segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Santos André de Soveral, Ambrósio Ferro e Companheiros

No Brasil houve grandes mártires no Rio Grande do Norte na época (1630-1654) em que os holandeses protestantes calvinistas ocuparam alguns lugares no país e quiseram obrigar o povo católico  a se tornar calvinistas.
Morreram em defesa da fé católica e por isso os que foram identificados foram beatificados pelo Papa.
O primeiro grupo de católicos massacrados pelos calvinistas, cerca de 70 pessoas aproximadamente, foi trucidado na capela da Vila de Cunhaú, Rio Grande do Norte. O segundo grupo de mesmo número foi chacinado em Uruaçu. Esses mártires foram beatificados no ano 2000. 
Os holandeses invadiram o Nordeste do Brasil e dominaram a região desde o Ceará até Sergipe, de 1630 a 1654. Eram protestantes calvinistas e vieram com seus pastores para doutrinar os índios. Isso gerou uma situação difícil para os católicos da região, porque foi proibida a celebração da Santa Missa. Em Cunhaú, RN, um pastor protestante prometeu poupar a vida a todos, caso negassem a fé católica, o que a população não aceitou. Então, no domingo, 16 de julho de 1645, festa de Nossa Senhora do Carmo, na capela da Vila de Cunhaú concentravam-se aproximadamente setenta pessoas para participar da Santa Missa.

São Mateus Moreira

Mateus Moreira e seus companheiros são conhecidos como ‘mártires de Uruaçu’, um porto que ficava a três léguas de Natal no Rio Grande do Norte. Era um lugar deserto e sem habitações e as pessoas que foram levadas até lá para serem martirizadas pertenciam à Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação em Natal. A comunidade paroquial era constituída na sua maioria por portugueses ou descendentes de portugueses nascidos no Brasil. Não havia se iniciado o processo de miscigenação das raças indígena e europeia, assim os índios permaneciam nas aldeias onde eram assistidos pelos missionários. É por isso que entre os mártires não há nenhum índio. Destacamos a figura de Mateus Moreira pela sua belíssima profissão de fé expressa nas palavras que pronunciou antes de dar o último suspiro: Mateus Moreira era um leigo, íntimo e fiel colaborador do Padre Ambrósio Ferro – também martirizado – ele supostamente era solteiro, e, durante o ataque dos holandeses – que eram calvinistas – manifestou publicamente sua adesão a Cristo e à Igreja, teve o seu coração arrancado pelas costas e ainda encontrou forças para professar, no último instante, sua fé na Eucaristia, exclamando “Louvado seja o Santíssimo Sacramento!” O Beato Mateus Moreira foi proclamado Patrono dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, no Brasil na Assembleia Geral dos Bispos do Brasil em 2005 e a decisão foi aprovada pela Congregação para o Culto Divino.

SANTA CÂNDIDA, MÁRTIR NA VIA PORTUENSE

Esta Santa virgem, mártir nos primeiros séculos da era cristã, foi provavelmente sepultada no cemitério de Ponciano, em Roma, situado ao longo da Via Portuense. Alguns dizem que ela enterrou o santo mártir Pimênio. Por isso, teria sido também condenada ao martírio.
Martirológio Romano: Santa Cândida mártir em Roma 
no cemitério de Ponziano na via Portuense. 
É lembrado pelo Martirológio Jerônimo em 3 de outubro e novamente em 1 e 2 de dezembro, em conexão com o mártir Pimenio. O seu verdadeiro dia natal deve ser considerado no dia 3 de outubro, data em que também é comemorado no Martirológio Romano. Lá, porém, é apresentado como "Cândido", devido a um erro de Usuardo, que evidentemente tinha uma cópia corrompida do Gerônimo sob seu olhar. O itinerário Notitia Ecclesiarum atesta que a santa virgem Cândida foi sepultada na Via Portuense, numa igreja do cemitério pontiano ad ursum pileatum, ainda mencionado na biografia de Adriano I (Lib. Pont., I, p. 509). Não há paixão dela. A notícia da paixão Pimenii, pela qual uma matrona Cândida teria enterrado o corpo do mártir no cemitério da Via Portuense, é provavelmente inventada, e a origem da lenda encontra-se no facto de que os túmulos dos dois santos eram mantidos no mesmo lugar. Os bolandistas excluem que a Candida venerada em Santa Prassede e lembrada pelo romano em 29 de agosto possa ser identificada com o presente, cuja identidade com a Candida do grupo Artemio, Candida e Paolina parece, no entanto, provável. 
 Autor: Agostino Amor

Missionários e leigos martirizados em Cunhaú e Uruaçu

PROTOMÁRTIRES DO BRASIL 
Neste dia, fazemos memória aos Protomártires do Brasil.
Missionários e leigos martirizados em Cunhaú e Uruaçu 
Dentro da conturbada invasão dos holandeses no nordeste do Brasil, encontram-se os dois martírios coletivos: o de Cunhaú e o de Uruaçu. Estes martírios aconteceram no ano de 1645, sendo que o Pe. André de Soveral e Domingos de Carvalho foram mártires em Cunhaú e o Pe. Ambrósio Francisco Ferro e Mateus Moreira em Uruaçu; dentre outros. No Engenho de Cunhaú, principal pólo econômico da Capitania do Rio Grande (atual estado do Rio Grande do Norte), existia uma pequena e fervorosa comunidade composta por 70 pessoas sob os cuidados do Pe. André de Soveral. No dia 15 de julho chegou em Cunhaú Jacó Rabe, trazendo consigo seus liderados, os ferozes tapuias, e, além deles, alguns potiguares com o chefe Jerera e soldados holandeses. Jacó Rabe era conhecido por seus saques e desmandos, feitos com a conivência dos holandeses, deixando um rastro de destruição por onde passava. Dizendo-se em missão oficial pelo Supremo Conselho Holandês do Recife, convoca a população para ouvir as ordens do Conselho após a missa dominical no dia seguinte. Durante a Santa Missa, após a elevação da hóstia e do cálice, a um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da igreja e se deu início à terrível carnificina: os fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram covardemente atacados e mortos pelos flamengos com a ajuda dos tapuias e dos potiguares. A notícia do massacre de Cunhaú espalhou-se por todo o Rio Grande e capitanias vizinhas, mesmo suspeitando dessa conivência do governo holandês, alguns moradores influentes pediram asilo ao comandante da Fortaleza dos Reis Magos. Assim, foram recebidos como hóspedes o vigário Pe. Ambrósio Francisco Ferro, Antônio Vilela, o Moço, Francisco de Bastos, Diogo Pereira e José do Porto. Os outros moradores, a grande maioria, não podendo ficar no Forte, assumiram a sua própria defesa, construindo uma fortificação na pequena cidade de Potengi, a 25 km de Fortaleza.

3 de outubro - São Dionísio Areopagita

Os cristãos sempre sofreram intensas perseguições, chacinas e saques durante o transcorrer dos séculos, principalmente no início da formação da Igreja. Tanto que muitos dos escritos foram queimados ou destruídos de outra forma. Por isso a memória da Igreja, às vezes, tem dados insuficientes sobre a vida e a obra de santos e mártires do seu passado mais remoto. Para que essas poucas evidências não se perdessem, ela se valeu das fontes mais fiéis da literatura mundial, que nada mais são do que as próprias narrações das antigas tradições orais cristãs preservadas pela humanidade. Interessante é o caso dos dois santos com o nome de Dionísio, venerados pelo cristianismo. A data de hoje é consagrada ao Areopagita, sendo, o outro santo, o primeiro bispo de Paris, festejado no dia 9 deste mês. O Dionísio homenageado foi convertido pelo apóstolo Paulo (At 17,34) durante a sua pregação aos gregos no Areópago, daí ter sido agregado ao seu nome o apelido de Areopagita. O Areópago era o tribunal supremo de Atenas, na Grécia, onde eram decididas as leis e regras gerais de conduta do povo. Só pertenciam a ele cidadãos nascidos na cidade, com posses, cultura e prestígio na comunidade. Dionísio era um desses areopagitas. Nascido na Grécia, no seio de uma nobre família pagã, estudou Filosofia e Astronomia em Atenas. Em seguida, foi para o Egito finalizar os estudos da Matemática. Ao regressar a Atenas, foi nomeado juiz. Até ele chegou o apóstolo Paulo, quando acusado ante o tribunal em que se encontrava Dionísio.

VERÍSSIMO, MÁXIMA E JÚLIA mártires, Santos +303

Testemunho de uma cristandade, de que pouco se conhece, o culto dos mártires Veríssimo, Máxima e Júlia, surge envolto em nebulosa, que apenas permite com rigor atentar na perenidade de uma memória cultivada em Lisboa, muito embora se estenda por outras zonas, como Coimbra, Braga e Porto. Na Diocese do Porto, têm S. Veríssimo como padroeiro as paróquias de Paranhos, Valbom, Nevolgilde, Lagares (Felgueiras) e São Veríssimo, de Amarante. Uma das referências mais antigas referentes aos mártires de Lisboa surge no Martyrologium de Usuardo que, em 858, percorre diversas cidades hispânicas em busca de relíquias. Os testemunhos litúrgicos multiplicam-se ao longo dos séculos X e XI, sendo convergentes, ao consignarem o dia 1 de Outubro para memória dos três irmãos. O Padre Miguel de Oliveira sustenta a opinião de que “os santos mártires de Lisboa já estavam inscritos nos calendários uns 200 anos depois do seu martírio”. Devoção guardada no seio da comunidade moçárabe, o seu eco chega a Osberno, que, na relação da conquista de Lisboa, nos dá conta das ruínas do santuário que lhes estava devotado. O percurso da vida destes mártires, impossível de averiguar com rigor, aparece descrito num códice quatrocentista da Biblioteca Pública de Évora, (cód. CV/1-23d). Segundo a “Legenda”, os irmãos lisbonenses, Veríssimo, Máxima e Júlia, durante a perseguição de Dioclesiano (imperador romano de 284 a 305 d. C.), apresentaram-se espontaneamente ao executor dos éditos imperiais, confessando a fé cristã.

Santos Irmãos Ewaldo, mártires em 695.

Britânia, século VII - † Renânia, 
Alemanha, 3 de outubro de 695 
Os santos com esse nome que são lembrados hoje, na verdade, são dois: Edwaldo o Branco e Edwaldo o Preto, patronos da Vestfália, assim chamados pela cor dos cabelos. De origem anglo-saxônica, eles nasceram na Grã-Bretanha no século VII e foram seguidos em 690 por seu abade Willibrordo (657-739), que com onze monges empreendeu seu trabalho de evangelização entre os frísios ocidentais. Em 695 Willibrordo os enviou para evangelizar os saxões. Suas intenções, porém, não puderam ser realizadas, pois no mesmo 695, os dois monges sofreram o martírio nas mãos de alguns fanáticos, defensores de suas tradições pagãs e temerosos da propagação do cristianismo entre o povo saxão. O martírio foi diferente para os dois monges; Ewald, o Branco, foi imediatamente perfurado com sua espada, enquanto Ewaldo, o Negro, foi torturado por muito tempo cruelmente e como narra o historiador anglo-saxão Beda, o Venerável (672-735), os assassinos o atacaram com horríveis mutilações; os restos mortais dos dois mártires foram jogados no rio Reno e pescados e enterrados mais tarde, por um monge chamado Tilmon. (Futuro) Martirológio Romano: Na Saxônia, na atual Alemanha, dois santos mártires chamados Evaldo, o primeiro chamado Negro, o outro Branco: sacerdotes de origem inglesa, formados a exemplo de São Villibrordo e seus companheiros, passaram para a Saxônia e, tendo começado para pregar a Cristo, capturados pelos pagãos, sofreram o martírio.

São Francisco Borja – presbítero

São Francisco de Borja, Sacerdote e 
um dos fundadores da Companhia de Jésus. 
Sobrinho segundo do papa Alexandre VI e do rei católico Fernando II de Aragão e de Castela, são Francisco Borja nasceu em Gândia (Valência) a 28 de outubro de 1510. Entrou ainda muito jovem para a vida da corte espanhola, como pajem da irmã de Carlos V, Catarina. Aos vinte anos, o imperador lhe concedeu o título de marquês. Casado aos dezenove anos, teve oito filhos. Aos 29 anos, por ocasião da morte da imperatriz, de onde tirou o sentido da caducidade das coisas terrenas, decidiu “nunca mais servir a um senhor que viesse a morrer” e dedicou-se a uma vida mais perfeita. Mas no mesmo ano, eleito vice-rei de Catalunha (1539-43), mostrou-se à altura do cargo, sem todavia descuidar-se da intensa vida espiritual à qual se havia secretamente devotado. Em Barcelona encontrou são Pedro de Alcântara e o bem-aventurado Pedro Favre da Companhia de Jesus. Este último encontro foi determinante para a sua vida futura. Em 1546, após a morte da esposa Eleonora, cumpriu a piedosa prática dos exercícios espirituais de santo Inácio de Loyola e no dia 2 de junho do mesmo ano emitiu os votos religiosos de castidade, de obediência e o de entrar na Companhia de Jesus, onde efetivamente ingressou em 1548 e oficialmente em 1550, após haver encontrado santo Inácio em Roma e haver renunciado ao ducado de Gândia. A 26 de maio de 1551 celebrava a primeira missa. Fechadas as portas às honras e títulos mundanos, abriam-se as portas das dignidades eclesiásticas. Logo depois foi proposto por Carlos V ao cardinalato, ao qual Francisco renunciou. E para que a sua renúncia fosse sem apelação, emitiu os votos simples dos professos da Companhia de Jesus, um dos quais proíbe a aceitação de qualquer dignidade eclesiástica.

Santa Maria Josefa Rossello.

Virgem, Terceira Ordem (1811-1880). 
Fundadora das Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia. 
Canonizada por Pio XII em 12 de junho de 1949. 
A 17 de maio de 1809, Napoleão decretou que os Estados Pontifícios fossem anexados ao império francês. À noite, o papa Pio VII excomungou Napoleão, e disse que não cederia. Ele foi preso em Savona, a 40 quilômetros de Gênova. A pressão continuou sobre os bispos que, aos poucos, foram aderindo ao decreto que permitia a Napoleão também designar novos bispos. A partir de 1814, as coisas começaram a voltar ao normal. A igreja foi vencendo os problemas criados pelos franceses, mantendo a independência de seu pequeno estado. Preocupa-se com os pobres e cria instituições assistenciais, que foi novidade na época. Nesse ambiente em que a Igreja se volta para acolhimento dos pobres nasceu e cresceu Benedita, que recebeu o nome na glória dos santos de Maria Josefa Rossello. Benedita nasceu em Albisola Marina, em Savona, Itália, em 27 de maio de 1811, de uma família humilde, que trabalhava com argila, fabricando vasilhas. Inscreveu-se muito jovem na Ordem Terceira de São Francisco. Aos dezenove anos foi para a casa dos Monleoni, para cuidar do Patriarca, já idoso e adoentado. Fez isso com tamanha dedicação e carinho que, após sete anos, ao morrer Monleoni, sua viúva quis adotá-la, inclusive com a possibilidade de que ela se tornasse herdeira deles, pois não tiveram filhos. Ela recusou, porque seu desejo era viver em uma casa de caridade.

Beato Columba Marmion

Beato Columba Marmion, sacerdote beneditino. 
Reformador desta Ordem. 
Era irlandês de pai e francês de mãe. 
O Beato Columba José Marmion nasceu em Dublim (Irlanda), no dia 1 de abril de 1858, de pai irlandês e mãe francesa. Três das suas irmãs consagraram-se a Deus numa Congregação Religiosa chamada "Irmãs da Misericórdia". Ingressou no Seminário diocesano de Dublim aos dezesseis anos, e terminou os seus estudos de teologia no Colégio "de Propaganda Fide", em Roma; foi ordenado sacerdote no dia 16 de junho de 1881. Sonhava ser monge missionário na Austrália, mas deixou-se cativar pela atmosfera litúrgica da nova Abadia de Maredsous, que tinha sido fundada na Bélgica em 1872, onde foi visitar um companheiro de estudos antes de regressar à Irlanda. Quis ingressar nesse mosteiro, mas o seu Bispo pediu-lhe que esperasse algum tempo. No seu ministério sacerdotal, de 1881 a 1886, conservou o zelo pastoral de missionário desempenhando várias funções: vigário em Dundrum, professor no Seminário Maior de Clonliffe, capelão de um convento de monjas redentoristas e de um cárcere feminino. Mas o seu grande desejo era tornar-se monge beneditino, cuja permissão lhe foi dada só em 1896 para ingressar na Abadia de Maredsous na diocese de Namur (Bélgica). O seu noviciado entre monges mais jovens foi difícil, pois teve de mudar de costumes, cultura e língua; entretanto, esforçou-se na formação da disciplina monástica e assim pôde emitir os votos solenes no dia 10 de fevereiro de 1891.

Sts. Máxima, Júlia e Veríssimo, Mártires de Lisboa - 3 de outubro

      Assim diz o Martirológio Romano de 1953: “Em Lisboa, na Lusitânia (agora Portugal), os santos mártires Veríssimo e suas irmãs Máxima e Júlia, que sofreram durante a perseguição do imperador Diocleciano” (284-305).

     Uma das referências mais antigas dos mártires de Lisboa é encontrada no Martirológio de Usuardo do século IX. Os testemunhos litúrgicos multiplicaram-se ao longo dos séculos X e XI. O Padre Miguel de Oliveira sustenta a opinião de que "os santos mártires de Lisboa já estavam inscritos nos calendários uns 200 anos depois do seu martírio". Esta devoção foi guardada pela comunidade moçárabe de Córdoba.
     Quanto aos detalhes da vida destes mártires, só os conhecemos pelo descrito num códice quatrocentista da Biblioteca Pública de Évora, (cód. CV/1-23d). Segundo a "Legenda", os irmãos lisbonenses, Veríssimo, Máxima e Júlia, durante a perseguição de Diocleciano apresentaram-se espontaneamente ao executor dos éditos imperiais, Públio Daciano, legado do imperador, confessando a fé cristã.
     O juiz procurou dissuadi-los com promessas e ameaças; como nada conseguisse, mandou-os prender. Os três irmãos saíram vitoriosos da prova do cárcere. O juiz então mandou submetê-los a vários tormentos: açoites, ecúleo, unhas de ferro, lâminas em brasa. Diante de sua inabalável resistência, mandou que fossem arrastados pelas ruas da cidade e finalmente degolados. Alcançaram a palma do martírio em 303 ou 304.

ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 3 DE OUTUBRO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
3 ─ Segunda-feira ─ Bvs. André de Soveral, Ambrósio e Comps.
Evangelho (Lc 10,25-37) “Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: ─ E quem é o meu próximo?”
A parábola contada por Jesus deixa-nos claro que nosso próximo é qualquer ser humano, nada importando sua origem, sua bondade ou suas maldades. A caridade, dom de Deus, leva-nos a amar a todos, a querer e procurar o em de todos. A caridade é mais que simpatia ou afeto. A caridade é amor transformador que, pelo poder de Cristo, por nossa união com ele, pode modificar as pessoas.
Oração
Senhor meu Deus, aumentai minha fé no vosso poder transformador. Aprofundai minha caridade para que, com esse amor que vem de vós, eu ame de fato a todos, e procure ativamente sua felicidade. Perdoai-me, porque meu amor muitas vezes é pouco e ineficiente e não leve à ação para transformar a realidade. Ainda falta muito para eu de fato amar como Jesus me ensina. Amém.

domingo, 2 de outubro de 2022

174. OS DOIS AMIGOS.

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE
PELÁGIO SAUTER
MISSIONÁRIO REDENTORISTA
Manhã fria na roça. 
No momento da ordenha, João diz para a esposa: 
- Acho que nosso amigo José não tem leite para o café. O bezerro da sua vaquinha foi desmamado. Arranje uma vasilha. Vou levar um pouco de leite para ele. 
José, residente a dois quilômetros de distância, vendo a esposa fazendo café, lembra-lhe: 
- Acho que acabou o pó-de-café do compadre João. Vou levar um pouco para a patroa dele. 
Os dois saíram de casa, no meio de uma neblina fria. 
João ia levando leite para o José. 
José, o pó de café para o João. 
Encontraram-se no meio do caminho. 
Foi uma surpresa e uma festa: 
- Pois é, compadre Zé, achei que você deve estar sem o leite para as crianças... 
- E eu assuntei com a patroa que seu pó-de-café acabou. Foi, não foi? Lição para a vida: Quando se é amigo de verdade, um adivinha até o pensamento do outro.

REFLETINDO A PALAVRA - “Deus lhe pague!”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
SACERDOTE REDENTORISTA
NA PAZ DO SENHOR
A fé agradecida salva
 
Tantos dizem: “Deus lhe pague”. A gente pensa que Deus tem muito que pagar, pois sempre lhe entregamos nossas dívidas. Mas, é muito correto dizer que Deus pague alguém por aquilo que nos foi feito. Na realidade, o que nos é feito com amor e generosidade, somente a fonte do amor pode pagar. Não se paga um gesto de amor. O agradecimento faz parte da vida, e somos anormais se não sabemos agradecer. Agradecer é um ato de fé no Deus que é gratuito. No milagre dos 10 leprosos, ficamos intrigados com os “outros nove” que não voltaram para agradecer. Voltou somente “o samaritano”, do qual não se podia esperar nada. Todos foram curados, mas somente um foi salvo, como disse Jesus: “Vai, tua fé te salvou”. Eram 10 homens leprosos, que viviam fora da cidade. Sua situação era deplorável segundo as leis sobre a lepra. Devia sair da comunidade, não podia participar do culto e dizer sempre, ao aproximar-se de alguém: “Impuro! Impuro!” Era um excomungado para a sociedade. Se apresentassem sinais de lepra deviam apresentar-se ao sacerdote. Ao comprovar-se a lepra, a pessoa era excluída. Quando era livre da doença, devia apresentar-se ao templo. Eles pedem a compaixão de Jesus que os cura e envia ao sacerdote. Quando vão, se vêem curados. Só o estrangeiro voltou para agradecer. Esse milagre ensina que há uma distinção entre libertação de um mal físico e a salvação pela fé. Os dez foram curados por Jesus. Agradecer significa crer em Jesus como a fonte da cura de um mal pior, a falta de fé. O agradecimento é uma proclamação de Jesus como fonte da Vida. Assim, a fé salva. Na Igreja vemos gente que busca milagres, mas não caminha na fé. Necessidade de catequese sobre a ação de graças. Naamã, o general sírio curado por Eliseu, voltou para agradecer e manifesta a adesão a Deus. 
Agradecer é louvar 
A ação de graças a Deus deve ser uma prática normal da vida das comunidades e das pessoas. Sempre dizemos que pedimos muito e agradecemos pouco. Por esse esquecimento, perdemos a capacidade de um ato de fé mais consistente. Perdemos também a delicadeza de perceber no outro o que nos é feito com gratuidade. As pessoas educadas na fé dizem “Deus lhe pague”. Se não agradecemos, passamos a fazer dos outros objeto de solução para nossas necessidades e não dons que Deus nos dá. Agradecer é prestar culto a Deus. O lugar do culto é onde se crê em Deus. Naamã leva terra de Israel para prestar culto a Deus. Jesus abre os espaços de culto. Ele santificou o universo e abriu as portas da eternidade a todos que busquem a Deus com sinceridade, sem distinção. Em cada Eucaristia temos essa oportunidade de agradecer a Deus e nele a todas as pessoas a quem devemos agradecimento. Quando agradecemos a Deus, nele envolvemos a todos. 
A Palavra não está algemada 
Paulo está na prisão, mas a palavra não está aprisionada. Ela está unida a Cristo Ressuscitado, Palavra Viva que o Pai nos dirige. Essa Palavra é sempre purificadora de nossos sentimentos e atitudes. Paulo nos conta sobre a fidelidade de Jesus, mesmo quando somos infiéis. Nossa fidelidade nasce de nossa união a Cristo vivo. Ele pode libertar nossas vidas e colocá-las na abertura generosa de coração reconhecido pelos imensos dons que nos foram dados. Jesus sempre agradecia a Seu Pai: “Pai, eu Te dou graças...” Nesse agradecimento se fez libertador de nosso egoísmo que não reconhece o bem que Deus nos faz sobretudo através das pessoas e das obras da criação. 
Leituras: 2 Reis 5,14-17; Salmo 97; 
2Timóteo 2,8-13; Lucas 17,11-19 
1. O que nos é feito por amor, somente a fonte do amor pode pagar. Não se paga um gesto de amor. Agradecer é um ato de fé no Deus que é gratuito. A situação do leproso era terrível e com muitos rituais. No milagre dos 10 leprosos ficamos intrigados com os outros nove. Somente o samaritano voltou para agradecer. Todos foram curados, um só foi salvo. O milagre faz a distinção entre libertação de um mal físico e a salvação pela fé. Agradecer significa crer em Jesus como fonte da Vida. 2. A ação de graças a Deus deve ser uma prática normal. Se não agradecemos às pessoas, nós as temos por objeto. Agradecer é prestar culto a Deus. O lugar do culto é onde se crê em Deus. Naamã leva terra para prestar culto sobre ela. Jesus santifica o Universo e abre as portas do Céu a todos. Na Eucaristia temos oportunidade para agradecer a Deus, e nele a todos. 3. Paulo proclama que a Palavra não está algemada. Ela está unida a Cristo Ressuscitado. A Palavra é purificadora, mesmo quando somos infiéis. Ele pode libertar nossas vidas e colocá-las na abertura generosa de coração reconhecido pelos dons que recebemos. Jesus sempre dava graças ao Pai. O agradecimento liberta-nos do egoísmo. 
Ser educado é bom e Deus gosta 
Os dez leprosos foram curados a um simples pedido: “Jesus, Mestre, tende compaixão de nós!” Um só voltou para agradecer. E nem era do povo de Deus. Era um herege. Os outros foram curados e não voltaram para agradecer. Jesus ficou chateado e reclamou: “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove?” Eles não tiveram educação suficiente para dizer a Jesus um Deus lhe pague por tão grande milagre. Mal agradecidos! Faltou um mínimo de educação. Nós recebemos de Deus tanta coisa: a vida, a saúde, os bens, uma terra bonita, um povo bom, graças espirituais, graças materiais. Vivemos felizes. Quantas vezes dizemos: Muito obrigado! Nós vos agradecemos! Quem agradece pede. Cuide-se. Ser educado faz parte de nossa fé e Deus gosta. 
Homilia do 28º Domingo do Tempo Comum
EM OUTUBRO DE 2007

EVANGELHO DO DIA 2 DE OUTUBRO

Evangelho segundo São Lucas 17,5-10. 
Naquele tempo, os Apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta a nossa fé». O Senhor respondeu: «Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: "Arranca-te daí e vai plantar-te no mar", e ela vos obedeceria». Quem de vós, tendo um servo a lavrar ou a guardar gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: ‘Vem depressa sentar-te à mesa’? Não lhe dirá antes: "Prepara-me o jantar e cinge-te para me servires, até que eu tenha comido e bebido. Depois comerás e beberás tu". Terá de agradecer ao servo por lhe ter feito o que mandou? Assim também vós, quando tiverdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei: "Somos inúteis servos: fizemos o que devíamos fazer"». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santa Teresa de Calcutá 
(1910-1997) 
Fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
«Não há amor maior» 
«Somos inúteis servos: fizemos o que devíamos fazer» 
Sê sempre fiel nas pequenas coisas, pois é nelas que reside a nossa força. Para Deus, nada é pequeno. A seus olhos, nada tem pouco valor. Para Ele, todas as coisas são infinitas. Põe fidelidade nas coisas mais mínimas, não pela virtude que lhes é própria, mas por essa coisa maior que é a vontade de Deus – e que eu respeito infinitamente. Não procures realizar ações espetaculares. Devemos renunciar deliberadamente ao desejo de contemplar o fruto do nosso labor, fazendo apenas o que podemos, o melhor que pudermos, e deixando o resto nas mãos de Deus. O que importa é a dádiva que fazes de ti mesmo, o grau de amor que pões em cada ação que realizas. Não te permitas perder a coragem perante os fracassos, se de facto deste o teu melhor. E recusa a glória sempre que fores bem sucedido. Oferece tudo a Deus com a mais profunda gratidão. Sentires-te abatido é um sinal de orgulho, que mostra quanto acreditas nas tuas forças. Deixa de te preocupar com o que as pessoas pensam. Sê humilde e coisa alguma te importunará. O Senhor ligou-me aqui, ao lugar onde estou; será Ele a desligar-me.

02 de outubro - Beato Jan Beyzym

Saúdo os Padres Jesuítas: Hoje, tendes um novo Beato: Jan Beyzym. A sua dedicação à causa de Deus e do homem necessitado constitua para todos vós um exemplo que vos leve a empreender sempre novas tarefas, em conformidade com as exigências dos tempos. 
Papa João Paulo II – 18 de agosto de 2002 
Um dia em 1890, numa comunidade jesuíta na Ucrânia, um artigo sobre leprosos estava sendo lido no refeitório. Um noviço empurrou seu prato, dizendo: "Estou surpreso que as pessoas possam ler essas coisas repugnantes durante as refeições." Seu vizinho, que estava ouvindo com um estado de espírito completamente diferente, ficou comovido com a descrição dos sofrimentos dos leprosos... Alguns anos depois, ele falou sobre isso para seu confessor, era o Padre Beyzym. O confessor, profundamente movido por sua vez, aproveitou a oportunidade para pedir para sair para servir os leprosos. “Eu sei muito bem”, escreveu ele ao superior geral dos jesuítas, “o que é a lepra e o que devo esperar. No entanto, tudo isso não me assusta, pelo contrário, me atrai.” Jan Beyzym nasceu em 15 de maio de 1850 em Beyzymy Wielkie, na atual Ucrânia. Desde seus primeiros anos, ele compartilhou a devoção muito especial de sua família a Maria. Jan pensou em se tornar padre em uma paróquia, mas seu pai o conduziu em direção aos jesuítas. Depois de uma longa luta interior, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, em 10 de dezembro de 1872.

02 DE OUTUBRO: SÃO CIPRIANO, HIEROMÁRTIR († 304) E SANTA JUSTINA, VIRGEM E MÁRTIR († 304)

São Cipriano era um homem nobre e muito rico, filósofo em Cartagena da Líbia e viveu nos anos do imperador Décio. Converteu-se à fé cristã já adulto, aos quarenta anos de idade, tendo vivido até então como um pagão. Conta-se que depois de sua conversão, encontrou a paz e a felicidade, o que sempre havia buscado, mas que, por diversas circunstâncias, não havia podido alcançar. E esta felicidade, entre outras coisas, a viu clara ao entregar sua vida aos pobres do Evangelho. Esta é a principal constante na vida de todos os santos. Tal era o prestígio que Cipriano desfrutava entre os fiéis de Cartago que, dois anos apenas depois que se tornou um cristão, o elegeram bispo e chefe da Igreja na África. Entretanto, a perseguição aos cristãos pelo imperador Décio teve início e, os mesmos fiéis que tanto o amavam aconselharam-no a esconder-se. E assim, salvou sua vida, pelo menos por algum tempo Sim, porque, algum tempo depois, teve início uma nova onda de perseguição aos cristãos, desta vez sob Valeriano, e Cipriano foi preso e desterrado depois. Mais tarde teve de apresentar-se em Cartago onde morreu no dia 02 de outubro do ano 257. 
[Para saber mais sobre São Cipriano] 

ANJOS DA GUARDA

A Igreja comemora, no dia 2 de Outubro, a festa dos Santos Anjos da Guarda. São eles espíritos celestes a quem Deus confiou a guarda e protecção dos homens. A cada ser humano, desde a hora de seu nascimento, foi confiado um Anjo da Guarda, que o acompanhará até o dia de sua morte, protegendo e assistindo não só contra os perigos temporais, mas especialmente contra os perigos espirituais. Embora o homem moderno procure desmistificar sua existência ou a sua permanência ao lado do homem como fiel companheiro, há provas evidentes e indiscutíveis nas Sagradas Escrituras sobre o seu ofício divino. Devemos ao Santo Anjo um afecto todo especial e temos por obrigação amá-lo, honrá-lo e invocá-lo, pois é um grande amigo que temos e que vê incessantemente a face de Deus que está no Céu. Do berço até o túmulo, o Anjo da guarda vela por nós, nos defende e desvia das ciladas do demónio. "Como um leão, ruge ao nosso lado", o demónio procura de todas as formas afastar o homem do caminho da virtude. É o que nos afirma São Pedro em sua primeira carta, capítulo 5, versículos 8 e 9: "Sede sóbrios e vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda ao redor de vós, como leão que ruge, buscando a quem possa devorar. Resisti-lhe fortes na fé, cientes que vossos irmãos, espalhados pelo mundo, sofrem a mesma tribulação." Com nossas próprias forças somente, jamais conseguiremos fazer frente ao demónio, que possui grande poder para perder, enganar e destruir as almas eternamente.

TOMÁS DE HEREFORD Bispo, Santo + 1282

Perante a vida de tantos santos e santas, fica-se impressionado com o que eles fizeram em suas vidas, amando a Deus e ao próximo, e pela forma como desempenharam as suas ações. Seus pais ocupavam uma boa posição social. Seu pai era um barão Normando, Guilherme de Chanteloup e sua mãe era a condessa de Evreux (França). Todavia pode-se ver que a riqueza não é obstáculo para quem quer alcançar o cume da santidade. Como Tomás pertencia a uma família abastada e possuía qualidades para o estudo, foi enviado estudar para a célebre Universidade de Oxford e depois para Orléans onde estudo Direito, seguindo depois para Paris onde completou os seus estudos de filosofia. A fama da sua cultura chegou a tal ponto que o nomearam chanceler das Universidades de Oxford e da Inglaterra. Tudo corria bem na vida de Tomás; tudo estava como programado para um sucesso sem igual, quando o rei Henrique III, sem qualquer razão, a não ser a inveja, o destituiu dos seus encargos. Tomás não se preocupou com isso. Mas que fazer então? Deus tinha-lhe preparado um outro doutorado: o da santidade. Devido às suas virtudes e à sua integridade moral, o Senhor suscitou nele a vocação religiosa, que ele humildemente aceitou como um dom divino.

Beato Antônio Chevrier, Sacerdote, Fundador (+1879), 02 de Outubro

Beato António Chevrier, Sacerdote nativo de Lyon, em França; amigo e discípulo do Santo Cura de Ars. Fundou a Comunidade das Irmães do Prado.
 
Nascido a 16 de Abril de 1826 e ordenado em 1850, o Padre Antônio Chevrier foi logo nomeado coadjutor da paróquia de Santo André de la Guillotière, bairro industrial e operário da cidade de Lyon, França. Três coisas aí o marcaram e fizeram sofrer muito: a “miséria e ignorância” das pessoas, agravada pelas “inundações catastróficas” do Ródano em fins de Maio de 1856; o “distanciamento do clero” em relação às mesmas; a sensação nítida de que a pastoral utilizada pela Igreja local não servia. “Um pouco menos de devoção e um pouco mais de fé”, dizia. Alguns meses depois, deu-se um acontecimento, que ele apelida de místico-apostólico. Conta ele: “Foi meditando durante a noite de Natal de 1856 sobre a pobreza de Nosso Senhor e sobre a Sua descida para o meio dos Homens que resolvi deixar tudo e viver o mais pobremente possível… Foi o mistério da Encarnação que me converteu!… Então decidi-me a seguir Nosso Senhor Jesus Cristo mais de perto. E o meu desejo é que vós próprios sigais de perto Nosso Senhor”. Antônio Chevrier estava convicto de que a “formação de sacerdotes e catequistas, consagrados à evangelização dos pobres, era a grande necessidade da sua época e da Igreja”. E para isso, só sacerdotes pobres estariam em condições de fazê-lo: “Sacerdotes despojados (Presépio), crucificados (Calvário) e dados em alimento (Eucaristia)”. Um Princípio Fundamental: conhecer Jesus Cristo é tudo! Antônio Chevrier foi o fundador da Associação dos Padres do Prado (Instituto Secular) que desenvolve uma espiritualidade de padre diocesano, tendo como pilares fundamentais: