terça-feira, 29 de maio de 2018

EVANGELHO DO DIA 29 DE MAIO

Evangelho segundo S. Marcos 10,28-31.
Naquele tempo, Pedro começou a dizer a Jesus: «Vê como nós deixamos tudo para Te seguir». Jesus respondeu: «Em verdade vos digo: Todo aquele que tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras, por minha causa e por causa do Evangelho, receberá cem vezes mais, já neste mundo, em casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, juntamente com perseguições, e, no mundo futuro, a vida eterna. Muitos dos primeiros serão os últimos e muitos dos últimos serão os primeiros». 
Tradução litúrgica da Bíblia 

Comentário do dia: 
Santa Teresa de Calcutá (1910-1997), 
fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade 
«Não Há Amor Maior»
Deixar tudo para O seguir
As riquezas, quer sejam materiais ou espirituais, podem asfixiar-nos se não fizermos delas uma utilização adequada. Porque nem o próprio Deus consegue colocar coisa alguma num coração que já está cheio. Mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente, reaparece o apetite pelo dinheiro e a avidez por tudo o que o dinheiro pode proporcionar – a procura do supérfluo, do luxo na comida, no vestuário e no entretenimento. As necessidades começam a aumentar, uma coisa atrai a outra. Mas no fim fica-se com um sentimento incontrolável de insatisfação. Permaneçamos tão vazios quanto possível para que Deus possa preencher-nos. Nosso Senhor é um exemplo vivo disto: logo no primeiro dia da sua existência humana, conheceu uma pobreza que nenhum ser humano alguma vez conhecerá porque, «sendo rico, tornou-Se pobre» (2Cor 8,9). Cristo esvaziou-Se de toda a sua riqueza. É aqui que surge a contradição: se eu quiser ser pobre como Cristo, que Se tornou pobre embora fosse rico, que devo fazer? Seria uma vergonha para nós sermos mais ricos do que Jesus que, por nossa causa, suportou a pobreza. Na cruz, Cristo foi privado de tudo. A própria cruz fora-Lhe dada por Pilatos; os pregos e a coroa, pelos soldados. Estava nu. Quando morreu, despojaram-n'O da cruz, retiraram-Lhe os pregos e a coroa. Foi envolto num pedaço de tecido dado por uma alma caridosa e foi enterrado num túmulo que não Lhe pertencia. E isto quando poderia ter morrido como um rei ou mesmo poupar-Se à morte. Mas Ele escolheu a pobreza porque sabia que ela é o verdadeiro meio de possuir Deus e de trazer o seu amor à Terra.

DIA 29 DE MAIO – MARTÍRIO COM REQUINTES DE MALDADE

Os adoradores do deus Saturno não gostaram dos primeiros evangelizadores cristãos na região de Trento porque, além de pregar contra a idolatria, recusaram-se a adorar esse ídolo. Eram eles Sisinio, Maltartiri e Alexandre, acólitos e futuros padres (+397). 
Foram surpreendidos na sua igreja e agredidos violentamente. O primeiro, Sisinio, morreu em conseqüência dos maus tratos. Martiri e Alexandre, dois irmãos, foram queimados vivos diante do altar do deus Saturno, usando-se para isso a madeira da mesma igreja que os idólatras destruíram. 
URSULA LEDOCHOWSKA (+1939) nasceu na Austria. Fundadora de uma Congregação Religiosa. Percorreu vários paises da Europa pregando o ecumenismo. Criou novo estilo de vida religiosa. Foi beatificada em 1983.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio CSsR
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São Félix de Nicósia, religioso, +1787

Nasceu em Nicosia, Sicília, no ano de 1715, de uma família pobre, mas animada de profunda fé e temor a Deus, unidos a uma grande laboriosidade. O pai começava o dia participando da missa e o encerrava com uma visita ao SS. Sacramento. A mãe, quando dava um pedaço de pão aos filhos, convidava-os a deixar um pouco para os pobres, educando-os desse modo, no amor aos mais necessitados. Félix com a idade de 20 anos pediu para ser admitido no convento dos frades Capuchinhos. Obteve resposta negativa. Mas não desistiu: rezou, implorou, pediu novamente até que, depois de sete anos de provas, em 1743, é admitido na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. Frei Félix não precisou de uma transformação no noviciado: pobreza, penitência, humildade, obediência, união com Deus na oração e no trabalho, toda uma vida animada e iluminada no amor de Deus e ao próximo, ele procurou viver também na vida religiosa, numa atmosfera franciscana. Passou quarenta e três anos de vida religiose e gostava de se chamar “o jumentinho do convento”. Passava dia após dia pelas ruas e becos da cidade e pelas localidades próximas, com uma batina velha e remendada, os pés descalços, cabeça descoberta sob a chuva ou sol quente da Sicília, sacola nos ombros o terço nas mãos e o coração em Deus. Era afável e cordial com grandes e pequenos, ricos e pobres, autoridades e gente simples, tendo sempre uma palavra boa para todos, ora consolando, ora admoestando. Sempre agradecia com um alegre "Deo gratias" não só as esmolas, mas também as ofensas e repulsas. Frei Félix dedicava o dia ao apostolado e a noite às orações e penitências. No fim de maio de 1787, adoece de uma febre forte e, no último dia do mês de Nossa Senhora, a quem tinha amado e venerado desde a infância, entrou na paz eterna. Foi canonizado em 2005 pelo Papa Bento XVI.

São Fernando, rei de Leão e Castela, +1252

Fernando nasceu na vila de Valparaíso, em Zamora, Espanha, no dia 1o de agosto de 1198. Era filho do famoso Afonso IX de Leão, que reinou no século XII. Um rei que brilhou pelo poder, mas cujo filho o suplantou pela glória e pela fé. A mãe era Barenguela de Castela, que o educou dentro dos preceitos cristãos de amor incondicional a Deus e obediência total aos mandamentos da Igreja. Assim ele cresceu, respeitando o ser humano e preparando-se para defender sua terra e seu Deus. Assumiu com dezoito anos o trono de Castela, quando já pertencia à Ordem Terceira Franciscana. Casou-se com Beatriz da Suábia, filha do rei da Alemanha, uma das princesas mais virtuosas de sua época, em 1219. Viúvo, em 1235, contraiu segundo matrimónio com Maria de Ponthieu, bisneta do rei Luís VIII, da França. Ao todo teve treze filhos, o filho mais velho foi seu sucessor e passou para a história como rei Afonso X, o Sábio, e sua filha Eleonor, do segundo casamento, foi esposa do rei Eduardo I da Inglaterra. Essas uniões serviram para estabilizar a casa real de Leão e Castela com a realeza germânica, francesa e inglesa. Condizente com sua fé, evitou os embates, inclusive os diplomáticos, e aplacou revoltas só com sua presença e palavra, preferindo ceder em alguns pontos a recorrer à guerra. Sob seu reinado foram mudados os códigos civis, ficando mais brandos sob a tutela do Supremo Conselho de Castela, instituiu o castelhano como língua oficial e única, fundou a famosa Universidade de Salamanca e libertou sua nação do domínio dos árabes muçulmanos.
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Santa Theodósia de Constantinopla

Theodósia era uma freira em Constantinopla em meados de 18º século quando o p imperador estava destruindo imagens de Jesus, da Virgem Maria e dos santos.Uma das imagens de Cristo era muito querida por Theodósia .I O imperador enviou um de seus oficiais para quebrá-la em vários pedaços .Quando ele subiu a escada para alcançar o ícone acima da porta de seu convento e fazer o ato sacrílego, Theodósia sacudiu a escada e ele caiu no chão e morreu. Não satisfeita com isso Theodósia liderou um grupo de mulheres para atirar pedra no palácio do patriarca de Constantinopla que apoiava a destruição dos ícones.As autoridades prenderam e puniram as mulheres cristãs, mas Theodósia que liderava a rebelião foi duramente torturada e morta. Isto aconteceu em 745 DC. Sua festa é celebrada no dia 29 de maio.

ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 29 DE MAIO


Pe. Flávio Cavalca de Castro, redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
29 – Terça-feira – São Maximino
Evangelho (Mc 10,28-31) “Então Pedro começou a dizer a Jesus: ─ Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.”
Tenho impressão que havia uma ponta de vaidade nas palavras de Pedro. Mais ou menos como acontece conosco quando achamos que fazemos muito ao seguir Jesus... Mas, isso não importa. É bom ouvir Jesus garantir que seus seguidores, enquanto possível, já encontram felicidade nesta terra, e podem esperar felicidade plena e completa quando afinal chegarem à casa do Pai.
 Oração
Senhor Jesus, já faz algum tempo que estou tentando seguir-vos como discípulo. Não tinha, nem tenho muita coisa a deixar. Mesmo assim às vezes fiquei em dívida convosco, não sendo tão generoso como deveria. Espero e confio que, apesar de tudo, completeis o que falta em minha entrega a vós. Ajudai-me a me desapegar do que ainda retarda minha caminhada como discípulo. Amém.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

“FALTOU ESPAÇO PARA O DIABO"

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
O professor deu a seguinte tarefa para seus alunos:
 “Escrever duas laudas sobre o demônio”. 
Seria um teste. Distribuiu as folhas e deu o prazo de meia hora para executar a tarefa.Um dos alunos começou assim o seu trabalho: 
“O diabo tem um grande inimigo que é Jesus”. 
E continuou citando fatos da vida de Jesus. Com isto preencheu as duas páginas solicitadas. Mas o prazo tinha expirado. E o espaço de meia hora também. Por isso anotou no rodapé:
“Faltou tempo e espaço para o diabo”. 
Lição prática: No meio de nossas atividades, jamais deixar espaço para o demônio agir.
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REFLETINDO A PALAVRA - “O dom de ser dom”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO
2044. Deus ensina amar
              Jesus define que Deus é Amor. A manifestação de Deus ao mundo se dá num ato de amor: “Nisto se manifestou o amor de Deus entre nós: Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo para que vivamos por Ele. “Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele quem nos amou primeiro e envio-nos o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10). O amor de Deus em nós é manifestado pelo Espírito que é o amor. O Espírito é o amor de Deus vivente em nós. É fonte que gera o amor. Esse amor se manifestou em Cristo como dom: “Nisto conhecemos o Amor: Que Ele deu a vida por nós. E nós também devemos dar nossas vidas pelos nossos irmãos” (1Jo 3,16). O que vemos é que o amor como dom, tornou-se somente um dado da vida cristã e não o núcleo, pois nele está Deus, o Pai que ama dando o Filho e com isso ensina a viver como Deus vive. Amor é sentimento, mas antes disso é vida e ação, é doação, é entrega e busca do outro. Somente assim podemos nos realizar na grandeza da vida cristã. Sem isso, a fé e a prática religiosa perdem o sentido e o conteúdo. Somos muito preocupados com a verdade, que seja certa e não contenha desvios. A fé é fundamental, mas, sem o amor, ela se torna uma crença vazia. Não há fé sem amor, nem amor sem fé. Por isso temos a esperança que mantém vigilante a fé e praticante a caridade. Amar é entrar em ritmo de doação e de entrega. O dom de Deus presente em nós é para que sejamos dom que conduz ao Dom. Essa é a missão do Espírito: manter viva a chama do dom da entrega pessoal.
2045. Um Espírito para todos
              Como a chuva, o Espírito vem para todos e em cada um desenvolve seu dom pessoal. O mesmo Espírito está em todos e em cada um manifesta um modo diferente de agir. Deste modo supre todo o corpo de Cristo, que é a Igreja, de todas as riquezas para que em nada Cristo seja esquecido ou ocultado. A riqueza do dom compromete a intensidade da resposta na corresponsabilidade para com todo o Corpo de Cristo. Nada falte em Cristo, no que depende de nós. A espiritualidade, tanto popular como oficial, exige igualdade. Anula-se a pessoa e se oculta o dom do Espírito. Deve haver a conjunção das forças espirituais e dos dons para o comum, mas não se justifica a anulação. O próprio Espírito Santo conduz para a formação do corpo, como nos diz S. Paulo. Vemos os membros do corpo: São todos diferentes e nenhum pode faltar. A igualdade será cada um conservar suas particularidades. Paulo diz: “O corpo não se compõe de um só membro, mas de muitos... Deus dispôs cada um dos membros no corpo, segundo sua vontade. Se o conjunto fosse um só membro, onde estaria o corpo?” (1Cor 11,1-21). Não se refere somente à pessoa, mas também ao dom que o Espírito dá. Os dons espirituais compõem o Corpo de Cristo,
2046. Como o vento
              Ninguém é dono do Espírito Santo e nem de seus dons. “O vento sopra onde quer e ouves o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito” (Jo 3,8). Vento e Espírito são a mesma palavra em grego (Pneuma). Como o Espírito é incontrolável, assim também é quem vive do Espírito. Com o Espírito se torna continuação viva de Jesus que vivia o movimento do Espírito. Por isso é preciso ser aberto e não querer enquadrar o Espírito em nossos esquemas. O Espírito é, sobretudo, Livre. Está a nosso favor, mas não é nosso empregado só para dar-nos dons. Ele dá muito serviço, pois nos torna iguais a Jesus que era puro dom do Pai e doou sua Vida.
https://padreluizcarlos.wordpress.com/

EVANGELHO DO DIA 28 DE MAIO

Evangelho segundo S. Marcos 10,17-27.
Naquele tempo, ia Jesus pôr-Se a caminho, quando um homem se aproximou correndo, ajoelhou diante d’Ele e Lhe perguntou: «Bom Mestre, que hei de fazer para alcançar a vida eterna?».Jesus respondeu: «Porque Me chamas bom? Ninguém é bom senão Deus.Tu sabes os mandamentos: "Não mates; não cometas adultério; não roubes; não levantes falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe"». O homem disse a Jesus: «Mestre, tudo isso tenho eu cumprido desde a juventude».Jesus olhou para ele com simpatia e respondeu: «Falta-te uma coisa: vai vender o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois, vem e segue-Me».Ao ouvir estas palavras, o homem ficou abatido e retirou-se pesaroso, porque era muito rico.Então Jesus, olhando à sua volta, disse aos discípulos: «Como será difícil para os que têm riquezas entrar no reino de Deus!».Os discípulos ficaram admirados com estas palavras. Mas Jesus afirmou-lhes de novo: «Meus filhos, como é difícil entrar no reino de Deus!É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus».Eles admiraram-se ainda mais e diziam uns aos outros: «Quem pode então salvar-se?».Fitando neles os olhos, Jesus respondeu: «Aos homens é impossível, mas não a Deus, porque a Deus tudo é possível».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
São Clemente de Alexandria (150-c. 215), teólogo 
Homilia «Os ricos podem salvar-se?»
«Bom Mestre, que hei de fazer para alcançar a vida eterna?»
Ignorar a Deus é morrer; pois a vida reside apenas em conhecê-Lo, viver n'Ele, amá-l'O e procurar assemelhar-se a Ele. Se quereis a vida eterna, [...] procurai antes de mais conhecê-l'O, ainda que «ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelá-l'O» (Mt 11,27). Em Deus, conhecei a grandeza do Redentor e a sua graça inestimável; pois, diz o apóstolo João, «a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo» (1,17). [...] Se a Lei de Moisés pudesse dar-nos a vida eterna, porque teria o nosso Salvador vindo ao mundo e sofrido por nós, desde o nascimento até à morte, percorrendo toda uma vida humana? Porque se teria este jovem, que tão bem cumpria desde a juventude os mandamentos da Lei, lançado aos pés de Jesus para Lhe pedir a imortalidade? Este jovem observava a Lei na sua totalidade, e a ela se ligara desde a juventude. [...] Mas percebe bem que, se nada falta à sua virtude, lhe falta contudo a vida. É por isso que vem pedi-la Àquele que pode dar-lha; está seguro de estar em regra com a Lei, mas nem por isso deixa de implorar ao Filho de Deus. [...] As amarras da Lei não o defendem adequadamente das oscilações do navio, pelo que ele deseja abandonar esta navegação perigosa e lançar âncora no porto do Salvador. Jesus não lhe censura a falta de cumprimento da Lei, mas olha-o com afeto, emocionado com a sua aplicação de bom aluno. Contudo, diz-lhe que é ainda imperfeito [...]: é bom trabalhador da Lei, mas preguiçoso para a vida eterna. A Lei santa é como um pedagogo que orienta para os mandamentos perfeitos de Jesus (Gal 3,24) e para a sua graça. Jesus é «o cumprimento da lei, para justificar todo aquele que crê n'Ele» (Rom 10,4).

OS CÂES DE SÃO BERNARDO

Bernardo de Menthon, é um santo muito original. Prestou grande serviço aos peregrinos que iam a Roma, e precisavam transpor as montanhas dos Alpes cobertos de gelo e cheios de perigos. Amestrou cães para descobrir pessoas que se perdiam no meio da neve. São chamados “cães de São Bernardo”.Construiu também uma hospedaria naquelas alturas inóspitas, para abrigar e socorrer, gratuitamente, os peregrinos necessitados de alimento e ajuda. Essa hospedaria existe até hoje.Foi assim que São Bernardo de Menthon salvou a muitos peregrinos, arriscados a morrer no gelo ou extraviados no meio das montanhas.Como estamos vendo, Deus suscita santos conforme as necessidades de cada época.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio Sauter CSsR
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Santa Ubaldesca Taccini, Virgem da Ordem de Malta - 28 de maio

Martirológio Romano: Em Pisa, da Toscana, Santa Ubaldesca, virgem, que durante cinquenta anos, desde os dezesseis de idade até sua morte, realizou de forma constante e perfeita obras de misericórdia no hospital de sua cidade. (c. 1130-1206).Santa Ubaldesca Taccini: ela protestou a um anjo que ela não tinha o dote necessário para se juntar à congregação... e esmolava nas ruas de Pisa para manter a Ordem e seus ministérios.Santa Ubaldesca Taccini é uma santa que marcou profundamente a vida espiritual de Pisa nos séculos XII e XIII, junto com Santa Bona, São Guido da Gherardesca e São Ranieri.Em um período histórico que viu a República Marítima de Pisa dominar o Mediterrâneo e os seus cidadãos gozarem de um determinado padrão de vida, a santa propôs um modelo de vida separada da vida social da cidade e estritamente fiel à mensagem de pobreza e de renúncia pregada por Jesus.Nascida em Calcinaia em 1136 de pais de condições humildes, Ubaldesca, filha única, desde jovem mostrava-se humilde e dedicado aos pais e a Jesus. Diligente na prática da oração, muitas vezes acompanhada de jejum, a Santa de Pisa se destacou especialmente pela caridade exercida junto aos pobres.
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Beata Rita Amada de Jesus

Rita Amada de Jesus, viu a luz do dia a 5 de Março de 1848 num pequeno povoado da paróquia de Ribafeita, Diocese de Viseu – Portugal. Com muito poucos dias de idade recebe o baptismo e foi-lhe dado o nome de Rita Lopes de Almeida. Cresceu num ambiente familiar muito piedoso onde à noite se fazia leitura espiritual e, desde criança, manifestou ela mesma uma especial devoção por Jesus Sacramentado, por Nossa Senhora, por S. José e carinho pelo Papa que, por essas alturas vivia vida atribulada, a ponto de se ver exilado e, poucos anos depois espoliado dos Estados Pontifícios. A maçonaria, que em Portugal, na década de trinta se apoderou dos bens eclesiásticos, mandara encerrar todas as casas Religiosas masculinas e nas femininas proibia a admissão de qualquer Noviça, concorreu para o cristianismo perder alguma vitalidade. Além disso, muitos bispos e até sacerdotes descuravam seus deveres, pelas constantes lutas políticas em que se viam envolvidos. No lar desta jovem todos, a começar pelos pais, sentia-se a ânsia de uma autêntica vivência cristã e desejo de a comunicar a outros. Deus fez nascer nela a vocação missionária para arrancar os jovens do indiferentismo, dos perigos morais e exercer apostolado entre em prol da família. Chegou a andar de aldeia em aldeia a rezar; e ensinava a rezar o terço e espalhar a vontade sincera de imitar Nossa Senhora. Encontrava pessoas de vida menos exemplar e fazia tudo quanto estava ao seu alcance para que Nosso Senhor as arrancasse do mal e as trouxesse ao bom caminho. Não tardaram ameaças de morte e até houve um homicídio frustrado.
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Santa Maria Ana de Paredes, virgem, +1645

Santa Maria Ana de Paredes nasceu em Quito, Equador, no dia 31 de Outubro de 1618. Órfã de pai aos quatro anos e de mãe dois anos mais tarde. Foi educada pela irmã mais velha. Jovem ainda, foi iniciada nos Exercícios de Santo Inácio de Loyola. Por várias vezes tentou abraçar a vida religiosa, quer como missionária no meio aos índios, quer como reclusa em algum convento. Por fim, foi apoiada pelos irmãos, que lhe deram alguns aposentos da casa, que Santa Maria Ana transformou em clausura. Passou ali a vida inteira recolhida, dedicando-se à penitência e à oração, saindo apenas para assistir à missa e para ajudar os pobres, os necessitados e consolar os infelizes. Em 1645, ofereceu a sua vida pelas vítimas da epidemia que assolava a cidade de Quito. Caindo gravemente enferma, morreu nesse mesmo ano. Foi canonizada por Pio XII, em 1950. É a primeira santa do Equador. Foi proclamada também heroína nacional.
www.ecclesia.pt

São Germano Conhecido também como São Germano de Paris.

Nasceu em Autun, Franca em 496, foi ordenado em 530 e 10 anos mais tarde foi eleito Abade do Monastério de São Sinfrônio. Em 556 ele foi para Paris e quando o bispado ficou vago ele foi nomeado Arcebispo de Paris pelo Rei Childebert I. Em nenhum modo o seu oficio mudou a sua vida de santidade e bondade. Sempre austero, ele continuamente passeava junto dos pobres e nunca os afastava e por isso a história passou a chama-lo de “pai dos pobres”. São Germano não tinha medo e certa vez acabou com uma revolta civil e mais de uma vez tentou acabar com os vícios do rei. Finalmente com a suas bênçãos e orações ele curou o Rei Childebert I de uma terrível doença e acabou convertendo-o para o cristianismo terminando assim com sua licenciosidade e sua injustiça para com os pobres. Quando ele faleceu o grande poeta Venatius Fiortunatus escreveu uma peça sobre sua vida e pelos seus inúmeros milagres, ele foi declarado um vigoroso santo e canonizado em 754 DC. A Abadia de Saint Germain-des-Prés foi de fato fundada pelo santo com a ajuda o Rei Childebert em 553 DC. São Germano consagrou-a a São Vicente e a sagrada Cruz.
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ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 28 DE MAIO


Pe. Flávio Cavalca de Castro, redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
28 – Segunda-feira – Santo Emílio
Evangelho (Mc 10,17-27) “Veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: ─ Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?”
Interessante como Marcos diz que o rapaz ou homem foi correndo ao encontro de Jesus. Estava ansioso, queria saber logo o que Deus esperava dele. Como tantas vezes acontece conosco; generosamente queremos saber que devemos fazer, que caminho precisamos seguir. Quando o descobrimos, porém, facilmente nos falta a coragem de seguir o que nos parece ser a vontade de Deus.
Oração
Senhor Jesus, a cada momento tenho de procurar saber o que esperais de mim, e tomar decisões. Reconheço que muitas vezes não tenho coragem de fazer o que me parece ser vossa vontade. Perdoai-me, livrai-me do medo de me deixar envolver totalmente por vós. Quero, com vossa ajuda, arriscar-me a vos seguir mais generosamente, deixando tudo que for preciso deixar. Amém.

domingo, 27 de maio de 2018

ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
Certa comunidade entrou em desacordo, formando dois partidos. Ninguém queria ceder. Resolveram recorrer a um velho lavrador, carregado de experiência. Reuniu os dois grupos e disse: 
- Irmãos, o problema que me apresentaram é muito grave. Nossos antepassados costumavam resolver coisas importantes fazendo primeiro uma oração. Convido vocês a rezarem comigo. 
Todos tiraram o chapéu e começaram: 
- Em nome do Pai e do Filho... Pai nosso que estais no céu... 
Ao chegar no “perdoai-nos as nossas ofensas...” ele interrompeu a oração, olhou firme para todos, e disse com muita ênfase: 
- Paremos por aqui porque não podemos continuar. Primeiro temos que perdoar. Assentemo-nos para refletir e resolver. 
Ali mesmo deram-se as mãos e selaram a paz. O velho lavrador disse alegremente: 
- Agora sim, podemos continuar. 
Todos se levantaram e de mãos dadas terminaram dizendo: 
-Assim como nós perdoamos aos que nos tem ofendido... ” 
E cantaram o “abraço da paz”. 
Palavra de Deus: Perdoai nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido (Mt 6,12).
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Homilia da Santíssima Trindade ( 27.05.18)

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO
“Santíssima Trindade” 
Trindade, uma família!
            Celebramos a festa da Santíssima Trindade. A festa está fora do Tempo Pascal, mas é celebrada logo a seguir. O motivo: Não celebramos um fato da História da Salvação como Memória, mas celebramos o Pai que envia seu Filho para a Salvação e o Espírito Santo que santifica os corações, isto é, leva-os a viver a graça da salvação trazida por Cristo e deixada para nós como Vida. O mistério de salvação que envolve todos os tempos, quer mostrar quem é o Deus que nos escolheu e nos amou em Cristo. É o Deus que Se manifestou e chamou-nos a participar de sua vida. Sabemos que Deus criou o homem para manifestar nele a sua bondade. O pecado do homem foi também um momento de manifestar sua misericórdia. Comunhão não só no futuro, mas agora na comunidade. Deus é comunhão. Temos o costume de dizer família para a Santíssima Trindade, mas é um termo frágil. Melhor é usar o termo comunhão de vida das três Pessoas Divinas. A vida íntima da Trindade orienta nossas famílias no modo de viver. É uma abertura permanente das Pessoas Divinas, uma à outra. É igualmente acolhimento de tudo o que uma Pessoa Divina tem em Si. É a humildade de saber amar, acolher e oferecer amor. A festa de hoje convida à adoração das Três Pessoas Divinas.  É um mistério que jamais poderemos alcançar com totalidade, pois somos humanos. É um mistério aberto à nossa pequenez que sempre convida a um maior conhecimento e comunhão.
Grava no teu coração
            Como viver em nossa fragilidade a comunhão com o Deus amor? Recordando os benefícios que fez conosco. O livro do Deuteronômio nos traz essa bela expressão: “Reconhece, pois, hoje, e grava-o em teu coração, que o Senhor é o Deus lá em cima no céu e cá embaixo na terra”. Não é um Deus distante. É um Deus presente com a criação, a libertação do Egito e a presença permanente entre nós. Nosso coração deve estar sempre atento ao bem que recebemos. Acima de tudo que possa haver na terra, Ele é o Deus que Se comunicou. Não é um deus feito pelo homem, mas o homem que é feito por Deus, à sua imagem e semelhança, como lemos em Gênesis 1,26-27. Saímos das mãos de Deus, e caminhamos amparados por elas. No livro do Êxodo temos a imagem do carinho de Deus para com seu povo: “De dia era uma coluna de nuvens e de noite uma nuvem de fogo” (Ex 13,21). Era como sentiam essa presença tão preciosa do Deus que desceu para ver o seu sofrimento no Egito e libertá-lo (Ex 3,8). Essa linguagem é o que acontece conosco. Assim Deus cuida de nós. Assim nós O percebemos em outra linguagem. Por isso é preciso contemplar sua obra em nosso favor e gravá-la em nosso coração.
Abbáh Pai
            Vivemos a condição de filhos. Essa é a maior libertação que recebemos de Deus em nosso caminhar humano: “Somos chamados de filhos e de fato o somos” (1Jo 3,1). Ser filho em total participação da natureza e condições de herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Os israelitas foram libertados e conduzidos a uma terra. Nós somos libertados e conduzidos ao coração do Pai. Podemos chamá-Lo carinhosamente com o nome Abbah que significa Paizinho. Participamos do mistério redentor de Cristo: “Se realmente sofremos com Ele, é para sermos também glorificados com Ele” (Rm 8,15.17). Celebrar a Trindade não é somente reverenciar um Mistério, mas fazer-se participante. Fazendo o Sinal da Cruz, nós o abraçamos e colocamos em nossa vida.
Leituras: Deuteronômio 4,32-34.39-40; Salmo 32; Romanos 8,14-17;Mateus 28,16-20.                                       
1.  Celebramos a Trindade que é comunhão de vida que se comunica.
2.  É um Deus presente, desde a criação, libertação e vida atual.
3.      Celebrar a Trindade é reverenciar um Mistério e fazer-se participante dele. 
            Lar doce lar 
            Clamamos nos salmos o desejo de morar sempre na casa do Senhor (Sl 27,4). Era o sonho de todos que amavam a Deus. Um dia na casa do Senhor vale mais que mil fora dela (Sl 84, 10). Se essa presença era o grande atrativo para ir a Jerusalém... Cantavam: “Que alegria quando me disseram: vamos à casa do Senhor” (Sl 121,1). E nós... que temos essa presença em todas nossas Igrejas? Muito bom, mas estamos em melhor condição.
            Estar na casa de Deus é permanecer com Ele, pois está em nós. Não precisamos sair de casa para tê-Lo, encontrá-Lo, gozar de sua presença. Ele é o mais íntimo no meu íntimo.
Por isso, o grande empenho que temos que fazer, é buscá-Lo em nós mesmos.
            Somos sacrários vivos da Eucaristia. Somos casa de Deus, pois Jesus disse: “Se alguém me ama, guardará minha palavra e meu Pai o amará e a Ele viremos e Nele estabeleceremos morada” (Jo 14,23).
            O caminho espiritual deve partir dessa presença amorosa e permanente de Deus em nós. Fora disso, é só vazio.

EVANGELHO DO DIA 27 DE MAIO

Evangelho segundo S. Mateus 28,16-20.
Naquele tempo, os onze discípulos partiram para a Galileia, em direção ao monte que Jesus lhes indicara. Quando O viram, adoraram-n’O; mas alguns ainda duvidaram. Jesus aproximou-Se e disse-lhes: «Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
Venerável Pio XII (1876-1958), papa 
Alocução aos padres de Roma e aos pregadores de Quaresma, 
17 de fevereiro de 1942
«Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos»
Cristo, nosso advogado (1Jo 2,1), está sentado à direita do Pai. Deixou de ser visível, na sua natureza humana, entre nós. Mas dignou-Se permanecer connosco até à consumação dos séculos, invisível sob as aparências do pão e do vinho, no sacramento do seu amor. É o grande mistério de um Deus presente e escondido, deste Deus que virá um dia julgar os vivos e os mortos. É para este grande dia de Deus que avança a humanidade no seu todo, dos séculos passados, do presente e do futuro. É para este dia que avança a Igreja, mestra de fé e de moral para todas as nações, batizando em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. E nós, assim como cremos no Pai, Criador do Céu e da Terra, no Filho, redentor do género humano, também cremos no Espírito Santo. Ele é o Espírito que procede do Pai e do Filho, como seu amor consubstancial, prometido e enviado por Cristo aos apóstolos no dia de Pentescostes, virtude do alto que os enche. Ele é o Paráclito e o Consolador que permanece com eles para sempre, Espírito invisível, desconhecido do mundo, que lhes ensina e lhes recorda tudo o que Jesus lhes disse. Mostrai ao povo cristão o poder divino e infinito deste Espírito criador, dom do Altíssimo, distribuidor de todos os carismas espirituais, consolador cheio de bondade, luz dos corações, que, nas nossas almas, lava o que está sujo, rega o que é árido, cura o que está ferido. D'Ele, amor eterno, desce o fogo da caridade que Cristo quer ver acendida neste mundo; esta caridade que torna a Igreja una, santa, católica, que a anima e a torna invencível no meio dos assaltos da sinagoga de Satanás; esta caridade que une na comunhão dos santos; esta caridade que renova a amizade com Deus e redime o pecado.

DIA 27 DE MAIO – O APÓSTOLO DA GRÃ BRETANHA

Quando o Papa São Gregório Magno planejou evangelizar a tão esquecida Grã Bretanha, pensou em Frei Agostinho (séc. VII). Era Prior do mosteiro de Santo André em Roma, vivia no meio de seus confrades, entregue à oração e contemplação. Para grande surpresa, recebeu esta missão gigantesca: Levar o Evangelho para as longínquas ilhas britânicas. Reunindo quarenta monges, Agostinho partiu, cheio de esperança e zelo. A turma de jovens e ardorosos missionários chegou no ano de 597, após uma viagem longa e penosa. Felizmente foram bem recebidos pelo rei Etelberto, cuja esposa já professava clandestinamente a fé católica. Com seu apoio, Agostinho fundou numerosas igrejas e comunidades, abadias e mosteiros no reino de Kent. Milhares de pessoas, desde os nobres até os pobres, todos acudiam para ouvir a palavra inflamada dos missionários e ser batizados. O trabalho de Agostinho e seus missionários produziu os melhores frutos. Pode-se afirmar tranqüilamente que Santo Agostinho de Cantuária foi na Grã Bretanha, o que São Patrício foi na Irlanda, e São Bonifácio na Alemanha: plantador corajoso da primeira semente do Evangelho. Morreu no ano 604.
E nós, quando começaremos a trabalhar para Ele? Após conhecer tantos exemplos, o que estamos esperando ainda?
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa-Venerável Padre Pelágio CSsR
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Santa Bárbara Kim

Durante a dura perseguição estatal contra a Igreja Católica na Coreia, estas católicas morreram no cárcere por defenderam sua fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Além de perderem a liberdade, elas morreram de tifo na prisão. Bárbara Kim e Bárbara Yi faleceram em 1839. Bárbara Kim Obi nasceu em 1805, em Shi-heung, província de Kyonggi; sua família era pobre, mas católica de grande devoção. Embora relutasse em casar-se, seu pai insistiu e ela finalmente desposou um pagão que não pensava em se converter. Ele permitiu que ela batizasse a filha, mas os filhos não. Ela teve muitos problemas religiosos com o marido até a morte dele. Aos 30 anos tornou-se criada em uma casa onde pode aderir de todo coração a Deus. Após a morte do marido se dedicou à oração e as boas obras; com a chegada de sacerdotes à região, pode tê-los como seus diretores espirituais. Bárbara Yi nasceu em Ch'ongp'am, Seul, em 1825. Era sobrinha de Santa Madalena Yi Yong-hui e de Santa Bárbara Yi Chong-hui, que também deram a vida pela fé e foram canonizadas com a sobrinha. Esta jovem martirizada aos 15 anos fora viver com as tias por ocasião da morte de seus pais. Estas Santas foram beatificadas por Pio XI em 5 de julho de 1925 e canonizadas por João Paulo II em 6 de maio de 1984.
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