domingo, 3 de junho de 2018

JOÃO ROMÁN GRANDE Religioso, Fundador, Santo 1546-1600

João Román Grande nasceu em Carmona, Sevilha, Espanha, no sábado, 6 de Março de 1546. Seus pais eram Cristóvão Grande e Isabel Román, casal muito cristão. Foi baptizado pelo padre Andrés Muñoz.Seu pai, um artesão de profissão, morreu quando João tinha apenas 11 anos.Recebeu uma educação cristã profunda, em primeiro lugar na família, e a partir de sete anos como menino do coro da sua paróquia.A sua formação pessoal e profissional foi concluída no Sevilha, onde aprendeu o ofício de roupeiro e de tecelão. Aos 17 anos voltou para casa e estreou-se no negócio como vendedor de tecidos. Pouco depois, este mesmo ofício o fez entrar numa profunda crise espiritual.
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JUAN DIEGO CUAUHTLATOATZIN Leigo, vidente de Guadalupe (1474-1548)

Juan Diego nasceu em 1474 em Cuauhtitlan (México). O seu nome era Cuauhtitlantoadzin; baptizado em 1524, com 50 anos de idade, mudou o nome para Juan Diego segundo o hábito dos missionários que davam o nome de João a todos os baptizados, acrescentando-lhe outro particular, neste caso Diogo, conservando entretanto o nome indígena.O seu baptismo foi fruto de uma convicção profunda, mudando o seu pensamento, o seu ser e o seu modo de vida. Também se baptizaram alguns dos seus parentes, entre os quais um tio a quem foi dado o nome de João Bernardino e sua esposa recebeu o nome de Maria Lúcia. O missionário responsável pela evangelização e catequização desta tribo foi o franciscano Frei Toríbio de Benavente. Juan Diego tornou-se um cristão fervoroso e fazia um percurso de vinte quilómetros, na ida e volta, para participar na santa Missa em Tlatelolco. Aproveitava estas celebrações para aumentar a sua instrução religiosa e, ao mesmo tempo, venerar a Virgem Mãe de Jesus. Isto revela a profundidade da sua fé e Juan Diego começou a ser conhecido como homem piedoso, de intensa espiritualidade, amigo da oração e concentrado na meditação dos mistérios religiosos.
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Santa Clotilde

Nasceu em Lion na França em 474 e foi a matriarca de uma família de santos. Sua bisneta foi Santa Bertha e seu neto foi São Clodoaldo e ela converteu seu marido o Rei Clovis ao cristianismo. Ela era neta do Rei Chilperic de Burgundy e nasceu quando da queda do império romano. Toda a Europa ocidental estava tomada pelos bárbaros e as catedrais e monastérios eram a única influencia da civilização ainda existente. Cerca dos anos 492, Clotilde casou-se com Clovis, Rei dos Francos que foi atraído pela sua beleza e sabedoria. De acordo com São Gregório de Tours, ela foi o elo para levar o seu marido para o cristianismo, e expandir a influencia o cristianismo na época. Mas quando o seu primeiro filho morreu logo após o batismo, o Rei Clovis fez uma indevida conexão entre o batismo e a sua morte e foi preciso grande luta e sabedoria de Santa Clotilde para convence-lo do contrário. Finalmente ele foi convencido, quando ela fez com que ele orasse antes da difícil batalha de Alemanni, a qual ele venceu com facilidade.
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Santa Camila Batista de Varano, Virgem religiosa da Segunda Ordem

     Nasceu em Camerino a 9 de abril de 1458. Filha de Júlio César Varani, típica figura de um homem do renascimento, Duque de Camerino, e de uma certa dama, Francisca de Mestro Giacomo de Malignis, antes das núpcias de seu pai com Joana Malatesta, de Rímini (conhecida como beata Joana ou Jane Malatesta).
     Bem cedo Camila foi levada ao Palácio dos Varani, família ilustre que desde a metade do século XIII dominava a cidade e o ducado de Camerino. Foi reconhecida como filha de Júlio César, e como tal, amada de modo particular. Também Joana acolhe-a com maternal afeto: o relacionamento que as duas mantêm é uma das realidades mais belas da infância e da juventude de Camila. Entre os 8 e 9 anos foi imensamente atraída por uma pregação do franciscano Domenico de Leonessa (observante) sobre a Paixão de Jesus. Fez voto de meditar todas sextas-feiras os sofrimentos do Senhor e de verter ao menos uma “lagrimazinha”.
     Depois de 1476, em contato com Frei Francisco de Urbino, começou a maturar sua vocação para a vida religiosa, diante da qual relutou muito. Depois de ter-se decidido, passou por sérias dificuldades e contrariedades vindas da parte dos parentes, de modo especial de seu pai. Desejam para ela um casamento que favoreça a política do ducado. Em 1481, ingressou finalmente no Mosteiro de Clarissas Urbanistas da cidade de Urbino. Estava então com vinte e três anos. Ao receber o hábito religioso, recebeu também o nome de Batista, tão corrente na época. Em 1482, fez sua profissão religiosa em circunstâncias para ela demais difíceis, tanto que ao escrever sua autobiografia, chama de “amarga profissão”.
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ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 3 DE JUNHO

Pe. Flávio Cavalca de Castro, redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
3 – 9º Domingo Comum –  São Carlos Lwanga
Evangelho (Mc 2,23-3,6) “Os discípulos arrancavam espigas ao passar. Os fariseus disseram: – Por que eles fazem no sábado o que não é permitido?”
Os fariseus eram rígidos na interpretação literal da lei, dando valor absoluto a todos os preceitos e proibições. Não se importavam com o porquê do mandamento. Jesus mostra outra maneira de olhar para a lei: o mais importante é procurar a Deus e cuidar do bem das pessoas. A lei não existe para nos escravizar, dificultar ou impedir nossa felicidade, mas para nos fazer livres e felizes. A narrativa de Marcos também chama nossa atenção para um outro aspecto: nossa maneira e ver, interpretar e julgar o que fazem nossos irmãos. Facilmente nosso julgamento é contaminado por nossos preconceitos, por nossos critérios subjetivos, e por uma rigidez que não aplicamos a nosso próprio agir. Jesus convida-nos a deixar de ser juízes, e antes de tudo tentar compreender os outros.
Oração
Senhor, vossos mandamentos não são imposições arbitrárias só para nos contrariar. Mostram onde está nossa felicidade e o caminho para a conseguir. Iluminai meu coração, dai-me um amor muito grande por vós, e serei livre, e descobrirei a felicidade que é estar entre vossos filhos. Ensinai-me também a amar intensamente meus irmãos, olhando sempre em primeiro lugar para suas qualidades, tentando entender suas motivações, e supondo neles as melhores intenções. Afastai-me dos julgamentos rígidos e precipitados. Sei que me julgareis com a mesma severidade com que os julgar. Isso me dá medo. Por isso vos peço, dai-me um coração misericordioso, tolerante e capaz de muito desculpar. Amém.

sábado, 2 de junho de 2018

SANTO ANÍBAL MARIA DE FRANCIA

ANÍBAL MARIA DE FRANCIA (1851-1927) italiano de Messina. Ainda era diácono quando o encontro providencial com um mendigo o fez descobrir um dos arrabaldes mais pobres e mal afamados de Messina, tido por todos como “terra maldita”, covil de todas as misérias.Depois da ordenação pediu licença para morar naquela periferia, fazendo dela o campo do seu apostolado de promoção humana e evangelização. Foi lá que ele começou a fundação de inúmeras obras sociais, visando principalmente a infância e a juventude.Embora sendo de família nobre, fez-se mendigo, indo de porta em porta a fim de pedir ajuda para suas obras. Estas obras foram se desdobrando em sindicatos, centros de formação profissional, colonias agrícolas, escolas de todo o tipo. Foi um grande propagador das vocações sacerdotais e religiosas.É o fundador dos padres rogacionistas. Foi beatificado em 1990.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
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CAMA ESTREITA DEMAIS

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
Um peregrino que se encaminhava para um Santuário da Bahia, parou numa casa muito pobre e pediu uma cama a fim de passar a noite. Queria sair no dia seguinte, bem de madrugada. Deram-lhe um quarto pequeno (o melhor da casa) e uma cama estreita (a melhor que possuíam). Por infelicidade o peregrino tinha um corpo bem avantajado.Durante a noite ouviram-no dizer baixinho, várias vezes: 
-Isaías 28,20. 
Que mistério era esse? Será que ele estaria lendo a Bíblia?Quando amanheceu o dia, o peregrino misterioso já estava longe. O casal, querendo desvendar o mistério do “Isaias 28,20”, abriu a Bíblia no lugar citado e leu: 
-“A cama era tão estreita que não dava para dormir, e a coberta tão curta que não dava para se cobrir”. 
O casal riu a mais não poder. 
Palavra de vida: Tem gente que sabe a Bíblia de cor. Além de saber de cor, sabe aplicá-la nas mais diversas circunstâncias da vida. Muitas vezes, até de maneira humorística.
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REFLETINDO A PALAVRA - “Deus ressuscitou ao terceiro dia”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO
Abristes as portas da Eternidade
               Na Quaresma, de modo particular na Vigília Pascal, fomos ricamente instruídos pela Palavra de Deus para conhecer e participar melhor do Mistério que celebramos. O próprio Jesus tinha consciência que cumpria o que a lei de Moisés, os salmos e os profetas falavam Dele (Lc 24,44). Proclamando na celebração as profecias, torna-se presente e atuante o que é proclamado. Não se trata só de ler um texto, mas de anunciar uma presença. Com razão exclamam os fiéis: “Na verdade o Cristo ressuscitou! Aleluia! A Ele o poder e a glória pelos séculos eternos” (Antífona). A força da Ressurreição animou e sustentou a Igreja pelos séculos. Por isso se alegra com entusiasmo. Neste Domingo de Páscoa lemos a narrativa sobre o túmulo vazio. Madalena vê e comunica a Pedro e João que vão ao túmulo. Não descreve a Ressurreição, mas oferece um texto denso de símbolos: Diz que foi no primeiro dia da semana. Refere-se ao primeiro dia da nova criação. Jesus é chamado de Senhor (Kýrios), palavra em que se reconhece Cristo como Deus. Nele contemplamos Deus. Pedro, ao entrar no túmulo viu o pano que cobrira o rosto de Jesus colocado de lado. O rosto de Deus não está velado para nós. Há também a dupla reação: Pedro viu, João viu e acreditou. Por que essa diferença? Não tinham ainda compreendido a Escritura. Como João se intitula discípulo amado, entendemos que é pelo amor que se crê. Na oração rezamos que a Ressurreição é a vitória total da morte que cobria o mundo. Morte que foi provocada pelo pecado. Cristo crucificou o pecado na cruz, nos diz Paulo, abrindo assim para nós a eternidade (Cl 2,14). Não estamos habituados com a Ressurreição, por isso não temos o encanto por esse mistério. Participamos da dor, participemos também a alegria e da glória.
Ressuscitamos para a Vida Nova
               Mistério Pascal de Cristo implica também em nossa participação. Esta participação é mística, isto é, realizada em símbolos materiais e acontecida em nós pela fé. Deste modo, como estivemos unidos a Cristo a uma morte semelhante à sua, somos uma só coisa com Ele na Ressurreição (Rm 6,5). “Se morremos com Cristo, temos fé que também viveremos com Ele” (8). E Paulo completa: “Assim considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus”(11). Esta morte nós a realizamos no Batismo que simbolicamente significa passagem da morte para a Vida. Ao sair da água, está indicando a vida nova. “Todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados. Pelo batismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos a Vida Nova” (3-4). Todos os sacramentos nos dão a Vida Nova que é a participação da Vida que Cristo.
Buscai as coisas do alto
               O Mistério Pascal de Cristo tem consequência na vida como o foi na vida de Jesus. Diante do romano Cornélio, ao testemunhar quem era o Cristo, Pedro diz: “Ele andou por toda parte fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com Ele” (At 10,38). Neste sentido, a liturgia proclama a carta de Paulo aos Colossenses: “Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto” (Cl 3,1). A fé pura, só existe quanto tem a densidade do amor, pois fé, esperança e caridade são três virtudes que não existem isoladas. Por isso temos o mandamento de Jesus: “Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida apor seus amigos” (Jo 15,12-13).

EVANGELHO DO DIA 2 DE JUNHO

Evangelho segundo S. Marcos 11,27-33.
Naquele tempo, Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Quando Ele andava no templo, aproximaram-se os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciãos, que Lhe perguntaram:«Com que autoridade fazes isto? Quem Te deu autoridade para o fazeres?»Jesus respondeu: «Vou fazer-vos só uma pergunta. Respondei-Me e Eu vos direi com que autoridade faço isto.O batismo de João era do Céu ou dos homens? Respondei-Me».Eles começaram a discorrer, dizendo entre si: «Se dissermos: "É do Céu", Ele dirá: "Então porque não acreditastes nele?"Vamos dizer-Lhe que é dos homens?». Mas eles temiam a multidão, pois todos pensavam que João era realmente um profeta.Então responderam: «Não sabemos». Disse-lhes Jesus: «Também Eu não vos digo com que autoridade faço isto».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
São Pedro Crisólogo (c. 406-450), 
bispo de Ravena, doutor da Igreja 
Sermão 167; CCL 248, 1025; PL 52, 636
«João Batista veio até vós [...] e não acreditastes nele» (Mt 21,32)
«João Batista proclamava: "Arrependei-vos porque está próximo o reino dos céus"» (Mt 3,1). [...] Bem-aventurado João, que quis que a conversão precedesse o julgamento, que os pecadores não fossem julgados mas recompensados, que os ímpios entrassem no Reino e não na punição. [...] Quando foi que João proclamou esta iminência do reino dos Céus? Quando o mundo estava ainda na sua infância [...]; mas para nós, que hoje proclamamos essa iminência, o mundo está extremamente velho e cansado. Perdeu as forças, perde as faculdades; os sofrimentos acabrunham-no [...]; clama o seu enfraquecimento, ostenta todos os sintomas do fim. [...] Vamos a reboque de um mundo que se evade; esquecemos os tempos que aí vêm. Estamos ávidos de atualidade, mas não temos em consideração o julgamento que se aproxima. Não acorremos ao encontro do Senhor que chega. [...] Convertamo-nos irmãos, convertamo-nos depressa. [...] O Senhor, pelo facto de tardar, de ainda esperar, revela o seu desejo de nos ver voltar para Ele, o desejo de que não pereçamos. Na sua grande bondade, continua a dirigir-nos estas palavras: «Não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim na sua conversão, de maneira que ele tenha a vida» (Ez 33,11). Convertamo-nos, irmãos; não tenhamos medo de o tempo estar a acabar. O tempo do Autor do tempo não pode ser encurtado. A prova disso é aquele malfeitor do Evangelho que, na cruz e na hora da sua morte, escamoteou o perdão, se apoderou da vida e, ladrão do paraíso com arrombamento, conseguiu entrar no Reino (Lc 23,43).

2 DE JUNHO - APÓSTOLO DOS EMIGRANTES

João Batista Scalabrini (1839-1905) – Esta era sua filosofia de vida: «dar-se tudo a todos»... Em 1876, com apenas 37 anos, foi nomeado bispo de Placência. Nos seus 35 anos de trabalho pastoral visitou pelos menos cinco vezes as 365 paroquias da diocese. Era a epoca das emigrações para as Américas. Ele não podia ficar insensível a esses problemas. Impressionado com a multidão que viu um dia embarcar na estação de Milão, fundou a Congregação dos Missionários e Missionárias de São Carlos para cuidar dos emigrantes. Foi beatificado em 1997. 
SANTA BLANDINA -Foi uma das muitas vítimas. Era empregada doméstica e escrava. Querendo demovê-la de suas idéias cristãs, submeteram-na a torturas horríveis durante um dia inteiro. Blandina, embora fraca e doentia, resistiu heroicamente. A tradição teceu muitas histórias em torno de Blandina. Foi levada ao anfiteatro, amarrada num tronco e deixada ao sabor de animais ferozes que, em vez de devorá-la, deitaram-se mansamente aos seus pés. Após muitas torturas foi passada a fio de espada. Mais uma vez Deus confundiu os fortes através dos fracos. 
PEDRO E MARCELINO - A notícia mais antiga do seu martírio nos foi transmitida pelo Papa Dâmaso (+384), que a recolheu da boca do próprio carrasco. Segundo o Papa, o juiz determinara que os dois mártires fossem decapitados no meio da mata para que suas sepulturas ficassem ocultas. Levados para o lugar do suplício, tiveram que preparar sua sepultura com as próprias mãos. Ali ficaram seus corpos, até que a piedosa dona Lucilla, tendo sabido do aconteci do, apressou-se em transferi-los para um lugar mais decente.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio CSsR
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SANTOS MARCELINO E PEDRO

Esta página da história da Igreja foi-nos confirmada pelo próprio papa Dâmaso, que na época era um adolescente e testemunhou os acontecimentos. Foi assim que tudo passou. Na Roma dos tempos terríveis e sangrentos do imperador Diocleciano, padre Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, exorcista, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive pelos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. Isso porque os mais visados eram os líderes da nova religião e os que se destacavam como exemplo entre a população.
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Santo Erasmo Também conhecido como São Elmo

Ele é um dos 14 santos ajudantes. Ele foi bispo de Formiae em Campania, Itália. Fugiu para o monte Líbano durante as perseguições do Imperador Diocleciano (284-305). Era alimentado por um corvo e assim conseguiu ficar um bom tempo escondido. Descoberto, foi feito prisioneiro e libertado por um anjo. Recapturado foi martirizado para renegar a sua fé. Suas relíquias estão conservadas no templo de São Erasmus em Gaeta desde 842DC. Uma luz azul –chamada luz de São Elmo- visível no mastro de um navio antes e depois de uma tempestade tem este nome em homenagem a associada a Santo Erasmus. Ele foi martirizado e imerso em óleo fervendo e diz a tradição que um anjo aparecia para dar a ele sua paz e coragem. Seu intestino foi retirado e enrolado em uma espécie de molinete e como não renegasse sua fé o procônsul encarregado do martírio furioso ordenou que fosse esquartejado, isto em 303 DC. É protetor contra as doenças intestinais e padroeiro dos marinheiros. Sua festa é celebrada no dia 2 de junho.

ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 2 DE JUNHO

Pe. Flávio Cavalca de Castro, redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
2 – Sábado – São Marcelino
Evangelho (Mc 11,27-33) “Vou uma só pergunta. Se me responderdes, eu direi com que autoridade faço isso. O batismo de João vinha do céu ou dos homens?”
Jesus usa com os adversários o método de discussão dos rabinos. Mas não é isso que nos interessa. Duas coisas podemos aprender com essa passagem. Primeira, para ter fé, é preciso 
estar disponível para Deus. Segunda, só podemos acreditar em Jesus se somos iluminados pela graça de Deus. A fé não é resultado de nossos raciocínios. É uma entrega baseada na confiança e no amor.
Oração
Senhor meu Deus, creio em vós. Mas, de vez em quando, tenho dificuldade em aceitar o rumo que dais a minha vida. Preciso ter mais confiança em vós, e entregar-me mais tranquilamente em vossas mãos. Aumentai minha fé, para perceber mais claramente o que esperais de mim. Mas também me dai prudência para saber discernir o que de fato quereis de mim. Senhor, confio em vós. Amém.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

CONTRABANDO NO CÉU?

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
Certo dia, caminhando com São Pedro pelas alamedas floridas no céu, Jesus notou no meio dos bem-aventurados, algumas pessoas que tiveram conduta muito duvidosa na terra. Apontando para este e aquele, jogou uma saraivada de perguntas em cima de São Pedro, o velho porteiro: 
- Quem são esses sujeitos aí? Nunca os vi na igreja. Nunca os vi fazendo alguma coisa que prestasse. Por onde passaram? 
- Eu não estou sabendo de nada, Jesus. 
- Você não é meu porteiro de confiança? Quantas portas temos aqui? 
- Uma só, Jesus. Não sei de outra. 
- Então! Como se explica essa invasão? Não relaxe o seu ofício de porteiro. Se quiser aumento de salário, fale sem rodeios. 
- Jesus, respondeu Pedro com firmeza, eu vigio bem a porta. Enquanto eu saiba, não existe outra. Quer que lhe explique toda a verdade? Só me admiro como o senhor ainda não viu. Ou não quis ver. 
Aproximando-se mais de Jesus e segredando no seu ouvido para que ninguém escutasse, continuou:
- Eu fecho bem a porta, mas... sua Mãe abre a janela. 
Palavra de vida: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém!
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MARIA-MÃE DE TODOS OS POVOS

REFLETINDO A PALAVRA - “Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO
Fazendo memória
            Não assistimos a uma Semana Santa. Devemos dizer: Celebramos o Mistério Pascal de Cristo, isto é, sua Vida, Morte, Ressurreição, Ascensão e Glória junto ao Pai. Ao celebrarmos tão preciosa presença redentora de Jesus, Filho de Deus, aprendemos e participamos de seu Mistério. A participação nos dá a Vida. Pela fé realiza-se em nós o que aconteceu em Jesus. Cristo vive em nós e nós vivemos sua Vida. Isto acontece pela Memória que torna presente o que aconteceu em Cristo. O termo memória é próprio da celebração cristã, vinda do judaísmo. Moisés manda celebrar a Páscoa na saída do Egito. Isso será um memorial para vós (Ex 12,14). O judeu, ao celebrar a Páscoa, diante do pedido de explicação do porquê da celebração, responde: “Eu era prisioneiro do Egito e Deus com mão forte me salvou” (Ex 12,26-27). Paulo ensina: “Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória. Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor até que Ele venha” (1Cor 11,25). Paulo diz que recebeu esse ensinamento pela tradição. Jesus dissera na Ceia: “Fazei isto em minha memória (Lc 22,19). É o Espírito quem realiza a Memória. Pela Palavra de Deus conhecemos o Mistério. Por nossa adesão de fé estamos em Cristo. Vivemos Seu Mistério e o anunciamos por nossas atitudes e palavras. Participar não é ir à Igreja, mas deixar que o Espírito nos conduza. Não estamos fazendo de conta na Celebração. O ato litúrgico tem a presença do que aconteceu com Jesus. Não é uma repetição do fato acontecido, mas presença de sua ação redentora. Pois Ele mandou que fosse assim.
Um caminho de redenção
            A oração do inicio da celebração da Sexta-Feira Santa nos leva a dizer: “Ó Deus, foi por nós que o Cristo, vosso Filho, derramando o seu sangue, instituiu o mistério da Páscoa. Lembrai-vos sempre de vossas misericórdias e santificai-nos pela vossa constante proteção”. Celebramos um único Mistério na Ceia, na Morte, Sepultura e Ressurreição. É a passagem (Páscoa) de Cristo ao Pai. Cristo realizou a redenção da humanidade de uma vez por todas ao entregar-se ao Pai pelo mundo. Cristo, em sua Páscoa, uniu a Si todos nós. Ninguém ficou ausente de seu sacrifício. Ele levou cativo o cativeiro (Ef 4,8), isto é, tomou para Si os que eram prisioneiros do mal. Jesus não é um personagem a mais da história. Ele é a presença de Deus que a restaura. Ao celebramos os sacramentos, de modo particular a Eucaristia, temos presente e participamos misticamente de todos os bens espirituais que nosso Redentor nos conquistou. Ele venceu o mal e a morte.
Até que Ele venha
            A Semana Santa não se mede pela dore pelo sentimento, mas pela consciência de um mistério que nos toca pessoalmente. O que é para toda Igreja, é para cada um individualmente. Para Cristo aconteceu em fatos, para nós acontece através dos símbolos. Os símbolos não são só figuras. São ações visíveis que explicam o invisível. No Tríduo Pascal a celebração culmina na liturgia da Vigília Pascal, não qual celebramos a Ressurreição. Sem ela, a morte de Cristo, seria uma morte a mais. As leituras nos colocam na promessa e na realização do desígnio de Deus para Cristo em nossa salvação. A Ressurreição é a explosão da força redentora da qual participamos. Por ela recebemos a Vida. Rezamos no Domingo da Páscoa: “Por vosso Filho, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a Ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luza da Vida nova” (oração). O Mistério Pascal acontece em nós.

EVANGELHO DO DIA 1 DE JUNHO

Evangelho segundo S. Marcos 11,11-26.
Naquele tempo, Jesus, depois de ser aclamado pela multidão, entrou em Jerusalém e foi ao templo. Observou tudo à sua volta e, como já era tarde, saiu para Betânia com os Doze.No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus sentiu fome.Viu então de longe uma figueira com folhas e foi ver se encontraria nela algum fruto. Mas, ao chegar junto dela, nada encontrou senão folhas, pois não era tempo de figos.Então, dirigindo-Se à figueira, disse: «Nunca mais alguém coma do teu fruto». E os discípulos escutavam.Chegaram a Jerusalém. Quando Jesus entrou no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam: derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos vendedores de pombas e não deixava ninguém levar nada através do templo.E ensinava-os, dizendo: «Não está escrito: "A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos"? E vós fizestes dela um covil de ladrões».Os príncipes dos sacerdotes e os escribas souberam disto e procuravam maneira de o fazer morrer. Mas temiam Jesus, porque toda a multidão andava entusiasmada com a sua doutrina. Ao cair da noite, Jesus e os discípulos saíram da cidade.Na manhã seguinte, ao passarem perto da figueira, os discípulos viram-na seca até às raízes.Pedro recordou-se do que tinha acontecido na véspera e disse a Jesus: «Olha, Mestre. A figueira que amaldiçoaste secou».Jesus respondeu: «Tende fé em Deus.Em verdade vos digo: Se alguém disser a este monte: "Tira-te daí e lança-te no mar", e não hesitar em seu coração, mas acreditar que se vai cumprir o que diz, assim acontecerá.Por isso vos digo: Tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes e assim sucederá.E quando estiverdes a orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que o vosso Pai que está nos Céus vos perdoe também as vossas faltas.Porque, se não perdoardes, também o vosso Pai que está no Céu não perdoará as vossas ofensas».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
São Jerónimo (347-420), presbítero, 
tradutor da Bíblia, doutor da Igreja 
Homilias sobre o evangelho de Marcos, n.º 8; SC 494
«Não era tempo de figos».
«Não era tempo de figos». Na sua Carta aos Romanos, o apóstolo Paulo interpreta esta passagem da seguinte maneira: «Eu não quero, irmãos, que ignoreis este mistério, para que vos não julgueis sábios: deu-se o endurecimento de uma parte de Israel, até que a totalidade dos gentios tenha entrado. E é assim que todo o Israel será salvo» (Rom 11,25-26). Se o Senhor tivesse encontrado frutos nesta figueira, não teriam entrado todas as nações. Mas, dado que entraram todas as nações, todo o Israel será finalmente salvo. [...] Além disso, encontramos esta passagem no Apocalipse de João: «Da tribo de Judá, doze mil; da tribo de Rúben, doze mil acreditarão», e o mesmo acontece com outras tribos (Ap 7,5-8). No total, foram cento e quarenta e quatro mil os que acreditaram. [...] Se Israel tivesse acreditado, Nosso Senhor não teria sido crucificado, e se o Senhor não tivesse sido crucificado, a multidão dos pagãos não teria sido salva. Assim, os judeus tornar-se-ão crentes, mas só acreditarão no fim do mundo. Para eles, não era tempo de acreditarem na cruz. [...] A sua incredulidade é a nossa fé; a sua queda permitiu a nossa ascensão. Ainda não era tempo para eles, para que fosse o nosso.

1º DE JUNHO - JUSTINO: HOMEM SEDENTO DA VERDADE

Justino (séc. II), é mais um mártir do Cristianismo nascente. Pertencendo seus pais à aristocracia romana, foi educado no culto aos deuses dos romanos. Mas não sentia-se tranqüilo. Concluídos os estudos, resolveu procurar o “único e verdadeiro Deus”. Para chegar lá, encetou uma longa caminhada. Consultou os melhores mestres da época e toda uma biblioteca de livros. Ninguém, porém, soube resolver suas dúvidas. Certo dia, caminhando ao longo da praia, sempre absorto em seus pensamentos, avistou um homem de cabelos brancos e semblante marcado pela experiência dos muitos anos já vividos. Cumprimentaram-se e deram-se a conhecer. Justino falou de suas dúvidas e angústias.Nasceu então entre ambos um diálogo profundo sobre Religião. Pela primeira vez alguém lhe falou do Deus “único e verdadeiro”. Estava aberta a porta para a conversão. Estudou com afinco a Palavra de Deus. Batizou-se e começou a anunciar o Evangelho por toda a parte.Logo viu-se rodeado por grandes grupos de pessoas, também sedentas da verdade. Escreveu diversos livros, nos quais defendeu o Cristianismo com ardor e tenacidade. Levantou a voz contra os perseguidores dos cristãos.Tanta luta em favor da justiça e da verdade só podia dar naquilo que deu: Foi preso com mais seis discípulos e morreu martirizado. 
- ANÍBAL MARIA DE FRANCIA (1851-1927) italiano de Messina. Ainda era diácono quando o encontro providencial com um mendigo o fez descobrir um dos arrabaldes mais pobres e mal afamados de Messina, tido por todos como “terra maldita”, covil de todas as misérias.Depois da ordenação pediu licença para morar naquela periferia, fazendo dela o campo do seu apostolado de promoção humana e evangelização. Foi lá que ele começou a fundação de inúmeras obras sociais, visando principalmente a infância e a juventude.Embora sendo de família nobre, fez-se mendigo, indo de porta em porta a fim de pedir ajuda para suas obras. Estas obras foram se desdobrando em sindicatos, centros de formação profissional, colonias agrícolas, escolas de todo o tipo. Foi um grande propagador das vocações sacerdotais e religiosas. É o fundador dos padres rogacionistas. Foi beatificado em 1990.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vive-Postulador da Causa-Venerável Padre Pelágio CSsR
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ANÍBAL MARIA DI FRANCIA Sacerdote, Fundador, Beato (1851-1927)

Aníbal Maria Di Francia nasceu em Messina (Itália) aos 5 de julho de 1851. Foram seus pais, a nobre senhora Anna Toscano e o cavalheiro Francisco, marquês de S. Catarina de Jonio, vice-cônsul pontifício e capitão honorário da marinha. Aníbal, terceiro de quatro filhos, ficou órfão aos 15 meses pela morte prematura do pai. A amarga experiência infundiu no animo precoce do menino, uma particular ternura e um especial amor para com os órfãos e crianças abandonadas que caracterizaram não só a sua vida, mas todo o seu sistema educativo. Desenvolveu grande amor a Jesus Sacramentado, tanto que recebeu autorização — excepcional naquele tempo — de comungar diariamente. Muito jovem ainda, diante de Jesus Sacramentado solenemente exposto, recebeu a graça especial que podemos definir como a inteligência do Rogate(Rogai): «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai [Rogate], pois, ao dono da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita» (Mt 9, 38; Lc 10, 2). Estas palavras do Evangelho constituíram a intuição fundamental, o carisma ao qual dedicou toda a sua vida.
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JOÃO BAPTISTA SCALABRINI Sacerdote, Fundador, Beato-1839-1905

João Batista Scalabrini, nasceu perto de Como, Itália, em 8 de julho de 1839. A sua família era humilde, honesta e cristã. Ele desejou tornar-se padre e entrou no seminário diocesano, no qual se distinguiu pela inteligência e perseverança. Foi ordenado sacerdote em 1863. Iniciou o apostolado como professor do seminário e colaborador em paróquias da região. Possuía alma de missionário, mas não conseguiu realizar sua vontade de ser um deles na Índia. Scalabrini foi designado pároco da paróquia urbana de São Bartolomeu em 1871. Seu ministério foi marcante e priorizou a catequese da infância e da juventude. Atento aos inúmeros problemas sociais do seu tempo, escreveu vários livros e publicou até um catecismo. Ao ser nomeado bispo de Piacenza, ficou surpreso. Tinha trinta e seis anos e lá permaneceu quase trinta como pastor sábio, prudente e zeloso. Reorganizou os seminários, cuidando da reforma dos estudos eclesiásticos.
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JUSTINO DE ROMA Padre da Igreja, Mártir e Santo 103-164

Justino nasceu na cidade de Flávia Neápolis, na Samaria, Palestina, no ano 103, início do século II, quando o cristianismo ainda se estruturava como religião católica. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco. Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão. Diz a tradição que foi nessa fase de isolamento que recebeu a visita de um misterioso ancião, que lhe falou sobre o Evangelho, as profecias e seu cumprimento com a Paixão de Jesus, abalando suas convicções e depois desaparecendo misteriosamente. Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou convertendo-se, mesmo tendo conhecimento das penas e execuções impostas aos seguidores da religião cristã. Foi baptizado no ano 130 na cidade de Efeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo, tornando-se, historicamente, o primeiro dos Padres da Igreja que sucederam os Padres apostólicos dos primeiros tempos.
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