deve-se entender que o túmulo se localizava próximo à cidade, muito provavelmente em Viancium (Vieux), onde o culto a Amarando é atestado na Vida de Santo Eugênio de Cartago já no século VI. Segundo a lenda, as velas que os fiéis levavam ao túmulo de Amarando, quando a região ainda era desabitada, acenderam-se espontaneamente.

Beato Antônio Baldinucci

Uma figura extraordinária, o Beato Antônio cresceu em um ambiente profundamente cristão, e os seus sonhos de infância eram de se tornar um missionário na Índia e até mesmo na China. Sua má saúde torna impossível o seu sonho, e muitas vezes durante a infância ele fica às portas da morte, por causa de sua fragilidade e fraqueza. Mas o Senhor faz uso das ferramentas mais simples para realizar suas grandes obras. Antonio nasceu em Florença em 1665, na festa de Santo Antônio, do qual recebeu o nome. Foi o quinto filho de Catherine Felipe Scolari e Baldinucci. Seu pai, que era um pintor e escritor, que foi curado de uma doença por intercessão de Santo Antônio de Pádua, e prometeu consagrar a Deus no seu próximo filho. Seu pai o criou desde o início para o sacerdócio. A família viveu na mesma casa na Via degli Angeli, em Florença, onde São Luis Gonzaga tinha passado algum tempo em criança e a memória deste santo exerceu uma profunda influência sobre Antonio. Ele entrou na Companhia de Jesus, fundada por Santo Inácio de Loyola e aos trinta anos, ordenado sacerdote. Quando ele terminou o terceiro ano, ofereceu-se novamente para as missões das Índias, mas seus superiores não concordaram, e enviaram-no para trabalhar em Viterbo e Frascati, onde passa trinta anos trabalhando especialmente entre os pobres e na instrução das pessoas.

São Vicente Grossi

Vicente Grossi é um daqueles sacerdotes que trouxeram glória a Deus e à Igreja com criatividade zelo apostólico exemplar e louvável. Foi pároco, fundador das Filhas do Oratório, beatificado por Paulo VI, em 1975, no dia de Todos os Santos. Nasceu em 1845 em Pizzighettone (diocese de Cremona, na Itália), como o penúltimo filho entre sete. Em 1864 entrou no seminário diocesano de Cremona, depois de ter realizado os estudos, que hoje chamaríamos de 1º e 2º graus, junto com a sua família. Foi ordenado sacerdote em 1869, tendo feito um curso de 5 anos e meio de seminário maior, conforme costume da época. Como sacerdote, foi designado para as reitorias de algumas igrejas nos quatro seguintes. Reitoria de igrejas era o cuidado pastoral de igrejas abertas ao público, mas não eram paróquias. Em 1873 foi nomeado pároco de Regona. A paróquia de Regona era uma paróquia difícil, um reduto do protestantismo. O bispo o advertiu ao coloca-la sob sua proteção com a certeza de que iria torná-la uma fonte de bênção, onde se exigiria a presença de generosos sacerdotes, sábios pastores cheios de zelo e de caridade em tudo. Assim, ele honrou a confiança recebida, em dez anos, ele tinha derrubado as barreiras, contribuindo para o desaparecimento das divisões. Dizia aos paroquianos: "Quando nossos corações estão cheios de amor por Deus não perseguem outros amores, ok? Portanto, vamos trabalhar! ".

07 de novembro - São Jacinto Castañeda

São Jacinto, frade dominicano morreu como um mártir, decapitado, por administrar os últimos sacramentos a um moribundo. Apesar de sua doença, ele sempre se entregou ao serviço dos outros. Quando, ainda jovem, a Igreja pediu que os Dominicanos fossem à missão, ele se ofereceu como missionário. Jacinto nasceu em Xativa em 13 de janeiro de 1743, e no mesmo dia de seu nascimento, o Espírito Santo desceu sobre ele, sendo batizado com o nome de Felix Tomás Joaquim Tadeo. Seus pais, crentes, transmitem a fé a seu filho, que aos 14 anos decide entrar nos dominicanos. Os superiores de Jacinto decidem envia-lo à Universidade de Xativa para ampliar seus conhecimentos de filosofia e teologia. Enquanto ainda estava na universidade, o Procurador Geral das Cortes de Madri solicita jovens que desejem ir a terras distantes para divulgar o Evangelho. Jacinto oferece-se para esta missão e parte para as Filipinas. Na capital Filipina termina seus estudos e em 1765 recebeu a ordenação sacerdotal e é enviado em missão para a China. Em Macau estuda mandarim e pouco depois inicia a sua tarefa evangelizadora, socorrendo os pobres e os enfermos em um país hostil e que perseguia os cristãos. Em 17 de julho de 1769, Padre Jacinto foi chamado de um cristão da região. Pedem que vá com urgência para administrar os últimos sacramentos a um enfermo. O missionário corre e navega a noite toda para ajudar espiritualmente ao doentes. Após a sua chegada em Lo-Ka, ele é preso, juntamente com um companheiro, por vários homens armados que estavam aguardando sua chegada.