segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

ALEXANDRE DE ALEXANDRIA Bispo, Santo 250-328

Nasceu em 250. Foi indicado Bispo de Alexandria em 313 para suceder Santo Achillas. Alexandre é famoso pela sua oposição a heresia Ariana, a qual dizia que Jesus não era Deus de verdade, mas que o Filho era apenas uma criatura e que teria havido um tempo que o Filho não teria existido. Alexandre também é conhecido por sua doutrina apostólica e um dos seus maiores feitos foi treinar um jovem diácono de nome Athanásius que mais tarde foi celebrado e admirado por todo mundo cristão. Alexandre foi de gentil com os arianos, mas foi determinado. Muitos o acusam, de por isto, ter compromissado a posição da Igreja, mas muitos outros já dizem que ele foi impetuoso por causa de sua posição irredutível. Não obstante ele deve ser considerado com um campeão da dos ensinamentos da Igreja Católica e creditado com zelo pastoral. Durante muito tempo ele se dirigiu a Arius, tentando convencê-lo de seu erro antes de excomungá-lo, em 321. A excomunhão foi confirmada no Sínodo de Alexandria. Sua Circular Episcopal sobre a Heresia Ariana sobreviveu ao tempo e é uma importante par-te da literatura eclesiástica daquele período. Como Bispo, Alexandre preferia os monges, nome-ando preferencialmente aqueles que viviam como eremitas no deserto, visto que ele os considerava como modelo para suas ovelhas. Ele também insistia na caridade para com os pobres na Diocese sob o seu controle, uma coisa pela qual ele ficou famoso na Diocese de Alexandria. Alexandre é tido como tendo escrito os primeiros Actos do Concilio de Niceia em 325, onde o Arianismo foi formalmente condenado. Ele faleceu na Alexandria em 328, dois anos depois que ele retornou do Concilio tendo nomeado Athanásio como seu sucessor.

ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 26 DE FEVEREIRO

Pe. Flávio Cavalca de Castro,
redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
26 – Segunda-feira – Santos: Deodoro, Porfírio, Nestor 
Evangelho (Lc 6,36-38) “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso.” 
O Pai é misericordioso porque nos ama com o amor entranhado e apaixonado com que a mãe ama sua criança. É um amor gratuito, “porque sim”, teimoso e quase cego, pronto a acolher mil vezes e a perdoar sempre. Esse o amor que ele quer fazer nascer e crescer em nós, para que entre nós haja paz e concórdia, para que sejamos felizes e irradiemos alegria ao nosso redor. É um convite para a vida. 
Oração
Senhor Jesus, quando nos dais o Pai como modelo, só não desespero porque sei que me dais a força antes do mandamento. Quero sim deixar que trabalheis meu coração para que saiba amar como é bom amar, sem segundas intenções, com a alegria teimosa que nos mostrais. Quero que a misericórdia, que lembre um pouco a do Pai, seja para mim e para todos fonte tranquila de paz. Amém.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

SAÍDA ESTRATÉGICA DE UM SANTO

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
Os santos sabem sair-se bem das situações mais complicadas.Tomás Moro estava no ponto mais alto da Torre do Observatório de Londres. Descansava a vista contemplando o panorama da cidade quando se viu de repente, ao lado de um homem de fisionomia estranha, estatura vigorosa e músculos hercúleos. Quem seria essa figura exótica? Medindo com os olhos a altura da torre, encarou Tomás e o intimou:
-Quero ver você pular daqui para baixo. 
-Está gracejando, hein?
-Onde nós moramos, não se brinca. Eu fugi do manicômio. E não costumo pedir duas vezes a mesma coisa. Você pula ou não pula?...
Tomás, que era o famoso chanceler do rei Henrique VIII, procurou fazer o maluco mudar de idéia. Mas ele estava irredutível. E disse mais:
-Se você não pular, eu o farei pular à força.
-Calma, meu irmão. Vou pular. Mas vamos conversar primeiro. Você disse que eu sou um acrobata. Sou mesmo. Você quer que eu pule daqui para baixo. Isso para mim é fácil demais. O difícil é pular de baixo para cima. É exatamente isso que eu quero fazer. Espero que você concorde, pois a façanha é muito maior. Então, espere-me aqui. Vou descer já, para dar o pulo de baixo para cima.
O louco se entusiasmou com a proposta.Tomás desceu a escada como uma bala e tratou de sumir do mapa.O doido está esperando até hoje o pulo sensacional. 
Santo Tomás Moro (1480-1535) — Mártir da fé. Otimista e bem humorado, não perdia a cabeça nos momentos mais críticos. Perdeu a cabeça uma só vez: quando foi decapitado. Festa: 22 de junho.
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Santo Tomás Moro

Maria des Vallées, «a Santa de Coutances» - 25 de fevereiro


     Filha de Julien des Vallées e de Jacqueline Germain, camponeses pobres ou membros de uma pequena nobreza empobrecida, Maria des Vallées nasceu em St-Sauveur-Lendelin, perto de Coutances, no dia 25 de setembro de 1590; perdeu seu pai aos doze anos. Sua mãe casou-se então com Gilles Capolain, que maltratava a pequena Maria.
     No dia 2 de maio de 1609, durante a festa de Saint-Marcouf, na vila de La Pierre, Maria, que tinha então 19 anos, encontra um pretendente que ela rechaça. Acometida de dores e convulsões, acusam o rapaz, que deixou a região na manhã seguinte, de tê-la enfeitiçado. Após três anos de sofrimentos, ela é apresentada ao bispo de Coutances, Mons. Nicolas de Briroy, que a exorciza e manda fazer uma pesquisa sobre a sua vida e a de sua família. Mas Maria não é libertada e continua a responder às perguntas em latim e em grego embora ela seja quase analfabeta.
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Homilia do 2º Domingo da Quaresma (25.02.18

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO

“Transfiguração de Cristo e do cristão” 
Aliança no sangue do Filho
No início da Quaresma entramos em clima de reflexão a partir da triste realidade da tentação e da necessidade de conversão permanente. Quaresma não tem um sentido em si, mas na meta que a justifica: a Páscoa do Senhor! O primeiro e o segundo domingo da Quaresma são uma meditação sobre a vida cristã. O pecado não é o fim. Jesus o venceu. A transfiguração de Jesus é a meta de todos que, resgatados por Ele, são transfigurados pela graça da salvação, como o foi em sua morte e ressurreição.  A meditação sobre o pecado, sobre a tentação e o sobre sofrimento de Jesus deve provocar-nos uma conversão para chegarmos renovados à Ressurreição do Senhor. Deus faz aliança com Abraão depois de exigir uma obediência total: o sacrifício de seu filho Isaac a quem tanto amava. Deus acolheu sua obediência, mesmo sem ter chegado ao extremo da prova. O Filho amado de Deus, contudo, foi ao extremo, sendo sacrificado. Isaac carrega a lenha, Jesus carrega a cruz. Isaac não recusa ser morto; o Filho, mesmo sofrendo faz a vontade do Pai. A aliança do homem com Deus está no acolhimento de sua vontade que é expressa nas palavras do Filho amado. Garantimos nossa aliança com Deus em Cristo quando vivemos seu Evangelho. A ordem do Pai é que ouçamos o que diz o Filho (Mc 9,7). A promessa de Deus a Abraão é a descendência. O Pai dá ao Filho, não uma descendência, mas a Ressurreição que faz todos irmãos. A transfiguração de Jesus nos mostra onde vamos chegar. A graça nos transfigura em nossas atitudes. Transparecemos através de nossas obras.
Ele Se transfigurou
            Antes de subir o monte Calvário, Jesus sobe o monte Tabor. Isaac sobe o monte com a lenha; Jesus sobe o Monte Calvário com a cruz às costas; no Monte do Tabor mostra o brilho da sua Divindade. Essa imagem glorificada explica que a Paixão chega à Ressurreição dos mortos. Ele é a Divindade que se manifestou. De agora em diante a Lei e os Profetas, representados por Moisés e Elias, só se entendem a partir de Jesus. Por isso a nuvem que simboliza a presença de Deus, provoca o santo temor. A sua transfiguração é uma demonstração aos discípulos e a nós que preparamos a Páscoa, que nós também seremos transfigurados pela conversão e pela graça da Ressurreição. Sob esse aspecto temos um caminho muito bonito e claro para a espiritualidade do cristão: Transfigura-se porque está unido a Cristo. Espiritualidade não são obras. Essas são resultado. Espiritualidade é uma transformação interior. Cristo resplandece em nós. Ficamos na parte externa e não vamos ao centro do mistério de Cristo em nós. A imagem do homem novo vai se formando em nós ao ouvirmos suas palavras e assumirmos sua vida. Assim teremos seus sentimentos, sua mentalidade e agiremos guiados pelo seu mandamento transfigura que dnossa vida: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12).
  Este é meu Filho amado, ouvi-O
Celebrar uma aliança é sempre assumir um contrato. As palavras de Deus se unem à resposta do homem. Deus promete a Abraão uma descendência. Ao enviar seu Filho para selar a aliança com seu sangue, propõe para nós o compromisso de ouvir sua Palavra, pois Ele é a Palavra viva. A Ele vamos ouvir. Se nos deu o Filho, não nos daria tudo com Ele? Ouvir o Filho é corresponder à aliança e chegar à transfiguração. Ao iniciar seu ministério Jesus insiste: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Crer é acolher a aliança que Deus faz conosco em seu Filho. Assim podemos celebrar a Páscoa com um pão puro. Celebrar a Páscoa não é contar uma história. É tornar presente um mistério que dá Vida.
Leituras: Gênesis 22,1-2.9ª.10-13.15-18;Salmo 115;Romanos 8,31b-34;Marcos 9,2-10. 
1.  A transfiguração é a meta de todos.
2.  Ela mostra aos discípulos que a morte não é o fim. Há ainda a Ressurreição.
3.  Ouvir o Filho é já iniciar a transfiguração. 
                Paizão!           
O evangelho de hoje mostra dois retratos de pai. O Pai do Céu entrega seu Filho ao mundo e o mostra glorificado superando toda dor da Paixão. O pai Abraão, tendo entregado sua vontade a Deus, cumpre-a na terrível cerimônia de sacrificar seu filho Isaac. Deus aceitou sua vontade e poupou Isaac. Mas não poupou o seu Filho Jesus e O entregou como sacrifício. Abraão ganhou um carneiro para substituir o filho. Jesus nos substitui e Se entrega ao Pai para que todos nós tivéssemos nossa vida entregue a Deus. A entrega a Deus ouvindo o Filho é nossa transfiguração. Seremos iguais a Ele porque obedecemos ao Pai. Nessa atitude de acolhimento das palavras do Filho poderemos realizar nossa transfiguração. Nossa vida será um retrato vivo de Cristo porque ouvimos sua palavra e fazemos vivo seu mandamento do amor.
https://padreluizcarlos.wordpress.com/

EVANGELHO DO DIA 25 DE FEVEREIRO

Evangelho segundo S. Marcos 9,2-10.
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
São Jerónimo (347-420), presbítero, tradutor da Bíblia, doutor da Igreja 
Homilias sobre Marcos, n.º 6, SC 494
Cristo, anunciado pelos profetas, único salvador do género humano
«Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: "Mestre, como é bom estarmos aqui!"» Também eu, quando leio as Escrituras e compreendo espiritualmente um ensinamento sublime, não quero descer daí, não quero descer a realidades mais humildes: quero fazer uma tenda para Cristo, a Lei e os profetas no meu coração. Mas Jesus, que veio salvar o que estava perdido, que não veio salvar os santos, mas os que se portam mal, sabe que, se permanecer no alto da montanha, se não descer à terra, o género humano não será salvo.«De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém». Quando leio o evangelho, e vejo nele testemunhos da Lei e dos profetas, apenas considero a Cristo: não vi Moisés, não vi os profetas, senão para compreender que eles falavam de Cristo. Quando por fim chego ao esplendor de Cristo e recebo, por assim dizer, a luz esplendorosa do sol brilhante, não sou capaz de ver a luz de uma lamparina. Uma lamparina acesa a meio do dia nada ilumina: quando o sol brilha, a luz de uma lamparina torna-se invisível; assim também, na presença de Cristo, a Lei e os profetas são, por comparação, totalmente invisíveis. Não estou a criticar a Lei e os profetas, pelo contrário, estou a louvá-los porque anunciam Cristo; mas leio a Lei e os profetas sem querer fechar-me neles, antes para através deles chegar a Cristo. A Ele, com o Pai e o Espírito Santo, glória e majestade pela infinitude dos séculos dos séculos. Amén.

25 DE FEVEREIRO - SANTA VALBURGA

Santa Valburga nasceu em Devonshire (Inglaterra) no ano 710. Era filha do rei Ricardo (que tornou-se santo) e irmã de Vilibaldo e Vunibaldo, ambos santos canonizados. Ela viveu cercada de nobreza e santidade. Seu pai entregou o trono a um sobrinho e levou sua família para viver num mosteiro, quando Valburga ainda era criança. Poucos meses depois, seu pai faleceu em Luca na Itália, quando tinha saído em peregrinação para Jerusalém.Seus dois irmãos se tornaram sacerdotes, Valburga ficou no mosteiro e se tornou monja...Dirigiu, como superiora, dois mosteiros durante dezessete anos. Nessa época transpareceu a sua santidade nas penitências, orações e devoção a Jesus Cristo. Suas obras assistenciais ficaram conhecidas por toda a região...Valburga faleceu com 69 anos. Em 893, quando foi canonizada, seu corpo foi encontrado intacto e transladado para a igreja de Eichestat. Em seu túmulo brota, até os dias de hoje, um fluído de aroma suave como um óleo fino, que é recolhido e guardado em garrafinhas que são distribuídas para o mundo inteiro. Os devotos confirmam curas de várias doenças. - Fonte: P. Rosivaldo CSsR
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio CSsR
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Santa Aldetrudes, Abadessa

Canon O' Hanlon traz um relato de uma abadessa belga no dia 25 de fevereiro, a quem o hagiologista do século XVII, o Padre John Colgan, dizia ser de ascendência irlandesa: Santa Aldetrudes, ou Aldetrudis, Virgem e abadessa de Malbod, ou Maubeuge, na Bélgica. Esta santa virgem é reivindicada com o pertencente aos santos da Irlanda pelo Padre João Colgan, porque do lado do pai seu sangue ancestral era irlandês, mesmo embora ela tivesse nascido na Bélgica e vivido lá. Os Bolandistas, depois de uma introdução escolástica, produziram uma breve Vida Latina da santa, adicionando algumas poucas notas, a título de esclarecimento. Estes atos são feitos a partir de um manuscrito Codex da Vida de Santa Aldetrudes encontrado no Mosteiro de Rubra Vallis, perto de Bruxelas, e inserido na primeira parte da Hagiologia Brabantina, a partir das lições do Breviário para a Igreja Colegiada de Mons, fundada por Santa Waldetrude.
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MARIA LUÍSA DE ANGELIS Religiosa, Beata (1880-1962)

A Irmã Maria Luísa De Angelis nasceu no dia 24 de Outubro de 1880 na Itália, em São Gregório, uma pequena cidade do Abruzzo, não muito longe da bonita cidade de L'Áquila. Com a sua chegada, a primeira dos oito irmãos, depois de haver cumulado seus pais de alegria, foi baptizada na mesma tarde do seu nascimento, com o nome de Antonina. Com o passar dos anos, o contacto com a natureza e a dura vida do campo, a menina crescia límpida e simples, trabalhadeira e rica de sensibilidade, transformando-se ao mesmo tempo numa jovem forte e delicada, activa e reservada como todas as pessoas daquela esplêndida terra. No dia 7 de Dezembro do mesmo ano do nascimento de Antonina, faleceu em Savona uma Irmã, que escolheu de dar a vida em plenitude no seguimento de Cristo, que disse: «Sede misericordiosos, como é misericordioso o vosso Pai...
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LUÍS VARIARA Sacerdote salesiano, Beato (1875-1923)

Luís Variara nasceu no dia 15-01-1875 em Viarigi (Ásti). Em 1856 Dom Bosco estivera ali, pregando uma missão. E foi a Dom Bosco que o pai confiou o filho, levando-o a Valdocco no dia 01-10-1887. O Santo morreu quatro meses depois. Mas o contacto que teve com ele foi suficiente para marcar Luís para toda a vida. Pediu que o admitissem como salesiano e entrou no noviciado no dia 17 de agosto de 1891. Variara estudou Filosofia em Valsalice, onde conheceu Padre André Beltrami. Em 1894 esteve ali o Padre Unia, o célebre missionário que há pouco havia começado a trabalhar na Colômbia, entre os leprosos de Agua de Dios. O mesmo Padre Variara contava: “Qual não foi o meu espanto e a minha alegria quando, no meio de 188 colegas meus que tinham a mesma aspiração, o Padre Unia fixou os olhos em mim e disse: Este é meu”. O jovem Variara chegou a Agua de Dios no dia 06 de agosto de 1894. O lazareto contava 2000 habitantes, dos quais 800 eram leprosos. Mergulhou totalmente na sua missão.
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SEBASTIÃO DE APARÍCIO Pastor, Beato 1502-1600

Nasceu em Gudinha Galícia (Espanha) em 20 de janeiro de 1502. Quando criança contagiou-se por ocasião de uma epidemia. Os enfermos eram obrigados a viver apartados e sua mãe o levou a uma solitária choupana. Ali uma loba o mordeu e com a hemorragia curou-se a enfermidade. Desde então teve um especial amor e influência com os animais.Agradava-lhe a vida do campo por sua paz e contacto íntimo com Deus. Ainda que não tivesse ido à escola, nem aprendido a ler ou escrever, desenvolveu muitas habilidades úteis: construção de edifícios e fabricação de carros, cultivo, toda classe de trabalho rural, etc. Pastoreou as ovelhas de seu pai até a idade de 20 anos, quando se foi como mordomo em uma fazenda situada em Salamanca que pertencia a uma jovem viúva, formosa e rica. Ela enamorou-se dele. Para não cair na tentação, Sebastião deixou o lugar e foi á Zafra, para trabalhar em outra fazenda ao serviço de Pedro de Figueroa, parente do duque de Feria. Porém ali, uma das filhas do dono também começou a rondar-lhe. Voltou a mudar-se, desta vez a Saluncar deBarrameda, onde partiam os barcos para a América. Trabalhou ali sete anos com bom salário e pôde enviar às suas irmãs o dote que se costumava recolher para o matrimónio. Porém, nesse lugar, foi outra vez assediado por moças. Quando a filha do seu patrão passou a lhe assediar em namoro, decidiu embarcar para a América, onde viveria o resto de sua vida.
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CESÁRIO DE NAZIANZO Médico, Político e Santo ca. 331-338

Cesário de Nazianzo foi um proeminente médico e político. Ele é conhecido por ter sido o irmão mais novo de Gregório de Nazianzo e é reconhecido como santo tanto pela Igreja Ortodoxa, quanto pela Igreja Católica. O filho mais novo de Gregório, o Velho, bispo de Nazianzo, e sua esposa, Nona, Cesário nasceu na vila da família, em Arianzo, nas redondezas de Nazianzo. Ele provavelmente estudou em Cesareia Mazaca, também na Capadócia, como preparação para os estudos superiores em Alexandria, na província romana do Egipto. Lá, suas disciplinas preferidas eram a geometria, a astronomia e, principalmente, a medicina. Nesta última, superou todos os colegas. Por volta de 355 d.C., ele se mudou para a capital imperial, Constantinopla, e já tinha adquirido uma grande reputação por suas habilidades médicas quando seu irmão, Gregório, voltando de Atenas, apareceu por lá em 358. Cesário então sacrificou um posto de grandes honras e muito bem remunerado para retornar aos seus pais junto com ele. Porém, a vida na capital logo se mostrou uma atracção demasiado grande para ele e, eventualmente, ele se tornou um eminente médico na corte bizantina de Constâncio II e, para o desgosto de sua família, na de Juliano, o Apóstata que, porém, não conseguiu convertê-lo ao paganismo em sua tentativa de retornar o Império Romano às suas raízes pagãs. Nesta época, Cesário deixou novamente a corte e retornou apenas após a morte de Juliano, em 363.
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TARÁSIO DE CONSTANTINOPLA Patriarca, Santo + 806

São Tarásio, natural de Constantinopla, foi um dos Patriarcas mais célebres da Igreja oriental. O pai, nobre patrício e bom cristão, teve todo empenho em proporcionar-lhe uma boa educação. O filho satisfez perfeitamente aos desejos e esperanças do progenitor, tanto que, uma vez conhecido na sociedade, era objecto da admiração de todos, por causa do seu saber e belo carácter. Abriam-se-lhe ao futuro as perspectivas mais risonhas e prometedoras. Convidado pelo imperador Constantino V e sua esposa Irene, ocupou o cargo de cônsul e mais tarde de secretário do Estado. Os atractivos do mundo, o brilho de posições elevadas não conseguiram entretanto, ofuscar-lhe a vista. A vida na corte, tão cheia de seduções e escolhos para a virtude, em nada lhe modificou os sentimentos de piedade e a sobriedade de seu carácter. A todos e em todas as emergências, dava o exemplo de cristão recto. Havia no Oriente uma seita, que combatia o culto das imagens, chamada a dos iconoclastas. Paulo III, Patriarca de Constantinopla embora merecedor dos maiores elogios, como Prelado virtuosíssimo e caridoso que era, teve a fraqueza de não se opor à perniciosa seita, com a energia que as circunstâncias exigiam, tanto que a opinião de muitos católicos o acoimava como fautor da mesma.
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Beata Maria Ludovica de Angelis, religiosa - 25 fevereiro

  
      A Irmã Maria Ludovica De Angelis nasceu no dia 24 de outubro de 1880 na Itália, em São Gregório, uma pequena cidade dos Abruzzos, não muito longe da bonita cidade de L'Áquila. Foi batizada na mesma tarde do seu nascimento com o nome de Antonina. Seus pais, humildes lavradores, se chamavam Santa Colaiandi e Ludovico de Angelis. Ela era a primogênita e teve que ajudar na educação dos irmãos. Frequentava esporadicamente a escola onde aprendeu a ler e escrever. Quando chegou à adolescência teve que ajudar seu pai nas tarefas agrícolas.
     No contato com a natureza e a dura vida do campo, a menina cresceu límpida e simples, trabalhadeira e rica de sensibilidade, transformou-se ao mesmo tempo numa jovem forte e delicada, ativa e reservada como todas as pessoas daquela esplêndida terra. Seu pároco, Pe. Samuel Tarquini, colocou-a na frente da Associação Filhas de Maria fundada por ele.
     No dia 7 de dezembro do mesmo ano do nascimento de Antonina falecia em Savona uma Irmã que havia escolhido dar a vida à Cristo: era a Santa Maria Josefa Rossello, que havia fundado em Savona, no ano de 1837, ao Instituto das Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia, uma família religiosa que se espalhava pelo mundo e atraia muitas jovens para o mesmo ideal.
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ORAÇÃO DE TODOS OS DIAS - 25 DE FEVEREIRO

Pe. Flávio Cavalca de Castro,
redentorista
Oração da manhã para todos os dias 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
25 – 2° Domingo da Quaresma – Santos: Cesário de Nazianzo, Hereno, Vítor 
Evangelho (Mc 9,2-10) “E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles.” 
Pedro, Tiago e João viveram naquele dia uma experiência extraordinária. Tiveram a manifestação de uma realidade que ainda não tinham percebido. Conheciam e admiravam Jesus de Nazaré como amigo e mestre. Viam-no como um homem especial, mas como um homem igual a eles, afinal. Ali, no alto do monte, viram tudo diferente. Como Deus, Jesus estava cercado de luz e de uma brancura que os cegava. Mostrava-se como mais importante que Moisés e Elias, que estavam respeitosamente a seu lado. A vida deles nunca mais seria a mesma, nunca mais veriam Jesus do mesmo jeito de antes; queriam ali ficar para sempre.  “De repente... não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles.”  Com a mesma aparência de antes. Mas para eles era diferente.
Oração
Senhor, de vez em quando, gostaria que minha vida fosse como essa experiência de Pedro, Tiago e João. Gostaria que tudo fosse luminoso e claro, que eu pudesse ver vossa grandeza, que meu entusiasmo durasse sempre, que minha coragem fosse sem limites. Mas, não é assim. Quase sempre, para não dizer sempre, olhando ao meu redor nada vejo de extraordinário. Só pessoas comuns, com suas qualidades e defeitos; eu mesmo vivo tateando à procura de caminho, caindo e recomeçando. Tenho apenas a luz da fé. Pois então, Senhor, aumentai a minha fé, para que eu continue firme não vendo nada de especial, mas sempre agarrado à vossa mão. Aumentai a minha fé, para que eu veja tudo diferente, porque estais sempre ao meu lado e tudo transformais. Amém.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

24 DE FEVEREIRO - SANTA VALBURGA

Santa Valburga (710-770)
Era filha do rei Ricardo (que se tornou santo) e irmã de Vilibaldo e Vunibaldo, ambos santos canonizados. Ela viveu cercada de nobreza e santidade. Seu pai entregou o trono a um sobrinho e levou sua família para viver num mosteiro, quando Valburga ainda era criança. Poucos meses depois, seu pai faleceu em Luca na Itália, quando tinha saído em peregrinação para Jerusalém.Seus dois irmãos se tornaram sacerdotes, Valburga ficou no mosteiro e se tornou monja.. .Dirigiu, como superiora, dois mosteiros durante dezessete anos. Nessa época transpareceu a sua santidade nas penitências, orações e devoção a Jesus Cristo. Suas obras assistenciais ficaram conhecidas por toda a região...
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO SAUTER
REDENTORISTA
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FORNECEMOS SÓ AS SEMENTES

PADRE CLÓVIS DE JESUS
BOVO-REDENTORISTA
VICE-POSTULADOR DA CAUSA
VENERÁVEL PADRE PELÁGIO
REDENTORISTA
Um rapaz ia passando pela rua movimentada de uma cidade, quando sua curiosidade foi despertada por um loja de visual diferente: Vitrine cheia de pacotinhos e um anjo no balcão. Curioso porque nunca viu anjo atendendo no balcão, entrou e perguntou: 
- Meu bom anjo, o que vocês fornecem aqui? 
- Tudo de bom que você desejar. Nossos produtos são acondicionados em pacotinhos, como você terá visto na vitrine. 
- Que produtos? Perguntou, cada vez mais curioso. 
- Pacotinhos contendo justiça, amor, perdão, fé, esperança, paz. 
- Se for assim, tenho muito a pedir. Peço tantas gramas de amor; outras tantas de paz; muitas gramas de fidelidade nas famílias; muitas outras de moralidade, muitíssimas gramas de paz, neste dia em que celebramos a paz. 
O anjo achou bom interromper a ladainha de pedidos para dar uma explicação:
- Um momento! Explico-me para evitar equívocos. Aqui não fornecemos o produto, isto é, os frutos, mas só as sementes. 
Palavra de vida: A semente é a Palavra de Deus:...(Lc 8,11) Deus entra com a semente e nós com os braços. Ele fornece as sementes. Temos que plantar e cultivar a plantinha da paz. A paz é a gente que faz.
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REFLETINDO A PALAVRA - “Toma e devora!”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
              REDENTORISTA-50 ANOS CONSAGRADO
1312. O pequeno livro
Mês da Bíblia! Por que? Para estimular o amor, a leitura e a vivência da Palavra de Deus. Todos os dias são dias da Palavra, mas para que isso aconteça, lembramos um mês em particular. Por que setembro? Porque nesse mês, no dia 30, celebramos S. Jerônimo que amava a Escritura e foi o tradutor para o latim. DIzia: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer Cristo”. Diante deste estímulo a um sempre maior amor às Santas Escrituras, vamos ouvir o Apocalipse de São João. É a experiência que tem da Palavra:A voz dos céus que eu tinha ouvido tornou então a falar-me: ‘Vai, toma o livrinho aberto da mão do Anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra’...  Ele então me disse. ‘Toma-o e devora-o; Ele te amargará o estômago, mas em tua boca será doce como o mel’... Quando o engoli, porém, meu estômago se tornou amargo. Disseram-me então: ‘É necessário que continues ainda a profetizar contra muitos povos, nações, língua e reis”’ (Ap. 10,8-11). Para João a Palavra é como alimento. Ela é para ser devorada como com grande fome. Há muitos modos de nos aproximarmos da Palavra de Deus. O importante é que ela penetre nossas vidas. Sem alimento o corpo morre. Sem a Palavra morre nossa alma. Ela não é um livro de leitura, mas a leitura do livro da Vida. É a leitura que dá Vida. Não se passa pela Palavra sem ser alimentado. Diante da necessidade da Palavra, na imagem do alimento, vemos como a Palavra, sendo única, em cada um produz um fruto diferente. Como a chuva, que sendo a mesma produz efeitos diferentes em cada ser. Cada flor, mesmo diferente, recebeu a mesma água. Produz sabores diferentes, perfumes inigualáveis, cores fascinantes. Assim é a Palavra que sai da boca de Deus. Precisamos da Palavra: “Não só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,4;Dt 8,3).
1313. Força da Palavra
“A Palavra de Deus é viva e eficaz” (Hb 4,12). Como a Palavra não são apenas letras, mas vida, penetra nossa vida dando-nos vida e oferecendo os caminhos para a Vida. Ela realiza o que anuncia, pois está unida a Quem a pronunciou. Como escreve Isaias: “Ela é como a chuva... não torna a mim sem fruto; antes ela cumpre a minha vontade e assegura o êxito da missão para a qual enviei” (Is 55,10-11). A eficácia exige a abertura do coração. Se nos abrimos ela age em nós, como Jesus explica na parábola da semente: “O que cai em terra boa são os que, tendo ouvido a Palavra com o coração nobre e generoso, conservam-na e produzem fruto pela perseverança” (Lc 8,15). A força da Palavra não é só o ensinamento que gera, mas sua própria condição de estar unida a Quem a pronuncia que é Deus.
1314. Doce amargo
“Ela será doce na boca”, diz João. A Palavra é tão bonita e gostosa. Encanta o coração. Mas... quando chega ao estômago, é amarga, pois exige a mudança e atinge o íntimo de nossas decisões. Viver a Palavra é colocar-se como alvo do ódio do mal personificado em tantos inimigos que recusam Jesus. Os que testemunham a Palavra que vivem, passam pelo que Cristo passou: “Eles venceram pelo Sangue do Cordeiro e pela Palavra que testemunharam, desprezaram a própria vida até à morte” (Ap 12,11). Quanto mais perseguidos, mais perseguem a vitória pela Palavra, como dizia Jesus: “Devo receber um batismo, e como me angustio até que esteja consumado!” (Lc 12,50).O maior fruto da Palavra de Deus em nós é a força de comunicá-la a todos os povos. Mesmo perseguidos, há sempre o desejo de levar adiante a Palavra: “É necessário que continues a profetizar contra muitos povos, nações e línguas e reis” (Ap 10,11).

EVANGELHO DO DIA 24 DE FEVEREIRO

Evangelho segundo S. Mateus 5,43-48.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Ouvistes que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo’. Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem, para serdes filhos do vosso Pai que está nos Céus; pois Ele faz nascer o sol sobre bons e maus e chover sobre justos e injustos. Se amardes aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem a mesma coisa os publicanos? E se saudardes apenas os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não o fazem também os pagãos? Portanto, sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito».
Tradução litúrgica da Bíblia 
Comentário do dia: 
São Jerónimo (347-420), presbítero, tradutor da Bíblia, doutor da Igreja 
Comentário à Epístola aos Gálatas, 3, 6
O amor ao próximo: apoio mútuo e benevolência; ir beber à fonte da bondade divina
«Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos, mas principalmente para com os irmãos na fé» (Gal 6,10). O tempo presente, o tempo do curso da vida, é o tempo da sementeira. Durante esta vida, podemos semear o que quisermos. Quando esta vida passar, ser-nos-á retirado o tempo de agir. É por isso que o Salvador nos diz: «Temos de realizar as obras daquele que Me enviou enquanto é dia. Vem aí a noite, em que ninguém pode atuar» (Jo 9,4). Quer estejamos doentes ou de boa saúde, quer sejamos humildes ou poderosos, pobres ou ricos, famosos ou desprezados, façamos tudo em nome do Senhor, com paciência e equanimidade; assim se realizará em nós o que diz a Escritura: «tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus» (Rom 8,28). A própria cólera, a paixão, os ultrajes recebidos que exigem vingança tornam-se para mim, se me dominar e me calar por Deus, se em cada picada que fere e sob a pressão dos vícios pensar em Deus, que me olha do alto, outras tantas ocasiões de triunfo. Quando distribuirmos os nossos dons, não digamos: este é amigo, àquele vou ignorá-lo; este tem direito de receber, aquele deve ser desprezado. Imitemos o nosso Pai, que «faz com que o Sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores» (Mt 5,45). A fonte da bondade está aberta a todos: escravo e livre, plebeu e rei, rico e pobre, todos bebem dela da mesma maneira. A lamparina acesa numa casa alumia a todos sem distinção. S. João evangelista, no final da sua vida, quando já não era capaz de exprimir o seu pensamento num discurso seguido, limitava-se a dizer: «Meus filhinhos, amai-vos uns aos outros» (cf Jo 13,24). E, quando os seus discípulos lhe perguntaram porque dizia sempre a mesma coisa, João respondeu com esta frase, digna dele: «Porque é esse o preceito do Senhor; se o cumprirmos, tanto basta.»

24 DE FEVEREIRO – ELE DIZIA: NÃO BASTA AJUDAR O POBRE.

Assim falava S. Luís Guanella
Nasceu nas montanhas alpinas e nevoentas da Itália. Luís carregaria a vida inteira em seu temperamento, a tenacidade e intrepidez das pessoas nascidas nas montanhas. Ordenou-se padre com 24 anos. Desde jovem sonhava fundar um grupo de padres e freiras que se dedicassem aos menores abandonados e velhos, aos enfermos e deficientes. Conviveu alguns anos com S. João Bosco e S. Bento Cottolengo. Aprendeu com eles a cuidar de crianças e doentes. Deu valioso testemunho de solidariedade e amor ao próximo no pavoroso terremoto de 1915. 
- Dizia que não é suficiente socorrer o irmão necessitado. É preciso procurá-lo. 
Faleceu em 1925. 
– Canonizado em 2011 
Outro santo:– Sérgio (+304), magistrado, eremita e mártir. Morreu decapitado em Cesárea da Capadócia porque recusou-se a prestar culto aos deuses pagãos.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
REDENTORISTA
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio
Redentorista
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