segunda-feira, 29 de julho de 2024

DIA 29 - ORAÇÕES

Oração da manhã para todos os dias
 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
29 – Segunda-feira – Santos: Marta, Olavo, Beatriz de Roma
Evangelho (Jo 11,19-27) “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá.”
Vê-se logo que Jesus falava de duas mortes, a morte física e a morte espiritual. Nossa vida é o dom maior e irrevogável de Deus, que nos tira do nada para a capacidade de conhecer e amar.O tempo de nossa vida na realidade terrestre é de algum tempo. Continuaremos, porém, vivos para sempre. Se acreditamos em Jesus, e nos deixamos unir a ele na participação de sua vida, teremos a vida feliz para sempre.
Oração
Senhor meu Deus, eu vos agradeço porque me tirastes do nada e me destes não só a existência, mas a vida. Posso pensar, amar, comunicar-me convosco e com as pessoas. Destes-me ainda o dom da fé para vos conhecer além de minhas possibilidade, o dom de um mor novo,  a esperança certa de uma felicidade eterna.E me destes vosso Filho como companheiro de humanidade, mestre e amigo. Amém.

domingo, 28 de julho de 2024

REFLETINDO A PALAVRA - “E a Palavra se fez carne”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Uma grande alegria
 
Como é fascinante esse tempo de festas natalinas! Luzes e enfeites enchem nossos olhos. Por mais que se diga que virou comércio, ainda podemos sentir o encanto do Natal. É maravilhoso contemplar todas as belezas que Deus concedeu aos humanos. Nosso universo passou por momentos estupendos de transformação. Nossa civilização (se for este o nome) também vivenciou descobertas que nos deram uma vida melhor. Tantas ainda que nem percebemos. Contudo, houve um momento, numa noite fria, num campo de pastores que eram os últimos da sociedade, ouviu-se: “Eis que vos anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo – Senhor” (Lc 2,10-11). Mesmo que houvesse os meios de comunicação que possuímos, não seria notícia (como o nascimento do 3º na linha da sucessão do trono da Inglaterra). Contudo é o maior acontecimento de todos os tempos. Mesmo que não tenhamos fé, o acontecimento permanece como a maior mudança do Universo. Agora temos a grande novidade: Deus Conosco – Emanuel. Não captamos bem o que significa Deus vir morar entre nós e dar-nos a participação de Sua Vida em Seu Filho que nasce como criatura humana, sem deixar de ser Deus. Jesus se faz singelo e simples para podermos ter força para acolher a grande novidade. O Natal que celebramos nasce desta fraternidade que Jesus teve para conosco. Recebemos a oportunidade de participar da divindade, como Ele recebeu nossa humanidade. A História foi penetrada pela divindade. A presença dos Anjos cantando diante dos pastores, mais que um espetáculo, é a proclamação que este acontecimento interessa a Céus e Terra. Quanto mais contemplamos o mistério do nascimento do Filho de Deus, mais nos sentimos amados por Aquele que nos amou primeiro e enviou seu Filho.
Contemplar e amar 
A dimensão festiva do Natal não pode deixar o coração sem sua festa. O Verbo ver aparece diversas vezes nas narrativas deste período. Seu sentido não é somente ver com os olhos, mas olhar com o coração. Os pastores disseram: “Vamos a Belém, e vejamos o que aconteceu, o que o Senhor nos deu a conhecer... Vendo-O contaram o que lhes fora dito a respeito do Menino... Maria conservava todos esses acontecimentos e os meditava em seu coração. Os pastores voltaram alegres, glorificando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido” ((Lc 2,15-20). Ver para acolher, ouvir para contemplar. Fazemos assim a experiência do Deus feito Homem na forma de uma criança. Se isso não nos toca o coração, perdemos o sentido da vida. Não basta fazer e saber muitas coisas. É preciso conhecer Deus. O Universo tomou novo sentido. Nossa vida só será completa se desenvolvermos a humanidade e a divindade que habitam em nós.
Nascimento de Jesus, um caminho. 
O nascimento de Jesus em Belém numa cocheira, deitado num cocho, fora de sua casa, não é somente um dado histórico, mas é um caminho para todos. Certamente para Deus o ouro vale tanto quanto a palha. Todo lugar para ele é um bom lugar. Para nós é um aprendizado para viver na simplicidade, valorizando as pessoas humildes e sendo felizes em qualquer circunstância. O desapego total de Jesus acontece porque está totalmente repleto de si mesmo, sendo humano e divino. É um convite a valorizarmos nossa natureza humana assumida pelo Filho de Deus e aprofundarmos a participação na vida divina que nos foi dada na encarnação do Filho de Deus. Como todos participam, somos todos irmãos e ninguém é melhor que ninguém. Todos somos um Naquele que nos amou.
ARTIGO PUBLICADO EM DEZEMBRO DE 2013

EVANGELHO DO DIA 28 DE JULHO

Evangelho segundo São João 6,1-15. 
Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. Seguia-O numerosa multidão, por ver os milagres que Ele realizava nos doentes. Jesus subiu a um monte e sentou-Se aí com os seus discípulos. Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: «Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?». Dizia isto para o experimentar, pois Ele bem sabia o que ia fazer. Respondeu-Lhe Filipe: «Duzentos denários de pão não chegam para dar um bocadinho a cada um». Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro: «Está aqui um rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes. Mas que é isso para tanta gente?». Jesus respondeu: «Mandai-os sentar». Havia muita erva naquele lugar, e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil. Então, Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, fazendo o mesmo com os peixes; e comeram quanto quiseram. Quando ficaram saciados, Jesus disse aos discípulos: «Recolhei os bocados que sobraram, para que nada se perca». Recolheram-nos e encheram doze cestos com os bocados dos cinco pães de cevada que sobraram aos que tinham comido. Quando viram o milagre que Jesus fizera, aqueles homens começaram a dizer: «Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo». Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-lo para O fazerem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte. 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Santo Agostinho (354-430) 
Bispo de Hipona (norte de África), 
doutor da Igreja 
Comentário sobre o evangelho de João, 24,1 
«Ele cobre de nuvens os céus e para a terra 
prepara a chuva, que faz brotar 
as ervas nos montes» (Sl 146, 8) 
Os milagres realizados por Nosso Senhor Jesus Cristo são obras verdadeiramente divinas, que dispõem a inteligência humana para conhecer a Deus a partir do que é visível, pois os nossos olhos são incapazes de O ver, em consequência da sua natureza. Com efeito, os milagres que Deus opera para governar o Universo e organizar toda a sua criação, à força de se repetirem, perderam o seu valor e quase ninguém se dá ao trabalho de reparar que obra maravilhosa e surpreendente Ele opera numa qualquer sementinha. É por isso que, na sua benevolência, Ele Se reserva a possibilidade de realizar, no momento escolhido, algumas ações fora do curso normal das coisas. É que aqueles que menosprezam as maravilhas de todos os dias ficam estupefactos à vista de obras que saem do normal e nem reparam nas outras. Na verdade, governar o Universo é um milagre maior do que saciar cinco mil homens com cinco pães! E contudo ninguém se espanta com isso. Com efeito, quem alimenta ainda hoje o Universo senão Aquele que cria grandes searas a partir de umas quantas sementinhas? Cristo age, pois, em Deus. É pelo seu poder divino que faz sair abundantes colheitas de um pequeno número de sementes, e foi por esse mesmo poder que multiplicou os cinco pães. As mãos de Cristo estavam cheias de poder. Esses cinco pães eram como que sementes, que, mesmo não tendo sido lançadas à terra, foram multiplicadas por Aquele que fez o céu e a terra.

Beata Maria Teresa Kowalska virgem e mártir, +1941

Nasceu em Varsóvia em 1902. Desconhece-se o nome e a profissão dos seus pais. Recebeu a sua primeira Comunhão no dia 21 de Junho de 1915, e o sacramento da Confirmação no dia 21 de Maio de 1920. O seu pai, simpatizante socialista, foi para a União Soviética na década de 1920 com grande parte da família. Aos 21 anos, recebe a graça da vocação religiosa. Ingressou no Mosteiro das Clarissas Capuchinhas de Przasnysz no dia 23 de Janeiro de 1923. Tomou o hábito no dia 12 de Agosto de 1923 e recebeu o nome de Maria Teresa do Menino Jesus. Emitiu a sua primeira profissão no dia 15 de Agosto de 1924 e a profissão perpétua no dia 26 de Julho de 1928. Era uma pessoa delicada e doente, mas disponível para todos e para tudo. No Mosteiro servia a Deus com devoção e piedade. Com o seu modo de ser conquistava o carinho de todos, diz uma das irmãs. Gozava de grande respeito e consideração por parte das superioras e das outras irmãs. Exerceu vários ofícios: porteira, sacristã, bibliotecária; Mestra de noviças e Conselheira. Maria Teresa vive a sua vida religiosa em silêncio, totalmente dedicada a Deus, com grande entusiasmo. Um dia este serviço a Deus foi posto a dura prova.

28 de julho - Beato Stanley Francis Rother

“O martírio do Beato Stanley Francis Rother nos enche de tristeza, mas também estamos felizes em ver a bondade, generosidade e coragem de um grande homem de fé. Ele foi uma luz autêntica para a Igreja e para o mundo, porque não odiou, mas amou, não destruiu, mas construiu. O Beato Stanley Rother é um testemunho para nós, testemunhas e missionários do Evangelho. A sociedade precisa dessa fonte de bem”. 
Cardeal Angelo Amato – Homilia de Beatificação – 
23 de setembro de 2017 
Stanley Francis Rother nasceu em uma pequena cidade chamada Okarche, localizada no estado de Oklahoma, onde a religião, a educação e as granjas eram os pilares da sociedade. Em sua juventude teve uma vida simples e trabalhava na granja da sua família. Rodeado de sacerdotes, sentiu o chamado de Deus e entrou no seminário. Ali começaria a verdadeira aventura de sua vida. No seminário tinha dificuldades nos estudos, assim como São João Maria Vianney, o Cura D’Ars. Maria Scaperlanda, testemunha: “ambos eram homens simples que sentiram o chamado ao sacerdócio e alguém tinha que autorizá-los para que completassem os seus estudos e se tornassem sacerdotes. Eles trouxeram consigo bondade, simplicidade e um coração generoso em tudo o que faziam”.

São Vítor I, papa

Vítor, de origem africana, foi Papa por dez anos. Combateu contra várias heresias, sobretudo a do Adocionismo, que definia Jesus como um homem adotado por Deus. Deve-se a ele a celebração da Páscoa no domingo seguinte àquela Judaica. Faleceu em 199, provavelmente como mártir, sob Septímio Severo.
Vítor nasceu na província romana da Tunísia, na África. Este dado é muito comprovável, pois na Catedral Católica de Tunes, à esquerda do altar, existe um mosaico que retrata a face de São Vítor. sabe-se que era filho de um homem que se chamava Félix. Sob o papado de Vítor I surgiram várias contribuições para o cristianismo: foi estabelecido que qualquer tipo de água, quer seja de um rio, mar ou outras fontes, poderia ser utilizada para a realização do batismo, no caso da falta de água benta. No campo litúrgico, a controvérsia que encontrou foi a da celebração da Páscoa.

Beato Urbano II, papa

De origem francesa, Urbano foi um incansável viajante. Defendeu a Igreja do assalto dos poderes seculares e combateu contra a simonia e a corrupção do clero. Organizou, na França, a primeira Cruzada para a libertação de Jerusalém, cujo resultado não conseguiu ver porque faleceu em Roma, em 1099. 
Papa Igreja Cristã Romana (1088-1099) nascido em Ckâtillon-Sur-Mane, na província de Champagne, França, escolhido como sucessor de Victor III (1086-1087), cuja atividade eclesiástica foi caracterizada pela promoção de importantes reformas na Igreja Católica Romana, e pelo planejamento e criação da Primeira Cruzada durante o sínodo de Clermont-Ferrand (1095). De uma família nobre estudou em Reims, onde se tornou clérigo e posteriormente entrou para a Ordem Beneditina e tornou-se prior no grande mosteiro de Cluny.

Nazário e Celso Mártires, Santos (século I)

Nazário nasceu em Roma, ainda no primeiro século da era cristã. O pai era um pagão e chamava-se Africano. A mãe, de nome Perpétua, era uma católica fervorosa. Enquanto ele desejava tornar o filho um sacerdote a serviço de um dos muitos deuses pagãos, ela o queria temente a Deus, no seguimento de Cristo, por isso o educou dentro da religião católica. Assim, com apenas nove anos de idade, o menino pediu para ser batizado, definindo a questão e sendo atendido pelo pai, que algum tempo depois também se converteu. Nazário foi batizado pelas mãos do próprio papa são Lino, o primeiro sucessor de são Pedro, que fez dele um dos seus auxiliares diretos. Ingressou no exército romano e com ele percorreu toda a Itália, onde também pregava o Evangelho. Mas, ao ser descoberto, foi levado à presença do imperador, que o mandou prender. Conseguindo fugir, abandonou Roma e tornou-se um pregador itinerante, até que, durante um sonho, Deus lhe disse para sair da Itália. Assim, foi para a Gália, hoje França, sempre pregando a palavra de Cristo. Em Cimiez, próximo de Nice, depois de converter uma nobre e rica senhora e seu filho, um adolescente de nome Celso, ela confiou o jovem a Nazário, que o fez seu discípulo inseparável. Juntos, percorreram os caminhos da Gália, deixando para trás cidades inteiras convertidas, pois, durante as suas pregações, aconteciam muitos milagres na frente de todos os presentes.

Inocêncio I Papa e Santo + 417

Inocêncio I era italiano, nasceu em Albano, uma província romana do Lazio. Ele foi eleito no ano 401 e governou a Igreja por dezasseis anos, num período dos mais difíceis para o cristianismo. A sua primeira actividade pastoral foi uma intervenção directa no Oriente, exortando a população de Constantinopla a seguir as orientações do seu bispo, são João Crisóstomo, e assim viver em paz. Mas um dos maiores traumas de seu pontificado foi a invasão e o saque de Roma, cometidos pelos bárbaros godos, liderados por Alarico. Roma estava cercada por eles desde o ano 408 e só não tinha sido invadida graças às intervenções do papa junto a Alarico. Pressionado pelo invasor, e tentando salvar a vida dos cidadãos romanos, Inocêncio viajou até a diocese de Ravena, onde se escondia o medroso imperador Honório. O papa tentava, há muito tempo, convencê-lo a negociar e conceder alguns poderes especiais a Alarico, para evitar o pior, que ele saqueasse a cidade e matasse a população. Não conseguiu e o saque teve início. Foram três dias de roubo, devastação e destruição. Os bárbaros respeitaram apenas as igrejas, por causa dos anos de contacto e mediação com o papa Inocêncio I. Mesmo assim, a invasão foi tão terrível que seria comentada e lamentada depois, por santo Agostinho e são Jerónimo. Apesar de enfrentar inúmeras dificuldades, conseguiu manter a disciplina e tomou decisões litúrgicas que perduram até hoje.

PEDRO POVEDA CASTROVERDE Sacerdote, Fundador, Mártir, Santo 1874-1936

Nasceu em Linares (Jaén) em 3 de Dezembro de 1874, onde recebeu o Baptismo uma semana depois e a Confirmação em 5 de Abril de 1875. Era ainda muito novo quando sentiu a atracção pelo sacerdócio e, aos dez anos, manifestou o seu desejo de entrar no Seminário, mas só o conseguiu depois de terminar o segundo curso de Bacharelato e com a condição de ter, ao mesmo tempo, estudos civis e eclesiásticos. Em 1893 obteve o Bacharelato, mas nele ia crescendo, também, a caridade para com os pobres dos arredores da cidade e pelos numerosos emigrantes que trabalhavam nas minas da região. Por dificuldades económicas da famíla, aliadas à enfermidade do pai, transferiu-se para o Seminário de Guadix (Granada), onde lhe foi concedida uma bolsa de estudos pelo Bispo da Diocese. Ali terminou os seus estudos e em 17 de Abril de 1897, Sábado Santo, foi ordenado sacerdote na capela da Paço Episcopal. Ocupou diversos cargos na Diocese, ao mesmo tempo que continuava os seus estudos, tendo obtido a Licenciatura em Teologia no ano de 1900. Dedicou-se à pregação e a uma acção social em favor da população local, promovendo humana e cristãmente várias actividades que a libertassem do desemprego, fome, analfabetismo e solidão. Foi ajudado pela entidades públicas e particulares para construir as "Escolas do Sagrado Coração de Jesus", para pagar aos Professores, dar de comer a alguns alunos, criar cursos nocturnos, oficinas para os adultos, numa grande tarefa humanitária, educativa e de formação profissional e cristã. Guadix reconheceu este trabalho, nomeando-o "Filho adoptivo predilecto" e dando o seu nome a uma rua da cidade.

Afonsa da Imaculada Conceição a primeira indiana canonizada 1910-1946

Ana Muttathupadathu nasceu 
em uma aldeia de Kudamalur, na Índia. 
Ingressou no noviciado 
das religiosas clarissas em 1927. 
A sua campa é visitado por numerosos 
cristãos, hindus e muçulmanos.
Annakutty (diminutivo de Ana) Muttathupadathu nasceu em uma aldeia de Kudamalur, na Índia, a 19 de agosto de 1910. Seu batismo foi feito no rito católico siro-malabar. Foi ela a última de cinco filhos, em uma família cristã de origem nobre. Tendo ficado órfã de mãe aos três meses de idade, foi criada por uma tia materna, recebendo a educação de um tio sacerdote. A avó materna a iniciou na fé, incutindo-lhe o amor pela oração já na primeira infância, pois com a idade de 5 anos já conduzia aos orações nocturnas em sua casa, costume do rito oriental ao qual a família pertencia.

DIA 28 - ORAÇÕES

Oração da manhã para todos os dias
 
Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor. Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém. 
As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.
28 – 17º Domingo do Tempo Comum – Santos: Sansão, Eustádio, Décio
Evangelho (Jo 6,1-15)“...Jesus disse a Filipe: – Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?Disse isso para pô-lo à prova, pois sabia muito bem o que ia fazer.”
Filipe tinha razão, porque falava a partir do bomsenso. André foi realista; sabia qual o recurso disponível. O mesmo acontece conosco diante das dificuldades e urgências que encontramos. Tanto no mundo temporal como no espiritual, não podemos contar com milagres erevelações, nem soluções mágicas.Temos de ser realistas,  nem ingênuos, nem pessimistas.  E devemos saber que Deus pode sempre nos surpreender com seu poder e seu cuidado, até mesmo deixando-nos a impressão que houve apenas uma coincidência.Não podemos desanimar ou apavorar-nos quando não pudermos contar com nossas forças. Se somos prudentes e bem-intencionados, o resultado final, mesmo diferente do que esperávamos, será sempre para nosso bem, nosso bem verdadeiro.
Oração
Senhor meu Deus, fico a imaginar o espanto dosdiscípulos, que sabiam qual era a situação real.Puderam ver o poder divino de Jesus, que alimentou aquele povo que o ouvia; admiraram o cuidadoatento àssuas necessidades;notaram a discrição com que agia. Os que ali estavam, comeram à vontade, admiraram a bondade de quem os socorria, mas não viram nada de extraordinário. O memo acontece comigo, Senhor. Continuai a me ajudar, mesmo quando penso que estou resolvendo por mim mesmo a situação, e nem me lembro de pedir que me socorrais.Abri meus olhos, e dai-me o senso da fé, para perceber vosso agir discreto, muitas vezes oculto em realidades humildes e no gesto caridoso dos irmãos.Agradeço todo o vosso cuidado por nós, em nossas necessidade temporais e espirituais. Amém.

sábado, 27 de julho de 2024

REFLETINDO A PALAVRA - “A vinda do Senhor está próxima”

PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA(+)
REDENTORISTA NA PAZ DO SENHOR
Ele vem para nos salvar
 
A antífona de entrada “Alegrai-vos sempre porque o Senhor está próximo” dá a este domingo o nome de “Gaudete” (alegrai-vos). Nesse sentimento pedimos na oração da Missa “que possamos chegar às alegrias da Salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene liturgia”. Até as cores dos paramentos lembram o sol nascente simbolizando a vinda de Cristo que se aproxima. Usa-se a simbologia da aurora que traz as primeiras luzes do sol. Já sentimos a alegria do nascimento de Jesus que se aproxima. A alegria é fruto do Espírito. A vinda de Cristo não se reduz ao Natal, mas se anuncia como gloriosa na Páscoa. Tiago convida a ficar como o agricultor que espera o precioso fruto da terra (Tg 5,7). Nesse ano a liturgia traz a figura de João Batista que vê nas obras de Cristo os sinais do prometido Messias. E manda discípulos seus perguntar se Êle é Aquele que deve vir (Mt 11,3). João vê que em Jesus se realizam as promessas do Antigo Testamento. Jesus mostra que os milagres realizados correspondem à profecia de Isaias e de outros profetas (Is 35,5): “Os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, os pobres são evangelizados (Mt 11,5).. João é a figura da espera coerente. Por isso Jesus o elogia como mais que um profeta. Mas o menor no Reino de Céus é maior do que João. Jesus é este menor do Reino. João é testemunho da integridade. Não é um ramo que é levado de um lado para o outro pelo vento. Não segue ideologias que atraem as pessoas para o vazio. Não vive do luxo dos prazeres, como Herodes que tb estava no deserto. João é um profeta. É um modelo para os cristãos como diz Tiago: “Tomai por modelo de sofrimento e firmeza os profetas que falaram em nome do Senhor” (Tg 5,10). João se alegra com a vinda do Messias e dá por cumprida sua missão.
Transformações da vinda de Cristo. 
O profeta Isaias acena para os tempos futuros dando ânimo aos que estavam desanimados: “Dizei às pessoas deprimidas: ‘Criai animo, não tenhais medo!... Ele vem para nos salvar... não mais conhecerão a dor” (Is 11,3.10). A transformação proclamada por Isaias anima o povo muito sofrido com o desastre nacional. A promessa da volta do exílio traz uma renovação. Esta renovação traz vida nova aos cegos, cochos, aleijados. É o que Jesus apresenta como prova aos discípulos enviados por João: “Ide contar a João o estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a visa, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os cegos vêem... Deus em sua fidelidade faz justiça aos oprimidos, dá alimento aos famintos... abre os olhos aos cegos... ampara o órfão e a viúva” (Sl 145). Socorrer os sofredores é uma atitude Divina. O tempo do Advento coloca em nossas mãos a responsabilidade de dar esse testemunho ao mundo, cuidando dos necessitados. O papel do cristão é animar os sofredores com atitudes concretas. Assim será profeta. Deverá ser firme na fé e não um caniço agitado pelo vento. 
Plenitude dos bens 
A oração da missa chama ao tempo do tempo de Natal: “Chegar às alegrias da salvação e celebrá-la com intenso júbilo na solene liturgia”. Cristo não vem para o castigo, mas para dar a recompensa de Deus. Ele vem para nos salvar (Is 35,4). Com Ele temos a plenitude dos bens. Vivemos a plenitude da Graça na celebração do Natal, por isso é preciso preparar-se para as festas (Oração final). A melhor forma da graça é aquela que transforma a vida em graça. Jesus se fez tudo para todos. É nosso modelo e força. 
Leituras: Isaias 35,1-6ª.10; 
Salmo 145;
Ti ago 5,7-10;Mateus, 11,2-11 
1. Temos nesse domingo o alegre anúncio do Natal. É como o raiar dos primeiros clarões do sol. Tiago convida a estar firmes esperando o fruto. Lembramos João batista que quer saber se Jesus é o Messias. Ele mostra que Seus milagres correspondem às profecias. Jesus elogia João como o maior. Contudo o menor do Reino, Cristo, é maior que ele. 
2. Isaias anima o povo com a esperança do retorno. Haverá uma grande renovação para os oprimidos e sofredores. O tempo do Advento nos coloca nas mãos animar os sofredores com atitudes concretas. 
3. A oração da missa chama ao tempo do Natal: chegar às alegrias da Salvação e celebrá-las com intenso júbilo na liturgia. Deus não vem para o castigo, mas para a recompensa. Vivemos a plenitude da graça que transforma a vida em graça.
Concorrência leal 
Nesse Advento lembramos João Batista. Figura magnífica na história da salvação. Ele não concorreu com Jesus, mas preparou seu caminho. Jesus gostava dele e o admirava como o maior nascido neste mundo. Jesus diz que ele é aquele que deve vir. Mas João, depois dele, é o maior do mundo. João apresentou Jesus e depois deixou que Ele crescesse. Jesus mostra que é o prometido, fazendo alguns milagres. Quem o aceita fazer o grande milagre da transformação do mundo. Este domingo é chamado domingo da alegria, pois já podemos ver os primeiros raios do Sol que nasce no Natal. Ele vem salvar seu povo. 
Homilia do 3º Domingo do Advento (15.12.2013)

EVANGELHO DO DIA 27 DE JULHO

Evangelho segundo São Mateus 13,24-30. 
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: "Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?". Ele respondeu-lhes: "Foi um inimigo que fez isso". Disseram-lhe os servos: "Queres que vamos arrancar o joio?". "Não!", disse ele, "não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro"». 
Tradução litúrgica da Bíblia 
Beato Columba Marmion 
Abade (1858-1923) 
O bom zelo 
Contra o zelo intempestivo 
Há um zelo que é excessivo, sempre tenso, sempre preocupado, atormentado, agitado; nada é suficientemente perfeito para as almas possuídas por este ardor. São Bento protege cuidadosamente o abade deste zelo excessivo. «Que ele não seja trapalhão, nem preocupado, nem impaciente, nem obstinado, nem ciumento, nem demasiado desconfiado, pois assim nunca terá descanso». «Nas próprias correções, aja com prudência e não cometa nenhum excesso; não aconteça que, esforçando-se demasiado por limpar o vaso, acabe por parti-lo» (Regra, cap. 69). Porque é que este zelo é «amargo»? Porque é impaciente, é indiscreto e falta-lhe unção. É deste zelo que Nosso Senhor fala na parábola do semeador, quando os servos pedem ao dono do campo para ir arrancar o joio semeado pelo inimigo, sem pensar que correm o risco de arrancar também a boa semente: «Queres que vamos?». Foi este zelo que encheu os discípulos de indignação, levando-os a querer fazer descer fogo do céu sobre aquela cidade da Samaria, para a castigar por não ter acolhido o seu divino Mestre: «Senhor, queres? Basta uma palavra tua»; «Senhor, queres que digamos para um fogo descer do céu?»; e que responde Jesus a este ardor apaixonado? «Repreendeu-os severamente» (Lc 9,54-55), porque o Filho do Homem não veio à terra para perder, mas para salvar almas (cf ad.).

SANTO AURÉLIO

Santo Aurélio nasceu no século IV e desde diácono se destacava pela caridade, zêlo, pureza de vida e pelo culto da Liturgia. O grande Aurélio esteve como Bispo responsável por toda uma região e todos o chamavam – por respeito – de “Santo Papa Aurélio”. Não possuía grandes dotes intelectuais, porém, na Providência Divina, tinha grande amizade com o sábio e Bispo de Hipona: Santo Agostinho. Unido ao Doutor da Graça, pôde combater a auto-suficiência do Pelagianismo e outras heresias que encontraram a condenação no seu tempo. Muito do que sabemos hoje de Santo Aurélio foi o próprio Santo Agostinho quem informou, pois este admirava a prudência, a piedade e a humildade deste pastor e pai, que tudo fazia pela salvação das almas e pureza da doutrina cristã. Santo Aurélio passou da Igreja militante, para a Igreja triunfante pouco tempo antes de Santo Agostinho, isto em 429.
Santo Aurélio, rogai por nós!

SANTA NATÁLIA DE CORDOVA

Sabagota (Córdova, c. 825 — Córdova, 27 de julho de 852), como era chamada, é uma da santas da Igreja Católica. Por se ter convertido à fé cristã, sofreu o martírio durante a perseguição muçulmana em Córdova em 852. É uma dos Mártires de Córdova. Ela e seu marido Aurélio haviam-se convertido ao cristianismo, o qual praticavam na clandestinidade juntamente com seus familiares Félix e Liliana (Liliosa). Certo dia Aurélio testemunha o martírio de um cristão, o que levá-lo-ia a passar a professar abertamente a sua fé; no seguimento do que, Natália, Aurélio, Félix e Liliana, juntamente com um monge chamado Jorge, foram condenados à morte e executados.
História de Santa Natalia 
Santa Natália de Córdoba nasceu por volta de 825 d.C. e morreu em 852, viveu no Emirado de Córdoba, nasceu de pais árabes muçulmanos, quando era muito jovem seu pai morreu, a mãe se casou novamente, mas desta vez com um homem cristão, que lhes ensinou essa fé. Ambos se tornaram cristãos, quando ela atingiu uma idade em que poderia se casar. Ela estava noiva de São Aurélio, que também era filho de pai muçulmano e mãe cristã; clandestinamente, para evitar perseguição.Santa Natalia-2 Após a invasão dos muçulmanos na Península Ibérica em 711 d.C., cristãos e judeus foram protegidos pelos muçulmanos, pois eram considerados pessoas do livro (a Torá para os judeus (Veja: O que é a Torá dos judeus) e a Bíblia para os cristãos).

27 de julho - Beata Lucia Bufalari de Amélia

A tradição nos diz que a Beata Lucia Bufalari nasceu em Porchiano del Monte, uma aldeia a poucos quilômetros de Amélia, na Úmbria, Itália, onde, em meados do século XIII, fora construído o convento dos Agostinianos, cuja espiritualidade certamente atraiu a jovem Lúcia e também seu irmão, João. Este ingressou no convento e logo se mudou para Rieti, onde morreu muito jovem, e é conhecido com o nome de Beato João de Rieti. Segundo alguns testemunhos agostinianos a jovem Lúcia pediu a seus pais para poder entrar nas Terciárias Agostinianas "na clausura que em Amélia tinha nossas religiosas", mas nenhuma documentação relativa a algum convento feminino que seguisse a regra agostiniana no século XIV em Amélia chegou até nós. Alguns historiadores descrevem as mortificações e penitências que a Beata se submetia, um lugar-comum em muitas vidas de santos. O cronista agostiniano continua a falar da afabilidade da Beata, de suas virtudes que convenceram as coirmãs a elegê-la sua prioresa, apesar de ser uma das mais jovens. Entretanto, não temos nenhum documento contemporâneo atestando a presença de uma comunidade estruturada de religiosas Agostinianas. Mas podemos presumir que algum grupo de "terciárias" realmente viveu à sombra do mosteiro masculino, pois, bem no canto do agora antigo mosteiro de Santa Monica, sempre foi indicada pela piedade popular a cela onde a Beata Lúcia teria vivido e morrido, e dentro da qual foi colocado um quadro de Jacinto Gimignani que a retrata.

27 de julho - Beata Maria da Paixão

É não só através do amor fraterno, mas também mediante a Eucaristia, que entramos em contato com Cristo, tornando-nos seus ramos e permanecendo com Ele. E precisamente este, parece-me, é um traço característico da fisionomia espiritual da Beata Maria da Paixão. Ela entregou-se ao mundo, oferecendo-se com Cristo e por Cristo, como vítima de reparação dos pecadores, reconhecendo de resto na necessidade da santidade dos sacerdotes a possibilidade de um mundo novo. A vida da Beata foi consumada, permanecendo em Cristo, vivo e realmente presente no Sacramento da Eucaristia. As suas longas adorações, de dia e de noite, significam a sua escolha sábia de permanecer sempre com Jesus. Ela compreendeu o segredo que exprime com estas suas palavras: "Quero ser santa, amando Cristo na Eucaristia, sofrendo com Cristo crucificado, contemplando Cristo na pessoa do irmão". Por isso, o seu carisma é a admiração contemplativa da Eucaristia, em que a Beata encontrava as forças para superar as dificuldades, a tal ponto que nos últimos dias da sua vida se alimentava exclusivamente da Eucaristia. Podemos ver a mensagem da nova Beata nas suas últimas palavras, dirigidas às irmãs de hábito, uma mensagem sempre original e atual.

SÃO SIMEÃO ESTILITA

A história de Simeão, que, entre outras coisas, teve o mérito de levar o tipo de eremitério estilita ao cristianismo oriental, chegou até nós graças ao testemunho ocular do seu amigo Teodoreto, Bispo de Ciro. Filho de pastores, nasceu e viveu entre a Cilícia e a Síria, passando sua infância entre os rebanhos. 
A chamada em sonho
Certo dia, o menino Simeão não pôde levar as ovelhas para o pasto porque havia muita neve. Então, entrou em uma igreja e ficou comovido pela passagem evangélica das Bem-Aventuranças. Daí, perguntou a um senhor idoso, como fazer para viver daquela maneira. O homem respondeu-lhe que era preciso abandonar tudo e se dedicar só Deus, sem saber que Simeão o levaria a sério e viveria literalmente. Uma vez, enquanto rezava, para que o Senhor lhe mostrasse a sua Vontade, adormeceu e sonhou que estava escavando o alicerce para uma casa. A voz lhe recomendava para "escavar sempre mais a fundo!". Quando, enfim, chegou à profundidade certa, ouviu ainda: "Muito bem, agora você poderá construir o edifício da altura que quiser".

Beata Camila Gentili de Rovellone, mártir – 27 de julho

A Beata Camila Gentili de Rovellone viveu na segunda metade do século XV em San Severino, Marche di Lucca, Itália. Não era da realeza, mas filha de nobres; seus pais eram os senhores Rovellone e Brandina da família Giusti, da aristocracia local. Em uma transação injusta, mas típica das famílias nobres, Camila foi dada como esposa a Batista Santucci, um homem violento que além do mais tinha rancores contra os Giusti, o que torna a situação bastante inexplicável. Camila era uma mulher suave, doce, submissa e todos apreciavam-na por causa de sua bondade. Em 1482, Batista assassinou Pierozzo Grassi, que era da família dos Giusti, e foi declarado culpado e condenado à morte, mas teve a vida salva pela intercessão de Camila, que interveio com seu empenho pessoal e suas orações. Diante de um favor de tão alto valor, Batista não apenas não lhe agradeceu, como o ódio irracional contra a família aumentou, dirigindo-se contra a esposa, a ponto de proibir que ela fosse visitar sua mãe. A isto Camila se negou e continuou a visitá-la com a mesma frequência de até então. Aquilo exasperou Batista, que planejou meticulosamente sua vingança: fingindo uma ternura que não era natural nele, propôs a sua esposa passar uns dias em Uvaiolo, onde possuíam um sitio.