domingo, 27 de novembro de 2022

EVANGELHO DO DIA - 27 DE NOVEMBRO

Evangelho segundo São Mateus 24,37-44. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Como aconteceu nos dias de Noé, assim sucederá na vinda do Filho do homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca; e não deram por nada, até que veio o dilúvio, que a todos levou. Assim será também na vinda do Filho do homem. Então, de dois que estiverem no campo, um será tomado e outro deixado; de duas mulheres que estiverem a moer com a mó, uma será tomada e outra deixada. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Compreendei isto: se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, estaria vigilante e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem. 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Beato Guerric de Igny(1080-1157) 
Abade cisterciense 
 2.º Sermão para o Advento 
«Na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem» 
Na verdade, meus irmãos, é com o espírito exultante que devemos ir ao encontro de Cristo que vem. Que o nosso espírito se eleve, pois, num transporte de alegria, e avance ao encontro do seu Salvador. Penso, com efeito, que somos convidados em muitas passagens da Escritura a ir ao seu encontro, não apenas a propósito da sua segunda vinda, mas também a propósito da primeira. Assim, pois, que o Senhor venha a nós mesmo antes da sua vinda; que, antes de aparecer ao mundo, venha visitar-nos pessoalmente, pois Ele mesmo disse: «Não vos deixarei órfãos, mas virei a vós» (Jo 14,18). Pois, no período entre a primeira e a segunda vinda, há uma vinda do Senhor que é frequente e familiar, segundo o mérito e o fervor de cada um, que nos forma segundo a primeira e nos prepara para a última. Pela sua vinda atual, Ele opera a reforma do nosso orgulho, para nos tornar semelhantes a essa humildade de que deu mostras na sua primeira vinda, e para «transformar o nosso corpo miserável à imagem do seu corpo glorioso» (Fil 3,21), que há de mostrar-nos quando vier. É por isso que temos de desejar com todas as forças e de pedir com fervor esta vinda familiar, que nos dá a graça da primeira vinda e nos promete a glória da última. A primeira vinda foi humilde e escondida, a última será resplandecente e admirável. Aquela a que me refiro é escondida, mas é igualmente admirável. Digo que é escondida, não porque seja ignorada por aquele a quem acontece, mas porque advém em segredo nele. Ela vem sem ser vista e afasta-se sem ser apercebida. A sua mera presença é luz para a alma e o espírito, uma luz que permite ver o invisível e conhecer o incognoscível. Esta vinda do Senhor põe a alma daquele que a contempla numa doce e feliz admiração. Então, do mais fundo do homem, brota este grito: «Senhor, quem pode comparar-se a Ti?» (Sl 34,10). Quem a conheceu sabe que assim é. Praza a Deus que aqueles que não a conheceram tenham desejo de a conhecer!

27 de novembro - Santa Bililde

Não temos informações seguras sobre vida de Santa Bililde, seu culto é atestado pela primeira vez no ano 1000 e sua legenda foi escrita por volta do ano 160. Segundo esta legenda, Bililde nasceu na Baviera, em Veitshoechheim, perto de Würzburg e era filha do Conde Iberin, da nobre família de Haganonen, e de sua esposa Matilde. No ano 672, ela casou-se com o Duque da Turíngia e estava grávida quando seu marido partiu para lutar na Guerra Santa; ela então se refugiou junto ao seu tio, Bispo de Mogúncia, Sigiberto, e, infelizmente seu filho morreu ali. Após a morte de seu marido, seu tio adquiriu algumas terras nas proximidades de Mainz e lá ela fundou, com seu apoio, um mosteiro feminino, o primeiro de Hagenmüster, ou alta Münster, chamado desde a Idade Média de Mosteiro Beneditino de Altmünster. Bililde doou ao mosteiro todos os seus bens e o governou até a sua morte. Bililde faleceu provavelmente em 734 e foi enterrada no coro da igreja do mosteiro. Em 1289, foi construído um altar para ela em um mosteiro e um santuário com as relíquias da sua cabeça.

27 DE NOVEMBRO: SÃO TIAGO, O PERSA, MÁRTIR († 764)

A segunda perseguição persa teve início por volta do ano 420, devido ao excessivo zelo do bispo Abdias. A principal vítima desta perseguição foi São Tiago que, nesta época, era bastante próximo do rei Yezdigerdo I. Quando o tal príncipe empreendeu um movimento de perseguição aos cristãos, São Tiago não tendo sido suficientemente forte para romper sua amizade, acabou por dissimular ou abandonar sua fé no Deus Único e verdadeiro que até então professava abertamente, o que causou a aflição de sua mãe e de sua esposa. Quando o rei Yezdigerdo veio a falecer, mãe e esposa acolheram São Tiago, não sem antes, por carta, condenar a covardia de sua conduta. Muito impressionado com esta carta, São Tiago começou a compreender melhor a sua falta, deixando de freqüentar a corte e renunciando a todas as honras que havia antes procurado e manifestando publicamente o seu arrependimento e sua fé cristã. Bahram reprovou sua ingratidão, lembrando-lhe de todas as honras que seu pai lhe havia conferido. São Tiago respondeu serenamente: «E onde está agora? O que é feito dele?» Tal resposta aborreceu Bahram que ameaçou São Tiago de submetê-lo a uma morte lenta. Ao que o santo respondeu: «Qualquer que seja o tipo de morte, não passará de um sonho. Queira Deus que eu possa morrer como os justos».

A Medalha Milagrosa - 27 de novembro

 

 Pelo sinal † da Santa Cruz, livrai-nos Deus † Nosso Senhor, dos nossos inimigos.Em nome do Pai † do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Corria o ano de 1264 quando o Papa Urbano IV encomendou, aos principais teólogos da época, a composição da Sequência da Missa de Corpus Christi, festa cuja promulgação era iminente. Após cada um deles elaborar sua obra, todas deveriam ser cotizadas umas com as outras, sendo escolhida a melhor.
Chegado o dia da prova, reunidos todos os teólogos em um grande salão, o Papa determinou que São Tomás de Aquino lesse a sua composição em primeiro lugar. Os concorrentes eram grandes gênios na ciência de Deus, entre eles o famoso São Boaventura. Tal foi o encanto com que todos acompanharam as palavras do Doutor Angélico que, no fim, a uma, todos rasgaram seus trabalhos, votando assim coletivamente no conhecido e belo hino “Lauda Sion”.
Esse fato comovedor, característico dos tempos nos quais “a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente” (Leão XIII, Immortale Dei), veio-me à lembrança ao deparar com os documentos que a seguir transcreverei.

VIRGÍLIO DE SALZBURGO Bispo, Santo † 784

Em 755, um ano após a morte de são Bonifácio, Virgílio foi consagrado bispo de Salzburgo. Continuou evangelizando a Áustria de norte a sul, inclusive uma parte do norte da Hungria.
Foi um dos grandes missionários irlandeses do período medieval e um dos maiores viajantes da importante ilha católica, ao lado dos santos Columbano, Quiliano e Gallo. Nasceu na primeira década do século VIII e foi baptizado com o nome de Fergal, depois traduzido para o latim como Virgílio. Católico, na juventude voltou-se para a vida religiosa, tornou-se monge e, a seguir, abade do Mosteiro de Aghaboe, na Irlanda. Deixou a ilha em peregrinação evangelizadora em 743 e não mais voltou. Morou algum tempo no reino dos francos, quando o rei era Pepino, o Breve, que lhe pedira para organizar um centro cultural. Mas problemas políticos surgiram na região da Baviera, agregada aos seus domínios. Lá, o duque era Odilon, que pediu a Pepino para enviar Virgílio para a Abadia de São Pedro de Salzburgo, actual Áustria. E logo depois Odilon nomeou Virgílio como bispo daquela diocese.

ANTÓNIO FASANI (Francisco António de Lucera) Sacerdote franciscano, Santo 1681-1742

Conhecido também como António Fasani (1681-1742), sacerdote franciscano italiano. Promoveu a devoção a Imaculada Concepção a qual tinha grande devoção e especial amor muito antes deste dogma ter sido definido.
Nasceu em Lucera, Apúlia, Itália no dia 56 de agosto 1681. Donato António João Nicolau Fasani nasceu de um família de camponeses. Sua mãe casou-se após a morte de seu pai ainda quando Francisco era muito jovem e foi o seu padrasto que o enviou para os frades Conventuais para ser educado. Com a idade de 15 anos ele foi enviado para Monte Gargano para iniciar seu noviciado. Quando entrou para a Ordem dos Franciscanos em 23 de agosto de 1696 ele mudou seu nome para Francisco António. Em1703 foi enviado a Assis onde ele foi ordenado sacerdote em 11 de setembro de 1705. Ele completou seu mestrado em teologia no Colégio São Boaventura em Roma. Daquele tempo em diante ele passou a ser chamado de “Padre Mestre” em sua cidade natal onde ele ensinava teologia desde 1707. No Convento de Lucera ele também serviu como guardião, noviço e mestre e ministro provincial em Sant’Angelo. Embora sua escolaridade fosse notável ele era mais conhecido pelos seus sermões na cidade e no campo.

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS OU DA MEDALHA MILAGROSA 1830

A aparição de Nossa Senhora das Graças ocorreu no dia 27 de Novembro de 1830 a Santa Catarina Labouré, irmã de caridade (religiosa de S. Vicente Paulo). A santa encontrava-se em oração na capela do convento, em Paris (rua du Bac), quando a Virgem Santíssima lhe apareceu. Tratava-se de uma “Senhora de mediana estatura, o seu rosto tão belo e formoso... Estava de pé, com um vestido de seda, cor de branco-aurora. Cobria-lhe a cabeça um véu azul, que descia até os pés... As mãos estenderam-se para a terra, enchendo-se de anéis cobertos de pedras preciosas ...” A Santíssima Virgem disse: “Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem ...” Formou-se então em volta de Nossa Senhora um quadro oval, em que se liam em letras de ouro estas palavras: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Nisto voltou-se o quadro e eu vi no reverso a letra M encimada por uma cruz, com um traço na base. Por baixo, os Sagrados Corações de Jesus e Maria ― o de Jesus cercado por uma coroa de espinhos e a arder em chamas, e o de Maria também em chamas e atravessado por uma espada, cercado de doze estrelas. Ao mesmo tempo ouvi distintamente a voz da Senhora a dizer-me: “Manda, manda cunhar uma medalha por este modelo. As pessoas que a trouxeram por devoção hão de receber grandes graças”.

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa – 27 de novembro

Esta invocação está relacionada as aparições da Virgem a Santa Catarina Labouré, então noviça das Irmãs da Caridade, em Paris, França, no século XIX. A primeira aparição aconteceu na noite da festa de São Vicente de Paulo, 19 de julho, quando a Madre Superiora de Catarina pregou às noviças sobre as virtudes de seu santo fundador, dando a cada uma um fragmento de sua sobrepeliz. Catarina então orou devotamente ao santo patrono para que ela pudesse ver com seus próprios olhos a Mãe de Deus, e convenceu-se de que seria atendida naquela mesma noite. Indo ao leito, adormeceu, e antes que tivesse passado muito tempo foi despertada por uma luz brilhante e uma voz infantil que dizia: 

"Irmã Labouré, vem à capela. Santa Maria te aguarda". 
Mas ela replicou: 
"Seremos descobertas!" 
A voz angélica respondeu: 
"Não te preocupes, já é tarde, todos dormem... Vem, estou à tua espera". 
Catarina então levantou-se depressa e dirigiu-se à capela, que estava aberta e toda iluminada. Ajoelhou-se junto ao altar e logo viu a Virgem sentada na cadeira da superiora, rodeada por um esplendor de luz. A voz continuou: 
"A santíssima Maria deseja falar-te". Catarina adiantou-se e ajoelhou-se aos pés da Virgem, colocando suas mãos sobre seu regaço, e Maria lhe disse: 
"Deus deseja te encarregar de uma missão. Tu encontrarás oposição, mas não temas, terás a graça de poder fazer todo o necessário. Conta tudo a teu confessor. Os tempos estão difíceis para a França e para o mundo. Vai ao pé do altar, graças serão derramadas sobre todos, grandes e pequenos, e especialmente sobre os que as buscarem. Terás a proteção de Deus e de São Vicente, e meus olhos estarão sempre sobre ti. Haverá muitas perseguições, a cruz será tratada com desprezo, será derrubada e o sangue correrá".
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Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa — 27 de novembro

 Bastidores de uma História

Intransigência dos Santos: fidelidade inarredável à sua missão

A firmeza inquebrantável de Santa Catarina Labouré na defesa do verdadeiro simbolismo da Medalha Milagrosa
     O ciclo anual das festas litúrgicas nos traz, neste mês de novembro, no dia 27, a comemoração de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.
          Inspirado no exemplo da Igreja, Catolicismo apresenta hoje a seus leitores aspectos pouco conhecidos das admiráveis revelações da Medalha Milagrosa, com que foi favorecida Santa Catarina Labouré.  Decorridos 163 anos dessas aparições e 117 anos após a morte da santa, não há inconveniente em revelar, com o devido respeito, a luta de bastidores que a vidente teve que travar, a fim de que fossem acatadas fielmente as orientações de Nossa Senhora a respeito dessa Medalha. Essa fidelidade e firmeza de Santa Catarina Labouré revelarão a muitos leitores a verdadeira fisionomia da santidade, que só se pode encontrar na Igreja Católica.
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27 DE NOVEMBRO - NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Santa Catarina Labouré (1806-1876) assim descreve uma aparição de Nossa Senhora, quando estava em oração na capela do seu convento em Paris: “Foi no ano 1830. A Senhora ... estava de pé, com um vestido de seda, de cor branca. Cobria-lhe a cabeça um véu azul que descia até os pés... As mãos estendiam-se para a terra... jorrando feixes de luz em todas as direções... Formou-se então em volta da Senhora um quadro oval, em que se liam as seguintes palavras: 
“O’ Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. 
No reverso do quadro, via-se a letra M encimada por uma cruz, com um traço na base... e os Corações de Jesus e Maria... No fim pediu que Catarina mandasse cunhar uma medalha conforme esse modelo. Quem a trouxesse consigo, procurando ser fiel a Deus e ao próximo, receberia muitas graças. A promessa se cumpriu. Em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Quando as primeiras medalhas começaram a ser distribuídas entre os flagelados, peste regrediu e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre. Em 1894, a Santa Igreja instituiu a festa litúrgica de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a ser celebrada neste mesmo dia 27 de novembro. 
Oração: Repitamos sempre esta jaculatória: “O’ Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio CSsR

ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 27 DE NOVEMBRO

Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
27 – 1º Domingo do Advento – N. Senhora das Graças, S. Francisco Antônio
Evangelho (Mt 24,37-44) “Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá”.
Também Mateus guardou-nos o anúncio de Jesus sobre a destruição de Jerusalém e do Templo, e sobre o final dos tempos da humanidade. Insiste na necessidade de estarmos atentos e preparados, e sobre isso conservou três comparações de Jesus. No tempo de Noé, não acreditaram no dilúvio para o qual ele se preparava. Foram tomados de surpresa. Dois homens estão trabalhando no campo, duas mulheres estão moendo o trigo. De repente um deles e uma delas será chamada pela morte. Como um ladrão a qualquer hora pode assaltar a casa, seu dono deve estar sempre vigilante. Não sabemos quando será o fim da humanidade, nem sabemos quando será nossa hora de deixar estar vida. Não podemos correr o risco de sermos pegos de surpresa.
Oração
Senhor, muitas vezes insistis na necessidade da vigilância. Hoje eu vos quero pedir ajuda para essa vigilância. Preciso estar atento, para não ser seduzido pelas minhas paixões e inclinações, para saber fugir de tantas coisas que me atraem e arrastam. Preciso prestar atenção, para não me deixar levar por belas palavras e falsas ideias. Preciso cuidar de não me deixar dominar por amores e amizades enganosas, por conveniências ou facilidades. Na verdade, Senhor, estou sempre em perigo, e só vós me podeis guardar. Quanto mais preciso de vossa ajuda para viver de tal modo que esteja sempre pronto a ir para o encontro definitivo convosco. Dai-me a graça de viver procurando o bem, sem precisar ter medo ou da morte ou da prestação final de contas. Amém.

sábado, 26 de novembro de 2022

REFLETINDO A PALAVRA - “Vou preparar-vos um lugar!”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
SACERDOTE REDENTORISTA
NA PAZ DO SENHOR
Edifício espiritual
 
Há dois tipos de moradia contemplados na liturgia deste domingo: uma é aquela descrita por Pedro que convida a constituirmos um edifício espiritual. A outra casa é aquela que Jesus prepara para nós na casa do Pai. Na moradia da terra, somos tijolos vivos que, com a pedra angular, Jesus, edificamos o edifício espiritual. Nele prestamos o culto a Deus através dos sacrifícios espirituais que é nossa vida unida a Cristo (1Pd 2,4-5). Esse edifício, do qual somos membros, é chamado também Corpo de Cristo. Nele se exercita a caridade, através dos ministérios, como nos relata Lucas com a escolha dos sete diáconos (At 6,1-7). A Igreja é uma instituição viva, feita pessoas que se apoiam em Jesus que é o caminho, a verdade, a vida e a perfeita imagem do Pai. Jesus diz a Filipe: “Quem me viu, viu o Pai... Eu estou no Pai e o Pai em mim” (Jo 14,9). Nós o vemos pelos olhos da fé. 
Morada na casa do Pai 
Os discípulos temerosos, recebem de Jesus uma consolação: “Não se perturbe o vosso coração: na casa de meu Pai há muitas moradas... vou preparar-vos um lugar” (Jo 14,2). Não se refere aqui que vamos por diversos modos de vida, até chegarmos à morada definitiva. Refere-se a um lugar que Jesus prepara para nós onde veremos o Pai. Jesus diz: “Eu vos levarei comigo para que, onde Eu estiver estejais vós também” (Jo 14,3). Jesus está no seio do Pai. E para ali que conduz os discípulos. Em sua vida terrena, os discípulos são morada do Espírito que revela, Filho que mostra o Pai e conduz a Ele. Na continuação do diálogo, o apóstolo disse: “Não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” (5). Jesus os acalma: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (6). Na parábola da porta das ovelhas Jesus diz que Ele é a porta (Jo 10,7), quer dizer que não se vai ao Pai, senão por Jesus. Vamos, ensinados por Ele, para conhecer o caminho e vivendo sua vida. Nossa vida cristã tem que aprofundar a consciência dessa nossa habitação em Deus e Deus em nos. Somos muito superficiais. Claro que Deus não é conhecido somente intelectualmente, mas também pelo amor. O conhecimento de Deus, na clareza do Céu, se dará quando aprofundamos nossa fé e nosso amor no amor aos irmãos.
Serviços no edifício espiritual 
Para habitar essas duas moradas recebemos a luz do Ressuscitado que é seu Espírito. Ele nos organiza como comunidade de pedras vivas no serviço fraterno da Palavra, da caridade e da oração. Na consciência de pertencer a uma raça eleita, cheios da graça de Deus como nação santa, pertencente a Deus, prestamos o culto como sacerdócio real, para proclamar as maravilhas de Deus. Mas também conduzimos a Igreja na realidade que se apresenta. Pedro, agindo sob a ação do Espírito Santo, compreendeu a situação de discórdia no atendimento aos pobres. Colocou a questão à comunidade que escolheu sete homens de boa fama e cheios do Espírito Santo que cuidariam das necessidades “sociais” da comunidade. A Igreja, Corpo de Cristo, tem muitos membros que, com seus dons, realizam os serviços na caridade. A Igreja tem a Palavra de Deus, mas deve saber também dar passos adiante para responder às atuais necessidades. Isso nos ensina a sagrada Tradição. Tradição não é conservar o passado, mas saber levar adiante a fé que recebemos e dar sua contribuição. Cada época deve pregar o Evangelho na realidade. Pe. Vitor Coelho dizia que a Igreja não é de bronze que enferruja, mas é uma árvore que precisa dos ramos novos para crescer e fortalecer o tronco. 
Leituras: Atos 6,1-7; Salmo 32; 
1ªPedro 2,4-9; João 14,1-12. 
1. Há dois tipos de moradas: uma, o edifício espiritual, onde somos pedras vivas e outra, aquela que Jesus nos prepara junto do Pai. Na moradia da terra somos pedras vivas que, com Cristo, pedra angular, edificamos o edifício espiritual. Nele se exercita a caridade. Para esses fiéis Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Ele revela-lhes o Pai. 
2. A outra moradia é o lugar preparado por Jesus na casa do Pai. Dizendo que há muitas moradas não quer dizer que passamos por diversas vidas, mas que há lugar para todos. Deus não exclui ninguém. Jesus nos conduz para o seio do Pai, no qual Ele está. Para lá chegarmos, Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Precisamos aprofundar o conhecimento dessa habitação de Deus em nós. Nós o fazemos pelo conhecimento da fé e do amor. 
3. O Espírito acompanha a Igreja em sua realização humana, organizando os diversos serviços. Pedro resolveu uma questão de grave discórdia, provocada no atendimento aos pobres. Pedro colocou a questão à comunidade que escolheu sete homens que cuidariam das necessidades sociais. A Igreja deve saber dar passos para resolver suas necessidades. Isso nos ensina a Tradição, que não é conservar o passado, mas saber levar adiante a fé que recebemos e dar sua contribuição. A Igreja é uma árvore que cresce porque tem ramos novos 
Há lugar para todo mundo 
Jesus, na última ceia, dá um chá de sossego ao nosso coração. Sempre temos certas preocupações a respeito da vida futura. Uma coisa é certa: não vai faltar lugar. Jesus diz: Na casa do meu Pai há muitas moradas. Mais ainda: Jesus mesmo vai preparar o lugar. E Ele tem jeito para a coisa. Depois vem nos buscar para estarmos onde Ele está. Qual é o caminho? Ele próprio. Disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”. Não há erro. Estando com Jesus, vemos o Pai, ouvimos suas palavras e fazemos as obras de Jesus. Podemos fazer obras maiores que as suas, pois cremos nEle. Vendo tanta bondade podemos nos perguntar: por que nós, e mesmo outras religiões, nos damos o direito de dizer quem vai ou não vai entrar no céu? É muita pretensão. 
Homilia do 5º Domingo da Páscoa (20.04.08)

EVANGELHO DO DIA - 26 DE NOVEMBRO

Evangelho segundo São Lucas 21,34-36. 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tende cuidado convosco, não suceda que os vossos corações se tornem pesados pela intemperança, a embriaguez e as preocupações da vida e esse dia não vos surpreenda subitamente como uma armadilha, pois ele atingirá todos os que habitam a face da Terra. Portanto, vigiai e orai em todo o tempo, para que possais livrar-vos de tudo o que vai acontecer e comparecer diante do Filho do homem». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Divina Liturgia de São Basílio(século IV) 
Oração eucarística, II Parte 
Rezar em todo o tempo, diante do Filho do Homem 
«Fazei isto em memória de Mim. 
Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice anunciareis a minha morte, confessareis a minha ressurreição».
Fazemos, pois, memória do Senhor, dos sofrimentos salvíficos de Cristo, da sua cruz vivificante, do seu enterramento durante três dias, da sua ressurreição de entre os mortos, da sua ascensão ao Céu, da sua presença à tua direita, ó Pai, e da sua segunda vinda, glorioso e temível, oferecendo-Te, daquilo que Te pertence, estas coisas que são tuas. Em tudo e por tudo Te cantamos, Te bendizemos, Te damos graças, Senhor, e Te suplicamos, a Ti, nosso Deus. Foi por isso, Mestre santíssimo, que fomos considerados dignos de servir no teu santíssimo altar. Não pela nossa justiça, porque nada fizemos de bom nesta Terra; mas, por causa da tua bondade e da tua misericórdia superabundantes, ousamos aproximar-nos do teu altar e oferecer o sacramento do santíssimo corpo e do sangue sagrado do teu Cristo. Pedimos-Te e invocamos-Te, ó Santo dos Santos: que, pela tua bondade e benevolência, o teu Espírito Santo desça sobre nós e sobre os dons aqui presentes, os abençoe e os santifique, consagre este pão ao precioso corpo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo [o diácono responde: Ámen] e este cálice ao precioso sangue de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo [o diácono responde: Ámen], derramado pela vida do mundo [o diácono responde: Ámen]. Que todos nós, que participamos neste único pão e único cálice, estejamos unidos uns aos outros na comunhão do único Espírito Santo, e que nenhum de nós participe no corpo santo e no sangue sagrado do teu Cristo para seu juízo e sua condenação, mas que encontremos piedade e graça, com todos os santos que desde o começo Te foram agradáveis. E concede-nos glorificar e aclamar, a uma só voz e com um só coração, o teu nome adorável e maravilhoso, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e para sempre, pelos séculos dos séculos. Ámen. 
https://www.evangelhoquotidiano.org/PT/gospel

São Bellino de Padova 26 de novembro

Etimologia:
Bellino = gentil, gracioso, do latim 
Emblema: Cajado de Pastor 
Martirológio Romano: No bosque perto de Fratta no território de Rovigo, paixão de San Bellino, bispo de Pádua e mártir, que, ilustre defensor da Igreja, cruelmente agredido por assassinos, morreu pelas numerosas feridas sofridas. 
Da família Paduan Bertaldi, aparece pela primeira vez num documento datado de 1107 como canonicus presbiter. Aqueles foram anos tristes para a Igreja Paduana. Seu bispo Milo, advogado do imperador Henrique IV, havia aderido ao antipapa Clemente III. Ele foi sucedido em 1107 pelo arquidiácono Pietro, que dez anos depois, deposto e excomungado pelo Papa Pasquale II no conselho de Guastalla (22 de outubro de 1106), retirou-se com a maioria dos cônegos para o feudo episcopal de Piove di Sacco. Em vez disso, Bellino aderiu ao novo bispo Sinibaldo, eleito e consagrado pelo próprio papa. Quando Henrique V desceu à Itália em 1110 e os partidários do arquidiácono Pietro levantaram a cabeça, ele e seu bispo tiveram que se refugiar em Este sob a proteção do Marquês Folco. Cinco anos depois, seu nome aparece em uma escritura pública ao lado do arquidiácono Pedro. Evidentemente, este último havia se submetido, graças, ao que parece, a Bellino, que ao mesmo tempo levava adiante a reforma dos cónegos e apressava a reconstrução da catedral, que desabou no terremoto de 1117.

São João Berchmans JOVEM SEMINARISTA, +1621

João Berchmans nasceu em Diest (Bélgica), em 1599. De família muito humilde, teve que trabalhar como criado para pagar os seus estudos. Não pôde realizar outra coisa em sua vida para além do que ser estudante. Contudo, viveu toda a vida sob o império da santidade. Cada um dos seus actos era realizado como numa competição consigo mesmo. Foi chamado o mestre do detalhe na santidade, “Maximus in minimus” era seu lema. Assim, em Berchmans o heróico ganhou um novo sentido, ou como ele mesmo escrevia: “Minha penitência, a vida diária”. Entrou para a Companhiade Jesus em 1616 e estudava Teologia e Filosofia em Roma quando adoeceu e morreu em 1621. Amorosamente fiel às regras, humilde, colega sempre alegre e gentil, estudante esforçado, tornou-se padroeiro da juventude e modelo de obediência e amor à Companhia. Canonizado por Leão XIII em 1888.
“Faça bem o que deve fazer e, ao máximo, as mínimas coisas”!
João, primogênito de cinco filhos, nasceu em uma humilde família de curtidores de couro flamengo. Com apenas 10 anos, sua mãe ficou gravemente doente: primeiro, foi confiada aos cuidados dos tios e, depois, internada em um asilo. No entanto, João tinha ideias claras: queria ser sacerdote. Começou a estudar latim na escola Diest, mas o dinheiro era pouco e teve deixar para aprender uma profissão. Na verdade, o autor desta escolha foi seu pai, que não queria que seguisse a sua vocação.

26 de novembro - Beata Delfina de Signe

Delfina de Signe nasceu em torno de 1284 em Puy Michel (França) em uma família nobre, como era filha dos Condes de Marselha. Escreveram sobre ela: “ tinha uma santidade delicadamente feminina, que se espalhava por ela como uma linfa silenciosa e generosa, para nutrir aqueles que a rodeavam no bem ". Uma encantadora figura de mulher, que passa pelo mundo levando a todas as partes a luz de sua graça, o perfume da virtude, o calor de seu afeto. Não era uma santidade ruidosa, que tenha marcado a história de seu tempo, mas uma santidade delicadamente feminina que se difundiu a seu redor como linfa silenciosa e generosa para alimentar no bem a quantos estiveram em contato com ela durante sua vida. Desde menina sua presença foi luz e consolo para sua família. Aos 12 anos já estava prometida a um jovem não inferior a ela por sua gentileza, nobreza de sangue e beleza de alma. Elzear, o noivo, era filho do Senhor de Sabran e Conde de Ariano no reino de Nápoles. Desde o nascimento sua mãe o havia oferecido em espírito a Deus e mais tarde um austero tio o havia educado em um mosteiro. O casamento teve lugar quatro anos mais tarde. Foi um matrimônio “branco”, porque os dois jovens esposos escolheram a castidade, um meio de perfeição espiritual mais alto e árduo.

Beata Gaetana Sterni

Também a beata Gaetana Sterni, tendo compreendido que a vontade de Deus é sempre o amor, dedicou-se com incansável caridade aos excluídos e aos que sofrem. Tratou sempre estes seus irmãos com a doçura e o amor de quem, nos pobres, serve o próprio Senhor. Exortava as suas Filhas espirituais a seguir o mesmo ideal, as Irmãs da Vontade Divina, convidando-as, como escrevia nas Regras, "a estarem dispostas e a sentirem alegria por viverem privações, canseiras e qualquer sacrifício para benefício do próximo necessitado em tudo o que o Senhor pudesse querer delas". O testemunho de caridade evangélica oferecido pela Beata Sterni convida cada crente a procurar a vontade de Deus, no abandono confiante a Ele e no generoso serviço aos irmãos. Papa João Paulo II – Homilia de Beatificação – 04 de novembro de 2001 Gaetana Sterni viveu toda a sua vida em Bassano del Grappa, (Itália). Ele chegou com sua família, com cerca de 8 anos vindos de Cassola, onde ela nasceu 26 de junho de 1827. Seu pai Giovanni Battista Sterni, administrava as propriedades rurais da família Mora e vivia confortavelmente com sua esposa e seus seis filhos. Em 1835 ele se mudou com sua família para Bassano. No entanto, uma série de acontecimentos muda drasticamente as condições da família de Gaetana.

ADVENTO: TEMPO DE REFLEXÃO, PENITÊNCIA, CONVERSÃO - O PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO

 Coroa do Advento

   Um dos sinais externos mais familiares do Advento é a Coroa do Advento. As velas do advento demonstram prontamente o forte contraste entre as trevas e a luz, que é uma imagem bíblica importante. Jesus referiu-se a si mesmo como a “Luz do Mundo” que dissipa as trevas do pecado: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue nunca andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12).
     Ela também nos lembra que, como cristãos, devemos brilhar a luz de Cristo neste mundo. Como Jesus nos diz: Vós sois a luz do mundo ... resplandeça a vossa luz diante dos outros, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus. (Mateus 5: 14-16)
     FORMA: A forma circular da coroa, sem começo nem fim, simboliza a eternidade de Deus. Deus não tem começo nem fim. Também simboliza Seu amor infinito por nós - um amor que enviou seu Filho ao mundo para nos redimir da maldição do pecado. Além disso, representa a vida eterna que se torna nossa por meio da fé em Jesus Cristo.

26 DE NOVEMBRO: SÃO NÍKON, O METANOÍTA, MONGE († SÉC. X)

São Nikon, nascido em Ponto, abandonou seus amigos de juventude para entrar no monastério de Crisopetro. Lá viveu doze anos entregue à oração e exercícios penitenciais austeros. Por causa de suas eloqüentes conferências e exortações, fruto espiritual de sua vida monástica, motivou seus superiores a designá-lo como pregador da palavra de Deus ao povo. Assim pois, São Nikon partiu para uma missão em Creta, que acabava de livrar-se dos sarracenos. São Nikon converteu muitos cristãos que tinham abraçado a religião islâmica. Por iniciar sempre as suas pregações coma palavra “Metanoia” (Arrependimento, conversão), o povo lhe deu este sobrenome. São Nikon ensinava seus ouvintes a cortar os vícios pela raiz e, desse modo, conseguiu muitas conversões. Depois de quase 20 anos de missão e pregação em Creta, mudou-se para o continente. Em Esparta e outras regiões da Grécia, anunciou a palavra de Deus e confirmou a doutrina que pregava com milagres. Faleceu em 998 num monastério do Peloponeso. 
Tradução e publicação neste site com permissão de:
Trad.: Pe. Pavlos

São Sirício de Roma

Papa de 384 a 399. 
O seu pontificado correspondeu a um péríodo de paz para a Igreja, depois da conversão de Constantino I.
Romano, é considerado o primeiro Papa a afirmar a primazia e autoridade de Pedro o Grande sobre toda a Igreja. 
Promoveu a reconstrução da basílica de San Paolo. 
Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério de Priscila na via Salaria nuova, São Sirício, papa, a quem Santo Ambrósio louva como um verdadeiro mestre, na medida em que, carregando o fardo de todos os que têm a responsabilidade episcopal, os instruiu no ensinamentos dos Padres, que ele também confirmou com sua autoridade apostólica. A figura do Papa San Siricius foi durante muito tempo obscurecida pelo julgamento negativo que, por sua vez, emerge das obras do grande San Girolamo, ou seja, um personagem em muitos aspectos excepcional sobretudo por sua cultura prodigiosa, mas propenso a julgamentos precipitados, inspirados por gostos ou desagrados pessoais, como bem sabe quem leu as suas Cartas muito vivas. Pode-se dizer que a falta de simpatia do grande estudioso pelo papa Sirício pesou sobre esse personagem por quase quatorze séculos, pois somente em 1748 São Sirício foi aceito no Martirológio Romano pelo Papa Bento XIV.