domingo, 12 de janeiro de 2025

EVANGELHO DO DIA 12 DE JANEIRO

Evangelho segundo São Lucas 3,15-16.21-22. 
Naquele tempo, o povo estava na expectativa e todos pensavam em seus corações se João não seria o Messias. João tomou a palavra e disse-lhes: «Eu batizo-vos com água, mas está a chegar quem é mais forte do que eu, e eu não sou digno de desatar as correias das suas sandálias. Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo». Quando todo o povo recebeu o batismo, Jesus também foi batizado; e, enquanto orava, o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corporal, como uma pomba. E do céu fez-se ouvir uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
São Cirilo de Jerusalém 
(313-350) 
Bispo de Jerusalém, doutor da Igreja 
Catequese batismal n.º 3, 11-12 
Jesus santificou o batismo e divinizou-nos 
Jesus santificou o batismo deixando-Se batizar. Se o Filho de Deus foi batizado, nenhum homem piedoso desprezará o batismo. Ele não foi batizado para receber o perdão dos seus pecados, pois não tinha pecado, mas foi batizado sem ter pecado para conferir graça e dignidade divinas aos batizados. Uma vez que «os filhos dos homens têm o mesmo sangue e a mesma carne» (Heb 2,14) para que, participando da sua presença corporal, nos tornássemos também participantes da sua graça divina, assim também Jesus foi batizado para que uma nova participação nos conferisse a honra e a salvação. Desces à água carregando os teus pecados, mas a invocação da graça sela a tua alma, não permitindo que sejas engolido pelo dragão terrível. Desces morto em pecado e sobes vivo em justiça. Com efeito, se foste enxertado na semelhança da morte do Salvador, também serás julgado digno da ressurreição. Pois assim como Jesus sofreu por ter tomado sobre Si os pecados do mundo para te ressuscitar em justiça depois de ter feito morrer o pecado, assim também, depois de teres sido mergulhado na água e, de certo modo, sepultado nas águas como Ele foi na rocha, tu ressuscitas para «uma vida nova» (Rm 6,4).

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